Cameron não podia realmente acreditar, mas essa doença cruel era a que enquadrava todos os sintomas melhor, mas ela iria esperar os sinais que os exames dessem.

Na ressonância…

“Pare de chorar, Air, tenho que fazer isso, e preciso que você fique quieta.”

“Eu não consigo! Mas como vc é legal, vou fazer o máximo.”

Assim, Cam consegue fazer a MR e lá detecta vacúolos espongiformes, a massa cerebral dela estava virando papa.

“mãe!” – Air começa a chorar novamente – “Me desculpe, não foi minha culpa, eu não consegui prender… eu deveria voltar pras fraldas!”

“o que houve, Air?”

“eu fiz sujeira nas calças BUAAAA. Eu quero sair daqui. BUAAAA” – ela chorava.

Cameron foi retira-la de lá, e notou que ela estava com ataques mioclônicos. Air voltou para o quarto.

“Eu vou morrer, não é, Dra? Logo logo, eu sei.” – Air fala em meio de soluços, enquanto Cameron abaixava a cabeça tristemente e levava a comida para mais perto de Air.

Quando ela comeu, se entalou.

“o que eu tenho dra.? Foi alguma coisa que eu fiz?”

“Eu ainda não tenho certeza, sinto muito.”

“e quando vai ter?”

“o resultado dos exames e a verificação da MR vão dá a certeza” – Cameron fala triste, sabia que se o diagnóstico daquela doença fosse confirmada, ela já estaria em estágio final.