A Festa
9 Epílogo
Luna se levantou enquanto ninguém observava. Saiu pelo portão da escola e decidiu procurar por GL. Onde ele estaria?
Ela desceu a rua da escola e decidiu ir até o lugar onde ela e GL iam quando não tinha nada pra fazer: uma pquena pracinha a poucas ruas da escola.
É, lá estava ele sentado em um banco como se estivesse esperando alguém.
Luna ia gritá-lo, mas decidiu fazer supresa. Ele abaixou a cabeça. Luna chegou quieta.
GL percebeu alguém, mas não olhou. Sentiu mãos fofas fecharem sobre seus olhos.
Ele deu um sorriso e olhou pra trás.
Os dois se beijaram e deixaram para trás festa, Paula, convites e bilhetes dourados. Talvez eles tivessem tempo pra esclarecer tudo isso quando paressem de se beijar.
- Ceh, eu te amo! Te amo, muito, muito e muito! – Matheus falou pra Ceh. Agora os dois estavam na sacada do salão de festas, admirando o luar.
- Eu também, te amo muito. – ela apoiou a cabeça no ombro de Matheus e continou – Posso te fazer um pedido?
- Hum... – Matheus perguntou
- Me beije? – os dois se olharam e se beijaram sob a luz do luar.
Ché e Gustavo estavam sentados em um banco de uma sorveteira ora comendo sorvete ora se beijando.
Ela deu um riso enquanto colocava uma colher de sorvete de creme na boca e perguntou:
- Quer ir pra algum lugar?
- Vamos até uma danceteria. Já que não fomos à festa. – ele respondeu
- OK! – e se beijaram mais uma vez.
- Ceh...
- Diga Matheus – murmurou Ceh
- O que podemos esperar pra nós no futuro? – ele perguntou
- Não sei Matheus. Quem sabe nós não vamos ser alegres lá no futuro distante juntos? Ou alegres separados?O que tiver que ser será. E se não ficarmos juntos lá mais adiante, quero aproveitar cada segundo agora com você – Ceh respondeu e beijou a testa dele.
- Você casaria comigo? – ele perguntou
- Casar? – e deu um riso – É claro.
- Você vai sempre estar comigo? – ele perguntou.
- Vou. Na saúde e na doença. Na alegria e na tristeza. Na pobreza e na riqueza. E o que tiver que vir, virá.
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Wen estava sentada no balanço do parque da escola. Eram apenas 08h30min da manhã e sol já estava forte.
- Oi! – uma voz a chamou
Ela olhou e viu um menino de cabelos castanho, meio gordinho e um pouco baixinho e com uma mochila nas costas.
- Ah, oi – ela respondeu triste
- Pode me dizer onde fica a sala do diretor? Preciso acertar umas coisas antes de começar a estudar aqui...
- Vai estudar aqui? – Ela perguntou erguendo a cabeça.
- Sim.. Hm.. Aqui é bom?
- É sim! Um colégio maravilhoso! – Ela falou ainda triste.
- Er, eu sou o Carlos! Carlos Eduardo! – e estendeu a mão para ela.
- Prazer! Wen! – ela apertou a mão dele. Vendo a cara de Carlos falou – Você deve esta pensando ‘que nome é esse’, eu sei. Na verdade, meu nome é Juliana. Mas me chame de Wen.
- OK! Wen!
Ela riu.
- Pode me mostrar? – Ele perguntou de novo
- Ah, é claro. Vamos — E se levantou do balanço.
- Alguma coisa em mim te incomoda? Você parece estar... triste... – Carlos falou
- Não, não, não é você não. É só... problemas em minha vida... – Wen respondeu.
- OK! Er, espero que tudo dê certo. Seja lá o que esiver acontecendo... – Carlos falou tentando animar ela.
- Obrigado, mas acho que é impossível – eles caminharam queitos durante 7 segundos e Wen tornou a falar – Você parece ser legal. Quer conhecer minha turma?
- É claro! Se eles forem legais como você...
Wen corou.
- Vamos, então. Você vai gostar deles.... Bem vindo a turma!
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