A Coffee Tale

4 Capítulo 4


Kurt ficou ligeiramente encabulado quando Blaine acariciou seu ombro, mas sabia que era apenas uma tentativa de o confortar. Com as costas das mãos limpou as lágrimas que caiam por seu rosto.

― Você terminou, Kurt. ― Blaine sorriu. Kurt achou aquele sorriso adorável, emocionado demais para pensar nas mudanças de humor de Blaine ― E, cara, isso está legal para caralho. ― ele conseguiu arrancar um sorriso e uma risadinha por parte de Blaine, e sentiu-se vitorioso com isso.

― Me desculpe por esse surto, And-… Blaine. ― corrigiu-se, sorrindo para Blaine. Ele estava decidido a ser legal com o cantor enquanto ele fosse legal consigo. ― Mas ei, me deixa ver o que está compondo?

Blaine mordeu o lábio, ligeiramente receoso. Ainda assim, mostrou as folhas ao mais velho, esperando impacientemente pela reação. Enquanto isso, Kurt correu seus olhos pelas folhas, abrindo um sorriso que Blaine considerou maravilhoso.

― “Eu vi o rosto dele, eu ouvi o seu nome. Eu fiquei sem lugar e ele é o culpado. E eu não aguento quando estou olhando nos olhos dele e ele não olha de volta, não é uma grande surpresa. Eu ouvi música, eu ouvi barulho. Eu desejava que ele pudesse ouvir sua própria voz. O jeito que eu faço quando vou dormir à noite e sonho com toda a minha vida. Mas ele não está lá quando eu acordo.” Uau, Blaine, isso está lindo! ― Kurt exclamou.

― De verdade? ― Blaine perguntou, inseguro. No que dizia respeito à música, Blaine era, sim, inseguro. Muito inseguro.

― Blaine, isso está ótimo. ― Kurt disse. Então, ele teve uma ideia; pegou em seu celular e ligou o gravador, sob o olhar curioso do cantor ― Agora, me responda: de onde você tira inspiração para suas músicas? Todas elas falam de amor, certo?

Blaine, entendendo a intenção do castanho, respondeu: ― Eu componho sobre os amores que eu queria viver.

― Isso! ― o grito de Kurt divertiu Blaine. No entanto, Kurt desligou o gravador, jogando o celular em qualquer lugar e abrindo uma pasta nova em seu laptop. Blaine pôde ler: “O Projeto Sem-Título de Blaine Anderson”. Ele abriu um documento de escrita e lá, escreveu a frase que Blaine dissera ― Continue dizendo frases bonitas assim.

Ambos riram. Kurt sabia que aquilo não eram somente frases bonitas, e Blaine sabia que ele sabia, então não se incomodou. Kurt, então, perguntou:

― Você pensou em algum nome para o livro?

Blaine ponderou, negando com a cabeça; Kurt, no entanto, não se abalou. Talvez da próxima vez que ele desse uma entrevista ele pudesse dizer que, afinal, escolhia o nome no fim do livro, como todos os escritores normais. Só que ele nunca seria um escritor normal.

― Enfim ― Kurt fechou o laptop e volta-se para Blaine ― Eu acho que vou dormir um pouco, jet-lag é uma merda. De qualquer forma, até mais tarde.

― Durma bem ― Blaine soltou uma risadinha, enquanto Kurt se arrumava na poltrona. Blaine ainda compunha a música, mas nada parecia sair certo; o ritmo, a batida, a letra. Nada.

Decidiu, então, observar Kurt. Ele parecia verdadeiramente inocente – mais do que o normal – enquanto dormia. Blaine, no entanto, não conseguia deixar de pensar na imagem que tivera mais cedo de Kurt somente de toalha – e tudo o que viera depois. Os flertes, as indiretas e até as grosserias – sendo que, no final disso tudo, eles acabaram sendo gentis um com um outro e passando um bom tempo.

Talvez fosse desse jeito que tivesse que ser.

A animação de Kurt para escrever seu livro também o animou. Ele parecia verdadeiro animado, fazendo perguntas para Blaine e anotando suas respostas. Aquela era a parte fácil – o pior seria quando a parte dolorosa começasse, mas Blaine não queria pensar naquilo agora.

Blaine achava Kurt extremamente bipolar; ora ele estava sendo divertido, flertando consigo e brincando, ora estava arrogante e grosso. Isso endoidecia Blaine, que acabava respondendo com mudanças de humor inconscientes igualmente endoidecedoras.

Kurt remexeu-se ao seu lado. Ele balbuciava coisas desconexas, remexendo-se na poltrona. Blaine ficou assustado; não sabia se deveria acordar o escritor ou deixá-lo estar. No entanto, quando Kurt sussurrou um pedido de ajuda, Blaine decidiu que o tentaria acalmar:

― Kurt. ― chamou, afagando seu ombro ― Kurt, acorda. ― o escritor ainda se remexia, parecia quase que em pânico. ― Kurt, anjo, acorda. Você está bem, você está aqui comigo. Ei, Kurt? É Blaine aqui.

Kurt continuava a mexer-se. No entanto, algo na fala de Blaine pareceu acordá-lo, pois murmurou: ― B-Blaine?

― É isso, Kurt. ― murmurou o cantor ― Você está bem?

― E-eu… ― Kurt ponderou, ainda meio zonzo. Então, todo o sonho assolou sua mente novamente, em flashes. Não conseguiu concluir sua linha de pensamentos; as imagens assombravam-no, suas mãos suavam frio e seus olhos começavam agora a carregar-se de lágrimas que ele deixou cair sem nem se aperceber.

Blaine não sabia o que fazer, Kurt parecia em pânico. Chorava agora compulsivamente e murmurava coisas desconexas que o autor não entendia. Ainda assim, os braços de Blaine percorreram os ombros de Kurt, o abraçando fortemente. Suas mãos foram ao rosto de Kurt e ele murmurou, olhando nos olhos avermelhados do outro:

― Ei, Kurt. Você está bem, okay? Você está aqui comigo, eu não vou deixar nada te atingir, certo? Por que você não descansa um pouco? ― ponderou. Então, com os polegares, limpou as lágrimas que escorriam pelo rosto do outro e continuou: ― Você quer falar sobre isso?

― Apenas alguns fantasmas do passado ― a voz de Kurt estava rouca. Blaine suspirou; era novo para si ver Kurt frágil daquele jeito e ele não gostou; apesar de desejar protege-lo acima de tudo, ver o escritor quebrado daquele jeito, quebrava-o. ― Mas eu estou bem agora, eu acho. Eu não quero descansar, no entanto. Acho que vou pedir uma água e ver algum filme, me acompanha nessa?

Blaine ponderou. Ele viu Kurt limpar as lágrimas com as costas da mão e forçar um sorriso para o cantor, ainda assim, não se convenceu. Não negou, no entanto, o pedido do castanho.

Viu Kurt chamar a aeromoça e pedir a bebida; Kurt disse para Blaine escolher um filme de sua pendrive e foi o que Blaine fez, conectando-a com o laptop de Blaine; ele vagueou pelos filmes de Kurt e cara, cada vez mais Blaine tinha certeza que ele tinha bom gosto.

― E aí? ― Kurt se debruçou sobre os ombros de Blaine. A sua voz parecia mais firme agora, apesar de seu rosto ainda estar avermelhado. ― Qual escolheu?

― Eu estou vendo ainda ― Blaine disse. The Notebook, Dirty Dancing, Shelter, Titanic, A Walk To Remember¸ Pretty Woman, Moulin Rouge… ― Esse. Moulin Rouge, Kurt. Tudo bem?

― Tudo ótimo ― Kurt soltou um sorriso sincero, surpreendido com a escolha de Blaine. Eles cobriram-se com uma manta que lhes foi dada, pousando o laptop no suporte à sua frente. Acomodaram-se em suas poltronas e assim ficaram, assistindo o filme.

Ambos já tinham visto o filme milhares de vezes, e acabaram por viajar. Blaine tinha os seus pensamentos naquilo que acabara de presenciar; não gostara de ver Kurt frágil daquele jeito – não por ser frio, mas por não querer ver o escritor mal. Para além disso, as suas mudanças de humor irritavam Blaine ligeiramente, ao mesmo tempo que o intrigavam. No geral, o escritor intrigava-o.

Seu bom gosto, seu sarcasmo e sua teimosia, seu jeito de pensar, agir e cara, ele escrevia bem demais. Mas, ainda assim, suas respostas grossas incomodavam Blaine, mas seus flertes conquistavam-no. Ele não sabia o que pensar de Kurt, mas ele também não desistiria fácil – ele queria Kurt para si, mais do que poderia imaginar.

Por outro lado, Kurt estava com seus pensamentos na atitude de Blaine, tentando consola-lo e animá-lo. Pensava também no jeito que ele o parabenizada e festejara consigo quando eles viram que OPAE estava terminado. Ele não conseguia esquecer o seu jeito prepotente e safado que o afastavam, do jeito que não conseguia deixar de considerar o seu jeito meigo e protetor.

Aos olhos de Kurt, Blaine era um enigma – arrogante e humilde, safado e meigo, gentil e irritante. Blaine confundia Kurt de um jeito estranhamente interessante e cativante.

Kurt ainda olhava para as quatro semanas que teria que passar com Blaine e ele só via mais confusão. Ainda que Blaine fosse interessante e que Kurt tivesse certeza que o livro ficaria um espanto, ele temia a convivência. Temia o choque da teimosia, da grosseria e arrogância de ambos. Temia o resultado daquela combinação que ele não conseguia definir como nada para além de explosiva.

― Esse é aquele tipo de música que eu quero tocando no meu casamento ― Blaine disse, sorrindo para Kurt ao som de Come What May. Eles partilhavam uns auscultadores, e Blaine cantarolava a música sob o sorriso escondido de Kurt ― Cara, eu amo essa música.

Kurt sorriu. Assim, eles continuaram a ver o filme. No final, Kurt até tentou dormir novamente, mas não conseguiria – primeiramente, as imagens do sonho anterior ainda estavam vivas em seus pensamentos; depois, ele sentia as pontas de seus dedos a borbulhar e sentia uma vontade enorme de, naquele momento, conhecer mais de Blaine e escrever. Queria trabalhar, queria muito trabalhar.

Remexeu-se na poltrona, resmungando. Blaine observou-o; ele ficava verdadeiramente fofo daquele jeito, com o cabelo bagunçado e a cara amassada. Parecia tentar achar a posição perfeita, mas sem sucesso algum, e acabou desistindo.

Soltou, então, um grunhido frustrado que Blaine achou adorável, acabando por soltar uma gargalhada que provocou, surpreendentemente, outra gargalhada em Kurt. O escritor acabou apercebendo-se que a situação era, sim, hilária.

― Não ri, idiota ― resmungou. ― Cara, não rola dormir agora.

― O que houve? ― Blaine perguntou, demonstrando uma preocupação que surpreendeu Kurt. O mais velho, no entanto, apenas deu de ombros e respondeu:

― Sei lá, cara, eu simplesmente não consigo. Quero escrever, quero trabalhar. ― Blaine soltou uma risada, voltando-se para Kurt e abrindo os braços, com um sorriso lateral em seu rosto que provocou um arrepiou total em Kurt. Então, Blaine disse:

― O que está esperando?

Kurt olhou-o, espantado. Não esperava que Blaine estivesse tão disposto àquilo, afinal, eles ainda nem tinham chegado em Londres e Kurt já estava bombardeando ele. Se continuasse desse jeito, o livro ficaria fantástico e Kurt sabia disso.

Abriu rapidamente seu laptop e pegou novamente o celular, começando a gravar. Então, assumindo uma postura séria por um segundo, perguntou:

― Você disse que escreve sobre os amores que queria viver. E nas músicas que falam de amor não correspondido, que nem aquela que você estava compondo há pouco?

Blaine pareceu ponderar sobre um segundo, mas logo respondeu:

― Você não consegue apreciar a doçura da felicidade se não provar um pouquinho da amargura da tristeza, sabe? ― ele repousou a mão sobre o queixo, continuando: ― Eu não sou uma pessoa com experiência em relacionamentos, e nunca escondi isso. Algumas pessoas podem acusar-me de ser vagabundo, de ficar com muitos, mas eu não vou achar “o” cara escondido em casa, sabe? Às vezes você tem que procurar, e errar até achar. ― pausou, tomando fôlego. Kurt ponderou acerca daquilo que o moreno dizia: de facto, fazia sentido. ― Eu nunca enganei nenhum deles, sabe? Eu nunca me apaixonei e quando for, é para valer. Mas, se até lá eu tiver que tropeçar um pouco, eu não morrerei.

Kurt não respondeu; de facto, as palavras de Blaine deixaram-no nada para além de perplexo. O cantor era uma pessoa complexa, isso não era possível negar; mas Kurt sempre o vira como o garoto problemático que era visto entrando num hotel com um cara diferente a cada noite ou mais do que um. Talvez, no final de contas, isso tivesse um propósito.

Talvez tudo tivesse.

Kurt guardou, novamente, o celular, desligando o gravador. Então, com um olhar indecifrável aos olhos de Blaine, ele perguntou:

― Blaine… Sobre a narração do livro. Eu não acho viável o livro ser narrado pelo seu ponto de vista, afinal, se for para ser sobre seu ponto de vista por que não escrever você mesmo? Isso é o que mídia vai pensar, e os leitores também. Soaria falso ― explicou, gesticulando. Blaine assentia, entendendo o ponto de Kurt e esperando a continuação, que logo veio: ― Também não poderia ser narrado sob o meu ponto de visto, eu não tenho essa conexão com você e, meu ponto é que ninguém vivo tem essa conexão.

― O que você quer dizer?

― Narrar em terceira pessoa é totalmente inviável, vai parecer que é uma ficção e não passará a mensagem que você quer. ― Kurt continuou ― Tem que ser alguém que tenha um significado e uma conexão com você, que tenha estado com você em todos os momentos. Pode ser um amigo imaginário,… Eu não sei. Eu preciso que você pense. Não em um familiar, algo verdadeiramente profundo, me entende?

― Eu entendo. ― Blaine tinha a boca seca. Ele forçava a sua memória e, internamente, ele sabia que tinha a resposta para o problema de Kurt, mas custava-lhe profundamente tocar nesse assunto. Sabia que, cedo ou tarde, seria necessário; mas era iludido em esperar que fosse tarde? ― Er… Eu…

Kurt não precisou de resposta por parte de Blaine. Havia tocado num ponto sensível e apercebeu-se disso. Levou as mãos às têmporas e respirou fundo, esperando a resposta de Blaine.

― Bem, eu não sei se é realmente o que você procura ― Blaine comentou ― Mas eu tive esse melhor amigo. E cara, ele era meu tudo. A gente partilhava tudo, nossos pais eram amigos e nós vivíamos na casa um de outro. ― em seus olhos parecia haver cansaço, agora. ― Não me entenda mal, a gente nunca se envolveu de jeito romântico; éramos novos demais ― soltou um sorriso leve, parecia tentar camuflar algo que Kurt identificou como dor ― Ele sempre me ajudou; ele sabia todos os meus segredos, e eu, os dele.

A mão de Blaine estava pousada na poltrona e seus músculos pareciam contraídos; ele parecia tentar controlar algo e, internamente, ao ver seus olhos avermelhados, Kurt sabia o que era.

― Ele esteve lá, muito antes de toda a merda começar. Quando eu ainda era a criança prodígio e tinha uma boa relação com todo mundo ― revelou ― Ele me protegeu e talvez sem ele tudo o que eu sofri teria acontecido mais cedo. Mas tudo foi para o ar quando ele foi diagnosticado com câncer, ambos tínhamos nove anos. Ele morreu um ano depois, e o inferno começou.

Ele continuava a contar. Kurt estava comovido, em certo ponto, com a história de Blaine, aquele trecho dela. Saber que ele vivera uma amizade tão pura parecia algo bom a Kurt, mas foi finito e isso não era saudável. Na tentativa de eliminar parte da tensão, pegou novamente o cobertor que agora caía para cima de ambos, aconchegando-se.

Blaine continuou:

― Tudo começou; eu fiquei muito mal por meses, mudei de escola porque era simplesmente difícil continuar e não ver ele sentar do meu lado na sala onde estudamos por anos. E quando eu dei por mim, tudo estava diferente ― pausou ― Eu não era mais o mesmo, não poderia ser. Tinha onze anos, então, e foi quando comecei a sentir-me diferente acerca dos outros garotos. Começaram as brigas e casa e… Esse é outro assunto para outra hora. O meu ponto, Kurt, é que durante todos estes anos eu o imagino do meu lado, observando. Imagino o que ele diria, as vezes que ele zoaria e as vezes que ele teria ameaçado bater em qualquer pessoa que me machucou, ah, porque ele teria. Eu não se é isso que você procura, mas é tudo o que eu consigo pensar.

Kurt ponderou; talvez aquilo fosse exatamente o que ele provocava. Um ponto de reflexão na história, uma conexão entre a realidade a ficção que cativaria os leitores e que os lembraria que a vida é finita e talvez essa fosse uma das mensagens que Blaine procurava passar.

― Qual o nome dele, Blaine? ― perguntou. A resposta, no entanto, só voltou segundos depois, quando Blaine, com a voz fraca e todo o rosto avermelhado, disse:

― Sebastian. Sebastian Smythe.

Notas finais
GENTE, SÓ TENHO UMA COISA A DIZER: 10K! Mentira, não tenho só isso a dizer, não. Primeiramente, como vão? Gostaram? Não gostaram? Vamos fazer a análise do capítulo: TEM SAMI NO INÍCIO. TÁ ADAPTADO E TUDO, MAS VOCÊ CONSEGUE ATÉ OUVIR BLAINE TIPO "KUUU-UUUURT". Encaixa. Face it. E qual é a opinião de vocês? Blaine realmente compõe sobre o que queria viver? Mas e sobre a música do comecinho, é algo que ele queria viver ou está vivendo? Ah, que legal, olhem eu sendo malvada *carinha* Enfim, o que mais temos? É MESMO, COME WHAT MAY. NÃO PODERIA FALTAR, NÃO É MESMO? ASHUESHUE E o que acharam desse finalzinho? Uh? Eu juro solenemente que Sebastian vai ser um amorzinho... Tirando o facto que ele está morto, então nem poderia atrapalhar muito KKKKK Alguém tem algum palpite sobre qual vai ser o nome do livro? AHUEASHUE Sou má e não vou revelar, vocês só vão saber quando Blaine souber U-U Ah, e eu preciso da opinião de vocês. Eu estava pensando em fazer uma spin-off dessa fanfic, com todo o livro de Blaine para que vocês possam ler, ao invés de ler os trechos soltos que eu eventualmente deixaria na fic. Não seria foda? HEHEHEEH AH, E NÃO PENSEM QUE EU ESQUECI DOS REVIEWS! u-u EU JURO QUE AMO VOCÊS E EU AMEI OS COMENTÁRIOS DO CAPÍTULO PASSADO! Apesar de que ainda há muito fantasma por aí, mas, de qualquer forma, eu tô feliz demais para puxar as orelhas de vocês. Para além disso, eu acho que vocês odeiam minhas notas enormes e essas já estão ficando too much big. ENFIM, TUDO ISSO PARA DIZER QUE EU AMEI OS REVIEWS MAS CONTINUO QUERENDO MAIS U-U ALWAYS U-U KKKKKKKKKKKKKKKKKKK E, se quiserem, que tal uma recomendaçãozinha? Como eu tenho que escrever 25k até dia 28, vocês poderiam ser fodas e deixar 25 recomendações até dia 28 ASHUEASHUEAH Brincadeirinha. Ou não U-u ENFIM. DEIXEM SEUS COMENTÁRIOS, VIVAM BEM E SEJAM FELIZES, COM MUITO KLAINE E FANFICS FODAS EM SUAS VIDAS. ISSO AÍ. Até ao próximo, xxAngel