Notas iniciais
yo minna!! mais um capítulo chegando para vocês o/
a essa altura eu queria agradescer muito a quem chegou até aqui lendo desde do começo e queria muito muito muito muito que comentassem alguma coisa pra eu saber que estão vivos ai e sem falar que seus comentários me dão mais vontade de continuar e até me dão algumas ideias as vezes ^^"
Será que a essa altura, em pleno 17º capítulo, eu mereça já alguma recomendação?

Ivan e Yao estavam enrolados entre os cobertores da cama de Yao abraçados. Depois da "pequena" brincadeira deles na mesa, Ivan vestiu o próprio sobretudo no chinês e depois de ter colocado as próprias calças, pegou Yao no colo e o levou até o quarto dele onde ficaram juntinhos e quentinhos durante o resto da noite. Depois que as horas se passaram e o sol começou a nascer, Yao bocejou e esfregou os olhos que mal abriam ainda se acostumando com a luz que entrava no quarto. Ao olhar para Ivan, o encontrou no mesmo estado de gradualmente acordando e então deu um selinho de bom dia nele.

- Zǎo ān — disse Yao depois de dar seu selinho desejando então bom dia.

- Dobroye utro — respondeu Ivan.

- Humm... minha cabeça tá doendo aru... — disse Yao colocando a mão na cabeça e fazendo uma leve cara de dor.

- Não me surpreende. Você bebeu muito.

Ivan pegou a mão de Yao e deu um delicado beijo naquelas pequenas mãos tão macias quando a mais fina seda.

- Não beba tanto assim da? — disse Ivan

- Você não pode falar isso aru... bebeu bem mais do que eu. Na verdade acho que você só fica a base de Vodka, nem deve beber água.

- Claro que bebo Yao...

- Mas mesmo assim... obrigado por ter ficado aqui cuidando de mim aru.

- Até parece que eu não iria ficar. Você é a pessoa mais querida do mundo para mim meu amor.

Yao acabou corando ao ouvir ele falando aquilo e ainda mais o chamando de "meu amor". O chinês então cobriu o rosto avermelhado com o cobertor o que fez Ivan soltar uma pequena risada e o abraçar com força.

- Ora vamos Yao... não deixe seu rostinho lindo assim escodido.

- ... N-Não... vou ficar aqui aru.

- Mas adoro te ver corado.

- V-Você fica dizendo essas coisas só pra eu corar ainda mais né aru? E aposto que você adora me ver de qualquer jeito.

- Ne. Eu não gosto de te ver triste. Agora vamos descer, comer alguma coisa.

Debaixo do cobertor ainda, Yao afirma com a cabeça. Ivan então tira o cobertor do rosto do amado e da um doce beijo na testa dele e então se levanta da cama. Os dois se arrumam colocando roupas já que Ivan estava apenas com calça e Yao apenas com o sobretudo de Ivan. Depois que estavam vestidos, eles foram tomar café da manhã. Por sorte foi em uma simples mas confortavel mesa do lado de fora da casa entre as lindas flores e árvores que cercavam o jardim pois Yao não conseguiria se concentrar para fazer algo simples como tomar a primeira refeição do dia se fosse em uma mesa onde poucas horas antes tantas coisas aconteceram.

Quando os dois chegaram, os outros irmãos de Yao também estavam lá, ou ao menos os restantes. Mei, Long e Xiang conversavam quase que normalmente tendo se recuperado mais depois da fuga dos irmãos mais velhos mas Young e Hyung estavam conversando pouco com os outros e mais entre si mesmos. Quando Yao e Ivan chegaram, os irmãos levantaram o olhar analisando o irmão a procura de qualquer traço que indicasse que ele estava melhor e realmente parecia bem melhor.

- Zǎo ān! - disse Yao alegremente enquanto sentava-se com um sorriso no rosto.

Os irmãos responderam e até abriram um sorrisinho ao ver que ele parecia melhor.

- Que bom que você melhorou... — comentou Long — estamos ficando preocupados.

- Prometo que não ficarei mais daquele jeito aru. — respondeu Yao completando a fala na mente dele com "porque não deixarei mais nenhum fugir".

- E eu também não deixarei você ficar daquele jeito novamente. — disse Ivan enquanto colocava um pouco de Vodka no chá.

- I-Ivan!! NÃO COLOQUE ISSO NO CHÁ ARU!! VAI ESTRAGAR!! — gritou Yao.

- Claro que não. Não tem como Vodka estragar alguma coisa. — respondeu o russo.

Os irmãos de Yao sorriam com a cena felizes por ter tudo voltado ao normal enquanto Yao e Ivan brigavam sobre Vodka e chá. No final Ivan acabou ganhando quando Yao tomou a Vodka do mesmo e o russo o olhou com um olhar denso, profundo e emanando uma aura negra. O pobre chinês ficou pálido e devolveu a bebida.

O dia se passou calmamente e agora que Yao estava melhor, eles foram gradualmente voltando a normalidade e com ajuda de Ivan, fazendo algumas coisas que estavam atrasadas. No final do dia, Yao e Ivan subiram até um morro onde tinha-se uma bela visão da China. Obviamente não o país inteiro pois isso seria impossível, mas o que viam lá merecia uma foto se já tivessem inventado a máquina fotográfica. Ao se sentarem encostados na árvore que tinha nesse morro, eles viam a casa de Yao e alguns quilômetros mais longe, a cidade que um dia viria a se tornar a grande Pequim. As montanhas ao longe faziam o gradual por do sol parecer ainda mais belo.

Yao sentava-se grudadinho com Ivan que passou seu braço pelas costas do Chinês que apoiava a cabeça em seu ombro enquanto ambos olhavam o lindo por do sol.

- Você realmente parece ter se recuperado totalmente — comentou Ivan.

- Tem um provérbio chinês que diz “A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda.” aru.

- Você tem muitos provérbios bonitos...

- Vamos parar de falar disso e só aproveitar o por do sol aru.

Yao se aconchegou mais perto de Ivan enquanto o sol descia no horizonte.

Depois que tudo se normalizou, Ivan voltou para Moscou e a rotina deles segui-se normalmente com várias visitas entre os dois, revezavam quem iria para a casa do outro. Tiveram outras guerras entre os dois por territórios, brigaram algumas vezes e ficaram sem se falar mas nada que impedisse os dois de voltarem a fazer as pazes e então se darem bem novamente.

Tudo ocorria bem até Yao foi surpreendido por outra aflição. Já vários anos depois de Kiku e Lien terem ido embora, foi a vez de Hyung e Young. A exemplo do primeiro irmão, também decidiram ir embora na calada da noite mas Yao os escutou tentando fugir. Uma briga começou, dessa vez sem lâminas, apenas o velho Kung Fu contra o Taekwondo.

Yao estava em desvantagem pois além de ser uma luta de um contra dois, ele não conseguia prever os movimentos dos gêmeos pois nem se quer sabia da existencia do Taekwondo o qual os gêmeos foram treinando completamente em segredo. Os três saíram machuados e feridos mas os coreanos conseguiram ir embora deixando para trás Yao novamente apático. Ivan nada soube disso e depois de Yao ter se recuperado das feridas, ele foi visitar o russo.

Notas finais
pobre Yao... agora só sobraram 3 de seus irmãozinhos. próximo capitulo... Russia o/ sem querer dar spoiler mas já dando... as irmãs do Ivan vão aparecer e os servos dele também.
a passagem do tempo assim rápida me incomoda um pouco porque... não é coisa de 3 meses passando e sim de dezenas, centenas de anos. Mas queria permacer fiel ao ano em que Japão, Vietnam e as Coréias se separaram da China. Algumas coisas eu infelizmente tive que ser totalmente infiel a história mas era o único jeito da fic ser do jeito que eu queria.
Adiantando para vocês, provavelmente logo vou colocar a Guerra do Ópio, ou seja... Arthur vai aparecer logo.
então é isso.
beijinhos para vocês que leram e por favor, comentem e se mereço uma recomendação eu ficaria muito feliz XD