Luna se levantou enquanto ninguém observava. Saiu pelo portão da escola e decidiu procurar por GL. Onde ele estaria?

Ela desceu a rua da escola e decidiu ir até o lugar onde ela e GL iam quando não tinha nada pra fazer: uma pquena pracinha a poucas ruas da escola.

É, lá estava ele sentado em um banco como se estivesse esperando alguém.

Luna ia gritá-lo, mas decidiu fazer supresa. Ele abaixou a cabeça. Luna chegou quieta.

GL percebeu alguém, mas não olhou. Sentiu mãos fofas fecharem sobre seus olhos.

Ele deu um sorriso e olhou pra trás.

Os dois se beijaram e deixaram para trás festa, Paula, convites e bilhetes dourados. Talvez eles tivessem tempo pra esclarecer tudo isso quando paressem de se beijar.

- Ceh, eu te amo! Te amo, muito, muito e muito! – Matheus falou pra Ceh. Agora os dois estavam na sacada do salão de festas, admirando o luar.

- Eu também, te amo muito. – ela apoiou a cabeça no ombro de Matheus e continou – Posso te fazer um pedido?

- Hum... – Matheus perguntou

- Me beije? – os dois se olharam e se beijaram sob a luz do luar.

Ché e Gustavo estavam sentados em um banco de uma sorveteira ora comendo sorvete ora se beijando.

Ela deu um riso enquanto colocava uma colher de sorvete de creme na boca e perguntou:

- Quer ir pra algum lugar?

- Vamos até uma danceteria. Já que não fomos à festa. – ele respondeu

- OK! – e se beijaram mais uma vez.

- Ceh...

- Diga Matheus – murmurou Ceh

- O que podemos esperar pra nós no futuro? – ele perguntou

- Não sei Matheus. Quem sabe nós não vamos ser alegres lá no futuro distante juntos? Ou alegres separados?O que tiver que ser será. E se não ficarmos juntos lá mais adiante, quero aproveitar cada segundo agora com você – Ceh respondeu e beijou a testa dele.

- Você casaria comigo? – ele perguntou

- Casar? – e deu um riso – É claro.

- Você vai sempre estar comigo? – ele perguntou.

- Vou. Na saúde e na doença. Na alegria e na tristeza. Na pobreza e na riqueza. E o que tiver que vir, virá.


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Wen estava sentada no balanço do parque da escola. Eram apenas 08h30min da manhã e sol já estava forte.

- Oi! – uma voz a chamou

Ela olhou e viu um menino de cabelos castanho, meio gordinho e um pouco baixinho e com uma mochila nas costas.

- Ah, oi – ela respondeu triste

- Pode me dizer onde fica a sala do diretor? Preciso acertar umas coisas antes de começar a estudar aqui...

- Vai estudar aqui? – Ela perguntou erguendo a cabeça.

- Sim.. Hm.. Aqui é bom?

- É sim! Um colégio maravilhoso! – Ela falou ainda triste.

- Er, eu sou o Carlos! Carlos Eduardo! – e estendeu a mão para ela.

- Prazer! Wen! – ela apertou a mão dele. Vendo a cara de Carlos falou – Você deve esta pensando ‘que nome é esse’, eu sei. Na verdade, meu nome é Juliana. Mas me chame de Wen.

- OK! Wen!

Ela riu.

- Pode me mostrar? – Ele perguntou de novo

- Ah, é claro. Vamos — E se levantou do balanço.

- Alguma coisa em mim te incomoda? Você parece estar... triste... – Carlos falou

- Não, não, não é você não. É só... problemas em minha vida... – Wen respondeu.

- OK! Er, espero que tudo dê certo. Seja lá o que esiver acontecendo... – Carlos falou tentando animar ela.

- Obrigado, mas acho que é impossível – eles caminharam queitos durante 7 segundos e Wen tornou a falar – Você parece ser legal. Quer conhecer minha turma?

- É claro! Se eles forem legais como você...

Wen corou.

- Vamos, então. Você vai gostar deles.... Bem vindo a turma!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!