Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS FINAIS! Hey pessoinhas lindas e divas! É, eu sei, vocês querem me matar porque eu fiquei 100000000000000000000000000000000000000 anos sem atualizar a fic! Mas vocês não podem porque aí a fic acaba de uma vez :3 Coisa linda, hein? Sim, eu me lembro que eu falei que não iria sumir e aí eu meio que sumi (NarraçãoSeiLáQuem: Aaah, jura que você sumiu? Nem percebi!), mas eu tenho boas desculpas: estava viciada em Bleach. Além disso, eu tive que dar conta daquela coisinha que nós conhecemos como vida e é bem importante, sabe? Então é isso. E se quiserem brigar comigo nos comentários, eu mereço, de boa. ~ Lembrem-se de que eu fui muito boazinha com vocês, e não me matem nos capítulos mais pra frente, beleza? ~ Agora, leiam o capítulo e nos vemos nas notas finais (e aqui aparecem as Selecionadas que não apareceram no capítulo 32, e quem apareceu nele não aparece aqui)

Não se passava muito das oito da manhã e as Selecionadas restantes estavam prontas para mais uma das aulas de Zeus. A maioria bocejava de sono graças ao imenso dever de casa concedido por Atena na noite anterior.

– Olá, garotas! – O rei do Olimpo, apesar de sério, deixava que um pequeno sorriso de simpatia tomasse os seus lábios. – Hoje anuncio que as aulas estão suspensas.

As meninas entreolharam-se. O que estava acontecendo? De terça a sexta elas tinham algumas aulas e não viam exceção para não terem naquela quinta. Seria outra festa?

– Por toda a Seleção vocês, garotas, tem tendo aulas com nós, olimpianos. Entretanto, elas não passam da metade do básico que vocês precisam aprender, pois o conteúdo realmente importante ensinado é na Elite. – Zeus parou por um instante, mas logo continuou. – Porém o mais importante na Seleção não é vocês aprenderem, mas sim interagirem com meu filho Nicolas. E a Elite é uma parte essencial para isso. Então, eu e os outros deuses chegamos a um consenso de que seria melhor diminuirmos os números de dia de aulas por semana para três: terça, quarta e quinta.

Exultantes, as garotas comemoraram, mas sem perderem a compostura.

– E, para vocês não ficarem prejudicadas, iremos fazer uma maratona de estudos. Acompanhem-me.

O deus dos raios pegou uma chave de seu bolso e caminhou até a porta.

– Essa chave é uma chave especial, criada por Hécate a meu pedido. Ela dá acesso a uma “casa” secreta do Olimpo, que é aberta quando insiro essa chave em qualquer fechadura daqui.

Assim dito, Zeus pegou a chave que reluzia fortemente um brilho dourado, inseriu na fechadura e girou. Logo em seguida, abriu a porta e, invés de dar para o corredor, dava para uma enorme casa moderna.

As semideusas olharam impressionadas. As paredes cor de creme lembravam as de casas modernas, diferentes das normais do Olimpo, que sempre vinham acompanhadas por quadros ou estátuas. O local era preenchido por uma sala enorme, uma cozinha americana, uma sala de jantar com uma mesa de madeira enorme e detalhada, uma área verde com belas e exóticas plantas e, por fim, uma escada que levava ao segundo andar.

– Essa é a área de lazer. O segundo andar é onde ficam os seus quartos que, ao invés de serem divididos em chalés, serão um para cada Selecionada. Vocês terão ninfas ao seu dispor, então qualquer coisa é só pedir. – Zeus explicou, para então se virar para as Selecionadas. – Essa casa pode ser aberta por qualquer porta, então nós deuses decidimos usá-la para não perdermos tempo levando-as para os locais de estudo. Vocês ficarão aqui por doze dias, sem contar hoje. Cada um desses dias vocês passarão com um deus do Olimpo, que irão ensiná-las suas respectivas matérias. Aproveitem o dia de hoje para descansarem e prepararem-se.

Após a fala, o deus do Olimpo despediu-se das Selecionadas e saiu pela porta, deixando-as sozinhas.

A maioria das garotas subiu em direção aos seus quartos, mas Carolina e Bianca sentaram-se confortavelmente no sofá da sala.

– Então, Bianca, eu andei pensando. Na nossa aliança, só temos nós duas, e isso me incomoda, porque “o número” é o três, então eu estive pensando em chamar mais alguém para a nossa aliança, o que acha? – Perguntou Carolina.

– Tá, tá. Espera só dar a propaganda. – A filha de Deméter respondeu com os olhos fixos na televisão.

A ruiva, filha de Hefesto, apenas deu uma olhada no programa, aparentemente um seriado chamado “Demigood Mission” que passava no que parecia ser o “Olympus Chanel HD”. Com um leve sorriso, ela apenas esperou um anúncio da “Poção de Amor Afrodite – E nenhum homem resistirá aos seus encantos” para levar a amiga ao andar de cima.

– Então vai ser ela mesma? – Bianca perguntou, animada.

– Sim. – A aliada da mesma confirmou. – Ei, Adelaide! Precisamos falar com você!

A loira virou-se na direção das duas e, com um sorriso, disse:

– Hum... Pode falar!

– Queríamos saber se você gostaria de entrar para a nossa aliança, já que precisamos de mais uma Selecionada nela! O que me diz? – Perguntou amavelmente Carolina.

– Claro, mas eu já estou em uma aliança com a Daenerys, então se ela puder entrar, eu entro!

– Bom... Iremos pensar. Mas considere a possibilidade de só nós três estarmos em uma aliança, tudo bem? – Bianca falou dessa vez.

...

O relógio digital indicava que eram três da madrugada, mas a loira não conseguia sequer fechar os olhos.

As preocupações preenchiam a cabeça de Daenerys e tudo o que a filha de Afrodite queria era um espaço para isolar-se e pensar.

– Talvez um copo de leite ajude... – Ela murmurou para si mesma enquanto saía do quarto e descia o lance de escadas.

Ela tinha acabado de descer o último degrau quando o barulho de passos ecoou pela casa.

– Tem alguém aí? – Ela perguntou com uma pequena nota de temor na voz, mas sem respostas. – Deve ser a minha imaginação.

Sem mais delongas, ela se dirigiu à cozinha e estava prestes a se sentar em uma das cadeiras quando, ao virar para trás, avistou uma figura sombria misturando-se com as trevas de escuridão noturna.

Apesar da evidente surpresa, a garota pôs-se em posição de ataque, pronta para lutar contra a criatura, quando ouviu uma voz familiar.

– Calma aí, moça. Você não é a única que pode fazer um lanchinho da meia-noite, sabia? – O ser aproximou-se, revelando mechas castanhas caindo sobre o seu rosto: Malia James Tate.

– Que susto! – Daenerys arfou, mas com um evidente alívio. – O que faz acordada essa hora?

– Como eu disse, fazendo o lanche da meia-noite. Eu acabei de chegar nesse andar. – Respondeu Malia enquanto se dirigia à geladeira.

– É que sabe, não é meia-noite, mas sim três horas. – Informou Daenerys assim que terminou com o leite em seu copo com um único gole.

– Até onde eu saiba, não tenho cara de relógio para saber as horas exatas. – A voz da filha de Hades era fria como gelo.

– Desculpa se ofendi. – A loira sentou-se em uma cadeira. – É só que... Ah, esquece.

– O que foi? Agora fiquei curiosa. – A garota de cabelo castanho acompanhou-a.

– Nada, só pensei que talvez você pudesse ter o mesmo problema que eu.

– Que nesse caso seria...?

– Bem, antes de eu virar uma semideusa, eu era uma mortal comum. Uma mortal comum bastante popular, mas sempre tachada de burra e... Eu estou com medo de ser tachada de burra, caso eu não consiga acompanhar a maratona de estudos.

– É só isso? Pensei que fosse algo mais.

– Como assim é só isso? Se eu for tachada de burra na Seleção, tudo pode dar errado agora!

– Por exemplo...?

Os olhos azuis de Daenerys fitaram confusos Malia, sem entender a dúvida dela.

– Tudo! Você já ouviu falar de uma princesa burra? Não! E se eu for tachada de burra, não ficarei muito tempo na Seleção.

– E você está aqui pelo príncipe, e não pela coroa, certo? – Perguntou Malia, que foi respondida com um aceno positivo da cabeça. – Então não se preocupe com isso. Se você ama Nicolas e for correspondida, ele vai te escolher no final, independente do que você seja chamada. Além do mais, ninguém burro chegaria a essa conclusão.

Um pequeno sorriso iluminou os lábios da Selecionada filha de Afrodite.

– Obrigada, isso fez me sentir muito melhor.

– Tá, mas não conte com a minha ajuda para conselhos, porque eles são péssimos. – Disse a semideusa descendente do deus do submundo, levemente emburrada. Entretanto, essa reação só provocou risos na outra.

– Tudo bem. Ei, você gostaria de se juntar numa aliança comigo e com a Adelaide? – Perguntou Daenerys.

Malia abaixou a cabeça, mas o seu olhar sem contentamento era perceptível do mesmo modo.

– Acredite, é melhor não. Eu não sirvo para alianças. – Um lampejo do que parecia tristeza apareceu no olhar de Malia, enquanto esta saía do sofá e direcionava-se para a escada. – Eu sou uma loba solitária.

Notas finais
O que será que significa essa última frase da Malia, hein? Eu seei, mas não vou contar logo, porque sou malvadaaa! Bem, o capítulo está grandinho pros padrões da fic, então estou perdoada? :3 Tá, tudo bem, não. Enfim, o mais importante que eu quero falar é que ninguém votou para a eliminação de uma Selecionada. No começo, eu fiquei triste com vocês, mas depois fiquei feliz, porque se ninguém votou, vai ser melhor, já que assim poderia sair uma Selecionada que não o merecia. Por isso, a partir de agora eu só vou tirar quem tiver menos comentários, okay? E para as curiosas, os dias da maratona de estudo estão "ligados" com o número do chalé de cada deus olimpiano, ou seja, dia 1 = chalé 1 (Zeus); dia 2 = chalé 2 (Hera); e assim por diante. Beijos, - Floco de Verão.