A Conspiração Invisível

2 PARTE 1: O assassinato


Peter é um garoto órfão de apenas seis anos que vive no orfanato: santa cássia em illinois. Seu pai e sua mãe foram assassinados quando ele tinha três anos, os culpados não foram pegos e nem julgados.

No orfanato Peter conhece uma garotinha chamada Olivia de seis anos, que ficou órfã primeiro de mãe que não resistiu ao parto. Depois o pai que morreu de câncer. Mas o destino decide separá-los, Olivia é adotada por uma família rica que mora em Nova York. Peter fica sozinho novamente. Nos dois primeiros dias ele não sente a falta dela, mas depois do terceiro ele passa a chorar pelos cantos do orfanato.

Alguns meses depois ele também é adotado pela família Bishop que mora em Illinois. Uma família humilde, que tem apenas o amor a lhe oferecer.

Na casa dos Bishop, Peter conhece Luana Bishop filha verdadeira de Lisa e Walter Bishop. Luana o recebe como se ele fosse de sua família.

Luana é uma garota de sete anos que vive com seu pai e sua mãe em illinois. Luana é uma menina loira de cabelos cacheados e olhos castanho.

Já Olivia recebe calorosas boas vindas de Fabio de oito anos. Fabio tem cabelos negros e olhos verdes com uma pequena pinta de galã.

Depois de dez anos o destino decide juntá-los novamente. Olivia visita Illinois em seu aniversario de dezesseis anos.

Quando chega a Illinois com esperança de ver Peter novamente vai ao orfanato:

— Com licença? Queria saber se Peter ainda esta aqui?

— Desculpe, mas ele foi adotado há dez anos.

Olivia se vira pensa o que fazer e pergunta:

— A senhora pode me informar quem o adotou?

— Desculpe, mas não temos mais registros daquele ano, eu sinto muito.

— Tudo bem — Olivia abalada se vira e sai — Tchau e obrigada.

Na mesma hora em que esta saindo do orfanato Peter esta passando na rua, mas Olivia não o vê e vai embora, mas Peter da meia volta para perguntar de Olivia no orfanato quanto vê ela do outro lado da rua ele chega de fininho por traz dela e lhe tapa os olhos:

— Adivinha quem é? — Pergunta ele.

— É você Peter?

— Sim

Ele tira a mão dos olhos dela Olivia se vira e lhe da um abraço bem apertado:

— Quanto tempo em Olivia?

— Dez anos, mas eu nunca deixei de pensar em você.

— Somos dois porque eu também nunca deixei de pensar em ti — Peter abaixa a cabeça por alguns segundos e completa — Você vai embora de novo?

— infelizmente

— Então venha conhecer minha família.

Peter a puxa e os dois saem correndo e pulando de felicidade pelas ruas. Ao chegar à casa dos Bishop Peter apresenta Luana, Olivia fica com um pouco de ciúme no início, mas logo se acostuma com a presença dela por perto. Depois ele apresenta sua mãe Lisa que se identifica com Olivia, após algumas palavra com Lisa Peter puxa Olivia para que conheça seu pai Walter.

Seu pai o puxa de lado e pergunta:

— É sua namorada?

— Não sei muito bem

— Ela é bonita se ainda ao são namorados se aproxime dela.

— Pai

— Ela é menina e você um menino porque não?

Peter sai da conversa vermelho de vergonha.

Os dois vão ao parque para conversar:

— O que o seu pai estava te falando?

— Se você era minha namorada.

— E o que você respondeu?

— Que não sabia direito.

— Acho que você já pode confirmar para ele — E lhe beija.

Os dois ficam ali por um bom tempo colocando a conversa em dia, os dois vão de mãos dadas embora.

Quando chega em casa, Peter pergunta a sua mãe:

— Olivia pode ficar no quarto de hospede?

—Sim, mas e as roupas dela?

— Nós vamos buscar — E saem correndo, mas Peter volta da um beijo em sua mãe e completa — Obrigado mãe.

— Luana você vai no mercado pegar uns pés de alface pra mim fazendo um favor.

— claro mãe.

Luana vai ao mercado a algumas quadras de sua casa fazer um favor para sua mãe.

Dez minutos depois Peter e Olivia chegam e encontram a porta aberta o que é estranho, pois sua mãe nunca deixa a porta aberta. Quando eles entram na cozinha encontram Lisa morta com dois tiros na cabeça os dois saem correndo para ver se Walter e Luana estão bem, infelizmente Walter também estava morto com dois tiros na cabeça. Luana por sua vez não estava em casa e, portanto escapou do latrocínio.

Quando Peter vai chamar a policia encontra um papel de baixo do telefone com uma escrita estranha:

“Mae'n rhaid i chi ddysgu i fyw gyda'i gilydd yn unig i ddod yn un ohonom ni.
Pan fyddwch yn cyfieithu tocyn hwn eich bod yn gwybod eich bod yn barod.


Llofnodwyd: Cynllwyn ANWELEDIG”

Eles não entenderam nada, mas guardou para tentar procurar alguém que soubesse traduzir.

Já com a policia em sua casa Luana chega e vê pela porta sua mãe no chão com muito sangue em volta e dois furos na cabeça ela não suporta a cena e desmaia, logo é socorrida pelos paramédicos que ali estavam.

No interrogatório Peter e Olivia não contam sobre o bilhete que encontraram de baixo do telefone.

Algumas horas depois Luana acorda no hospital com uma baita dor de cabeça, e pergunta ao Peter se era mesmo a sua mãe que ela tinha visto deitada no chão da cozinha. Peter demora um pouco para responder, mas quando responde imediatamente os dois caem em rios de lagrimas Olivia tenta animar os dois, mas sem sucesso.

Enquanto Peter descansava do lado de fora do quarto se lembra de seus pais verdadeiro que tinham sido assassinados da mesma maneira que os Bishop.

Peter pega o bilhete que tinha guardado no bolso e dá uma olhada para ver se reconhece alguma palavra, mas infelizmente não:

— Com licença o senhor sabe qual língua é essa? — Pergunta um homem de idade avançada em uma cadeira de rodas que esta sentado ao seu lado.

— Não, e o senhor?

— Sei a língua, mas não sei decifrar só reconheço uma palavra “ddysgu” que significa “aprender” eu ouvi muito isso do meu professor.

— Que língua é?

— Egípcio antigo eu só conheço uma pessoa que saiba traduzir isso.

— Quem?

— O professor Mauricio é diretor da universidade de Nova York.

— Será que se eu for até lá ele traduz isso para mim?

— Sim ele é um cara muito legal ele iria fazer com o maior prazer.