A Complicated Love
4 Shadow of the day
Notas iniciais
Ceci, nossa portuguesa linda e em especial a Flávia Monteiro, que tem sido uma fofa nos seus reveiws! Leiam também a fic delas: "No Fim I e II"(Flávia) e "Tentações" (Ceci). São leitoras como vocês que fazem a gente se dedicar e querer continuar postando! O capitulo de hoje é dedicado à voces! beijos
Chester não disse uma palavra desde que entramos no carro. Sempre que saímos juntos ele não para de tagarelar sobre qualquer coisa que venha à sua cabeça, mas dessa vez ele não estava ali, seus pensamentos estavam em outro lugar. Ele mantinha os olhos na estrada e uma expressão indecifrável em seu rosto. Estava sério, sério demais até para ele mesmo.
Apesar do clima no carro não ser dos melhores, eu estava curtindo o “passeio”. Mesmo sem saber ao certo para onde estava indo, eu gostava de sair com o Chester. O dia estava bonito, ensolarado e com poucas nuvens brancas pintando o céu, não estava calor e uma brisa suave corria e agitava de leve as árvores. Aos poucos notei que estávamos nos aproximando da praia, ou seja, já estávamos do outro lado da cidade o que fez eu me assustar um pouco. Chester diminuiu a velocidade e entrou numa rua que beirava a costa. Mais alguns metros ele estacionou o carro em frente a um restaurante de frutos do mar. Tirou o cinto e sem me olhar, saiu do carro, deu a volta e abriu a porta para que eu saísse também.
M: Que lugar é esse Chazzy? – olhando ao redor.
C: É meu restaurante favorito... – disse triste enquanto olhava para a entrada do restaurante. – Costumava vir aqui com a Talinda e as crianças quando eu estava de férias. Vamos entrar? – estendendo a mão para que eu segurasse.
Peguei a mão de Chester e ele me guiou até a entrada, abriu a porta para mim e entrou logo em seguida.
Quando entramos, me surpreendi! O lugar era mais lindo do que eu imaginava. Por fora não dava para ter idéia da beleza que era por dentro. Era rústico, mas ao mesmo tempo tinha um ar requintado, chique. Não tinha reparado que as paredes da frente eram de vidro, as mesas tinham toalhas de tecido nobre, bordadas, a decoração lembrava uma taberna da Itália. Fiquei encantada e pude ver que ele se divertia com a minha expressão. O recepcionista do local nos levou a uma mesa com vista privilegiada para o mar, me distraí com a paisagem, mas despertei quando a mão fria de Chester encontrou-se com a minha por cima da mesa. Sorria triste.
C: Gostou?
M: Adorei! Moro em L.A há 13 anos e não conhecia este lugar, nunca vi nada igual por aqui!
C: Fico feliz que tenha gostado... – abaixou a cabeça e encarou nossas mãos juntas, eu não entendia o porquê da sua tristeza.
M: Aconteceu alguma coisa, Chester? – levantei delicadamente seu queixo fazendo-o me olhar nos olhos.
Ele hesitou um pouco, mas começou a falar.
C: Lembra que eu disse ontem na sua casa que tinha um compromisso e que não poderia ir ao escritório para revisar a reunião com você hoje?
M: Lembro sim.
C: Fui até a casa de Talinda ver as crianças. – olhou a paisagem enquanto falava.
M: Aconteceu algo com ela? Ou com seus filhos? – preocupei-me.
C: Não, não é isso! Estão todos bem, é que eu falei do fim de semana com ela e falei sobre levar os meninos pra praia comigo e... – hesitou mais uma vez, sua tristeza era visível.
M: Ela criou caso? Foi isso? – estava ficando nervosa.
C: Muito pelo contrário, deixou de bom grado. – sorriu, mas seu semblante ainda era triste.
M: Então eu não entendo porque você está assim, qual é o problema então? – falei o mais amável possível.
C: É que todos os meus aniversários, desde que nos casamos, passávamos juntos e este será o meu primeiro aniversário longe dela. Desculpe te dizer isso, mas eu tive uma história com a Talinda, eu a amava, éramos felizes até o ciúme e a falta de confiança entrarem em nosso relacionamento. Às vezes sinto saudades de ser casado e ter uma pessoa me esperando em casa, sabe? Desculpe Mel... – lágrimas banhavam seus olhos, ele se esforçava para não derramá-las.
M: Não se preocupe, eu entendo. – vê-lo daquela forma me doeu, não por ciúmes, mas por vê-lo sofrer e não poder fazer nada. Eu tinha que deixá-lo, tinha que acabar de vez com aquela tortura, eu o amo, mas não podia vê-lo sofrer e continuar usando-o. Brad tinha razão, pelo bem de todos eu tinha que terminar, deixá-lo ser feliz, encontrar alguém que o mereça, que o faça feliz e possa amá-lo plenamente, sem restrições. Pensar nisso fez meu peito arder, não gostava da idéia de ver Chester com outra pessoa que não fosse eu, mas eu seria egoísta se não o fizesse.
Aquele era o momento, precisava ser firme. A dúvida me corroia, eu queria abraçá-lo e dizer que eu o faria feliz, que se ele quisesse, eu poderia ser sua esposa, mas ao mesmo tempo a imagem de Mike invadia minha mente e me fazia lembrar todos os momentos felizes que passamos juntos e do quanto eu era feliz ao lado dele. Uma coragem repentina tomou conta de mim e comecei a falar.
M: Talvez você devesse namorar. – disse sem encará-lo.
C: O que? – me encarou assustado.
M: É isso mesmo, talvez você devesse conhecer pessoas novas, voltar a namorar, sei lá. Correr atrás da sua felicidade. – sorri tentando parecer segura do que falava, mas me machucava com minhas próprias palavras.
C: O que está dizendo, Mel? Eu não quero ninguém além de você! Só que às vezes me sinto sozinho porque nem sempre você está comigo, e com relação à Talinda, eu não a amo mais, apenas lamento a forma como nosso casamento acabou. Gosto dela, sinto falta da sua companhia, só isso. – parecia nervoso, a idéia de se afastar de mim também o assustava, então decidi que não ia mais tocar no assunto, não era a hora ainda, mas eu teria que acabar com isso o mais rápido possível.
M: Não se assuste, só falei por falar. – forcei uma risada.
C: Ah bom! Então, vamos pedir? – levantou a mão para chamar o garçom
Por mais estranho que isso possa parecer, era como se ninguém nos reconhecesse, não fomos incomodados por nem um mísero fã. O almoço correu bem e conversamos sobre a entrevista. Fomos embora porque eu precisava voltar ao trabalho, no caminho de volta trocamos breves palavras sobre trabalho e só.
Chester parou o carro um quarteirão antes do escritório. Nos despedimos com um beijo e eu saí do carro, fui caminhando calmamente até a entrada do prédio e entrei me arrastando. Estava frustrada por não ter conseguido terminar com Chester, mas ao mesmo tempo feliz por não ter feito. Sei o quanto eu sofreria.
Cheguei à minha sala e Rob e Phoenix já estavam lá.
M: Oi pessoas, como estão? – cumprimentei cada um com beijinhos na bochecha.
PH: Olá, senhora Shinoda, tudo certo? – disse com um sorriso sapeca.
M: Tudo certíssimo, senhor Farrell. – sentei em minha mesa e indiquei os dois lugares à minha frente para eles. – E o senhor Bourdon, está bem?
R: Ah, qual é! Vamos parar com essa palhaçada de senhor e senhora? Deus me livre, me sinto num escritório de gente séria. – rindo.
M: Mas aqui só tem gente séria, Rob. O único que está rindo é você. – dei um meio sorriso e pisquei.
R: Tá, agora eu fiquei sem graça... – abaixando a cabeça com um sorrisinho amarelo.
PH: Boa, Mel! – esticando a mão para eu bater.
M: Adoro fazer isso com você, ta parecendo um tomate. – rindo. – Ok, o que vocês me contam?
PH: Vim me informar sobre a reunião, o Rob veio comigo porque depois daqui vamos passar no shopping para comprar o presente do Joe. Heide está organizando uma festinha para ele e também vamos ajudar. – se ajeitando na cadeira.
Heide era a namorada de Joe, estavam namorando há pouquíssimo tempo, já que ele se divorciou de Karen no fim do ano passado.
M: Ah, e vocês nem me convidam? – fingindo estar triste.
R: Você é muito apressada, nem deixou o coitado acabar de falar, né Dave? – olhando para Phoenix com um sorrisinho bobo. – Ele ia dizer que é para você e o Mike aparecerem lá por volta de umas 21h00 que vai ser mais ou menos a hora que ele vai chegar do Texas, ele foi para lá depois que saiu da sua casa para visitar os pais dele.
M: Sério?! Caramba, fazer uma viagem dessas pra voltar no dia seguinte? Ele vai chegar cansado!
PH: Vai nada, de avião são duas horinhas apenas. Tranquilo, dá até para dar uma dormidinha. “Sussa”!
M: Pode deixar que nós vamos. Agora será que dá pra gente trabalhar um pouquinho? – Eles assentiram e começamos a falar tudo sobre a entrevista.
***
Me despedi de Phoenix e Rob e eles foram embora, já estava tudo certo para a entrevista de amanhã, eles vão falar da volta ao estúdio, de como foram as férias, do conceito do novo álbum e só. Com relação à vida pessoal, deixei-os livres para falarem o que achar conveniente.
Brad brincava alegremente com Jonah.
M: E aí, animado para a festinha? – brincando com uma mecha de meu cabelo.
B: Claro! Eu amo festas surpresa! E o Jonah também, né filho? – fazendo cócegas no garoto.
JO: Ai papai, para! – gargalhando.
M: E você Donn, não vai? – olhei-o com um sorriso amigável.
D: Não, já estou velho para esse tipo de coisa. – rindo.
B: Que isso, pai! O Joe ia adorar se você fosse.
D: Não, vão vocês. Prometi a sua mãe que iríamos ao mercado central.
M: Meninos, já resolvemos tudo por hoje, será que eu posso ir para casa? Vou comprar o presente de Joe e dar uma atençãozinha para meu marido. – Brad me olhou imediatamente.
B: Claro que pode! – sorrindo. – Está liberada, meu amor!
M: Então já vou, beijo! Fiquem com Deus. – soprei um beijo para eles e saí.
Cheguei em casa em silêncio e Kiara, nossa boxer veio me cumprimentar. Não havia ninguém na sala, mas podia ouvir a voz de Mike ao longe, ele parecia cantar algum rap desconhecido para mim, então já sabia que ele estava no estúdio. Deixei minha bolsa e a sacola com o presente de Joe em cima do sofá e subi.
...And I’m not a robot, I’m not a monkey. I will not dance even if the beat’ funky, opposite of lazy far for a punk, Ya’ll ought to stop talking start trying to catch up motherfucker! And all the people say…
Ele estava sem camisa, de short e dançava com Doug no colo ao som da música que ouvia, estava de Headphone e não notou que eu o observava. Me aproximei dele lentamente e tapei seus olhos. Sua mão foi direto para cima das minhas, ele sorria. Tirou minhas mãos de seus olhos e o headphone da cabeça.
MK: Oi, amor! Chegou cedo. Fala oi pra mamãe Doug! – me abraçando e me dando o pequeno cão.
M: Pois é, estava com saudades do meu marido lindo. E do meu filhotinho, lindo de mamãe. – brinquei com Doug e o pus no chão. Joguei os braços em torno do pescoço dele. – Que rap era esse que você estava cantado? Muito boa a cadência.
MK: Ah, me deu inspiração e eu escrevi, sabe como é, não sei ficar parado. – sorrindo encantadoramente.
M: Eu só sei que sou completamente louca nesse seu sorriso! – sorrindo também.
MK: É? Então vem cá. – me puxou para o sofá e me sentou em seu colo. – Me conta, como foi seu dia?
M: Normal, os meninos foram lá e está tudo resolvido para a entrevista. Eles me disseram que vai ter uma festinha surpresa para o Joe e que é pra irmos para a casa dele lá pelas 21h00, que a Heide está lá ajeitando tudo. – disse enquanto acarinhava seus cabelos jogando-os para trás.
MK: Cara, esqueci-me de comprar um presente para ele! – fez carinho em meu rosto.
M: Não se preocupe, já comprei e eu tenho certeza que ele vai amar! – sorri animada
MK: O que você comprou? – disse me olhando curioso.
M: Uma miniatura do Michael Jackson, a com a roupa do clipe “Bad”. (http://www.arteemminiaturas.com.br/website/loja_detalhes.asp?loja_cat=3&loja_sub=394&loja_item=8433)
MK: Ele vai se amarrar! É por isso que eu te amo, você sabe de tudo. – sorrindo bobo, me fazendo corar.
M: Também te amo, meu amor! – me aproximei dele para o beijar.
Nos beijamos de uma forma carinhosa, Mike envolvia meu rosto em suas mãos e eu entrelaçava meus dedos em seus cabelos. Esqueci completamente de Chester naquele momento e me concentrei nos lábios quentes e macios de Mike, seu hálito era quente e doce, sua língua dançava com a minha em perfeita sintonia, ele parou o beijo e deu uma leve mordida em meu lábio inferior e sorriu malicioso, foi o suficiente para me deixar completamente excitada. Desci as mãos por deu peito enquanto ele apertava minhas coxas, me puxando mais contra seu corpo. Senti um calor percorrer meu corpo, ele abandonou meus lábios e começou a explorar a pele do meu pescoço, soltou o grampo que prendia meus cabelos.
Senti o volume crescendo em seu short, então ataquei seu ponto fraco, a orelha. Primeiro mordi de leve e ele estremeceu com o arrepio, então passei a língua e chupei o lóbulo, fazendo meus lábios roçarem delicadamente em sua orelha.
MK: Ah, Mel... quer me deixar louco, é?... hmm... – disse ofegante entre gemidos.
M: Essa é a intenção. Te quero, Mike! Agora! – sussurrei e beijei seu pescoço.
Ele não respondeu, me tomou em seus braços e me levou até nosso quarto. A porta estava aberta então ele entrou e me deitou na cama, deitando por cima de mim me beijando novamente, mas dessa vez o beijo era lento, ele explorava meus lábios, não deixando escapar nenhum pedacinho. Ele abraçou minha cintura e sentou na cama me trazendo junto ao seu corpo, de forma que eu ficasse sentada com as pernas envolta de seu quadril. Tirou minha blusa, beijou meu colo, soltou o fecho do sutiã com muita agilidade deixando meus seios à mostra. Deixei escapar um gemido e fechei os olhos quando senti seus lábios mornos em meus mamilos. Abri o zíper da minha saia e tirei por cima ficando apenas de calcinha. Ele me deitou outra vez na cama e tirou suas únicas duas peças de roupa.
Ele beijou toda a extensão da minha barriga e eu acariciava seus ombros. Já estava extasiada quando ele terminou de me despir e me possuiu delicadamente. Foi mágica a forma como tudo estava acontecendo, Mike era paciente, fazia eu me sentir uma princesa. Não deixava de me beijar um instante. Olhava em meus olhos e acariciava meu rosto, tinha uma expressão apaixonada, como se estivesse vendo a oitava maravilha do mundo na sua frente. O que eu sentia era uma mistura de prazer e amor, ternura e êxtase.
MK: Eu te amo, princesa. – disse em meu ouvido enquanto chegava ao seu ápice.
M: Aw, M- Mike... Ah! – Chegamos juntos ao clímax.
Ele sorriu e selou nossos lábios outra vez. Deitou-se ao meu lado e ficamos de conchinha. Ele se aninhava em meu cabelo e eu entrelacei nossos dedos. Sorria feliz, mas nesse momento senti tudo desmoronar. Me lembrei de Chester, lembrei-me de tudo que eu estava fazendo e de quão cruel estava sendo com os dois. Soltei um soluço baixo enquanto o travesseiro ficava úmido com minhas lágrimas, Mike percebeu.
MK: Mel, está chorando? – virando meu corpo de frente para ele.
M: Não se preocupe, meu lindo. Só estou feliz por estar com você. – menti. As mentiras se tornaram tão automáticas que eu nem sentia. – Canta para mim? Estou com saudade de te ouvir cantar. – me deitei no peito dele e ele me envolveu em seus braços.
I close both locks below the window
I close both blinds and turn away
Sometimes solutions aren’t so simple
Sometimes goodbye’s the only way
Eu fecho ambas as fechaduras abaixo da janela
Eu fecho ambas as cortinas e as afasto
Às vezes soluções não são tão simples
Às vezes o adeus é o único jeito.
A voz de Mike era rouca e suave, mas a canção me deixou pior. Parecia uma indireta para tudo que estava acontecendo, eu tenho que resolver tudo, mas estou tão confusa. Amo Mike, mas não consigo parar de pensar no Chester.
M: Sua voz ficou linda nessa canção! – sussurrei.
MK: Obrigado. Adoro esta música. – beijou minha testa e voltou a cantar.
And the Sun Will set for you
The sun will set for you
And the shadow of the day
Will embrace the world in gray
And the sun will set for you
E o sol irá se pôr pra você
O sol irá se pôr pra você
E a sombra do dia
Irá envolver o mundo em cinza
E o sol irá se pôr pra você.
Eu não queria prestar atenção na letra. Me concentrava apenas na voz de Mike. Ele acariciava minha cabeça e cantava num tom grave e morno. Ele nem percebia meu estado, quanto mais ele cantava, mais eu me afundava em seu peito para que ele não visse minhas lágrimas enchendo meus olhos.
In cards and flowers on your window
You friend all plead for you to stay
Sometimes beginnings aren’t so simple
Sometimes goodbye’s the only way
And the sun will set for you
The sun will set for you
And the shadow after day
Will embrace the world in grey
And the sun will set for you
Nos cartões e flores em sua janela
Todos os seus amigos irão implorar pra que você fique
Às vezes começos não são tão simples
Às vezes o adeus é o único jeito.
E o sol irá se pôr pra você
O sol irá se pôr pra você
E a sombra do dia
Irá envolver o mundo em cinza
E o sol irá se pôr pra você.
A voz de Mike foi ficando cada vez mais distante até sumir por completo. Dormi ouvindo seu coração.
***
MK: Amor? Princesa, acorda! – me balançando suavemente para que eu acordasse.
M: Só mais cinco minutinhos... – resmungava me virando para o outro lado da cama.
MK: A gente tem que se arrumar, temos que ir para a festa do Joe, já é 20h00! – sentou-se na cama ao meu lado.
M: Ih, é verdade. – cocei os olhos e reparei melhor em Mike, já estava arrumado. Usava uma calça jeans escura, uma camisa preta lisa, uma camisa de manga longa de botão xadrez marrom (http://4.bp.blogspot.com/-oVBRyOBX7xk/TzXUtSjROlI/AAAAAAAACbo/3RxKv-3cb_4/s1600/tumblr_lxiisyhcNX1ql8i5go1_1280.jpg) e sapatênis marrom com branco. Seu cabelo “Bieber” estava molhado e penteado por cima de sua testa. – Vou tomar banho e já vamos.
Levantei da cama num pulo e fui direto para o banheiro. Tomei um banho morno e saí. Vesti um hobby atoalhado e fui para o quarto secando os cabelos com a toalha. Entrei no closet para escolher minhas vestes: Calça legging de couro preta, camiseta bege que cobria os quadris, jaqueta “perfecto”de couro preta, uncleboots pretas. Pus umas pulseiras de couro com spikes, um anel de caveira cravejado de rubis e diamantes que Mike me deu no nosso aniversário de casamento. Fiz um rabo de cavalo alto, fiz uma maquiagem um pouco mais pesada, um olho esfumado preto com marrom, a boca nude e o blush pêssego.
Peguei minha bolsinha transpassada de couro preta e desci. Mike estava na porta de casa com sua mochila nas costas, a sacola com o presente não estava em cima do sofá como eu havia deixado, Mike me viu olhar o lugar onde antes estava a sacola e fez um gesto indicando que havia posto o presente na mochila. Pegou o capacete em cima do aparador e me estendeu o meu. Mike adorava sair comigo de moto, raras eram as vezes que saiamos no carro dele. Descemos até a garagem e fomos até a sua moto, uma Kawasaki Ninja preta. Ele subiu na moto, pôs o capacete e a ligou, eu subi atrás dele, pus o capacete e enlacei sua cintura então Mike saiu em disparada para fora da garagem do prédio.
Notas finais
Deixem reviews para me inspirar!
Beijos e até o próximo capítulo de A Complicated Love.
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