Notas iniciais
TT^TT Coisas tristes acontecerão...
A música que me inspirou, foi Yoru (noite) da minha banda preferida vistlip... ;)

Hannah chorava e chorava em frente ao caixão do irmão, Sabela estava debruçada sobre ele e Gustave chorava deixando as lágrimas escorrerem sobre a mão algemada. Em um canto um rapaz loiro chorava também, os olhos verdes estavam inchados colocou os óculos escuros e saiu mancando, sua perna esquerda estava enfaixada.

- Você me paga pai. — disse entre os dentes deixando cair uma última lágrina limpando-a com as costas da mão.

O caixão estava fechado devido ao péssimo estado que o corpo de Nathan se encontrava, foi uma morte dolorida.

Victor havia levado o pequeno até a cabana perto de um rio que já estava vermelho de tantas mortes que ocorreram ali.

- Me solta! Me solta! — gritava Nathan.

O homem apenas continuou a carregá-lo pelo colo andando até a entrada da cabana, a porta do inferno. Jogou o menino no chão fazendo quebrar seu braço esquerdo e gritar de dor.

Victor sorriu e aproveitando-se da ocasião agachou perto do menino e pegou os lindos cabelos de ouro de Nathan e puxou. Depois, bateu com força a cabeça do menino contra o chão até o nariz começar a sangrar, fez isso mais três vezes até ter certeza de que havia quebrado de vez. Pegou-o pelo braço e arrastando, o levou até uma mesa, com uma faca molhada em álcool cortou desde a sobrancelha clara, passando pelos lábios rosados e foi até o umbigo. Chgando lá, fincou ainda mais a faca fazendo que Nathan gritasse baixinho. O homem pegou a garrafa de álcool e despejou tudo no corpo já ensanguentado do menino.

Nathan estava sem forças, Victor percebeu isso e fincou a faca ainda mais na barriga rasgando em forma de zigue zague até o coração e enfiou ainda mais, fazendo que o menino morresse.

Depois de morto, uma menina de cabelo avermelhado observava o assassino do alto de uma árvore. Quando viu toda aquela cena, sentiu uma enorme raiva ao ver Victor, precisava matá-lo por bem ou por mal.

- Nããããão! — gritou Sabela quando tiravam o caixão e o levava até a cova — Meu Nathan!

Todos que estavam presentes depois daquela cena, choraram ainda mais. Hannah, olhou para a Morte que estava escondida em um canto e ela retribuiu com um sorriso.

Dois dias depois era o julgamento de Gustave que pelas provas, comprovaram que ele era inocente e as buscas pelo assassino continuaram. Hannah de tamanha felicidade pulou no colo do pai, junto com Sabela.

- Pai... -disse Hannah olhando para o chão — Preciso te contar uma coisa.

Notas finais
Er, não sou muito boa com torturas e mortes... Então me perdoem se ficou podre...