A Escolhida Das Trevas.
8 Como se conheceram!! Parte 1.
Notas iniciais
POV Sasuke On
–Fala logo Tsunade, como a Rosada esta? Perguntei, estando no lado da minha cama, em meu qurto.
–Calma Teme, até parece que ela é alguém preciosa para você e também lembra-se, que a mesma é uma simplês humana. Disse Naruto tentando me acalmar, no entanto fico mais inquieto, já que se ela é uma menina normal, então ela é fragil.
–Eu não sei não, para mim uma garota, que consegue machugar um veniro, não é tão simplês e sim problemática. Disse Shikamaru, já pensando nos problemas que ele terá no futuro com a humana.
–Ela esta bem Sasuke. Disse Tsunade e na mesma hora fiquei mais calmo, mas o meu rosto permaneceu indiscretivel, porém a mesma continuou. -Mas, ela precisará descansar muito, pois a mesma liberou de uma vez a sua energia, para assim consegui machucar aquele verme.
–Mas como isso é possível, se ela é uma simplês humana? Pergunta, Shikamaru intrigado.
–Eu não sei explicar direito, mas a garota liberou sua energia de uma vez. Os únicos capaz de fazer isso, são os caçadores com muito treinamento, que conseguem realizar esse feito. Respondeu, Tsunade olhando para a minha rosada.
–Ela não é uma caçadora. Falei, com um pouco de duvida na minha afirmação.
–De onde você conheceu ela antes da mesma torna-se a sua humana, Sasuke? Perguntou aquela velha loira.
–Como você...? Fui interrompido pela velha, que logo em seguida lancei um olhar mortal por se atrever a isso.
–Itachi e seus amigos. Respondeu, sem ligar o meu olhar de ódio para todos que estava nessa sala.
–Foi mal, Sasuke, não resisti. Disse, meu irmão mais velho e os outros também se desculparam.
–Fala logo, Uchiha, porque se não esse caso irá para o conselho e provavelmente essa humana será senteseada a morte. Falou, para mim com uma cara seria.
–Hn, tudo bem, isso começou quando minha oka-san achou ela na floresta alguns anos atrás.
–A Oka-san? Perguntou, Itachi.
–Sim. Respondi e continuei. -Tudo começou...
Sasuke Of
Narradora On
Flashback On
Julia e Sakura estava na frente da porta da vizinha, porque a senhora Tred, a vizinha, concordou em cuidar da rosada. Julia bateu na porta: Toc Toc Toc (tentativa de imitar, falha), a velha senhora atendeu.
–Olá, senhora Tred, muito obrigada por cuidar da minha pequena. Agradeceu a mãe da flor.
–Não precisa agradecer, será uma honra fazer esse favor. Sorriu para as duas.
–Agora tenho que ir, minha pequena, mas daqui um mês estarei de volta, ouviu. Disse, direcionando o olhar para a filha.
–Tudo bem, Oka-san. Pronunciou, a pequena de cabelos rosados para a mãe, segurando seu paninho cor-de-rosa.
–Então até, Sakura, e muito obrigada de novo, senhora Tred. Agradeceu de novo e caminhou para o Taxi parado na rua.
–De nada, querida. Respondeu, empurrando a menina para dentro da casa e fechando a porta logo em seguida.
–Onde vou dormi? Perguntou, Sakura apertando mais o seu pano.
–No sofa, sua chiclete mascado. Respondeu, mudando o seu tom de voz suave e traquila para uma grosa e seca.
–Mas... Foi interrompida.
–Mas nada e amanhã sedo você limpara a casa toda, ouviu. Disse aumentando a sua voz para uma criança.
–Sim. Respondeu com medo.
–Muito bem. A senhora Trod saiu da sala, indo para o seu quarto durmi e a pequena Sakura ficou na sala escura se dirigindo ao sofa e se encolher de frio e de medo.
No dia seguinte, a senhora Trod acordou a rosada com um copo de água na cara.
–Acorda, pirralha!! Disse, senhora Trod mal humorada. A mesma se levantou do sofa e ficou em sua frente com uma car chorosa.
–Vá fazer sua higiene matinal e depois vai preparar o café da manhã para mim e meu marido. Falou, seca olhando para os olhos da menina, na mesma hora ela se encolheu e se dirigiu ao banheiro com suas coisas
Mesmo que a menina tendo oito anos, ela já sabia cozinhar o básico, assim a mesma foi ao banheiro tomou banho, colocou uma roupa nova, escovou os dentes e fez suas necessidades. A rosada foi para cozinha e cozinhou ovos batidos, torradas e preparou um café, colocou tudo na mesa.
–Senhor e senhora Trod, já esta na mesa. Gritou, para os dois escutarem, eles chegaram na mesa de jantar e se sentaram e a sakura fez o mesmo.
–Por que sentou, pirralha? Perguntou a senhora Trod, que logo em seguida chutou a cadeira e fez a cabelo cor-de-rosa cai no chão com tudo. Assim ela começou a chorar.
–Se não parar de chorar agora irá encontra muitos motivos com o meu chinelo. Gritou, a senhora Trod para a criança. Logo em seguida a pequena engulio o choro, mas com poucas lagrimas caindo em seu rosto palido. Assim a senhora continuou.
–Vai para a cozinha e espara até eu e meu marido comer, QUANDO TERMINAR poderá comer o resto que sobrar. Disse, começando a comer a comida que a Sakura fez. A mesma saiu de lá correndo indo para a cozinha chorar em silencio.
A Rosada enxugava as suas últimas lagrimas, quando a senhora entrou na cozinha e olhou para ela com desprezo.
–Pode comer o que sobrou, depois quero que limpa a mesa de jantar, lavar os pratos, arrumar a cama, lavar os banheiros, fazer o almoço, tirar o pó do andar de cima, passa um pano, depois de TUDO você pode tomar banho e fazer a janta, ouviu Sakura? Pergunta para a garota.
–Sim, senhora. Respondeu com medo.
–Otimo. Falou simplesmente saindo da cozinha.
Assim passou o tempo, a pequena Sakura fezia tudo que a senhora pedia, já era 4:30 da tarde e a dona da casa saiu para fazer compras, ficando assim a rosada e o senhor Trod.
–Sakura-san, venha aqui no quarto!! Gritou, assim a pequena parar de passar o pano pela casa e indo até o senhor.
–Chamou-me, senhor Trod. Disse, simplesmente, para o homem na cama só de cueca.
–Claro minha querida, vem ficar no meio lado. Falou num tom suave, sem ter noção ela foi em direção dele, ficando ao lado dele na cama.
–Você quer brincar comigo, Sakura-chan? Perguntou, colocando a mão na cocha da menina.
–N...não, porque ainda tenho tarefas para fazer. Respondeu, tentando se afastar do homem, mas o mesmo pegou a cintura dela e preensou contra o corpo dele.
–Você pode terminar depois, porque o titio aqui esta querendo brincar MUITO com você. Disse, esboçando um sorriso malicioso.
Logo em seguida o senhor Trod ficou em cima da Sakura, levantou a brusa comesando a chupar o peito direito e acariciando o esquerdo.
–Aaahh... Paaraaa. Disse em meio de gemidos. Em seguida o homem deu um tapa em sua cara, depois a olhou com despreso e ódio.
–Fecha a boca, pirralha, porque de hoje em diante você será o meu brinquedo sexual, ouviu?!! Gritou com a garota, mas logo continuou o que estava fazendo.
–Não quero isso, estou com medo. Pensou a menina.
–Então foge, Sakura-chan. Disse uma voz em sua mente.
–Mas como? Perguntou em pensamento.
–Você não se lembra das aulas de defesa pessoal, que a nossa mãe nos deu? Respondeu com uma outra pergunta.
–Aquelas... Foi interrompida em seus próprios pensamentos.
–Sim! Afirmou a Inner dentro da garota.
O senhor Trod passava a mão no corpo todo da garota, para assim lembrar das pequenas curvas que começava aparecer. O mesmo deixou de chupar o pequeno peito da rosada, para se dirigir ao seu pescoso, nessa distração a menina deu uma joelhada na parte baixa do indivíduo e o mesmo gruiu de dor, saindo de cima dela e se contorcendo de dor. A Sakura saiu da cama apressada indo para perto da porta...
–Sua vadia, quando pegar você irei bater em você até a morte!! Berrou, com as mãos no local, acertado pela joelhada.
–Só em sonhos, velho caquetico!! A garota mostrou a língua e saiu correndo daquela casa infernal.
A pequena rosada corria para floresta, assim o senhor não a encotrasse. Estava correndo fazia dez minutos, com isso ela parou para descansar, depois disso a garota voltou a andar, contudo uma mão agarrou o bracinho da menor com força, só podia ser um homem.
Narradora Of
FIM DO CAPITULO.
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