Notas iniciais
- Este capítulo é apenas uma introdução. O resto será bem mais... "Emocionante".

- Espero que comentem :D

- PAI! A limusine chegou! – Gritou Jasper, fazendo sua mãe, Alexandra, ficar irritada. – Vamos logo! Quero ir para a Itália hoje, de preferência.

Jasper era um típico americano. Possuía uma pele morena, cabelos em uma cor de caramelo. Seus olhos são castanhos claros, que combinava com o “mini” terno marrom dele. Era um dia de chuva, onde a grama do lado de fora da mansão branca ficava com lama sob ela. Sua mãe, Alexandra, era afrodescendente. Ela possuía um cabelo, cacheado, lindo e negro. Seus olhos tem uma coloração escura. Seu pai tem uma cor loiro-escura, possui uma pele clara e olhos azuis-escuros. Nas mãos de Jasper, uma mala e uma bolsa eram notadas pelos empregados da casa, que se despediam dele e do pai, pois a mãe iria se manter nos estados unidos, segurando as finanças e deveria participar de um congresso em nova York.

- Jasper, poderia gritar menos? A Itália não vai fugir do lugar! – Falou a mãe, fingindo estar aborrecida. – Se acalme.

O pai de Jasper, Charles, desceu as escadas em direção a porta usando um terno negro com uma gravata vermelha, dando um beijo em Alexandra e saindo com o filho. O céu estava encoberto por muitas nuvens, deixando o ambiente sombrio. Eles iam passar duas semanas na Itália, o local onde Charles havia nascido. O chofer abriu a porta de trás, indicando para que os dois entrassem na limusine. Quando entraram, havia uma televisão que passava o “Duro de Matar 4.0”, e Jasper começou a assistir, enquanto Charles fitava a chuva enquanto o carro enfrentava o trânsito peculiar até o aeroporto.

- Pai, você tem algum amigo lá? – Perguntou o garoto ao pai.

Charles fechou a cara, lembrando de seu passado. Não, ele não tinha muitos amigos de infância... Apenas inimigos.

- Bom, eu acho que todos se mudaram. – Mentiu o pai. – Duvido que tenha alguma pessoa lá de meus passados.

O rapaz deu de ombros, voltando ao filme, não vendo a hora de chegar ao aeroporto.

[...]

O garoto fitava os pacotes de jujubas nas vitrines das lojas que vendiam “coisas” para a viagem de todas as pessoas no aeroporto, onde cobravam (muito) caro por essas “coisinhas” como balas, jujubas e chicletes. O avião boing esperava no lado de fora, pronto para todos subirem. Os Theodores (Jasper e Charles) foram um dos primeiros à entrarem, pois estavam na primeira classe. No avião, havia três fileiras: Uma fileira com três bancos no meio e duas fileiras semelhantes nas janelas. Foi feito para aguentar muitas pessoas e para viagens longas. Charles olhava todos os bancos, como se estivesse procurando algo.

- Ahn... Pai? Está bem? – O rapaz fitou o pai, que olhava para o filho como se pensasse em uma nova mentira.

- Ahn, bem... Estou querendo ver se tem alguma pessoa que conhecemos viajando aqui também... – Falou apressadamente.

No lado de fora, o vento frio fazia com que a respiração quente no vidro o embaçasse. Na tela que fica preso no banco da frente, relatava que o frio do lado de fora chegava até menos cinquenta e dois graus celsius. Todos no avião estavam dormindo, menos Jasper. Ele procurava algum filme bom para assistir, já que estava com “água na boca” pois assistiu Duro de Matar 4.0 na limusine.

- Invasão á casa branca? Não... Vingadores? Já vi... Guerra ao Terror? Não gostei... – O menino sussurrava com ele mesmo. – Ah, melhor eu assistir amanhã.

Porém, no banco do lado, um rapaz de vinte e dois à vinte e quatro anos o olhava escondido por de baixo do capuz do sobretudo. Charles havia notado o cara, porém não havia dito nada até eles saírem do avião.

[...]

- Finalmente! Minhas pernas já estavam dormentes! — Disse o garoto ao ir em direção da esteira rolante para pegar suas malas. – Itália, aqui vamos....

- Ah não... – Charles falou em um tom baixo. – Fique aqui, filho... Tenho que resolver uma coisa no banheiro... Acho que minha carteira caiu no chão.

Mas, mesmo desconfiando de seu pai, Jasper assentiu com a cabeça e deixou ele sair. Charles sorriu, pelo menos até seu filho parar de ver seu rosto, quando o mesmo entra no banheiro escondido e... O rapaz do avião também o segue.

- Belo dia, né? – Perguntou Charles ao rapaz, tentando pensar no que fazer.

- Sim, Charles... Belo... – O rapaz foi interrompido quando nota que o pé de Charles pressiona seu pescoço contra a parede.

- Só irei perguntar uma vez... – Perguntou em um tom leve, porém assustador. – Como sabe meu nome e por que está me seguindo?!

- Antes, me chamo James, James Sullivann, filho de... – Se apresentava.

- Theodore Sullivann, o fundador da coorte. – Há muito tempo não escutou este nome. – O que vocês querem? Larguei essa vida a muito tempo.

Aos poucos, Charles largou o pé do pescoço de James, que esfregou o mesmo, sentindo dor.

- Meu... meu pai morreu, e agora Lensheer está no poder, e ele quer vingança. Já sabem que estão aqui. – Ele ficou com a face chateada. – Meu pai gostava de vocês, e ele queria protege-los... Então irei fazer isso! Saia da Itália... Já! Antes que...

De repente, Jasper entrou no banheiro e notou que seu pai falava com um rapaz, que fingiu não os conhecer e saiu do local.

- Ahn, pai... Achou sua carteira? – Perguntou Jasper enquanto olhava James sair do recinto.

- Sim, sim... Agora vamos! Itália nos espera! – Ele notou que James estava os olhando de longe, com um olhar de quem iria até um velório.

[...]

- Meu senhor, sabemos que Sullivann está ajudando os Watson. Devemos eliminá-lo?

O local onde estavam era cercado por estátuas negras de lordes da coorte das sombras. O som da voz do súdito ecoava nas paredes do esconderijo subterrâneo. Em um trono, negro, um homem se levantou. Tinha cabelos brancos, porém curtos. Sua roupa era uma roupa ninja tradicional, porém com apetrechos de ferro em alguns pontos. Nas costas, duas katanas podiam ser vistar por seu reflexo.

- Tudo bem, , eu tenho meus própios planos... – E começou a gargalhar, enquanto seu filho, Iorran Lensheer, estava sorrindo. Ele seria o destruidor dos Watsons e o herdeiro do trono. – VIVA À COORTE DAS SOMBRAS E O LORDE LÂMINAS SOMBRIAS!

Notas finais
- O que acharam? Pegaram o enredo? Escrevam aí!

- Movidas por comentários.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.