Notas iniciais
desculpa a demora. ^^" vou viajar amanhã então não sei quando vai sair proximo cap mas... relaxem... estou de férias até 10 de março. :3 bem... feliz ano novo pra todo mundo e que 2014 seja bem melhor que 2013 o/ mas não basta esperar que seja melhor, tem que fazer com que seja melhor.

Feliciano chorava desesperado, fungando e com as lágrimas escorrendo pelo rosto, ele não sabia mais o que fazer. O que acontecera em Roma havia machucado muito seu pequeno e sensível coração. Mesmo sendo uma guerra, ele não esperava aquilo vindo de Ludwig. O italiano chorava sentado numa luxuosa poltrona nos EUA enquanto Alfred andava de um lado para o outro e Arthur bebericava sua xícara de chá. Num sofá de dois lugares, estavam Yao e Ivan, Yao aparentemente muito ocupado enrolando o dedo no cabelo e Ivan olhando tudo o que se desenrolava ali com aquele seu sorriso no rosto. Francis estava mais preocupado em olhar as obras de arte da sala.

Como Feliciano era um dos países do eixo, dois guardas estavam do lado dele para impedirem ele de fazer alguma coisa apesar de ele não parecer ter forças para fazer nada além de chorar.

– Quer um chá Feliciano? – perguntou Arthur – está com um estado horrível... Posso te oferecer um de meus chás calmantes.

– Sua imitação de chá, isso sim aru – resmungou Yao.

– O que é xingling? Tá reclamando do meu chá é? Meu chá é melhor que o seu! – respondeu Arthur.

– Você é um baita de um imitão! Isso sim aru! EU inventei o chá... EU o comercializei primeiro!! E você fica ai se amostrando falando que o seu chá é delicioso sendo que ele é nojento aru.

– Non vamos falar de chá... Vamos falar de algo mais importante – disse Francis com sua atenção voltada a uma pintura – Alfred.... Que pinturas estranhas que você tem aqui. Non conseguiu arranjar alguma coisa mais bela...

– O que?! – exclamou Alfred – essas pinturas são pura obra de arte!

– Um cara musculoso vestindo um cola azul com a cueca por cima? – perguntou Arthur achando o prazer de pegar no pé de Alfred mais interessante que pegar no pé de Yao – chama mesmo essa porcaria de obra de arte?

– Sim! Chamo!! Afinal, assim como eu, ele é o herói!!! – exclamou Alfred.

– Non non non non – disse Francis com seu sotaque balançando a cabeça – devia pegar obra de artes mais belas... Peça alguma ao Feliciano aproveitando que ele está aqui. A Itália tem ótimos artistas. Arrume alguma obra de Fiorenzo di Lorenzo, Leonardo da Vinci, Michelangelo, Rafael, Sandro Botticelli, nada como uma boa obra Renascentista Italiana. Non é Feliciano?

– ... – O italiano não respondeu, permaneceu calado, cabisbaixo e choroso em sua poltrona, nem se quer havia dado sinais de ter ouvido a discussão deles.

– Eu acho melhor ouvirmos o Feliciano... Ele veio até aqui querendo falar algo importante, não discutir sobre chá ou pinturas – disse Ivan de seu cantinho.

– Tem razão, Ivan – respondeu Yao soltando um suspiro se sentindo culpado.

– Bem, o que quer Feliciano? – perguntou Arthur.

– Eu q-quero ajuda... –respondeu o italiano – eu não sei mais o que fazer... Não gosto do meu irmão ter sumido nem de isso tudo vir da Alemanha. Fiquei muito tempo pensando no que fazer mas... M-mas... – disse ele logo começando a abrir um berreiro e chorando desesperadamente – EU NÃO QUERO MAIS VER MEU POVO MORRENDO!

Os cinco aliados se entreolharam pensando sobre aquilo como se rolasse uma telepatia entre eles. De fato, Feliciano estava já praticamente fora da guerra, mas Hitler não havia gostado disso.

– Então você veio pedir a ajuda do herói... – disse Alfred sorrindo sendo ignorado por todos.

– Podemos aceitar ele do nosso lado... – disse Yao – a Itália está ficando dividia aru. Alemanha está no meio da Europa, não vai conseguir manter uma frente de batalha no leste e outra no oeste aru.

– E quanto ao Japon? – perguntou Francis.

– É uma ilha certo? – disse Alfred – é ruim pra arrumar quase todas as matérias primas por lá... Só impedirmos de os produtos chegarem lá. Serão derrotados pelo próprio terreno.

Assim resolvido, as tropas aliadas ocuparam a cidade italiana de Nápoles a fim de recuperar toda a Itália. Enquanto isso, Lovino estava preso numa cela com um galo na cabeça.

– Você tem uma visita – disse um guarda para o italiano.

– Mande o bastardo entrar!! – resmungou Lovino – Quero ver ele se atrever a chegar perto de mais de mim!

Lovino fazia cara de raiva para quem quer que fosse mas logo abriu um sorriso sarcástico ao ver quem era a visita.

– Ah o comedor de batata... – disse Lovino olhando para o loiro que estava em sua frente, Ludwig – devia ter imaginado que cedo ou tarde vocês iriam invadir a Itália.

– Eu tentei evitar... Mas o chefe não gosta muito de me escutar.

– Não gosta é? – resmungou Lovino grudando-se as barras da cela – Parece que conseguiu fazer com que me pegassem no lugar de meu irmão.

– ... Sei que foi meio ingrato de minha parte, mas foi tudo que eu consegui fazer.

Lovino então resmungo alguma coisa em italiano que Ludwig não conseguiu entender e deitou na sua fina e pobre cama da sela.

– Vá embora... E não volte mais aqui... – disse o italiano encarando a parede deitado em sua cama cujo travesseiro mais parecia um pano de chão de tão sujo, rasgado e fino que era.

Depois desses acontecimentos, não demorou muito para a Itália declarar guerra à Alemanha. Feliciano nunca teria tido coragem de fazer isso, mas não dava para desobedecer ao chefe e o irmão que vez ou outra conseguia se comunicar.

Cada um então ficou concentrado em uma parte do conflito. Arthur resolvia assuntos com Gupta, que estava sob seu domínio e conseguiam expulsar os nazistas da África, Alfred de um lado ajudava na Europa, e do outro, tinha problemas com os Japoneses. Ivan estava em conflitos menores com os alemães e com alguns países nazistas da região tendo alguns Nórdicos de ajuda. A visita do espanhol ao amante italiano foi descoberta, mas no começo de 1944, a Espanha se declarou neutra novamente.

Parecia ter virado moda bombardear os outros países... Rússia bombardeou Suécia, Aliados bombardeiam a parte da Itália ainda sobre controle dos Alemães, mas mais importante que esses bombardeamos, foram os bombardeamentos americanos a pontos importantes da Alemanha contra centros de produção de aviões e a própria Berlim. Ludwig via sua querida cidade arder em chamas com o irmão, Gilbert, o prussiano ao seu lado.

– Acho que vamos perder essa guerra, Gilbert – disse Ludwig.

– Não! Você vai ver! Vamos passar por cima de tudo isso e seremos vencedores!! – exclamou o prussiano apesar de certa tristeza na voz.

Notas finais
capitulo meio fraco ... ^^" eu achei. mas o próximo, se eu conseguir colocar tudo que quero, vai ser foda.