Notas iniciais
Gente eu agradeço a todos vocês!
Gi, Diana Wright, Jeanne Milk, Fada Cantatis, minhas divas lindas que foram minhas primeiras leitoras.
Filho de Atena, Viic, Giovanni Potter, que me apoiam sempre.
Garota nas estrelas, As Gabis Wolf e Karol, minhas lindas!
Isabela Carter, Melissa Ferreira, Vick, pelos comentários fofíssimos!
Laissa, pelos "posta mais" :) Coral potter Jackson, uma das minhas mais novas leitoras.
Amo todos vocês, espero que gostem do cap, e da surpresinha, que estará nas notas finais, não esqueçam de ler!

Eles chegaram ao acampamento meio-sangue, Luna ainda pensava nas palavras de sua mãe “depois eu falo com você”. Como assim? Quando? Onde? Como? Como sempre, perguntas e mais perguntas vinham a sua mente, e a deixavam confusa.

No acampamento ninguém parecia ter notado a ausência dos seis semideuses, como se eles jamais tivessem saído, como se o tempo não tivesse passado. Luna foi sozinha para a floresta, para pensar melhor. Sentou-se na grama com Lua, Estrela, e Dafne no seu pescoço.

Depois de algum tempo ali, Luna avistou uma luz prateada surgir, que depois acabou se transformando em sua mãe, Ártemis.

– Oi minha querida. – cumprimentou a deusa.

– Olá, mãe. – retribui Luna. – O que faz aqui? – continuou se fazendo de esquecida.

– Eu queria lhe perguntar o que você irá fazer. – responde Ártemis.

– Como assim? – pergunta Luna.

– Você gostaria de ser minha Caçadora? – pergunta a deusa da caça. Luna hesita, mas simplesmente responde:

– Não.

– Como não? – Ártemis franze a testa.

– Não. Mãe, não é pelo fato de eu estar apaixonada ou coisa assim, meninos são idiotas e sempre serão. – responde a Criança da Lua.

– É o que então?

– A questão é a imortalidade. – explica ela.

– Mas normalmente é a imortalidade é o que mais desejam! – fala a deusa.

– Por isso mesmo! A maioria não reflete muito sobre isso. Só quer viver para sempre e pronto! Eu quero viver minha vida mãe! Imortalidade não é viver para sempre, é existir para sempre, e eu não quero isso! Eu quero crescer, ser livre. Olhe não me leve a mal. É que eu também gostaria de tentar uma nova chance com a minha outra família, a mortal, visitá-los. Eu tenho amigos aqui, a Annie, a Sofi, não vou deixá-las. Eu amo este lugar, viver aqui sempre foi meu sonho. Amo minha outra vida também, não posso simplesmente abandonar tudo isso! – rebate Luna.

– Sabe, concordo com você, suas razões são sabias. – fala Ártemis.

–... E além do mais eu já tenho todos os poderes que uma caçadora tem, então do que adianta? E... Espera aí, o que a senhora disse? – Luna continua.

– Eu disse que concordo com você! Está tudo bem! Querida você tem razão. Não se pode abandonar amigos. Se você quiser ajuda para convencer o seus “outros” pais, estou a disposição. – diz Ártemis.

– Oh! Obrigada mãe! Quero ajuda sim, vai ser um pouco difícil convencê-los.

– Ótimo, depois eu volto aqui, nós mandamos uma mensagem de Íris para eles. – Ártemis fala.

– Valeu mãe, até logo! – Ártemis desaparece.

Depois de alguns minutos, Luna retorna ao bosque com um dracma de ouro. Com a ajuda de Ártemis Luna criou um arco – íris usando a água cristalina de uma pequena cascata ali por perto, e o restinho da luz do sol.

Os pais de Luna se encontravam na cozinha, e tomaram um grande susto. Ficaram encarando os rostos das duas arqueiras do outro lado da névoa.

– Olá pai! Oi mãe! – fala Luna sorrindo.

– Filha?! Onde você está? Você está bem? Quem é ela? – dispara sua mãe, Ester Moonlight. Ela possuía cabelos cor de mel e olhos verdes bem amarelados. Seu pai, Henrique Moonlight era moreno, com olhos também negros.

– Calma mãe! Eu estou bem! E vou direto ao ponto. Sou uma semideusa, estou no acampamento meio-sangue, e esta aqui é a minha outra mãe, a deusa Ártemis. – responde Luna em um fôlego só.

– Não brinque comigo mocinha! – diz Ester.

– É verdade Sr. e Sra. Moonlight. Prazer, meu nome é Ártemis. Sou deusa da caça, animais e florestas. Todos nós deuses somos reais. Sua filha, ou melhor, nossa filha, estava correta o tempo todo, a mitologia existe. Luna quer conversar com vocês pessoalmente, venham até a meio-sangue, ela se localiza em frente a sua casa, depois da floresta, tem um grande pinheiro no topo, não tem como errar. – ajuda Ártemis.

– Tudo bem! – os dois concordam. Então a imagem desaparece.

Luna e Ártemis esperaram na colina, ao lado do pinheiro. Minutos depois de chegarem lá, já avistaram os senhor e senhora Moonlight, subindo a colina meio-sangue.

– Filha! – falaram Ester e Henrique em uníssono, abraçando Luna.

– Você nos deixou tão preocupados! – diz Henrique.

– Pai, mãe, aqui é o meu lugar, juro que vou voltar para vocês, mas é melhor que eu fique aqui até o reinício das aulas. – diz Luna.

– Ela é uma semideusa poderosa, o mundo lá fora é um tanto perigoso para ela. – Ártemis entra na conversa.

– Mas isso não existe! Deuses e magia são tudo mito! – discute Henrique.

– Mas pai, mito em grego, não quer dizer mentira, e sim palavra final, ou seja, a palavra da razão. – justifica Luna. Que ergue a mão e nela surge uma luminosidade forte e prateada. Depois ela fecha o punho e a luz some.

– Tudo bem filha, acreditamos em você. E juramos nunca mais discordar de você, querida! – fala Ester.

– Em fevereiro buscamos você! Mas nos explique melhor essa história. – fala seu pai.

Luna lhes conta tudo, sobre seu nascimento, amigos, sobre a missão. Sobre o acampamento, enfim, tudo. Eles pareciam, por uma das primeiras vezes, compreender, e escutar. Quando Luna terminou, Ártemis comentou:

– Eu me orgulho muito dela, vocês também deveriam.

– Claro! – falam os Moonlight.

Eles conversaram mais um pouco, depois se despediram, e foram embora. Ártemis também. Luna voltou ao acampamento. Contou aos amigos, Thalia entendeu a história de Luna não querer ser caçadora. E Sofia ficou bem feliz com isso.

Naquele dia Luna e Sofia receberam seus colares de contas. O de Luna tinha uma lua. E o de Sofia, uma coruja. Luna também colocou no seu colar, o pingente lunar protetor, dado por sua mãe.

– Então é isso? – Sofia pergunta à Luna.

– Sofi, histórias não terminam, a pessoa pode até mesmo morrer, porém se ela mudou algum mundo, de alguma forma, sua história jamais será esquecida. Este não é o fim, é apenas o começo. Quantas aventuras ainda teremos pela frente! Nós ainda temos muita coisa para viver, e muita história para fazer.



Notas finais
A surpresa é.....
Terá uma continuação, A criança da Lua 2, 3, 20 kk
2o eu não sei kk mas 2 vai com certeza! Vai demorar um pouquinho mas vai ter!
Como a Luna disse, não é o fim, é só o começo!
Bjs amo muito vocês, comentem.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!