A Coroa

6 Capítulo 5: Estranho...


Notas iniciais
Bem gente, é nessa parte da história que eu queria despertar curiosidade em vocês, e espero fazer isso bem. por isso espero criar um baita ponto de interrogação em vocês kk Na verdade essa história ainda vai causar várias perguntas kk Eu espero que no final (coisa que eu já tenho em mente em como vai ser. E vai ser incrível, como se fosse a Kiera escrevendo rsrs) eu espero que vocês amem muito.

*Após já estar satisfeita espero todos na minha mesa terminarem e chamo Sílvia para dizer que o baile poderia acabar em meia hora mais ou menos, pois os convidados já estavam ficando sem ter oque fazer. Foi então que Maxon se levantou e caminhou decidido até os músicos, num canto do salão e lhes disse algo. Logo, enquanto voltava para nossa mesa, os músicos começaram a tocar uma valsa. Uma música lenta e que eu não conhecia, mas era linda. Maxon parou a minha frente e me estendeu a mão*

–Me concederia uma dança minha querida?

–Tirando o "minha querida" eu aceito.

*Pego a mão de Maxon, e ele e eu caminhamos a té o centro do salão, o único lugar em que não haviam cadeiras, como se aquilo tudo da dança já houvesse sido combinado*.

*Ele segurou em minha cintura e pegou minha mão. Repousei minhas mãos em seus ombros e o olhei sorrindo*.

–Da primeira vez pisei em seu pé, lembra?

–Ah se lembro.

*Ele diz relembrando e rindo. Logo começamos uma dança lenta e cheia de sentimentos. Todos estavam virados para nós, de olho e cada movimento nosso. Até Kriss e seus amigos desconhecidos estavam nos olhando. A imprensa nos filmava e Gavril se esforçava para não chorar de emoção*.

*Dois passos pra esquerda, dois para a direita, um para trás, um para frente. E assim em diante*.

*Depois de alguns minutos, só eu e Maxon no centro do slão dançando, outros casais começaram a se formar e se juntando a nós. May se juntou a Gerard sem se importar com o tamanho. Ela era bem mais alta que ele, mas até que formavam um bom par. Mamãe logo olhou triste para o chão, pensando em como seria se papai estivesse ali naquele momento, mas um moço tocou em seu ombro delicadamente perguntando oque houve. Ela o olhou e sorriu, disfarçando a dor que em seu peito começava a se formar, novamente*.

*Ele a chamou para dançar, e pela minha surpresa, ela aceitou. Os dois se juntaram e começaram a dançar sorrindo. Mamãe parece ter esquecido a dor. Estava feliz por ela. E que aquele seja o começo de uma relação*.

*Tudo estava tão perfeito. Meus olhos estavam grudados nos de Maxon. Era como se voltássemos ao começo da seleção. Tudo tão... bom. Só sobraram 3 pessoas no salão que não estavam dançando. Kriss e mais dois outros caras. Eles estavam conversando como se estivessem disfarçando algo e se esforçando para não olhar diretamente para nós, eu e Maxon*.

–Eu te amo Meri.

–Eu te amo mais.

–Eu te amo muito mais.

–Eu te amo muito muito mais.

–Nem venha com esse joguinho. Você vai cansar de tanto ter que repetir a mesma coisa, porque eu não vou parar de falar que te amo mais.

–É, acho melhor levantar a bandeira branca. Eu desisto, você ganhou. Você me ama mais.

–Rá Rá. Eu ganhei!

–Mas saiba que no fundo, sou eu que te amo mais. Desde o primeiro momento que te vi. Eu te amo Meri. Muito muito muito. Não pretendo perder você. E nunca vou perdê-la, porque eu vou estar sempre com você e nunca te deixarei sozinha. Juntos até o fim.

–Até o fim. Juntos.

–Pro que der e vier.

*O abraço enquanto dançamos e ficamos girando no meio do salão junto com os outros casais até umas 8h da noite. Foi quando Sílvia andou até perto de mim e Maxon e perguntou se ela podia liberar uma funcionária para ir até Carolina, pois era uma emergência. Fiquei pensativa por um momento mas Maxon cedeu dessa vez e Sílvia foi avisar a tal funcionária de que ela já poderia sair e fazer oque devia fazer, seja lá oque fosse*.

–Oque será que é tão importante assim?

–Não sei, mas se é importante para ela, que ela vá e resolva seus problemas.

*Concordei com Maxon e continuamos dançando. Foi quando notei a falta da presença de Kriss e de seus acompanhantes. Olhei em volta e eles não estavam em lugar algum. Talvez tivessem ido ao jardim ou passeado pelo palácio, mas algo dentro de mim me dizia que algo de ruim aconteceria*.