A Filha Da Selva
5 5- Americanos no Brasil
Notas iniciais
E se não gostaram dessa fic eu tenho uma nova, se quiserem ler eu vou deixar a sinopse pra achar a fic no Nyah! é só clicar no nome da autora, depois você clica em histórias e depois clica no título da fic e acho que daí pra frente vocês sabem como agir ;)
Guerra: Rocks x Pops - Fic interativa
No colégio de música mais famoso dos Estados Unidos, todos os alunos são divididos de acordo com seus estilos musicais preferidos.
Os Rocks são os que preferem os estilos mais pesados como: rock, hip-hop, metal, punk, rap, dancehall, etc.
Já os Pops, esses preferem os estilos musicais mais leves como: pop, country, soul, M&B, eletrônico, etc.
Os dois grupos vivem em uma batalha eterna para saber qual é o melhor. O que acha de entrar nessa guerra?
Então me diga, você é um Pop ou um Rock?
As matrículas estão abertas. Sejam bem vindos à Musicart, o primeiro e último palco dos mais famosos cantores e bandas.

Lily's POV
Eu ODEIO ressaca. É a pior coisa que poderia acontecer à humanidade depois de não existir natureza, não poder dormir quando quer e dormir quando não quer, não comer, não ler, não andar, não dançar, não se expressar... Ok, esqueçam o que eu disse. Ressaca não é a pior coisa no mundo, mas que é ruim é.
Eu não estou afim de falar tudo que eu fiz até sair do dormitório, então vamos logo para o final: depois de devidamente arrumadas e melhores da ressaca, as gêmeas e eu fomos passear pela Gold Blood.
– Viiiiiiish, chegamos ao santuário da Lílian, Kess. Vam'bora!
Eu até hoje não sei como essas duas fazem pra adivinhar quando eu quero ficar sozinha. Sorri vendo as duas se afastarem, mas logo me virei para a floresta, o que só fez com que meu sorriso aumentasse ainda mais. Entrei correndo na mata sentindo o vento gelado bater em meu rosto e bagunçar mais ainda mau cabelo.
Aquilo era o paraíso para mim.
Louise's POV
– O que estamos fazendo aqui? Por que nos chamou? — perguntou Karen assim que se aproximou de mim, com Kessie logo atrás de si.
– Eu não pude contar antes porque a Lils estava com a gente e o Nathaniel e eu queríamos fazer uma surpresa pra ela — disse empolgada, afinal, que pessoa normal não fica animada enquanto prepara uma surpresa? Eu não conheço ninguém.
– E que surpresa é essa? — perguntou Kk que, depois de Lily, é a pessoa mais curiosa que eu já vi.
– O Leo está vindo pra cá!
– O QUÊ?!?!?!?!?!?!?!?!?! — gritaram as duas lokas
– Como assim? — exclamou Kess — Fala sério Lou? O Leo? O Leo da Lils? O Foguinho dela? — pois é, a menina vivia chamando o garoto de 'meu Leo', 'meu Foguinho', etc.
– Esse mesmo! — respondi com um sorriso enorme, afinal, todo mundo na escola sabe o quanto o Leo significa pra Lils.
– E quanto ele chega? Ela vai enlouquecer! — Karen estava com um sorriso de orelha a orelha estampado no rosto mas ainda parecia meio desconfiada se deveria ou não acreditar em mim.
– Calma a periquita aí que eu tenho certeza que a Lils não deixa ninguém tocar nele — ela me olhou brava e mandou o dedo do meio — Também te amo, tá! E respondendo à sua pergunta, ele chega hoje, já devem estar quase aterrissando — e nessa hora, a luz do sol foi tampada por um navio de guerra voador ENORME — Acho que eles chegaram — meu sorriso aumentou ao imaginar a reação de Lils.
– Eles? — ops, Louise sua burra!
– Ah, eu não disse? — abri um sorriso amarelo — Ele está vindo porque o oráculo do Acampamento Meio-Sangue fez uma profecia, mas ela está incompleta e só poderá ser completada no Brasil porque parece que um semideus da Gold Blood faz parte dessa profecia — falei tudo em apenas um fôlego.
– E você esquece de avisar isso caralho?!?! Mas tu é burra mesmo né?!?! A Lils não vai ficar nada feliz em saber que a gente escondeu uma missão dela!
– Ah, quando ela ver o Leo ela esquece — eu disse isso, mas estava tentando convencer à mim mesma de que Leo conseguiria me salvar dela.
Lils sempre disse que "É burrice pedir aos deuses algo que já tem" então ela e Nathaniel sempre são meio que um suporte para aqueles que saem em missões. Acho que é por isso que os deuses gostam muito do Brasil, porque eles não são incomodados com pedidos que, para eles, muitas vezes parecem estúpidos, normalmente eles gostam de nos ajudar, pois sabem que não pediríamos ajuda se não precisássemos. Mas voltando ao assunto principal, muitas vezes é meio complicado conseguir algumas coisas para as missões, então Lils e Nate precisam de mais tempo, e se para essa missão forem precisos coisas difíceis de achar, Lily me mata.
Mas de qualquer jeito, fomos atrás do navio que pousou perto da praia, durante todo o caminho, fui recebendo um sermão das gêmeas.
Quando chegamos perto do navio, vimos que Nate já dava as boas-vindas aos semideuses americanos. Quando ele nos viu, nos chamou para onde estava.
– Meninas, esses são os semideuses que vieram do Acampamento — ele disse em inglês e depois disse o nome de cada um deles, que nos cumprimentava com um aceno de cabeça ou um sorriso..
– É um prazer conhecê-los. Eu sou a Karen — ela disse com um sorriso. FALSA! A minha Kk NUNCA seria tão sociável assim. Olhei pra ela como se perguntasse "O que você está tramando?", e a vadia apenas manda um sorrisinho diabólico. Já disse que eu morro de medo das minhas amigas? Não? Então estou dizendo agora.
– Eu sou a Louise, mas me chamem de Lou — eu continuava a olhar desconfiada para Karen. Não me julgue, eu estava preocupada com o que ela iria fazer.
– E eu sou a Kessie, ou se preferirem, Kess. — Kess também sorria. Por acaso eu sou a única que está de fora desse complô?!?!?! — Ah, sim, nós somos gêmeas — ela continuava sorrindo ao falar isso. Primeiro: como ela percebeu a pergunta no olhar deles? Segundo: como é que ela não revirou os olhos ou foi grossa ao falar algo que pra elas é óbvio?!?!?! O QUE ESTÁ ACONTECENDO?!?!?!
– Lou, você está bem? — Nate me perguntou em português.
– Você sabe por que as gêmeas estão sendo tão gentis... sociáveis... LEGAIS?!?!?! — qualquer um perceberia o desespero em minha voz, até os americanos perceberam algo, mas como eles não falavam português, acho que decidiram deixar pra lá.
– Era exatamente o que eu estava me perguntando — ele me respondeu com uma careta, pois é, eu não era a única que estava preocupada com o que as gêmeas estavam tramando — Então, Lou, porque você não mostra os dormitórios dos nossos novos semideuses? — ele voltou a falar inglês e me olhou sugestivamente — E eu quero falar com vocês duas — e apontou para as gêmeas. Eba! Ele vai descobrir o que as duas estão tramando e eu não vou mais ter que me preocupar! Graças aos deuses!!!!
As duas se entreolharam rindo, mas seguiram Nate para a sala dele. Sorri encarando os americanos.
– Então... vou levá-los para seus dormitórios, mas antes eu preciso saber quem são seus pais.
– Eu sou filha de Atena — falou Annabeth — e... — ela iria continuar me falando quem era filho de quem, mas eu a interrompi.
– Um por vez. Minha memória não se estende assim — dei uma piscadela — Então, me sigam até o dormitório da Tiazinha da Sabedoria.
Todos me olharam espantados, mas eu não liguei, apenas sorri. Os deuses já estavam acostumados a nos escutar os chamando por apelidos.
Fomos andando até chegar ao dormitório de Atena. Durante todo o caminho, eu os mostrava a escola para eles.
– Annabeth, é aqui que você fica — sorri para ela enquanto batia na porta, mas assim que esta se abriu, meu sorriso desapareceu — Laila — falei com desgosto, Laila era uma patricinha que se achava a maioral só porque é filha da deusa da sabedoria. Eu diria que Atena se sente ofendida por ter tido essa filha. Pelo menos eu me sentiria.
– Louise — a vadia disse com cara de poucos amigos, estourando o chiclete cor de rosa que mascava.
– Essa é sua irmã Annabeth que vai ficar aqui até completar sua missão — falei com um sorriso forçado — Será que você pode ser gentil pelo menos com a sua irmãzinha americana que salvou o mundo mais de uma vez? — falei como se estivesse conversando com uma criancinha. Ela iria me responder, mas foi interrompida por um de seus irmãos.
– Aconteceu alguma coisa? — perguntou Michael. Laila apenas o olhou irritada e voltou para dentro do dormitório — Oi Lou — ele falou sorrindo e eu não pude evitar sorrir também. Ah, por favor, aquele garoto é muito gostoso.
– Oi Mike — OMGs como é que se respira? — Então, essa é Annabeth — disse puxando a garota para perto de mim — Ela é filha de Atena, é americana e vai ficar um tempo aqui no internato até completar sua missão. Será que você pode ajudar ela a se acostumar e coisa e tal? — sorri.
– Claro — ele falou sorrindo para Annie e ela sorriu de volta, se os dois não fossem irmão eu estaria morrendo de ciúmes agora mesmo — Prazer em conhecê-la Annie. Tenho certeza que vai gostar muito daqui.
– Tenho certeza que vou — ela respondeu em um sussurro. Não sabia que ela era tímida.
– Entra, se sinta em casa, que eu vou te mostrar tudo — ele sorriu e ela também enquanto entrava — Tchau Lou — ele disse e me deu um beijo na bochecha.
– Tchau — falei meio que suspirando enquanto ele fachava a porta com um sorriso lindo. Mas logo me lembrei que tinha que terminar de deixar os outros em seus dormitório, então acordei de meu transe e me virei para eles — Ok, quem é o próximo? — perguntei. Como nenhum deles respondeu eu apontei para um deles e perguntei de quem ele era filho.
– Poseidon — ele disse com um sorriso tímido.
Eu sorri — Então você é o famoso Percy Jackson — ele me olhou com um sorriso constrangido, me fazendo rir — Se a sua preocupação é ficar sozinho em um dormitório, não precisa, porque você tem uma penca de irmãos — e eu estava falando a verdade, o Tio Popô ama as praias do Brasil. Sim, eu sei que você entendeu o que eu quis dizer.
Fomos conversando durante o caminho. Tenho que admitir que esses americanos são muito legais.
– Bem, Percy, não se assuste quando eu abrir essa porta, ok? — eu falei sorrindo amarelo e ele assentiu hesitante como se estivesse com medo do que iria ver. As meninas sempre dizem que eu boto medo nas pessoas, mas até hoje eu nunca havia acreditado.
Abri a porta e todos tivemos a chance de ver a zona que era o dormitório de Poseidon. Todos estavam correndo de um lado para o outro, alguns meninos treinavam, meninas riam escandalosamente, alguns faziam guerra de água, outros planejavam festas e pegadinhas, alguns brincavam de verdade ou desafio, apesar de todos só pedirem desafio. O lugar estava completamente bagunçado, mas todos estavam felizes e se divertindo.
– Então, o que achou da sua nova casa, Percy? — falei com um sorriso irônico enquanto ele encarava o lugar assustado.
– Tem certeza que esse não é o dormitório de Hermes? — coitadinho, vai demorar pra se acostumar em ter irmãos.
– Sim eu tenho certeza — ele me olhou como se dissesse "Por favor, não me obrigue a entrar aí" o que me fez rir.
Entrei no dormitório, peguei um alto-falante, subi em uma mesa e gritei — Olha pra cá cambada!!!! — todos me olharam e alguns gritavam um bando de coisas para mim, coisas boas e ruins. Brincadeira! Eram só coisas legais, os filhos do Tio Popô são muito de boa — Sinto muito, mas eu não vim participar da festa de vocês — pode-se escutar vários murmúrios em discordância — É, isso é muito triste, mas eu trouxe o novo irmão de vocês — todos começaram a rir e a exclamar um monte de brincadeiras para o pai e a comemorar mais um novo irmão, porque pra eles, quanto mais pessoas, maior a festa — Então recebam Percy Jackson e, antes de qualquer coisa, lembrem-se que ele é americano e não fala português e que ele vai voltar para o Acampamento Meio-Sangue assim que terminar sua missão aqui — eu falei e meu sorriso ia murchando aos poucos, todo mundo sabia que eles não gostavam de perder um irmão, isso já tinha acontecido antes quando Alicia Anderson morreu em uma missão. Todos os filhos de Poseidon ficaram de luto durante um mês. Depois do que eu disse eles pareciam que queriam chorar, mas logo olharam para a porta e viram Percy os encarando. Eu não sabia como eles faziam isso, mas eles sempre sabiam quem eram seus irmãos, porque aqui nem todos tinham aparências similares, muitos deles puxavam a aparência da mãe. Todos sorriram e foram dar as boas vindas à Percy e já estavam falando que ele teria que voltar pra ver eles mais vezes. Percy sorria e conversava com todos animadamente. Eu sempre me encantei com o modo como os filhos de Poseidon tratam seus irmãos.
Desci da mesa e saí do dormitório fechando a porta.
– Pra que dormitório vamos agora? — perguntei sorrindo
Notas finais
Comentem e me digam o que acharam, eu aceito críticas construtivas, ok?
Bjks seus lindos!
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