Notas iniciais
essa é oficialmente a maior fic que eu já fiz o/ barrou a de Inuyasha (que era a maior até então) por praticamente 7 mil palavras até antes de eu escrever esse cap.
então aqui vai um OBRIGAAADA POR LEREM TANTO ASSIM T~T

vamos fazer uma leve propaganda...
seguinte... eu estou escrevendo 3 fics no momento contando com essa e apartir de agora tenho uma regrinha que só postarei o proximo cap da fic assim que a fic ganhar ao menos 1 comentário. caso ela não consiga esse 1 comentário, o proximo cap demorará um tempo indeterminado que dependerá muito da minha vontade. to fazendo isso para eu me organizar melhor e não para obrigar ngm a comentar (mas seria uma boa se o fizessem, a final os comentários de vocês me enchem de ideias)

só isso...
vamos a fic o/

O corpo de Yao latejava de dor, mais principalmente sua cabeça enquanto o chinês recobrava lentamente a consciência. Ele ainda não havia aberto os olhos, eles estavam pesados e o chinês tão pouco conseguia entender o que acontecia ao seu redor. Ouvia pessoas falando apressadamente coisas que ele não conseguia entender totalmente, pois estava meio letárgico, ouvia passos apressados indo de um lado para o outro assim como passos lentos e trôpegos que pareciam ter dificuldade para caminhar. Enquanto tentava registrar tudo ao seu redor antes de abrir os olhos, ele notou que alguém segurava sua mão e a acariciava gentilmente. Ele abriu os olhos lentamente para descobrir quem acariciava sua mão. Quando abriu os olhos, demorou um tempo para o teto de onde quer que esteja ficar mais focado e quando olhou para o lado para ver quem acariciava suas mãos, os pequeninos olhos do chinês imediatamente se encheram de lágrimas.

Era Ivan.

– I-Ivan... – gemeu Yao enquanto seus olhos ficavam mareados de lágrimas impedindo que o chinês enxergasse o amado claramente.

– Yao... – disse gentilmente Ivan passando a mão delicadamente na bochecha dele e então dando um beijinho na testa do Chinês – fiquei preocupado.

– Preocupado aru?

– Como quer que eu não fique quando finalmente venho te visitar e te encontro inconsciente e todo machucado? – perguntou Ivan com cara de dor – Por favor... Não me assuste mais assim da?

– T-Ta bom aru – disse Yao começando a chorar mais ainda por poder ver Ivan novamente e também se lembrando do que acontecera no dia anterior com Kiku, mas a maior parte das lágrimas eram lágrimas de felicidade por poder rever Ivan.

O russo abriu um sorriso torto de canto enquanto limpava as lágrimas delicadamente do afeminado rosto do amado e dava um delicado beijo embaixo de cada olho tomando cuidado para não o machucar, afinal o mesmo estava cheio de curativos.

Yao tentou se sentar e Ivan rapidamente o impediu para que o menor ficasse deitado descansando. O russo então olhou sério nos olhos de Yao e perguntou:

– O que aconteceu Yao?

– N-Nada aru...

– Você está numa cama da enfermaria todo cheio de curativos. Como quer que eu acredite que não aconteceu nada?

– S-Só... – Yao tentou dizer alguma coisa, mas logo suspirou desistindo.

– Kiku. Acertei? – chutou Ivan e Yao respondeu afirmando com a cabeça levemente.

Ivan fechou o punho com raiva apertando com força o pobre lençol enquanto uma aura maligna começava a emanar do russo e o cachecol dele parecia criar vida.

– I-Ivan? – disse Yao um tanto arrepiado – p-por favor... n-não faça nada com o Kiku aru.

– Por quê? Me de um bom motivo... ele mexeu com você. – disse com um sorriso assustador olhando para um ponto qualquer no lençol e não para o amado.

– M-Motivo 1, é uma guerra. Não podemos culpar a ele por essa batalha e nem ele pode culpar a mim aru.

– Como sabe se ele também pensa assim?

– Motivo 2 – disse Yao ignorando a pergunta do outro – De algum jeito cheguei aqui inteiro não é aru?

– Disseram que te encontraram desmaiado na floresta.

– Sinal que algo aconteceu para ele me deixar por lá aru. – disse Yao abrindo um leve sorriso tentando acalmar Ivan.

Ivan aparentou estar mais calmo mais ainda tinha certa raiva no olhar dele. Notando isso, Yao suspirou e olhou para o russo tristemente.

– Motivo 3 – disse Yao – lembra-se do que eu te disse da última vez que nos encontramos aru? Sobre nos separarmos para fazermos as coisas em prol do povo e não levados por nossos sentimentos aru?

– L-Lembro – disse Ivan ficando mais cabisbaixo ainda.

– Então o que lhe trouxe aqui aru?

– Pacto de não agressão, para emprestar material de suporte – disse Ivan desviando o olhar – C-Com f-fins para apoiar o governo chinês para que no futuro possa se tornar um aliado socialista.

– Sério aru? – disse Yao – Essa é o verdadeiro motivo.

– Ne. – disse Ivan olhando para Yao e então o puxando para um forte abraço — Esse é o motivo do presidente... mas não é o meu – disse Ivan começando a chorar enquanto escondia o rosto no pescoço de Yao — senti sua falta

– S-Só fez s-se aproveitar d-da situação diplomática aru – disse Yao começando a chorar e o abraçando de volta – também senti sua falta aru.

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Eles ficaram lá se abraçando por vários minutos enquanto lágrimas escorriam pelo rosto de ambos. Alguns minutos depois, eles se controlaram o suficiente para que se afastassem um pouco e um limpasse as lágrimas do outro abrindo lentamente um sorriso. Eles ficaram olhando para dentro dos olhos do outro. Dizem que os olhos são a janela da alma, e naquele momento, ao olhar dentro dos olhos, eles sentiam como se com algo tão simples entendessem toda a tristeza e saudade que o outro havia sentido nesse tempo de separação.

A cena antes tão parada e calma tomou outras proporções quando Ivan se aproximou de Yao lentamente segurando em seu rosto e então lhe deu um beijo. Um apaixonante e ardente beijo que derrubou Yao na cama. O chinês correspondia ao beijo com calor e amor agarrando-se a roupa do maior. Eles se abraçava com força e se beijavam apaixonadamente com se quisessem compensar o tempo que passaram sem se ver.

Ivan não sabia quanto tempo ia conseguir se segurar, tanto tempo sem ver o amado e então um momento daqueles? Não era de se esperar que rapidamente ele sentiu certo volume na própria calça e não demorou muito para acontecer o mesmo com Yao.

Por sorte Yao tinha um quarto separado e Ivan havia fechado a porta do quarto de Yao ao sair. O gemido que Yao deu, apesar de baixo, não foi ouvido graças à bagunça que estava no corredor. O beijo ficou mais ardente, se é que isso era possível, enquanto os corpos se entrelaçavam e um puxava o outro mais para perto como se quisessem ficar tão juntos a ponto de se juntarem. Yao segurava as costas do, sobretudo de Ivan e as mãos tão brancas de Ivan rapidamente foram indo para a roupa de Yao começando a tirar ela primeiro desabotoando a camiseta um tanto apressadamente revelando então o tórax do chinês sem ainda tirar a camiseta, apenas a abrindo. A temperatura do quarto estava nas alturas e provavelmente os dois teriam continuado se a porta não tivesse se aberto e eles não tivessem escutado uma voz dizer:

– Mon dieu! Non esperava isso em uma enfermaria!

Notas finais
comentários do cap? XD
quem vocês acham que é a pessoa que apareceu? (como se já non estivesse obvio)