A Filha do Demônio
5 Um dia como todos os outros
Notas iniciais
O dia de aula parecia estar indo bem para Luna Garcia, ou melhor, Luna Mikaelson. Até a hora da educação física, a aula que ela mais odiava. Alguns alunos estavam correndo em uma pista de atletismo, outros estavam jogando uma partida de vôlei e apenas três alunos trilhavam slackline, Luna estava entre eles. Ela esperava a sua vez quando seu colega cai e rala o joelho no chão.
Luna: Você esta bem?
João: Eu sou um idiota mesmo. Como é que você consegue se equilibrar nisso e sair sem nenhum arranhão?
Luna: Pratica?
João: Só pode ser mesmo. Acho melhor eu ir lavar isso.
Luna fica olhando enquanto seu amigo sai. Estava acontecendo de novo, ela estava sentindo o cheiro do sangue e sua boca começa a salivar diante desse cheiro. Assim que a aula termina ela dá um jeito de ir até a casa onde seu pai estava hospedado. Klaus estava se alimentando de uma mulher que aparentava ter uns trinta anos.
Klaus: Eu lhe ofereceria um pouco, mas acho que a dona desta casa não deve ser um prato muito atrativo para você.
Luna: Na verdade parece bom, muito bom... Foi exatamente por isso que eu vim aqui.
Klaus: Não acredito que tenho vindo provar minha senhoria. – Fala Klaus um tom sarcástico enquanto joga o corpo quase morto para longe. – Eu vou dar meu sangue e cura-la depois, não quero qualquer um entrando nessa casa. Por acaso você não morreu hoje na escola, morreu?
Luna: Isso é piada pra você, não é? Não eu não morri, mas um amigo meu se machucou e... Eu senti o cheiro do sangue dele e quis muito bebe-lo. Já aconteceu isso antes, mas eu nunca tive ninguém pra conversar a respeito. Sabe minha mãe diria que estou louca se eu dissesse que fico com água na boca só de pensar em sangue, ou pelo menos era isso que eu achava.
Klaus: Talvez seja sua herança de vampiro se manifestando... O que acha que aconteceria se saciasse sua sede? Está a fim de descobrir? – Luna assente que sim com a cabeça e Klaus leva até ela a mulher da qual estava se alimentando quando ela chagou. Luna bebe seu sangue e imediatamente presas começam a crescer e seus olhos ficam dourados demonstrando que sua parte lobo também havia sido ativada. – Vá com calma, não queremos mata-la, ou queremos?
Luna: Tem razão. Dé um pouco do seu sangue a ela.
Klaus: Por que você não faz isso? – Ele morda o pulso de Luna e o leva até a boca da mulher semimorta. Pouco tempo depois ela estava completamente curada.
Luna: Isso significa que eu sou como você?
Klaus: Uma hibrida? Com certeza, mas ainda tenho muito que te ensinar para você ser como eu.
To be continued...
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