A Descendente do Leão

14 Brigas e Sentimentos


Notas iniciais
Oiee, ggeente, quem mais ta AMANDO as férias?? Eu sei que eu estou, mas em fim, acho que vai ser meu último cap esse ano, então FELIZ NATAL e FELIZ ANO NOVO.. Espero que gostem..

Acordei, e vi a hora no meu relógio, 8:32, ontem eu fui dormir super cedo, pois daqui a duas horas meu pai irá me levar à Casa dos Black, então desci para tomar café da manhã sem a menor pressa, pois ainda faltava muito tempo. Chegando a mesa, tomei café sozinho, pois minha mãe foi para o Ministério assim como meu pai, mas ele só ia ficar lá até a hora de me levar, depois disso ele iria voltar a trabalho.

Acabando de comer fui até meu quarto e entrei no meu banheiro, tomei banho e fiz minha higiene pessoal e novamente fui para meu quarto, me troquei e fiquei lendo a parte do Profeta Diário que fala sobre quadribol, que quem escreve é a mãe do Albus, até meu pai gritar lá do hall:

–Filho, desce são 10:29, está na hora – então pulei da cama, peguei minha vassoura que estava do lado da porta já que ontem eu a peguei para não ficar em cima da hora, e sai correndo para o hall, chegando lá, meu pai pegou minha mão, poucos segundos depois estávamos na frente de um pequeno prédio nas ruas de Londres, passando a tonteira e o enjôo toquei a campainha.

–Filho, vou indo, tenha uma boa tarde, eu venho te buscar as 21:00.

–Ok, pai, tchau – dei um abraço no meu pai ao mesmo tempo em que uma menininha abria a porta – Dia – meu pai falou saindo do abraço, no instando seguinte aparatando.

–Olá, meu nome é Molly – falou a menininha.

–Oi, meu nome é S..

–Scorpious, eu sei – que bom que ela sabia, porque eu já estava pensando que meu pai me deixou em casa errada – vi você na estação de King Cross quando fui buscar minha irmã no fim do ano letivo, pode entrar – ela me deu espaço e comecei a olhar os detalhes da casa, assim como a minha era bastante clara, mas a diferença é que eu estava num hall muito menor do que a da minha – vem comigo, o povo está na cozinha, pode deixar sua vassoura ai – ela indicou a parede e começou a andar.

Eu segui a Molly por um pequeno corredor no instante em que cheguei lá Al se levantou de sua cadeira e fez um cumprimento, então fui até a Em e dei um abraço nela, de todos naquela sala, os dois eram os únicos que não estavam surpresos em me ver, o rosto da ruiva desvairada era hilária quando ela exclamou:

–O que ele faz aqui?! – nesse momento ela parou e olhou para o Al sabendo que ele que me convidou, e do jeito que ele a olho, o que posso falar? Eu não invejava o Al por receber aquele olhar, mas não sei como o Al falou na maior tranqüilidade:

–Eu o convidei para almoçar – mas eu não podia simplesmente deixar aquela louca falar desse jeito de mim, então perguntei sobre uma coisa que ia sabia que eu sabia que ela ia ficar brava:

–Eai, foguinho? Tentou incendiar mais alguém? – ela ficou coroada demais, eu sabia que ela ia ficar assim, ela sempre fica quando eu falo da vez quando que ela incendiou o cabelo de uma menina no 2 ano.

–Cometi um erro, e você nunca me deixa esquecer, eu te zoaria também pelo que você faz de errado, mas são tantas coisas que eu nem sei o que escolher – ela saiu brava da cozinha, mas não antes de eu ver os olhos dela marejados de lagrimas, me senti mal por ter feito ela chorar, mas não é minha culpa, ela que sempre que começa, assim como ela que começou essa richa que nós temos.

Flashback on

Eu estava no 2 ano indo para a aula de Feitiços quando dois meninos da minha casa do 3 ano começaram a falar dos filhos de trouxas.

–Cara, nem sei porque existem, por mim não existia nenhum sangue-ruim.

–Né, o que me incomoda mais do que eles são aqueles que de sangue-puro que traem o próprio sangue.

Eu parei em choque, meu pai disse que no tempo dele existia muitos sonserianos desse jeito, mas falam que desde a Segunda Guerra o preconceito diminui bastante, sendo que hoje em dia, ok, pode ser que muitos da minha casa não amem os filhos de trouxas, mas chamarem eles de sangue-ruim é raro, menos quando aquela garota sinistra, Samantha, fala, para ela é a palavra mais falada, mas sem ser ela, não há quase ninguém que fale.

Então virei a esquino do corredor e vi aqueles dois meninos, e lancei a eles azarações, fazendo com que ficassem no chão se contorcendo, por minha sorte ou azar Rose, Em e Al estavam passando, Rose gritou e correu enquanto o Al ria e a Em me perguntava por que eu tinha feito aquilo. Poucos segundos que eu contei a história Rose aparece com o professor e ele me dá uma detenção e retira o feitiço dos dois meninos. Depois daquilo Al e Em viraram meus amigos, mas ai eu zoei a Weasley por ter botado fogo na cabeça de uma menina, ai ela brigou comigo, e assim foi, até hoje nós brigamos, e nos irritamos.

Flashback off

Assim que ela saiu, entrou seu irmão mais novo entrou olhando para trás, então ele disse:

–Uau, quem deixou ela as..? – então ele me viu sorrindo e continuou – entendi – e se sentou a mesa, assim como eu, sentei ao lado da Em e do Al.

Assim que sentei lembrei que tinha que perguntar aquilo para a Em, meu amigo Anthony sempre ficava me falando para eu arrumar ela para ele, porque a achava gata, mas eu sempre dizia não, porque eu não gosto de me intrometer na vida pessoal de uma pessoa, e outra porque o Al gosta dela, mas eu perdi uma aposta com ele, e tinha que cumpri-lá, então falei:

–Em, preciso falar com você.

–Ta bom – ela disse – que foi?

–Tem um colega meu da Sonserina que te acha gata – nessa hora olhei para o Alvo, ele parecia que ia soca algo – e, ahn, ele queria saber se você gostaria de ir a Hogsmeade com ele.

–NÃO! – Al gritou, por isso mesmo que eu não queria falar com ela, mas como eu fiz a aposta não tinha nenhuma outra saída, mas por que diabos eu falei na frente do Al até eu me perguntava.

–Que isso, Al? Relaxa – uau, ela é mesmo cega, os dois são, todos sabem que eles se gostam, então ela olhou para mim e continuou — Não vou para lugar nenhum com alguém que não tem coragem de me convidar para sair pessoalmente.

Suspirei de alívio — Ok, fiz minha parte, estou livre disso, agora, o que vocês fazem aqui? – perguntei olhando para o Al, ele estava com um grande sorriso no rosto, vi Em olhando estranha para ele e tive vontade de revirar os olhos.

–Sei lá, topa jogar xadrez?

–Pode ser – falei.

– Então vamos lá, você vem Em? – perguntou Al.

–Ainda não, vou lá em cima – e vi ela e ele tendo uma conversa só com os olhares, ok, é isso, os dois são mais cegos que gnomos vendados bêbados.

Eu e Al fomos até a sala de estar deixando todo o resto da família comendo o café da manhã conversando, ou fazendo a tarefa. Chegando lá, eu e ele começos o jogo, depois de um tempo perguntei:

–Cara, quando você vai falar pra Em que gosta dela? – ele olhou para mim como se eu tivesse acabado de fala que quadribol é o esporte mais entediante do mundo.

–Do que você está falando, cara? Eu não gosto da Em – não, não eu que gosto, queria responde isso, mas o que disse foi:

–Ok, mas uma dica: melhor você perceber seus sentimos antes que seja tarde demais – Alvo continuou o jogo mais pensativo, mas não voltou a falar sobre o assunto, eu também nem sei da onde vieram essas palavras, eu odeio me intrometer na vida dos outros.

Notas finais
Gente, eu penso na Sonserina assim depois da guerra, mas também nunca achei a Sonserina ruim, acho que eles são mais determinados, pode ser por motivos ruins, mas msm assim.. Espero que tenham gostando, daqui a 2 ou 3 caps é Hogwarts, ai que a hist realmente começa.