“Olá senhorita” – olha no protuário – “Air Usnavy Dogski?”
“HAUAHUAHAUHAUHA – ela se acabava de rir — é meu pai era meio louco, era viiiciado em coisas militares e em cachorros, Air = aeronautica, Usnavy=homenagem a Marinha Americana e Dogski… já deve desconfiar. AHUAHAUHAUHAUHA”
“Ah… é eu sei” – Cameron a olhava estranhamente – “bagunçavam muuito com você quando era criança?”
“Não tiveram oportunidade, estudei em casa. Morava em Nova Guiné, meu pai americano e minha mãe inglesa amavam viajar para lugares estranhos, comer coisas estranhas… HAUHAUHAUAHUAHAUHUA”

“Vc sempre morou em Nova Guiné?”
“bem, desde meus 3 anos até os 30. eu vou morrer? Pq se for, eu não vou me preocupar… meu pai disse que eu vou encontrar com ele no meu lugar preferido, lá na tribo Fore.”
“e onde está seu pai?”
“vc não está vendo? Atrás de vc,HAUAHUAHAUHAUHA Tá fazendo careta HAUHAUAHHAU paaai! Páraa! Ela é do bem, vai cuidar de mim!”
Cameron estava ficando assusta.
“Bem… ér.. Air, o que vc comia por lá?”
“tirando os insetos e os pães de barro… ah! Pai, vc lembra aquela vez que eu comi junto com o senhor e a mamãe naquele funeral lá na Tribo Fore, que o avô do Zabumbuum morreu e a gente comeu o cérebro dele? Fala pra ela pai!”

“Air, eu prefiro que vc fale” – ela ainda não tinha o poder de médium pra poder ouvir o que o “Pai” de Air falasse. – “quando vc comeu esse cérebro, pq vc fez isso?”
“ah, isso é normal por lá, eu até que fiquei mais inteligente, a gente comia o coração pra ficar mais forte e o cérebro pra fica um gênio, vc entende?”

“Comer inteligência!” – acendeu uma luz na cabeça de Cameron – “Air, me escute, eu vou retirar um pouco de seu sangue para um exame, e levar vc pra um outro exame, a ressônancia magnética, e vou verificar seu cérebro, está bem?”

“NÃO, NÃO ESTÁ nada bem, vc não vai tocar em mim!” – ela começa a tremer, se levanta mas perde o controle de suas pernas.
Cameron chama as enfermeiras, Air estava tendo uma atáxia.
Elas injetam calmante e Cameron retira o sangue.