Quando cheguei em casa, conversei com os meus pais. Eu contei sobre a emergência, e eles entenderam que eu precisava partir naquela missão. Ainda era difícil de acreditar que meus pais eram semideuses e já frequentaram o Acampamento Meio­-Sangue.

Cheguei no meu quarto, e arrumei minha mochila. Pus algumas camisetas, um agasalho, duas calças e um short. Já estava saindo quando minha mãe me chamou pra conversar.

– Filha antes que você vá preciso te dar uma coisa.

Entramos na biblioteca e ela pegou um controle e apertou um botão. Uma das estantes se abriu revelando um arsenal enorme de armas. E pensar que tudo estava ali e eu nem percebi. Minha mãe pegou um batom e me entregou.

­ -Um batom?

­ -Afrodite me deu de presente. Na verdade é uma adaga. Tire a tampa.

Eu tirei a tampa do batom e ele se transformou em uma linda adaga de bronze celestial e uma haste de couro. Devolvi a tampa e ele voltou à forma de batom. Tinha algo escrito nele, estava em grego. Passei a mão nas letras douradas.

– Mãe, o que é isso escrito?

– É o nome da adaga. Significa...

– Destino. – disse eu, surpresa por ter conseguido ler – Obrigada pelo presente, mas eu tenho que ir.

Me despedi dos meus pais e fui embora com Nick.