Notas iniciais
Oi gente, a história está acabando :(

Sábado, 19:00...

Mônica estava esperando por Do Contra para irem pra Lemon Party, mas ele estava demorando muito para irem.

Ela estava usando um vestido rosa claro com alguns detalhes em pedrarias prateadas, sua maquiagem era preta e esfumada e seu batom era rosa claro.

Os sapatos eram saltos brancos, só que não davam pra ver pois o vestido era longo.

Ela não falava com Magali desde quinta-feira, quando deu o carro pra ela, a escola estava em greve então elas não se viram, ela ligou pra ela apenas na sexta, pra avisar que iria pra festa com o Do Contra.

Já estava ficando tarde, Mônica ficou preocupada, seu pai já tinha ido pois ela também dispensou ele pra ir com Do Contra.

Seu celular apitou e era uma mensagem de Do Contra.

"Pode ir sozinha para a festa, eu vou fazer uns negócios aqui e não vai dar pra eu ir, se vira vagabunda"

Mônica começou a chorar, agora ela não iria pra festa, seus amigos já deviam ter ido e Do Contra não iria mais buscá-la.

Ela se levantou da varanda onde estava sentada, e foi entrara em casa, pois não ia mais pra festa.

Mas uma buzina chamou sua atenção, ela pensou ser Do Contra, mas melhor ainda: Era Magali e Cascão no carro que Mônica tinha dado pra Magali.

Ela desceu as escadas correndo e enxugando as lágrimas, por sorte sua maquiagem era a prova d'água.

Quando chegou lá em baixo, Magali abriu a porta traseira pra que ela entrasse.

– A gente sabia que o DC não vinha te buscar então víemos — Disse Magali com um sorriso.

Mônica abriu a porta da frente, onde Magali estava e abriu seu cinto.

– Mônica o que você...? — Perguntou Magali, mas antes que ela terminasse de falar, Mônica a puxou pra fora e a abraçou.

Magali não entendeu mas retribuiu o abraço.

Mônica desfez o abraço e ficou olhando Magali com um sorriso de orelha a orelha.

– Magá, eu falei com o Do Contra, eu desisti daquela vida, eu não quero nunca mais olhar pra cara dele — Disse Mônica.

– Nossa, que bom — Magali deu um sorriso também.

– Eu não sou mais amiga dele, agora é só você e o Cascão pra mim.

– Nossa que bom que você percebeu isso amiga.

– Não é só isso — Mônica colocou a mão no rosto de Magali — Magali, eu.. Bom, depois do nosso beijo de ontem eu percebi que eu... Eu não quero mais saber do o Contra, e-eu quero você.

Magali arregalou os olhos e ficou olhando pra Mônica.

Mônica se aproximou de Magali e a beijou.

Magali colocou as mãos na cintura de Mônica e foi deixando o beijo cada vez mais quente e envolvente, até que Cascão interrompeu as duas:

– Ooi? eu tô aqui ainda.

As duas desfizeram o beijo e Mônica entrou no carro e deu um abraço em Cascão.

– Cascão, eu também prometo que vou ser sempre sua amiga — Disse Mônica.

– Ai tá bom, eu e amo também, agora me solta que tá me deixando sem ar.

Môncia riu e soltou Cascão, depois ela entrou no bando de trás do carro, Magali em vez de entrar na frente, entrou atrás também.

– Por quê vai sentar aqui atrás? — Perguntou Mônica.

– Eu quero ficar um pouco com você — Magali sorriu.

– Você tá linda.

– Obrigada.

Magali usava um vestido azul com o número 36 em branco na parte do busto, nos pés usavas botas marrons e uma maquiagem clara.

Pela primeira vez Magali usava seus cabelos soltos e naturais, ela sempre usava eles presos, e quando soltava, usava um monte de cremes pra ele parecer cacheado.

Magali se aproximou de Mônica e a empurrou pra perto da porta, e começou a beijá-la, Cascão suspirou.

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– Estamos quase chegando Miguel — Disse Felipe.

– E seu filho? Vai nos ajudar? — Perguntou Miguel.

– Vai sim, vamos passar na casa dele antes e pegá-lo pra levar ele pra festa.

– Ele conhece a Mônica?

– Diz ele que não, mas ele é mais mentiroso que o pinóquio, não se pode confiar nele.

– Se não se pode confiar nele, porque pediu ajuda a ele?

– Era minha única escola, agora cala a boca e dirige mais rápido.

Miguel obedeceu e continuou seguindo a estrada, eles finalmente iriam se vingar do Cebolácio.

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– Puxa como aqui é lindo — Disse Magali admirada olhado tudo em volta.

– É lindo mesmo — Disse Mônica de mãos dadas com Magali.

– Meninas, fiquem aí de namoro que eu vou dar uma volta pelo local belê? — Perguntou Cascão.

– Belê — Responderam Mônica e Magali juntas.

Cascão saiu e Mônica e Magali começaram a passear juntas pela festa.

Até que Cebolácio se aproximou.

– Oi filha, veio com seu amigo? — Perguntou ele.

– Não papai, eu vim com a minha namorada — Disse Mônica abraçando o braço de Magali.

– Namorada?

– É, essa é a Magali, a minha namorada.

– Prazer — Disse Magali envergonhada.

Cebolácio ficou surpreso por sua filha namorar uma mulher, mas se ela estava feliz, ele também estava.

– Seja bem vinda a família Zayn, mocinha — Disse Cebolácio com um sorriso.

– A muito obrigada.

– Anda Magali, vamos pra pista de dança.

Mônica puxou Magali pra pista de danças e elas começaram a dançar coladinhas, pois era uma música romântica.

– Mônica, por quê fez isso? — Perguntou Magali.

– Isso o quê Magá? — Perguntou Mônica confusa.

– Disse pro seu pai que somos namoradas .

– Ah m-me desculpa foi a tensão do momento.

Magali interrompeu Môncia pousando sua boca sobre a dela.

– Não fica assim, linda.

– Você não quis sempre fazer a degustação de limão? Por quê não vamos?

– Sério? Ai meu Deus, vamos lá.

As duas correram pra onde estavam servindo as comidas, era uma grande mesa com uma toalha branca e dourada (ou seria preta e azul?) com vários tipos de comidas e bebidas sobre ela, todas verdes, pois eram de limão.

Elas se sentaram e os garçons entregaram um cardápio pra elas.

A primeira comida da lista era um bolo de limão.

– Nossa eu amo bolo de limão — Disse Magali.

– E eu amo você — Disse Mônica olhando Magali com um sorriso.

Magali ficou um pouco envergonhada, mas deu um sorriso também.

– Eu também te amo — Respondeu com um sorriso tímido.

Magali pegou uma fatia de bolo e colocou na boca de Mônica.

– Hum.. que delícia.

– Agora me dá um pedaço.

Môncia riu e colocou uma pedaço na boca de Magali também.

– Nossa, vocês são um casal? — Perguntou uma moça de cabelos e olhos castanhos que sentará ao lado delas.

– Hã... somos sim — Respondeu Magali.

– Que fofas.

– Espera, você é Dora Vargas? A atriz que fez Não vejo teus olhos, vejo tua alma?

– Sou eu mesma.

– Ai meu Deus, tira uma foto com a gente?

– Claro.

As três saíram da mesa, Magali pegou seu celular e colocou na câmera frontal, então tirou uma foto delas três.

– Obrigada — Disse Mônica sorrindo.

– Disponha — Disse Dora voltando pra mesa.

De repente as luzes da festa de apagaram.

– O que aconteceu? — Perguntou Mônica.

– Não sei.. — Disse Magali olhando em volta.

As luzes do holofote se cercaram na parte de cima do salão, e todos os olhares se voltaram pra lá.

– O que tá pegando? — Perguntou Cascão se aproximando.

– Não sabemos — Disse Mônica.

– Todos em silêncio — Disse o cara que estava sobre as luzes do holofote — Eu estou á procura de Cebolácio.

– Ai meu Deus, é o meu pai — Disse Mônica saindo correndo.

Cascão e Magali á seguiram.

– Mônica, quem sabe não tem outros Ceboláciano na festa, talvez não seja seu pai — Disse Magali.

– Não é Ceboláciano, é Cebolácio, e não, não acho que a mãe de ninguém aqui seria ruim o bastante pra colocar o nome do filho de de Cebolácio — Disse Mônica ainda correndo — Eu tenho que ver o que esses caras querem com o meu PAAI — Alguém pegou na boca de Mônica e a puxou pra o banheiro.

– Mônica! — Gritaram Magali e Cascão.

Continua...

Notas finais
Link do vestido da Mônica: http://www.parisciel.com/pt/media/catalog/product/cache/17/image/75bc41a5216344a1f9359e67f36d991d/f/i/file_483_1.jpg Link do vestido da Magali: https://laismanuelle.files.wordpress.com/2014/08/10601898_1499842606899950_1921409506_n.jpg