A Chave da Esperança
8 Inimigo à vista
Notas iniciais
A tarde no Argo II era melancólica. Não tínhamos quase nada para fazer além de conversar e admirar a vista do trirreme grego. A noite foi mais emocionante. Não emocionante bom, emocionante ruim, muito ruim. Decidi contar para todos sobre o sonho.
– Eu tive um sonho. — eu disse — Porfírion guardava algo, algo essencial para determos Gaia.
– Como o quê? — disse Frank
– Ainda não sei. — eu menti
Não contei pra ninguém sobre a chave. A lembrança dela ainda me perturbava.
– De qualquer forma vamos ter que ir ao esconderijo de Porfírion pegar "seja-lá-o-que-isso-for" . — disse Leo
– Porfírion deu alguma pista de onde ele poderia estar? — disse Piper
– Era um lugar com solo arenoso, parecia uma base militar. — eu disse — Ele mencionou algo sobre estar sul das nossas raízes, ou algo parecido.
– Sul das nossas raízes... — Hazel repetiu — Claro! O sul da Grécia!
– Sim, mas onde no sul da Grécia? — questionou Piper -
Base militar... — Annabeth disse baixinho — Gente, nós vamos pra Esparta.
Fale com o autor