A Escolhida

1 Capítulo 1: O começo


Notas iniciais
AH, AH, AH. Cheguei, e os próximos capítulos irão chegar uma vez por semana. Ainda não sei exatamente dia ou hora, mas sei que teremos uma vez por semana. Ah, as partes em itálico são o POV da Anne.

Depois que sua vó deixou seu quarto, Anne finalmente pôde ter seu sossegado sono. Ou não. Na verdade, não havia nada sossegado em sua vida. Ela não suportava seus primos e desconfiava que sua vó não tinha muita compaixão com ela.

Estava em um lugar sombrio. Algumas árvores preenchiam o caminho, mas não muitas. Apenas uma delas tinha mais de cinco folhas. Não havia nada ali, o porquê eu não sei, mas segui o maravilhoso cheiro de comida que vinha do lado direito. Minha fome tinha motivo, a horrorosa gororoba de minha vó não era nada apetitosa.

Ela se revirava diversas vezes. Emitia um som esquisito pela boca, chamando atenção de sua vó July, que não foi lá, pois não se preocupava.

Quando o cheiro estava ainda maior, vi que ele veio de um circo. Um circo muito mal cuidado. Era um circo normal, com listras vermelhas e brancas. Mas isso era o de menos, o mais assustador eram as “pessoas” que estavam em frente dele.

O suor de seu rosto caía sob o travesseiro, que estava um pouco molhado. Era como se quisesse gritar e pedir ajuda, porém não conseguisse. Com o que sonhava? Pergunto-me.

Era uma garota Pinup, mas um pouco medonha. Ao lado, tinha uma mulher com cabeça pegando fogo, e em seus braços dois bebês idênticos a ela.

Simplesmente não conseguia correr ou dizer uma palavra. Apenas entrei no circo, qual era muito mais assustador por dentro. Aranhas nos panos rasgados, bancos quebrados. Parecia algo assombrado.

Deve estar com fome a mulher de cabeça de fogo me trouxe um prato de sopa de legumes.

Minha comida favorita. Como eles sabiam? Deveria ser coincidência.

Um sono alarmante tomou conta de mim. Você está dormindo, outra parte de mim dizia. Eu não evitei e deitei em uma cama que apareceu aleatoriamente.

Seu corpo relaxou, era como se tudo tivesse passado, mas eu tenho certeza que não. Eu posso ler os pensamentos dela.

Mas de repente, em um piscar de olhos, o cabeça de caveira começou a me sufocar com o travesseiro. Tentava me debater, mas era atoa. Meu coração desesperado, lentamente, foi parando de bater e, rapidamente, a escuridão tomou conta de mim.

Não disse? Ela levantou da cama em um pulo. Parecia desesperada. Colocou a mão no peito para sentir seu coração. Logo, colocou a mão em sua cara e deu leves batidas, para ver se estava viva. Então, colocou as mãos em seu cabelo e chorou desesperadamente.

Algo ruim está a acontecer. Eu sentia.

Notas finais
Ficou curto, mas depois eu vou aumentando. Espero que tenham gostado, beijos. Até a próxima.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.