A Chave da Esperança
16 Encontramos a chave para vencer Gaia
Notas iniciais
Porfírion provavelmente já estaria no Tártaro, mas ainda havia um problema, precisava sair daquela cela. Era uma cela mágica, nem bronze celestial conseguia cortar as barras. Tateei a minha mochila. Claro, o canivete. Serrei as barras da cela com muita facilidade.
– Quem diria... — disse John — Um canivete.
– É um canivete mágico, bobão. — dei um soco no braço dele
Rachel saiu correndo ao meu encontro e me abraçou.
– Estamos vivos! Graças a você! — ela disse
–Depressa! Ainda precisamos achar o tal objeto para combater Gaia. — disse Jason
– Eu achei! — gritou Leo — Venham aqui!
Nos esquivamos pelas roupas de Porfírion. Dentro de um dos bolsos encontramos a chave. Era de prata e tinha uma palavra gravada em um lado da chave e outra gravada no outro lado. Não tive coragem de segurá-la.
– Uma chave... — murmurou Annabeth
Me senti um pouco mal por não ter contado nada sobre a chave antes.
– De um lado está escrito sanguis, do outro, não consigo entender está em grego. — disse Frank
– Deixe-me ver. — disse Percy — As duas palavras significam...
– Sangue. — disseram Hazel e Annabeth em uníssono
– O que tudo isso significa? — Mike questionou
– Não faço a menor ideia. — disse Annabeth
– Vamos pessoal. — disse Percy — Temos uma deusa da terra para levar de volta ao Tártaro.
O Argo II navegou em direção a Atenas.
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