Notas iniciais
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5 anos atrás...

Holly Jones estava em seu quarto arrumando a sua terceira e última mala. Com 11 anos de idade estava voltando para a sua cidade natal, Nova Iorque. Veio para Londres com seu pai após dois anos de vida, por causo do trabalho dele. Os dois moravam sozinhos, porém seu pai lhe contou a história de sua mãe desde muito cedo. A garota sabia que sua mãe era Afrodite, a deusa do amor, isso mesmo, aquela das histórias gregas, e sabia também que seu pai era um bruxo.

- Filha? Já está quase pronta? – Seu pai havia entrado em seu quarto, mas apenas metade de seu corpo dava para ser visto. Anthony Jones era um homem de 33 anos, teve sua filha com apenas 22 anos de idade e por ainda ser novo continuava muito bonito, com seus cabelos castanhos que sempre estavam despenteados e olhos cor de mel, era alto e seu corpo bem malhado devia agradecer a academia que tinha em casa.

Holly sabia exatamente porque sua mãe se encantou por seu pai. Depois que ela havia nascido, seu pai teve apenas um relacionamento, que não durou mais de 6 meses, então sempre teve total atenção dele.

- Só vou tomar banho e usar minha roupa, papai! – Respondeu a garota fechando o zíper de sua mala. Ela se levantou de sua cama e apontou para a roupa que a pouco estava ao seu lado. Seu pai acenou a cabeça e saiu de lá. Holly seguiu para a porta de seu banheiro e abriu.

Começou a se despir e depois colocou as roupas em um cesto que tinha no canto daquele cômodo, onde já havia algumas roupas lá dentro. A banheira já estava cheia por ter enchido ela antes de começar a arrumar a última mala. Estava entrando na banheira quando vários pensamentos começaram a invadir sua cabeça.

“Como será o acampamento meio-sangue? Eu vou conseguir sobreviver de tudo isso? Será que vou arrumar amigos lá? Como vão ficar as coisas depois que eu voltar pra casa?”

Depois de alguns poucos minutos se lavando e pensando em tudo que poderia acontecer enquanto estivesse em Nova Iorque, se levantou e pegou uma toalha que estava pendurada, começando a se secar. Escovou os dentes e saiu do banheiro enrolada na toalha. Foi até a cama, pegou sua roupa e tirou a toalha jogando-a no chão no segundo seguinte, usou suas roupas intímas rapidamente e logo depois usou o resto das roupas. Quando se postou em frente ao espelho olhou suas roupas com mais atenção do que quando a escolheu. Estava usando uma camiseta preta com os dizeres “XoXo Makes Me High” que ia até metade de sua coxa, uma calça preta colada, uma bota estilo soldado também preta, algumas pulseiras coloridas que ela acabará de colocar e um colar. Seus cabelos estavam quase que completamente secos e lisos, seus olhos azuis ficaram em contraste com o lápis de olho preto que Holly passava e de sombra, colocava uma prata.

Quando foi pegar suas malas, viu que só havia uma mala para ser levada para baixo, então pensou que uma das empregadas já teria passado pelo seu quarto e pegado as outras duas. Saiu arrastando a mala de rodinhas até chegar à escada. Pegou a alça dela e carregou até o último degrau. Viu seu pai sentado no sofá e conversando pelo celular.

- Então está certo. – uma pequena pausa – Ok! Ela irá sair de Londres daqui 1 hora. Daqui a algumas horas ela estará por ali. Tudo bem. Tchau! – E ele desligou – Era Quíron, ele disse que alguém irá pegar você no aeroporto, querida.

- Nós já vamos ir para o aeroporto, papai? – perguntou a garota.

- Sim filha, temos que checar a passagem e não podemos pegar congestionamento, por que já estamos atrasados. – o pai se aproximou da filha, e lhe deu um abraço de lado – Você sabe que eu só estou fazendo isso pra você ficar em segurança. Só estou te mandando mais cedo pro acampamento porque os monstros ainda não sentem seu cheiro de semideusa.

- Eu entendo pai, e eu quero te deixar em segurança também.

- Então vamos querida.

Anthony pegou a mala que a pouco estava com Holly, e começou a levar para fora, enquanto a menina olhava sua casa por todo o canto, ela já sentia saudades dela. Se virou e encostou a porta atrás de si, se encaminhou para dentro do carro e olhou para seu pai que já estava no banco ao lado, e ele começou a sair da garagem.

- Pai, e Hogwarts ? Você me contou muitas histórias legais de lá. – Holly começou uma conversa depois de 5 minutos em silêncio.

- Holly, não sabe o quanto eu gostaria que você estudasse, onde já estudei um dia, meu amor. Mas eu já falei que você não pode ir para Hogwarts... ou pelo menos, não agora.

E assim acabou o assunto dos dois. Ficaram quietos por mais ou menos 10 minutos até chegarem ao aeroporto. Fizeram o check-in e tudo mais que precisavam e foram esperar nos bancos.

- Quanto tempo tem para eu ir?

- Tem ainda meia-hora, quer comprar alguma coisa para comer filha? Um sanduíche, ou algo assim? A comida do avião não é das melhores e você sabe disso – disse Anthony fazendo careta.

- É eu sei! – respondeu também fazendo careta – quero sim, vou comer alguma coisa agora, e comprar alguma coisa para comer no avião.

- Aqui está o dinheiro.

A menina foi em direção a lanchonete mais perto para não se perder de seu pai, entrou e comprou um sanduíche para comer no momento e um para se alimentar depois, com algumas bolachas salgadas. Voltou o mais rápido possível para onde seu pai estava.

- Filha, vamos indo para a fila de embarque. Seu vôo demora 8 horas, mas por causo do fuso horário, você chega lá pelo meio dia. E como eu já disse alguém irá até o aeroporto te buscar, fique lá esperando se não ligue para esse número, porém fale rápido e não abuse do tempo – disse Anthony lhe entregando um papel com alguns números e o nome “Quíron” marcado acima do número de celular – ele disse que se acontecer alguma coisa é só ligar para ele. Lá você terá que deixar o notebook e o celular desligados por causo dos monstros, entendeu?

- Sim papai, mas e meu MP5? — perguntou a garota fazendo uma carinha de coitada.

- Acho que se você só ouvir músicas, não irá te trazer problemas. – sorriu o pai olhando para a filha, mas logo depois o sorriso se desfez e a frase dita em seguida pareceu um tom mais bravo – E pelo amor de Merlin, não fique se engraçando com os garotos daquele lugar, princesa, por mais que você seja filha da deusa do amor, você também é filha de um pai bruxo super ciumento que é auror e que sabe muitos feitiços.

— Papai, eu tenho 11 anos! – disse enfatizando a idade dela.

- Tudo bem meu amor, mas não se esqueça de mim, e eu te amo muito. Quando estiver na hora certa você vai voltar. Faça sua mãe e eu ficarmos mais orgulhosos de você do que já somos. – disse o homem sorrindo.

- Claro pai, sempre. – ela respondeu retribuindo o sorriso e lhe abraçando.

- Senhores passageiros com destino a Nova Iorque, embarcar no vôo A3. Senhores passageiros com destino a Nova Iorque, embarcar no vôo A3. – Falou a voz de uma mulher.

- Bom... está na hora! Eu vou para Nova Iorque algumas vezes e apareço pra te ver. E não se esqueça que eu te... – Anthony começou falando, mas foi interrompido pela menina.

- Amo! Você sabe que eu também te amo. Eu vou voltar! E depois que eu voltar, eu quero ir pra Hogwarts. Hogwarts que me espere!

Os dois se abraçaram uma última vez, e a menina se virou para começar a andar enquanto algumas poucas lágrimas corriam por sua face, mostrou pra mulher que estava no balcão , seu passaporte

Holly entrou no avião e se sentou ao lado de um homem de mais ou menos 19 anos. Não tinha nada para conversar com ele, então pegou seu MP5, colocou a música Up All Night para começar sua playlist e tirou de dentro de uma bolsa que estava levando consigo o livro Paixão da série Fallen. O mais estranho é que os semideuses eram disléxicos e tinham TDHA. Porém Holly somente tinha TDHA, conseguia ler qualquer texto em inglês sem as palavras ficarem perdidas em sua cabeça. Abriu o livro na página marcada e começou a ler. O tempo foi passando e a garota começou a cair no sono. Fechou o objeto em suas mãos, guardou novamente na bolsa, e viu que seu celular ainda estava com o horário de Londres, atrasou 5 horas e percebeu que ainda faltavam 4 horas mais ou menos para chegar a Nova Iorque, comeu o sanduíche que havia comprado no aeroporto, e pediu para o homem ao lado lhe acordar quando estivessem chegando. Ele concordou e ela se virou para dormir.

Teve sonhos que praticamente todo semideus tem, monstros lhe perseguindo, conversas com sua mãe ou com algum outro deus. Acordou sendo cutucada pelo vizinho da poltrona.

- Você pediu para te acordar quando estivéssemos chegando. Pedi para uma aeromoça quanto tempo faltava e ela me respondeu que ainda tinha 20 minutos para chegarmos ao aeroporto – disse ele com uma voz rouca.

- Ah, muito obrigada. – falou sorrindo fraco e se levantando — Vou ao banheiro.

Ela saiu e foi em direção a uma porta no fim do corredor. Bateu na porta e não ouviu nada, então entrou. Fez suas necessidades, lavou as mãos e o rosto. Saiu do banheiro e voltou a se sentar na poltrona.

- Então... por que uma garota com menos de 15 anos está indo para Nova Iorque sem os pais ou um adulto responsável? Não está fugindo, está? – perguntou o homem.

— Não, não estou fugindo. Bom, eu e meu pai moramos em Londres, só que eu estou indo para um acampamento em Nova Iorque, mas meu pai tem que ficar por lá, para ficar trabalhando.

- E sua mãe?

- Pelo que meu pai me disse ela mor em Nova Iorque, porém é muito ocupada e provavelmente não vamos nem poder nos encontrar. – contou Holly para o estranho como se estivesse falando do tempo.

- Ah, me desculpe por tocar no assunto. A propósito meu nome é Liam Weit. – disse Liam estendendo a mão para a garota.

- Prazer, Holly Jones, e não tem porque se desculpar – respondeu apertando a mão dele.

- Senhores passageiros, estaremos pousando dentro de 5 minutos. Apertem os cintos de segurança para termos um pouso seguro. – disse provavelmente a voz de uma aeromoça – Tenham um bom dia e obrigada pela preferência.

Ouviram atentamente e começaram a fechar os cintos de segurança.

- Então... foi bom te conhecer, mesmo tendo conversado pouco menos de 20 minutos – falou Liam sorrindo.

- Pois é! – Holly também sorriu.

Então sentiram o avião descendo e logo em seguida parando. Holly pegou sua bolsa, desligou o celular e começou a sair do avião, olhou para trás, viu Lia e acenou para ele, que repetiu o gesto da menina.

Olhou por todo o aeroporto e estava cheio de gente. Procurava alguém que poderia parecer com um semideus. Mas todos eram iguais a ela, pessoas andando de um lado para o outro, tentando achar alguém já conhecido. Procurou por alguém que estivesse com uma plaquinha com seu nome e sobrenome escritos. Até olhar em um canto onde ainda não havia passado os olhos e avistou uma garota que deveria ter a mesma idade que Holly e um garoto de muletas alguns anos mais velho que as duas, com uma placa com seu nome completo. Foi se aproximando cada vez mais dos dois, quando começou de prestar atenção na menina, ela tinha cabelos ruivos vibrantes que chamavam atenção de qualquer pessoa daquele aeroporto, olhos castanho escuro que brilhavam, o corpo dela era como o de uma garota normal de 11 anos, não tinha desenvolvido muitas curvas ainda. Usava uma camiseta verde água escrita “Love L.A” cada letra de uma cor diferente com um lápis e uma borracha desenhados, um shorts jeans curto com algumas partes rasgadas onde tinha correntes douradas penduradas. Seu salto azul era um pouco mais alto do que a maioria das meninas daquela idade usavam, De acessórios usava uma pulseira em cada um dos pulsos e alguns anéis espalhados pelos dedos, e de maquiagem apenas se via seus olhos roxos em contraste com o lápis preto e o gloss com tom de rosa claro, “Espere aí. Olhos de cor roxo ? Eles não eram castanhos?” Holly pensou que tinha visto errado e voltou a olhar para os olhos da garota ainda sem nome. Eles continuavam no mesmo tom de roxo. Ficou confusa, porém desviou seu olhar para o garoto ao lado, tinha a pele clara, cabelos castanhos escuros e encaracolados. Seus olhos verdes demonstravam preocupação, provavelmente com medo de que alguns monstros aparecessem por ali, e tinha um pouco de barba mal-feita em seu queixo. Usava uma camiseta branca com desenhos em rosa e azul, a calça era um jeans escuro, o sapato tinha a cor parecida entre cinza e marrom, e um lenço preto e azul pendia em seu pescoço. Sem esquecer-se de suas muletas encostadas em seus braços.

Holly foi se aproximando cada vez mais e quando estava a uns seis passos de distância, a garota de cabelos ruivos reparou nela. Ela cutucou o garoto ao lado e deu alguns pulinhos animados.

- Prazer, meu nome é Holly Jones a nova campista do acampamento – cumprimentou a castanha.

- Oi Holly, que bom finalmente te conhecer, lá no acampamento estão todos falando da nova campista de Londres e estavam especulando de quem você seria filha. Você mora com o seu pai, não é? Então você pode ser filha de Atena, Deméter, Afrodite, Nêmesis, Íris, Hebe... quantas opções, não é mesmo? Ah sem esquecer, sou Catlina Blender, filha de Dionísio e tenho 11 anos. – falava a garota rápido demais – Mas pode me chamar de Cat se preferir.

- Hum... ok Cat!

- Você está assustando a menina Cat. – disse o garoto ao lado dela – Eu sou Miguel Brush, um sátiro. E eu acho melhor nós irmos para o acampamento o mais rápido possível.

- Por causo dos monstros? – sussurrou Holly o mais baixo possível, para a mulher que passava ao lado dela não escutar.

- Bom, sim – e começou a andar em direção a saída.

Foi ai que Holly se deu conta de que estava faltando alguma coisa que havia trazido para a viagem.

- Espera! – falou algumas oitavas acima de sua Voz normal – minhas malas – exclamou ela.

Chegaram ao Long Island e começaram a caminhar em direção a um pinheiro que parecia já ser bem velho. Depois de passarem por um dragão, que mais tarde Holly soube que protegia o acampamento, seguiram diretamente a uma casa que se destacava dentro daquele lugar. Enquanto alguns garotos e garotas vê viravam para olhar para Holly, alguns deles jogavam vôlei em um campo desse mesmo esporte, praticavam arco e flecha, e se não fosse talvez por algumas pessoas lutando com espadas ela poderia jurar que era um acampamento de verão comum.

Viu de longe um homem em uma cadeira de rodas jogando algum jogo que a menina não conseguia identificar, com outro homem e um garoto ao lado. Estavam cada vez mais perto e quando estavam apenas alguns passos, o homem na cadeira de rodas se virou sorrindo para ela.

- Holly Jones, que bom finalmente poder te conhecer. Eu sou Quíron, o instrutor daqui.

- Prazer! – respondeu ela de bom grado.

- Mais uma peste nesse acampamento? Quando eu penso que ficarei em paz finalmente, aparece mais uma! – respondeu o homem com um Diet Coke em mãos.

- Senhor D! Por favor, tente se comportar. – disse Quíron dando apenas um sorriso de lado.

- Não me peça para me comportar Quíron, eu sou um deus, e volte a prestar atenção no jogo.

- Miguel pode, por favor, jogar em meu lugar? Vou mostrar o lugar para Holly – saiu de perto da mesa com sua cadeira.

- Hum... é claro Quíron – o sátiro se despediu da garota rapidamente e se sentou em frente ao deus para continuar o jogo.

Quíron apresentou muitas pessoas e vários lugares para Holly. Ela estava encantada com tudo e com todos, até com os meninos e meninas rabugentos do chalé de Ares. Apesar de já saber que era filha de Afrodite, Quíron lhe avisou que na hora da fogueira provavelmente ela seria reclamada.

O tempo foi passando e a noite chegando, foram jantar logo após ouvirem o sinal, separou-se de Cat pela primeira vez naquele dia, quando um garoto da mesa de Hermes, uns quatro anos mais velho que ela, chegou ao seu lado. O garoto chamado Liam, lhe falou para pensar em alguma comida e alguma bebida que não fosse alcoólica. Ela pensou em um pedaço de lasanha e um copo com coca-cola. O filho de Hermes lhe explicou que precisava oferecer um pouco da comida aos deuses. E foi o que ela fez. Pediu para sua mãe lhe reclamar na hora da fogueira e voltou ao seu lugar. Todos pareciam lhe olhar com admiração, mas Holly não sabia o porquê, ela era apenas a novo campista, não deveria chamar tanta atenção.

Ao chegar a hora da fogueira todos se reuniram e fizeram um grande circulo. Os filhos de Apolo se puseram a cantar e a tocar o violão que estava por ali. Todos estavam se divertindo, com algumas brincadeiras dos filhos de Hermes, quando de repente, uma luz acima de sua cabeça começou a emanar. Ficaram em silêncio no segundo seguinte. Holly olhou para cima e viu uma pomba branca voando acima de sua cabeça. Suas roupas não haviam mudado, apenas pareciam estar mais bonitas do que antes.

- Por isso ela é tão linda.

- Vou chamá-la para um encontro.

- Adorei a roupa dela.

Muitos comentários começavam a ser ouvidos, enquanto Holly agradecia silenciosamente sua mãe. A voz se Quíron soou em alto e bom som, e despertou a garota de seus pensamentos.

- Ave, Holly Jones – disse, curvando-se à sua frente – Filha de Afrodite, senhora das pombas, deusa do amor.

De repente todos se acalmaram.

- Quíron, eu queria falar contigo! – pediu Holly sem realmente querer atrapalhar a conversa dele com um campista que mais tarde descobriu ser do chalé de Atena.

- Ah, claro Holly – disse sorrindo para ela – depois conversamos Kevin. Pode falar querida.

- Bom... na verdade, não é muito importante, mas é que os semideuses tem dislexia e TDHA, porém é muito estranho que eu não tenha dislexia, consigo ler o inglês perfeitamente,

- Então é verdade o que seu pai me disse, isso é mesmo estranho, acho que vi pouquíssimos casos assim, Vamos ver outro dia, como você se sai com o grego antigo. Ok? – Ele esperou ela assentir, o que não demorou a acontecer. – Por enquanto aproveite essa noite! – E saiu de perto dela.

Catlina chegou perto de Holly, pulando de animação.

- Afrodite? Você não pareceu tão surpresa com a revelação da noite.

- Revelação da noite, Cat? Isso é sério? – a garota de cabelos castanhos riu da nova amiga.

- Mas é, além de você não teve nada de novo no acampamento.

O dia seguinte á noite da fogueira foi repleto de atividades, Quíron disse que ela precisava fazer todas as suas tarefas do dia. E que de noite logo após a captura a bandeira eles iriam conversar sobre sua... “diferença”.

Holly achou que era uma boa ideia, assim poderia conhecer melhor o local e mostrar que não era apenas um rostinho bonito.

- Oi Holly – disse Cat correndo em sua direção — Como passou a noite no chalé maravilhoso de Afrodite?

- Ah, foi ótimo. Lá é bem confortável.

- Que bom, então está preparada para conhecer todo o campo e depois se exercitar bastante.

- É claro que estou – Holly soltou uma gargalhada curta e completou – vamos logo.

Notas finais
Comentários por favor *-*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.