A Doce E Fria História De Amor Do Dragão
28 O romântico Francês e o rabugento Inglês
Notas iniciais
devo adimitir que minha criatividade tá acabando mas eu quero continuar essa fic até chegar aos dias atuais.
quero fazer a 2ª GM, a Guerra Fria e então chegar nos dias atuais... então de certo modo da pra dizer que ela tá chegando no final.
esse cap tem um pouco de FrUk
recomendo a vocês botarem o google translate para ler as falas em inglês porque... hohoho. est le langage de l'amour
Assim como Ivan havia falado, os dois tomaram um bom e quentinho banho que restaurou a energia dos dois.... E um pouco os quadris de Yao que estavam doloridos devido à brincadeira dos dois. Depois que eles saíram da banheira, eles se enrolaram nas toalhas mas antes que Yao se enrolasse, Ivan ficou olhando para o "amiguinho" de Yao fazendo o chinês corar.
- O-o que foi aru? — perguntou Yao sem graça se enrolando na toalha.
- Porque o seu é tão pequeno?
- O seu que é grande demais aru!!! Por isso que eu termino sempre todo dolorido aru!
- Acho que é pequeno sim. Da. Você é todo pequeno e fofo. Quanto você mede mesmo?
- ... 1,69... — respondeu Yao desviando o olhar.
- Eu meço 1,82.
- Viu? Você que é grande demais em tudo aru!! — disse Yao pegando um patinho de borracha e tacando água em Ivan.
Depois do banho eles se vestiram e foram ficar agarradinhos no sofá. Como estava tudo bem calmo, uma semana e meia depois desse dia, Ivan voltou para Moscou para cuidar de seu país apesar de que queria ficar toda hora ao lado de Yao, mas sabia que não podia deixar seu povo de lado e mesmo assim, Yao ficava o lembrando disso. Assim como Ivan, queria ficar a cada minuto ao lado dele, mas eles tinham deveres a cumprir.
Alguns anos se passaram até que chegou o ano de 1856, o comércio de Ópio não ia tão bem quanto Arthur queria que estivesse indo e ele não gostou nada disso.
- Precisamos de mais portos... — disse Arthur para si mesmo enquanto estava sozinho em sua biblioteca.
Enquanto Arthur raciocinava olhando pela janela da biblioteca, a porta da mesma se abriu de uma vez relevando um homem francês loiro com cabelos quase até o pescoço e uma pequena barba, estava luxuosamente vestido e segurando uma rosa, era Francis Bonnefoy, o França.
- BONJOUR ARTHUR!! — disse Francis alegremente.
- Francis? O que está fazendo aqui?
- Vim visitar você, oui.
O francês chegou até Arthur e segurou o queixo dele delicadamente fazendo o sombrancelhudo olhar para ele. Francis estava com um olhar um tanto sedutor... O que é desnecessário dizer por que 80% das vezes ele parece estar com aquele olhar. Aquilo deixou o inglês levemente corado e logo ele deu um tapa na mão de Francis se soltando daquela pose romântica. Arthur também se virou de costas para disfarçar o rubor em sua face.
- P-Pare com isso seu tarado! — resmungou Arthur.
- non, non, non! Eu não sou um tarado Arthur. Você que estava com um rostinho que pedia por isso.
- Pedia por isso? Por o que seu francês tarado!
- Ainda pergunta o que? Le Amour!! Eu non sou um tarado Arthur. Je suis un amant. Sou um amante. Afinal... Francês assim como todos dizem... — disse Francis surpreendendo Arthur com um abraço por trás e sussurrando no ouvido dele de forma sedutora — Est le langage de l'amour (é a língua do amor).
Arthur se solta mais uma vez e mais uma vez estava com o rosto muito vermelho. O inglês foi até um cantinho e ficou lá fingindo que admirava um quadro quando na verdade tentava acalmar o coração que palpitava.
- O que lhe aflige Monsieur Arthur? — perguntou Francis.
- Eim?
- Você non parecia muito alegre quando cheguei... Estava pensando em algo oui?
- Problemas na Ásia.
- Com quem? Hyung? Young? Kiku? Yao? Lien? Neeraja*?
- Tenho problemas com muitos por lá... Mas no momento estou pensando nos problemas com Yao.
- Oui... Também estou com alguns problemas com ele.
- Acho que mais portos resolveriam o problema.
- Oui. Oui. Concordo plenamente com você. Mas o chinesinho non quer abrir mais portos para os ocidentais. Mas acho que podemos nos unir a vocês... Apesar de os ingleses não serem tão luxueux, romantique et élégant como nós franceses.
- ORA SEU...
- Vai querer ajuda ou non?
- Yes.
Desse jeito, França e Inglaterra se uniram e em 1857 começaram um ataque militar na China, as forças aliadas operaram ao redor de Cantão... Novamente a pobre Cantão. Yao tinha que admitir que aquilo o pegasse de surpresa....eles já tinham o que queriam... O comércio de Ópio. O que queriam agora? Assim que Ivan escutou que a Guerra do Ópio havia recomeçado, ele deu seu melhor para voltar para a China para dar apoio ao menos que moral para Yao... Mas tinha um problema, Ivan havia acabado de travar uma Guerra e ao entrar na sala onde Yao e seus militares planejavam as coisas para se defender desesperadamente, Yao viu não um Ivan saudável, mas um Ivan cheio de curativos.
- I-Ivan!!
Yao largou tudo e foi correndo para o russo e segurou o rosto do maior gentilmente entre suas pequenas mãos.
- A Guerra da Crimeia te deixou desse jeito aru? — perguntou Yao preocupado — Eu deveria ter ido mais vezes lhe vermos.
- Acho que isso faz parte de perder. Mas não se preocupe comigo... como estão às coisas por aqui Yao?
- Não muito boas aru. Já perdemos para o Arthur não muito tempo atrás e agora o Arthur e o Francis?! Admito que não estamos com muita confiança aqui aru. — disse Yao soltando um suspiro
- Vocês vão conseguir!
- Vamos mesmo? Com os ingleses sozinhos já fomos derrotados aru e agora temos menos soldados também. A Mei está morrendo de medo de o Arthur pegar ela e só fica escondida do quarto agarrada a uma boneca.
Ivan coloca a mão ao lado da bochecha de Yao carinhosamente e faz uma cara de dor quando levanta a mão deixando o chinês preocupado. Yao coloca sua mão sobre a mão de Ivan com uma obvia expressão de preocupação no rosto.
- Foi contra o Arthur, Sadik e o Francis não foi aru?
- Da. Vai ser minha enfermeira de novo?
- Sabe que estou ocupado Ivan...
- Sei disso... só estava querendo brincar com você. — disse Ivan abrindo um sorriso nos lábios fazendo Yao abrir um pequeno sorriso.
- Me deixa ver o estado aru... quem sabe dê tempo de pegar algumas ervas para você. — respondeu Yao abrindo o sobretudo de Ivan para ver as feridas.
O que Yao viu o deixou surpreso. Não esperava que todo o torso do russo e algumas partes do braço dele estivessem inteiramente cobertas com curativo. O chinês passou delicadamente as mãos e mesmo ao menor toque Ivan fazia cara de dor, o que era bem surpreendente vendo que Ivan era tão forte. Isso não só preocupou Yao, o deixou com raiva com raiva... Primeiro Arthur e Francis faziam aquilo com Ivan e agora vinham atrás dele? Não havia se envolvido muito com Sadik mas quem sabe não tivesse sua chance de se vingar do Turco. Agora não tinha só que proteger sua pequena irmãzinha, agora se sentia responsabilizado pelo russo, mas de outra forma. Yao se aproximou do rosto de Ivan ficando na pontinha dos pés e lhe deu um doce beijo.
- Eu vou me vingar por você aru.
Notas finais
até o proximo capitulo minna o/
por favor comentem, vocês sabem como é importante para mim da? >
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