A Filha do Dono

3 Bem-vindos a Nova York


Notas iniciais
Oi gente desculpe ficar sem postar é que eu tava meio depressiva esses dias porque eu sou uma gótica, vampira, anja :( Mas eu voltei com um capítulo novo Aêeee CARAIOOO ~^ _ ^~ Só pra compensar tem capítulo grande u.u.u.u.u.u :v

– Pai mas o que é isso? — Perguntou Mônica sentada em frente a uma TV olhando com uma cara desconfiada.

– É uma televisão filhota — Disse Cebolácio cortando alguns legumes na cozinha.

– E serve pra quê?

– Pra isso.

Cebolácio ligou a televisão e estava passando uma homenagem a Amy winehouse.

– Ai meu Deus pai, tem uma mulher presa lá dentro da TV, tira ela de lá — Gritou Mônica apavorada.

– Não filha, é que...

– E ela tem um ninho de mafagafos na cabeça, acudam.

Antes que Cebolácio pudesse fazer alguma coisa Mônica jogou uma vaso na tela da TV quebrando-a.

– Ai meu pai, eu matei a moça, e ela desapareceu, o que foi que eu fiz??

– É, isso vai dar trabalho...

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O pai de Mônica tinha arranjado uma casa em um bairro que mesmo ficando em Nova York, as pessoas falavam português, assim seria mais fácil para que ele e Mônica se acostumarem com o lugar.

O nome do local se chamava Neighborhood Lemon, era um lugar bem simpático e silencioso, tranquilo para se viver.

Eles estavam indo para a escola de Mônica fazer a matrícula, e logo, ela estudaria no College Lemon.

Quando chegaram lá, Mônica ficou admirada, era um lugar muito bonito, tinha umas árvores em volta e a pintura não era nem um pouco desgastada como na maioria das escolas.

– Filha entre na escola que eu vou ficar aqui fazendo a matrícula tá? — Disse Cebolácio.

– Ok meu pai — Disse Mônica entrando.

Quando ela entrou na escola, a primeira coisa que ela viu foi o pátio, e estava na hora do intervalo.

Tinha um monte de pessoas correndo por aí, outras sentadas conversando e algumas meninas se maquiando em frente a um espelho que ficava perto do banheiro.

– Oi garota — Disse uma simpática garota de cabelos negros e compridos se aproximando de Mônica.

– O-oi quem é você? — Respondeu Mônica.

– Eu sou a Magali, e esse aqui é o Cascão.

– Oi — Disse Cascão — Você é uma daquelas minas que vem aqui fazer umas apresentações?

– Hã? Eu não me chamo mina, me chamo Mônica. E não vim aqui para fazer apresentações, vim para estudar nesse colégio.

– Com essa roupa? — Perguntou Magali.

– Eu curti o estilo Ali Babá dela.

– E-eu não tenho nenhum estilo Abi Lala, essas minhas vestes são de onde eu venho.

– E de onde tu vem? Do Acre?

– Cascão!!

– Ah, só lá pra eles usarem essas roupas tão atrasadas.

– E-eu venho do Deserto de Arábia, conhecem?

– Mentira, você veio do deserto de Arábia?! — Perguntou Magali impressionada.

– E você veio morar em Nova York?

– Aqui se chama Nova York? Então acho que sim.

– Então vamos apresentar a escola pra você. Vem!! — Magali puxou Mônica e saiu andando pela escola.

Magali e Cascão apresentaram grande parte da escola para Mônica e ela ficava apenas olhando tudo admirada e fazendo comentários bobos por ser tão inocente.

Quando eles chegaram perto dos armários, Mônica avistou um garoto de cabelos negros num estilo "moicano", mas se preocupou mais em continuar vendo a escola com Cascão e Magali.

Cascão: — E esses são os armários Mônica — Disse Cascão mostrando os armários.

Mônica: — E pra que eles servem?

Magali: — Pra guardar suas coisas, não tinha armários lá no deserto não?

Mônica: — Não, nós guardávamos nossas coisas dentro de uma bolsa feita de palha.

Cascão: — Nossa nesses lugar só tinha muito cafonice mes... — Ele foi interrompido por uma cotovelada da Magali — Aaai.

Do Contra: — E aí gente?

Cascão e Magali: — Oi DC.

Do Contra: — E quem é você menina?

Mônica: — Meu nome é Mônica.

Do Contra deu um sorrisinho meia-boca.

Do Contra: — Gostei da roupa.

Ele saiu e deixou Mônica vermelha como um tomate.

– E-ele é tão simpático — Disse Mônica corada.

– É, ele se faz se simpático, mas não se misture com ele tá? Ele não presta — Disse Magali.

Mônica ficou confusa. Por quê Magali não queria que ela fosse amiga de Do Contra? Ele parecia ser tão legal.

Nessa hora Cebolácio se aproximou deles.

– Oi filha, te procurei pela escola inteira — Ele disse se apoiando em um dos armários e respirando fundo.

– Desculpe meu pai, olha, eu fiz amigos. Esses são Cascão e Magali.

– Oi — Disseram os dois.

– Que bom que já está fazendo amizades filha, eu terminei sua matrícula, você começa aqui amanhã.

Magali e Mônica deram um gritinho histérico e se abraçaram.

– Agora temos que ir, tchau Cagali, tchau Mascão.

– Hã.. É Magali e Cascão pai.

– Opa, foi mal.

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Depois de saírem da escola, Mônica e seu pai foram no mercado comprar as coisas para o jantar.

– O que é isso pai? — Perguntou Mônica pegando uma caixa de cereal de chocolate.

– É cereal filha, quer comprar?

– Não, parece fezes, eles vendem fezes pra gente comer aqui?

– Não filha, que nojo.

Eles andaram mais um pouco e Cebolácio colocou um frango congelado no carrinho.

– Pai e isso o que é?

– Um frango.

– Mas por quê não se meche e nem faz có có?

– Porque está morto.

– M-morto? E porque você está comprando ele?

– Pra gente comer.

– O quê? Comer um inofensivo bichinho? Não meu pai, não podemos fazer isso.

– Para de graça Mônica, você já comeu carne.

– Carne é uma coisa, frango morto é outra.

– Não, são a mesma coisa com nomes diferentes.

– Q-quer dizer que eu já comi frango morto?

– Não só frango como vaca morta, ovelha morta...

– Buááá eu sou uma canibaaal.

Demorou muito tempo (Muito tempo mesmo) pra fazer com que Mônica se acalmasse e entendesse que era necessário comer carne de animais mortos para sobreviver.

Eles continuaram andando pelo mercado e depois de comprarem tudo que precisavam foram embora.

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Ela estava sentada em frente a lareira com uma xícara de chocolate quente e enrolada em um edredom.

Ele estava sentado no sofá também com um edredom, só que enrolando apenas suas pernas e com um notebook em seu colo.

– Terminou as pesquisas? — Ela perguntou.

– Ainda não — Respondeu. — Tá muito difícil Magali!

– Ai Cascão, bota a cabeça pra funcionar, eu sempre sou a que cuido dos trabalhos todas as vezes, pelo menos um vez você podia colaborar né?

– Eu tô tentando mas a professora Rosa só passa trabalho difícil, você podia pelo menos me dar um que a Claudia passasse né?

– Tá bom, eu vou fazer de novo, mas você vai ficar me devendo um sorvete viu?

– Nesse frio? Tá louca de querer tomar sorvete?

– É verdade, tá mesmo muito frio, espero que ainda não estejamos entrado em época de inverno.

– Por quê?

– Por quê amanhã a Môncia começa a estudar lá, e eu não quero que ela fique sem ir por causa da neve.

– Você se apegou muito com essa menina né?

– É só minha amiga Cascão.

– Tem certeza que não é igual o que você sentia pela Den...

– ELA É SÓ MINHA AMIGA! Você me prometeu que não ia mais tocar nesse assunto Cascão.

– Desculpa Magá.

O tempo lá fora estava melhorando um pouco, mas mesmo assim haviam chances de começar a nevar.

Continua...

Notas finais
As traduções estão ruins mesmo porque eu não falo inglês u.u Se não gostar: https://www.youtube.com/watch?v=McYJBouRg5Y