A Filha De Zeus E Neta De Hades
2 Capítulo 2 - Taxistas suicidas...
Notas iniciais
Espero que gostem deste capitulo,eu sei que é meio curtinho,mas esta cheio de comédia.
Olá queridos leitores,antes de eu digitar toda a história,queria lhes informar que nesta fic,não terá os mesmo principais personagens que vocês tanto leem!.Essa fic se passa uns 50 anos depois da ultima batalha contra cronos.Então aparecera muitos mistérios.
Beijos.Boa leitura.
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Entrando no táxi cinza me deparo com três idosas (na minha opnião são véias!Muahahahaha),todas sentadas no banco da frente.
Logo que me aconcheguei,as velhas começaram a berrar instantaneamente uma com a outra.
– Quiron,quem são essas véi... elas ? — o fitei com preocupação.
– Elas são as Moiras. — disse sem tirar o olhar das velhas discutindo por causa de um mísero olho.
Uma das Moiras conseguiu enfiar o olho em uma de suas órbitas.Ajeitou o retrovisor para me encarar melhor.
– Prazer criança ,meu nome é Vespa. — falou ironicamente,não entendi a ironia. Mas por que diabos todos me chamam de criança?.Se não perceberam eu tenho 15 anos. — e essas são as minhas outras duas irmãs nojentas para eternidade.
– Eu sou a Ira,e olha como você fala comigo Vespa!.Não se esqueça dos bons modos que você nunca teve! — deu um tapa na cabeça da irmã que gemeu de dor e raiva.
– E comigo tamb... — tentou terminar a frase .
– Fica fora disso Tempestade!. — gritou Ira,interrompendo-a de terminar a frase — e me de esse olho Vespa.É a minha vez.
– Não!.Está louca?.Eu estou no volante. — apontou para ela mesma num ato de autoridade .
– MENTIRA. — gritou Tempestade com a sua voz estridente de estourar os tímpanos — ainda estamos paradas.
Quando se permitiu a dizer isso,Vespa acelerou o carro com simplicidade.
– Agora estamos. — afirmou Vespa,deixando traços de sarcasmo na voz. — Bando de cegas.
Logo que se pôs a fazer esse comentário,todas começaram a se estapear e discutir.
– Quiron você acha isso mesmo seguro?. — disse me agarrando no bando e quase encravando a unha de tanto nervosismo.
– S-sim...Elas são especialistas,sempre fazem isso... — gaguejou fazendo transparecer desconfiança em si mesmo. — Pode confiar.
O carro começou a balançar de um lado pro outro,engoli em seco e comecei a gritar desesperadamente e com todas as forças de meus pulmões.
– Ai...Vamos morrer !.Sou muito nova ainda para morrer !.Deus por favor me ajude !.Me perdoe por todos os meus pecados que cometi !!!.Me perdoe por colocar ratos dentro da mochila do diretor,me perdoe por ter posto cola no meio do pão falando que era requeijão e ter dado para um aluno da segunda série!.Me perdoe ... — novamente dei mais um grito de desespero .
Senti que não estávamos em movimento fazia uma eternidade,então parei de gritar que nem uma estérica.Todos me olharam surpresos,até as Moiras que não possuíam nenhum olho,ficaram me fitando do tipo: WTF .
Comecei a ficar sem graça com todos me lançando olhares daquele jeito.
– Já chegamos ?. — tentei desviar a atenção dos interesseiros.Pelo visto não funcionou nem um pouco.
Todos assentiram ao mesmo tempo,ainda me olhando com a mesma expressão desde que eu começara a gritar.
– O que foi porra?.Nunca viram uma adolescente pedir perdão pelos seus pecados não?. — falei com raiva que eu nunca tinha sentido antes em toda a minha vida,apenas pelo fato de me olharem como se eu fosse alienígena.
Piscaram todos ao mesmo tempo,saindo do transe do grito.
– Quanto lhes devo?. — perguntou Quiron para as Moiras,tirando algumas moedas gigantescas do bolso ( não esqueçam que eu sou exagerada).
– Era pra ser dez dracmas,mas como eu vi que essa garota vai lhe dar bastante trabalho,lhe dou um desconto de cinco dracmas. — comecei a ver tudo vermelho,repetindo,sou exagerada.Essa velha sem vergonha não disse isso,acho melhor deixar passar,senão o pescoço dela vai ser quebrado.
– Pela primeira vez em toda a minha eternidade concordo com a Tempestade. — disse Vespa.
– Eu também. — concordou Ira,agora comecei a enxergar preto e me segurando pra não estraçalhar aquelas donas marocas.
Depois de um tempo,sai do carro batendo com todas as minhas forças,para ver se quebrava aquela merda.Pelo jeito não funcionou.Então fui andando,dando passos pesados e largos.
– Cuidado com o meu carro criança. — gritou uma das velhas,fingi não prestar atenção,deixando-a no vácuo.
Comecei a respirar fundo,"inspira-expira,inspira-expira,inspira-expira".
Esperei um tempo até Quiron vir ao meu encontro,nesse meio período eu já estava mais calma.
– E agora?.Cade o tal acampamento de que o senhor tanto fala?. — perguntei impaciente (óbvio).
Ele apontou para uma colina,que perto dele envolvia um dragão e um tipo de pele dourado ou sei la o que em um pinheiro.
Andamos em direção a colina .Quiron deu uma murmurada "doce lar".Pelo incrivel que pareça achei lindo aquele lugar.A grama totalmente verde,crianças correndo e dando risadas,a brisa refrescante.Era magico para mim,tudo estava perfeito demais.Dei um sorriso,pela primeira vez me senti em casa.Livre.
– Quíron que bom ver o senhor novamente,há quanto tempo!.
CONTINUA...
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