A Conspiração Invisível

6 PARTE 5: O terceiro enigma


Depois de terem descoberto qual era o segundo enigma ficou um tanto quieto na sala.

— Esta bem agora o ultimo enigma, Anda.

— Calma meu querido Peter uma coisa de cada vez. Agora eu vou lhe dar o ultimo enigma, ultima barreira para a tradução.

Mauricio pega um papel em branco e começa uma pequena oração, dobra o papel e da na mão de Peter e lhe pede para que não abra antes de chegar a sua casa. Peter concorda e sai.

Quando eles chegam á casa de Astrid abem o papel que estava escrito assim:

“Você não deve seguir sozinho tem, o coração, mas a força necessária para ir adiante, puro, mas não forte o suficiente para seguir, para continuar tome cuidado nessa jornada ela pode ser perigosa e traiçoeira. Não tente continuar sozinho o caminho fique junto dos amigos peça ajuda quando necessário, mas não tente seguir sozinho.”

— O que isso significa?

— Não faço a menor ideia Peter — Responde Astrid desapontada.

— Nós temos que resolver esse enigma rápido — Murmura Fábio para Luana.

— Eu sei, mas não fazemos ideia como.

— E então Astrid nada? — Pergunta Peter tentando recuperar as esperanças.

— Não, eu sinto muito, mas não devemos perder as esperanças, pois lembrem a esperança é a ultima que morre — E então completa desapontada — Vão embora e amanhã bem cedo você voltam mais descansados e tentamos mais um pouco, falo para o motorista leva-los, ok?

— Você tem razão, vamos embora e amanhã bem cedo voltamos — Concorda Peter.

Todos saem da casa e vão a o carro.

— Tchau, Lincoln vai leva-los até onde estão hospedados.

— Tchau, e obrigado por tudo — Agradece Peter.

Eles entram no carro e vão a caminho do hotel discutindo sobre o enigma.

— Como vamos resolver esse maldito enigma? — Pergunta Fabio aos outros.

— Eu não sei, pois os outros foram a Astrid que resolveu — Responde Peter desanimado e de cabeça baixa.

— Olha aqui! — E todos olham para Luana pensando que ela teve uma ideia — Podemos não conhecer história, mas vamos resolver esse enigma como todos os outros, tenho certeza disso.

— Você tem razão Luana — Comenta Peter e completa — Nós podemos resolver esse enigma, podemos não, vamos resolver ele como ostros dois — Termina com um sorriso no rosto e com sua esperança e volta.

Quando chegam ao hotel todos sobem pensativos.

Quando entram no quarto percebem que tudo esta revirado.

— Mas o que aconteceu aqui? — Fábio assustado pergunta aos de mais.

— Não faço ideia, mas a pergunta certa é como entraram? O que procuravam? — Responde Luana assustada.

— Vamos a policia — Comenta Olivia.

— Não Olivia, acho melhor deixar a policia de fora.

— Mas Peter, é o melhor a fazer.

— Não Olivia ela já esta muito ocupada com assassinatos e roubos, para que se preocupar com uma invasão domiciliar.

Todos entram perplexos, tentando adivinhar que poderia ter feito isso, mas com pessoa em mente, Professor Mauricio.

Mauricio era o primeiro a ser citado como suspeito, pois estava os fazendo perderem tempo para descobrir uma tradução fácil para ele.

Eles arrumam tudo e vão dormir depois das duas da madrugada. Todos vão para a cama bem exaustos.

Todos eles dormem como nenéns exceto Peter que tem um sonho turbulento e sonha que não conseguido desvendar o enigma e ele vai preso por assassinar Mauricio e nisso Olivia, Luana, Astrid e Fabio ficam desapontados com ele, por ter cometido tal crime.

Ele acorda no meio da noite muito assustado e vai tomar um copo de água e novamente avista um rosto o observando que some quando ele o vê, Peter se lembra de quando isso aconteceu dias antes. Peter fica assustado novamente, ao mesmo tempo nervoso por não ter conseguido distinguir o rosto do homem que o vigiava. Ele volta para a cama e dorme até às nove horas.

Ele acorda e vai tomar café e se depara com um bilhete colado na geladeira:

“Você estava dormindo tão bem que preferimos não acordá-lo. Luana”.

Peter toma o café sozinho e com pressa para encontrar com os outros na casa de Astrid.

Quando ele sai para chamar o taxi tem a sensação de estar sendo observado, Peter olha para todos os lados, mas não percebe ninguém o observando.

Ele chama o taxi e entra, quando o taxi começa a se movimentar um carro preto começa a segui-lo de longe para não ser percebido, mas acabou sendo em vão com a sensação de novo ele olha para traz e vê uma Mercedes preta lhe seguindo de longe, ele pede para o taxista despistá-lo, e o taxista entra em uma pequena rua e vira na primeira rua a direita antes que o carro o avistasse de novo. Quando eles voltaram ao trajeto a Mercedes não estava atrás deles.

Peter chega à casa de Astrid e toca a campainha Fátima é que o atende.

— Olá senhor Peter.

— Por favo só Peter.

— Como quiser senhor... Desculpe-me, Peter.

— Assim esta melhor.

Peter aparece na porta da sala e avista a todos sentados ao redor de uma pequena mesa redonda.

— Olá Peter, se junte a nós — Chama Peter para sentar apontando um lugar vago ao lado de Luana e Olivia.

— Eu tenho que lhe contar uma coisa muito estanha.

— O que Peter.

— Você se lembra Olivia de quando eu comentei com você sobre o rosto que eu vi do lado de fora da janela?

— Sim.

— Então eu vi de novo ontem, vindo para cá fui seguido por uma Mercedes preta, mas o taxista conseguiu despistá-lo antes que eu chegasse aqui.

— Seguido você tem certeza Peter.

— Sim o carro me seguiu por pelo menos um quilometro.

— Deve ser obra do professor — Comenta Fabio apontando para o enigma.

— Sim, mas então fizeram algum progresso?

— Nenhum infelizmente — Responde Astrid desapontada e baixando a cabeça.

Todos ficam por horas ali discutindo o que poderia ser, as nada. Nenhuma ideia boa surgiu. O melhor palpite foi de Fabio que acha que era um anagrama, mas não conseguiram formar nenhuma outra oração com tantas letras.

Eles param um momento para almoçar, mas não pararam de discutir o que poderia ser.

— Eu ainda insisto que é um anagrama.

— Sim, mas como vamos saber qual palavra ele quer que formemos — Exclama Peter apontando o papel com um tom de “olha quantas letras”.

— Sim, mas temos que achar um lugar para começar.

— Começar o que?

— Ora sei lá, uma palavra não sei?

A discussão deles dura o almoço todo, Fabio defendendo sua ideia e Peter tentando convencê-lo do contrario.

Logo após o almoço a discussão deles acaba e mais algumas ideias malucas e sem sentindo surgiram. Até que são interrompidos pela voz do Fabio.

— Peter você está com aqueles números que o professor te deu?

— Sim tá aqui, mas por quê?

— Tive uma ideia.

Fabio pega os números e o verso no papel e ficam alguns segundos quietos observando Fabio.

— Descobri, olhem — E Fabio coloca o verso do papel em ciam da mesa que estava escrito assim:

“Você tem coração puro para continuar”

— Como você chego a essa frase? — Pergunta Peter pegando o papel com a mão direita.

— Os números correspondem às palavras no texto.

“Você1 não deve seguir sozinho tem6, o coração7, mas a força necessária para ir adiante, puro13, mas não forte o suficiente para20 seguir, para continuar tome cuidado nessa jornada ela pode ser perigosa e traiçoeira. Não tente continuar33 sozinho o caminho fique junto dos amigos peça ajuda quando necessário, mas não tente seguir sozinho.”

— Brilhante — Gritam todos ao mesmo tempo.