Notas iniciais
cara... tá ficando complicado fazer uma fic yaoi caliente com guerra do opio. mas não vou desistir o/ uma fic que estava lendo foi deletada T^T por causa dessa de personagens que são pessoas reais e blablabla. então... vou botar isso em todas as fics minhas... se por algum motivo alguma fic minha for deletada. estou guardando todas no pc XD

1839. Um novo decreto foi feito pelo Imperador Chinês com forte apelo ao povo para impedir o comércio de Ópio depois de muita pressão e problemas com corrupção; 20 mil caixas de ópio foram queimadas; firmas estrangeiras cercadas; ingleses foram expulsos de Cantão depois de marinheiros britânicos bêbados terem matado um chinês.

– TEMOS QUE PROTEGER NOSSO COMÉRCIO DE ÓPIO A TODO CUSTO! É NOSSO LUCRO! — gritava Arthur com seu chefe — O QUE FAREMOS AGORA?

– Exatamente o que fazemos nessas ocasiões Arthur... — comentava o chefe — e ainda movimentamos a indústria de armas.

Os ingleses declaram guerra.

Estava um alvoroço na casa de Yao, pessoas correndo para todos os lados e um pequeno Chinês que andava apressado pelos corredores sendo seguido por Ivan.

– Yao... — chamava Ivan — Yao! Por favor, não vá!

– Ivan! Eu tenho que ir aru! É meu povo aru! Meu país!

Ivan acelera o passo e o abraça por trás bem forte tirando o chinês do chão.

– I-Ivan... Solte-me aru!

Ivan faz o que o menor pediu, mas o vira para ele puxando delicadamente o queixo de Yao para cima para que ele o olhasse nos olhos. Ivan estava com medo de perdê-lo. Sabia que como países eles não morreriam a não ser que o país acabasse de alguma forma e uma guerra... Contra alguém como Inglaterra e todo seu imperialismo... Era bem possível que isso acontecesse.

Yao corou com aquele olhar triste que Ivan o dava e acabou ficando com o olhar triste também. Queria tentar mostrar que era forte, corajoso, mas também estava com medo. Ivan então o puxou para perto o abraçando pela cintura e tocou seus lábios docemente dando um apaixonado e caloroso beijo.

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Lentamente os braços de Yao se envolveram ao redor do pescoço de Ivan e o pequeno chinês começou também a retribuir o beijo. Depois de alguns segundos eles se separaram e se olharam nos olhos enquanto Ivan acariciava gentilmente o rosto de Yao.

– Volte para mim Da. — falou Ivan.

– Eu voltarei aru. — respondeu Yao.

A guerra foi feia... Em 1840 várias cidades chinesas foram bombardeadas e a tecnologia da china se mostrava cada vez mais inferior a da inglesa. Yao estava todo machucado, mas tentava persistir, num breve momento de sossego, o chinês se sentava embaixo de uma arvore junto com Ivan enquanto ambos estavam enrolados em cobertores e bem juntinhos. Yao estava sentado entre as pernas de Ivan que o abraçava levemente muito preocupado devido aos graves machucados do menor.

– Queria que essa calma durasse mais aru... — disse Yao.

– Eu também. — respondeu Ivan — Você estar no meio dessa guerra me preocupa muito e não consigo convencer meu chefe a te ajudar.

– Não Ivan... Não quero que você se machuque também aru. Essa uma batalha minha.

Ivan deu um delicado beijo na bochecha de Yao e se surpreendeu ao ver que lágrimas rolavam pelo rosto do chinês. Assim que notou que Ivan percebera que estava chorando, Yao tentou esconder o rosto com as mãos.

– Y-Yao...

– Eu não aguento mais aru! Estamos obviamente em desvantagem... Não temos todas essas armas tecnológicas que eles tem aru! Não quero mais ver tantos dos nossos morrendo!

– Porque não se rende?

– VOCÊ QUER ME VER MORTO ARU!? Obviamente ele iria se apossar de toda a china se eu me rendesse aru! Tínhamos superioridade no número de soldados mas olha o estado em que estamos agora aru!

Ivan fez carinho na cabeça de Yao e o deu vários beijinhos na bochecha e em seguida acariciou essa mesma bochecha dele numa tentativa de acalma-lo. O russo então deixou Yao em seu colo de lado fazendo a cabeça do menor deitar em seu ombro.

– Durma Yao... — disse Ivan na voz mais doce possível — você está exausto... Vá dormir um pouco. Eu vou proteger você Da.

Yao afirmou brevemente com a cabeça e lentamente foi caindo no sono enquanto Ivan fazia carinho em sua bochecha se sentindo seguro pelos grandes braços do amado.

– O-Obrigado por cuidar de mim aru... — disse Yao enquanto caia no sono.

– Por você eu faria tudo Yao. — respondeu Ivan selando os lábios do menor com um beijo fazendo com que ele abrisse um pequeno sorriso antes de finalmente adormecer.

Alguns anos se passaram novamente, agora era 1842, Yao estava só o bagaço, ele estava cheio de curativos, assim como Arthur mas os machucados de Yao eram muito piores e isso era obvio. Mas mesmo assim, ele persistia. Até que ele os dois países entraram em um acordo. Yao e seu chefe se reuniram com Arthur e seu chefe que lhe mostraram um papel que falava sobre tal tratado. Tratado de Nanquim, o nome da cidade onde eles estavam.

Yao começou a analisar Arthur friamente e percebeu algo que era bem óbvio no inglês, aquelas enormes sobrancelhas. No primeiro momento apenas as achou estranhas mas logo se lembrou dos pesadelos que Long reclamava que tinha e começou a ficar preocupado e apressadamente puxou o tratado para ler. Yao começou a ler os termos e quanto mais lia, mais pálido ficava. Mas infelizmente a decisão não cabia a ele e sim ao Imperador. Enquanto Yao estava dentro da sala esperando tensamente sobre a decisão do Imperador, Ivan esperava do lado de fora alarmado e preocupado. Algumas horas depois, Yao saiu de lá praticamente se arrastando, estava pálido, trêmulo, parecia que tinha visto uma assombração.

– YAO!!

Ao ver Yao, o russo foi indo apressadamente até ele e assim que o alcançou, Yao caiu nos braços do russo e imediatamente o chinês começou a chorar desesperadamente agarrando-se as roupas de Ivan.

– Yao?! — perguntava Ivan alarmado abraçando o chinês tentando acalma-lo — O que foi?! O que aconteceu?

– E-Eles... E-Eles nos fizeram assinar um a-acordo aru... U-um acordo que acabaria a g-guerra aru.

– O que pediram no tratado? — perguntou Ivan preocupado — Não deveria estar

– E-Eles pediram muito d-dinheiro aru... E... E... E

– O que? Conte-me Yao...

– A-Abrir portos p-para e-eles v-venderem ópio e... E.... — disse Yao logo começando a chorar mais. — EU PERDI O LONG ARU!

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Notas finais
consegui resumir uma das guerras em só um cap o/ yeeeeyyy ainda n li sobre a segunda mas espero que consiga o mesmo >
até a proxima minna