A Filha do Dono
33 O final feliz
Notas iniciais
Meses depois...
O salão estava todo enfeitado, os convidados conversavam felizes, enquanto esperavam pelas protagonistas daquela festa.
Primeiro por aquele tapete vermelho passaram parentes, amigos, e pessoas especiais na vida das duas: Eram os padrinhos.
Em seguida, uma garotinha levando uma cesta cheia de pétalas de flores, que ela jogava no tapete vermelho, deixando-o preparado pra as noivas.
Depois entraram uma garotinha e um garotinho: Eram os noivinhos.
Depois de tantas delongas, finalmente chegou a hora.
A marcha nupcial começou a tocar, todos os convidados começaram a olhar para a entrada onde as duas noivas iriam entrar.
A porta finalmente se abriu e eles puderam ver as duas homenageadas daquele dia.
Mônica estava linda, usava um vestido típico de noiva, branco e com babados na parte debaixo, era tomara que caia e tinha pedras que pareciam cintilar ainda mais a cada passo que ela dava.
Já Magali, sempre teve um estilo swag, e no seu casamento não foi diferente, ela usou um vestido jeans e branco, com um véu longo que ia até os seus pés.
As duas entravam na igreja lentamente, sendo recebidas pelos flashes das câmeras, e aplausos dos convidados.
As duas estavam muito felizes, estavam quase chorando, mas não queriam estragar a maquiagem então continuaram só com sorrisos mesmo.
Quando chegaram ao altar, o padre as recebeu, e começou o seu discurso matrimonial.
– Agora diga para a sua amada tudo que eu lhe disser — sussurrou o padre no ouvido de Magali.
– Eu, Magali, recebo você, Mônica, como minha esposa, e prometo estar contigo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-te, respeitando-te, sendo-te fiel todos os dias de minha vida, até que a morte nos separe, e com essa aliança, eu uno o nosso amor em um só. — Repetiu Magali para Mônica, enquanto colocava a aliança em seu dedo.
– Agora você, repita para a sua amada o que eu lhe disser — Sussurrou o padre no ouvido de Magali.
– Eu, Mônica, recebo você, Magali, como minha esposa, e prometo estar contigo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-te, respeitando-te, sendo-te fiel todos os dias de minha vida, até que a morte nos separe, e com essa aliança, eu uno o nosso amor em um só — Repetiu Mônica colocando a outra aliança no dedo de Magali.
– Mônica... Magali? Podem beijar a noiva.
As duas se abraçaram e se beijaram, dessa vez sem conseguir conter o choro, toda a igreja aplaudiu de pé, essa união.
Quando as noivas estavam passando pela porta os convidados jogaram-lhe feijões, para mostrar que elas eram diferentes dos outros casais, mas que mesmo assim eram especiais.
Elas entraram na limousine que as levariam para a sua nova casa.
– Mônica eu tô tão feliz, obrigada por tudo — Agradeceu Magali chorando de emoção.
– Magali, eu fiz isso tudo por quê eu te amo — Disse Mônica sorrindo e chorando.
As duas se beijaram novamente.
– Como está nosso bebê? — Perguntou Magali enquanto acariciava a barriga de Mônica.
– Está ótimo, não parou de se mexer durante a cerimonia inteira, estava tão feliz quanto nós — Respondeu Mônica colocando as mãos na barriga também.
– Amanhã você vai fazer um ultrassom né?
– Vou sim, finalmente vamos descobrir o sexo do nosso bebê.
– O que você acha que é?
– Uma menina.
– Sério? Eu acho que é um menino.
– Vamos descobrir amanhã.
– É, você acredita que o Do Contra veio no casamento?
– Veio?
– Sim, mas os seguranças não deixaram ele entrar.
– Ainda bem, não quero nunca mais olhar na cara daquele cretino.
– Não vi ele desde aquele dia que escondemos ele na plantação de abóboras do meu tio.
As duas deram risada.
– Senhoritas, chegamos — Interrompeu o motorista.
As noivas saíram do carro com ajuda do motorista, a casa que elas tinham comprado era linda, ainda mais bonita que a de Cebolácio.
– Eles fizeram um bom trabalho não é? — Perguntou Magali.
– Fizeram sim, agora temos que voltar para o carro e ir para a Lua-de-mel — Disse Mônica.
As duas entraram no carro e partiram para a sua lua de mel, que era no hotel mais chique de toda a Nova York.
Elas saíram do carro e entraram no hotel com suas malas, que já estavam na limousine.
Subiram o elevador e foram direto para a suíte que ficariam hospedadas.
Era uma suíte bonita e espaçosa, e tinha vista pra piscina.
Magali entrou no banheiro pra se trocar, e Môncia se trocou no quarto mesmo.
Mônica optou por um pijama, já que já era d enoite pois a cerimonia tinha começado ás 20:00.
Seu pijama era composto por uma camiseta branca com alguns desenhos de corações, e um shortinho cheio de corações.
Depois de se vestir ela se deitou na cama e ligou a TV.
Magali saiu do banheiro, e Môncia tomou um susto.
Magali estava usando uma camisola azul marinho, que só ia até os seios, o resto eram todo de renda.
Magali se apoiou na porta do banheiro e olhou pra Môncia com um olhar provocante, mordendo a língua.
– Deita aqui comigo amor — Chamou Mônica.
– Pode deixar — Respondeu Magali indo pra cama.
Chegando na cama Magali deitou ao lado de Mônica e a abraçou, começou a passar a mão por todo o seu corpo.
Magali lambeu a boca da Môncia, pedindo por um beijo, Môncia liberou a passagem e Magali começou a beijá-la ferozmente.
Magali levantou da cama e chamou Mônica pra se levantar também.
Mônica se levantou e Magali começou a beijá-la enquanto passava a mão por todo o seu corpo.
Magali desfez o beijo e tirou o short de Mônica o jogando pra longe.
Mônica então tirou a camisola de Magali, deixando-a só de calcinha, pois pra aquela camisola não precisava usar sutiã.
Mônica então empurrou Magali na cama e subiu sobre ela.
Mônica se inclinou pra frente e começou a massagear os seios de Magali, arrancando suspiros longos de Magali.
Depois Mônica começou a sugar os seios de Magali, dessa vez arrancando gemidos abafados de Magali.
Mônica satisfeita ao dar prazer a sua companheira, chupava, dava beijos, mordidas, enquanto massageava o outro.
Magali apenas gemia e se contorcia na cama.
Magali se levantou e Magali se aproveitou disso e se levantou, arrancou a camiseta de Mônica e a empurrou pra cama.
Quando Mônica já estava deitada, Magali tirou sua calcinha também, e começou a estimular seu clitóris com os dedos.
Mônica começou a gemer.
Magali satisfeita ao ouvir os gemidos de Môncia, enfiou dois dedos dentro de sua vagina.
Mônica começou a gemer desesperadamente, e começou a chamar pelo nome da amiga.
Magali ia cada vez mais fundo com os dedos e Mônica delirava de prazer.
Quando Magali tirou os dedos lá de dentro, os colocou perto da boca e começou a lambê-los.
Mônica se levantou.
– Amor, deita — Disse pra Magali.
Magali se deitou na cama e Mônica se deitou sobre ela, só que do lado oposto da cama.
Mônica começou a chupar a vagina de Magali, enquanto Magali fazia a mesma coisa em Mônica.
As duas estavam fazendo um 69.
Mônica teve que parar de chupar pra gemer dos prazeres que estava sentindo, Magali enfiava a língua toda em sua vagina.
Môncia se levantou e ficou apenas apoiada na boca de Magali, ela então começou a massagear os seios da gulosa enquanto ela enfia sua língua cada vez mais fundo em sua vagina.
Depois de ficar uns 5 minutos naquela posição, Mônica gozou na boca de Magali, Magali engoliu o gozo e ainda lambeu o que restou em Mônica.
Môncia se deitou na cama exausta, mas Magali queria mais: Magali abriu as pernas de Mônica e as jogou com modo que elas ficassem abertas e pra cima, lhe dando visão completa e espaço pra "trabalhar".
Magali então com uma das mãos,enfiava no fundo da vagina de Mônica, e com a outra ela massageava os seios de Mônica.
Mônica gemia como uma louca.
– Isso me fode gostoso.
Magali ia enfiando cada vez mais fundo, e ia remexendo os dedos lá dentro Môncia ajudava Magali segurando suas mãos.
Mônica gozou na mão de Magali, Magali levou as mãos para a boca de Mônica e Mônica engoliu o gozo.
Magali exausta caiu sobre Mônica e a abraçou.
Depois de uns minutos elas finalmente colocaram suas roupas e se deitaram com um cobertor.
Magali se virou para Mônica e a beijou.
Com os lábios ainda colados no dela, disse:
– Eu te amo dentucinha.
– Eu te amo magulosa — Respondeu.
FIM
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