A Conferência Desastre
1 Capítulo único: Conferência Desastrosa...
Notas iniciais
-Okay, vamos resolver isso tudo logo! Tenho que ver um filme de terror com o Tony hoje! — Alfred bate na mesa, sem tirar seu sorriso no rosto.
–Olha, América, acho que deveria se acalmar um pouco... Está tomando conta muito rápido da situação, de novo... — Arthur pegou sua xícara rosada de porcelana, presente da Rainha e bebeu o chá contido.
–Eu concordo com o Inglaterra... — Kiku vira o rosto, indiferente.
–SERÁ QUE PODERIA DAR SUA OPINIÃO, JAPÃO? — O pequeno Vash bate o punho na mesa, deixando todos, exceto Ivan, assustados.
–Isso não vai ajudar, parece a primeira conferência que tivemos! Suíça, poderia deixar meu aliado de lado de seus estresses? — Ludwig abaixa a cabeça, evitando aumentar a voz.
–Nee Alemanha! Vamos comer alguma coisa! Vovô Roma me levaria! — O pequeno Feliciano Vargas puxava o braço do loiro.
–Como fui arrumar um irmão tão idiota, Espanha-nii-chan? — Lovino puxava levemente os cabelos, encarando Antonio.
–Ora irmão, você que não ligou para ele no passado... Mas onde deveríamos chegar, America-san? — O moreno olhou para o loiro.
–Detesto interromper... Mas onde está o Canadá-aru? — Wang olhou em sua volta. Todos acompanham-no.
–Etto... Estou aqui... — O tímido e calmo Matthews estende a mão.
Quando percebem sua voz, veem que Ivan está sentado sobre ele novamente.
–Ara, gomenasai, Canadá-kun.
–N-Não tem nada, Russia-sama... — O albino se levanta e o loiro troca de lugar.
–Será que podemos voltar ao assunto? Um herói não deve deixar de ser pontual!
–Mas qual era o assunto, se nem começamos? — Feliks levantou-se, ficando em frente de Toris, que está mais assustado que seus irmãos, Raivis Galante e Edward von Bock.
–É verdade, nem começamos... Acho que realmente ele nos chamou aqui à toa... Tinha que ser irmão do Inglaterra mesmo... — Francis encara o menor, que no mesmo instante se aproxima com o otouto.
–Está dizendo que a culpa é minha?? E aquele papo todo de que ele era seu irmão, hein?
–Isso era no passado, seu loiro estranho! Ele era idêntico a mim, até crescer sob o teto de um loiro oxigenado que vive bebendo chá e só vive das ordens de uma rainha velha!
–OY! ISSO É UM INSULTO PARA MINHA SENHORA! — Arthur parte para cima do maior.
–Ora seu! Como ousa tocar em meu belo rosto?? — O francês e o britânico começaram a brigar novamente, sacudindo sua nuvem de poeira em volta dos outros.
Letônia, Estônia e Lituânia se encolhiam atrás do pequeno Rússia.
–R-Rússia-s-s-sama... Não devíamos separar? — Raivis, que era o menor puxou de leve a manga de Ivan.
–Are? Mas está tão divertido...
M-M-Mas Rú-s-s-ssia-sama... Eles são aliados, certo? — O mais velho, Estônia.
–Sim. Mas Rússia não gosta de trabalhar com outros países, entenderam? — Ele mandou um olhar sinistro para os dois loiros e o moreno, que se encolheram no mesmo instante.
–SIM, RÚSSIA-SAMA! — Abraçados, responderam em coro.
–Rússia-chaaan! Você quer uma torta de aveia? — Katyusha aparece atrás do irmão.
–Nee-san? O que faz aqui?
–Oh não! Eu não deveria falar com você! Ordens do meu chefe!! Me desculpe Rússia-chan!!! — Ela saiu correndo da sala, deixando somente audível o som do busto.
–Mas afinal... Pra que era aquela torta? — Ele encara o doce cozinhado pela doce irmã mais velha
–Ora, ela veio trazer nosso presente de casamento. — Natalia apareceu atrás do irmão do nada..
–B-B-Bielorússia??? O-O-O que es-s-tá fazendo aqui??? — O rapaz se assustou e puxou o cachecol, cobrindo o rosto.
–Ora, vim pedir sua mão novamente. Com nossos países unidos, poderemos nos dar muuuito melhor, não acha, irmão?
–N-Não!! M-M-M-ME DEIXA EM PAAZ!! — Ele correu da sala, deixando a mais nova encarando todas as outras moças, Mônaco, a pequena Liechtenstein, de nome Lili, irmã do suíço e Hungria, a jovem e doce Elizabetha.
De repente a bielorrussa se retira da sala, logo em seguida entrando outro personagem.
–Okay! Agora eu irei assumir isso tudo! Sentem-se TODOS! — Gilbert Beilschmidt chega, constrangendo o irmão Ludwig.
–N-Nii-san? O que está fazendo aqui??
–Ora, vim resolver essa ***** toda... Eu tenho que fazer meu irmão não parecer um traste!
–Hey! O Alemanha não é inútil! — O pequeno Norte-Italiano se pôs em frente ao outro grisalho.
–E quem é você? — Prússia avançou em frente, expremendo o menor na parede.
–E-E-E-Eu-u s-s-s-sou Itália Veneziano! — Ele pegou uma bandeira branca e balançou na frente do irmão do amigo. — Patapatapatapata!
O que ele está fazendo, Alemanha? — Apontou para o pequeno Veneziano enquanto encarava o irmão mais novo.
–N-Nada... Irmão...
–Ele está basicamente se rendendo de novo... — Todos os outros falaram juntos.
–HAHAHAHAHAHA!! Que belo aliado você tem, otouto... — Deu um peteleco em Feliciano.
–Nyaaaah!! Saai! Não me machuuuque!! — Ele sentou no chão e cobriu a cabeça.
–Acho que não teremos resultado novamente... — Heracles acariciou um de seus gatos em sua volta.
–Do que está falando, Grécia? Claro que chegaremos! — Sadik desafiou o moreno novamente.
–Olha, do jeito que tudo está, duvido muito... — O jovem grego fitou o turco. — O que acha, Romero? — Encarou o gato que estava em seu ombro.
–Será que poderíamos tomar controle? — O canadense e Kumajirou encararam os europeus, que não deram atenção ao tímido rapaz.
–AMERICAAA!! — O jovem cubano pulou em cima do loiro.
–O-O-O que está fazendo, Cuba-kun?? Eu sou o Canadá! — O mais novo encarava o cubano, sem alterar seu tom de voz.
–Dare? — Sua pelúcia perguntou.
–Canadá, Komanjira...
–Kumajirou... — O urso abaixou a cabeça.
–Acho que realmente não chegaremos a um acordo hoje... — o egípcio Gupta, o sueco Berwald, o islandês Emil, o noruego Lukas e o dinamarquês Mathias suspiraram.
–Afinal, falta alguém, não? — o finlandês Tino olhou em volta novamente.
–A Bélgica e o Holanda são um deles, certo? — De repente Sealand aparece.
–O QUE FAZ AQUI? — Todos param de brigar e olham para o mínimo distrito.
Hoje não foi o dia em que os países falaram desse acordo... Afinal, qual era este?
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