A Candidata do Meu Coração
1 Prólogo
Notas iniciais
Oi, amigos!
Vim maravilhar-vos com mais uma pequena história feita por mim (como se fosse a melhor coisa do mundo ¬¬).
É sobre a Rin e o Sesshy, eu queria ver se consigo fazer uma fic sobre eles os dois, só um bocadinho diferente do normal.
Comentem e deiam a vossa opinião, para eu poder melhorar os meus textos.
Obrigada amigos.
Espero que gostem da história!! ^.^
Vim maravilhar-vos com mais uma pequena história feita por mim (como se fosse a melhor coisa do mundo ¬¬).
É sobre a Rin e o Sesshy, eu queria ver se consigo fazer uma fic sobre eles os dois, só um bocadinho diferente do normal.
Comentem e deiam a vossa opinião, para eu poder melhorar os meus textos.
Obrigada amigos.
Espero que gostem da história!! ^.^
O dia não era dos melhores para Sesshoumaru. O negócio não estava a ir bem, as contas estavam mal organizadas e a secretária tinha-se demitido porque o marido estava muito mal, e ela queria ficar em casa a tomar conta dele até sentir o seu último suspiro.
Sesshoumaru tinha muita pena dela, conhecia Takamiya e o marido há muitos anos, quando ela trabalhava em casa de sua mãe, sabia que o marido era doente do coração e que ele fumava muito.
Ele lembrou-se da tarde em que ela se demitiu. Estava a chover, mas as lágrimas dela caíam mais rapidamente que a chuva.
Flash-Back
- Menino Sesshy... — chamou-o Takamiya. Com os seus trinta e cinco anos, ainda era uma bonita mulher. Cabelos castanhos até aos ombros, profundos olhos cor de amêndoa e lábios rosados e sensuais. Sesshoumaru gostava dela pela sua sinceridade e gentileza eles conheciam-se quando ela tinha feito dezoito anos e tinha aceite o cargo de empregada doméstica, ele ainda tinha seis e o Inuyasha tinha cinco. Davam-se muito bem e ela era uma espécie de segunda mãe para ele. — Eu queria falar consigo.
- Diga, Takamiya. Tudo bem?
- Nem por isso. — dito isto, ela começou a chorar. Sesshoumaru correu para ela e pegou-lhe na mão.
- O que foi? O senhor Itashi piorou?
- Sim.. — disse ela, entre soluços. — Não há esperança. Segundo os médicos, ele não vai resistir muito mais.
- Eu sempre lhe avisei para parar de fumar e ele nunca me deu ouvidos. — nesse momento, Sesshoumaru também chorava. Era doloroso saber que a pessoa que tinha brincado com ele na sua infância estava a morrer. — O que é que vamos fazer agora?
- Vamos?! Menino Sesshy, o menino não tem que fazer nada. Eu tenho de estar com ele nos seus ultimos momentos, e o menino não pode descuidar a empresa do seu pai. Eu já paguei ao médico com o ordenado deste mês e o testamento já esta feito.
- E não quer ajuda, querida Takamiya?
- Obrigada, menino. Mas já me deu tudo o que me podia dar, sem você eu não seria nada hoje. Tenho de prosseguir com a minha vida e sem o meu marido eu não sou nada. Eu tenho de me demitir, menino Sesshy.
Fim do flash-Back
— E agora como é que eu vou arranjar uma boa secretária? — pensava ele, em voz alta. De repente, pega no jornal do dia e começa a pensar em pôr um anúncio lá.
Dito e feito, Sesshoumaru depois de se informar como é que aquilo era feito ligou o computador e escreveu o anúncio:
Técnico de Contabilidade precisa de uma nova secretária, que seja trabalhadora, jovem e que tenha experiência no ramo.
Para mais informações contactar: 002359205
Imprimiu a folha, colocou dentro do envelope junto ao dinheiro e enviou a carta para o jornal.
- Só espero é conseguir encontrar alguém a tempo. — suspirou.
De seguida, pegou nas chaves do escritório e saiu, trancando a porta.
Ele tinha prometido ir buscar Rin à escola e já estava atrasado. Ela já devia estar furiosa com ele, afinal de contas, ninguém fica meia-hora à espera de outra pessoa sem se aborrecer.
Viu-a no pátio, a jogar andebol com os rapazes e sorriu. Rin não era tão fútil como as outras raparigas da idade dela e o seu lema era divertir-se, desse lá por onde desse.
Mal o viu, Rin sorriu-lhe e parou de jogar. Limpou o suor com o seu colete e, tirando-o, cumprimentou-o.
- Sesshy, estava a ver que nunca mais vinhas!
- Desculpa, tive uns problemas no escritório...
- Deixa lá, eu entendo.
- Não estás chateada?
- Porque é que haveria de estar? Ô.Ô
Sesshoumaru e Rin tinham uma relação muito especial. Eram amigos desde infância, quando Sesshoumaru a salvou de um cão selvagem tinha ele catorze anos e ela oito. Desde aí, nunca mais se separaram! Eles eram só amigos, mas as amigas dela diziam que havia uma certa química entre eles, que não deveria ser só amizade. Rin corava sempre que elas diziam isso, porque ela sempre gostou dele desde pequenina, apesar de ter a certeza que ele não sentia o mesmo por ela.
- Rin, se ainda queres ir dar uma volta é melhor ires vestir-te e despachar-te porque olha que eu não vou esperar muito mais.
- Oh, não — disse Aruka, que estava a ouvir a conversa — não te vás embora, Sesshoumaru! Pelo menos até veres o vestido que a Rin trouxe hoje para a escola... É o máximo, e ela fica super bem com ele.
- ARUKA!!! — Rin corou violentamente e bate na amiga. — Não devias ter dito nada.
- Porquê, Rin? Eu não o iria ver?
- Bem... Eu ia mudar de roupa e vestir as calças que tenho no cacifo mas ela apareceu e não me deixa.
- E o que é que o vestido tem de mal?
- Nada.... Bem... É decotado...
- Aaah!
- Rin-chan, chega de conversas e vem lá vestir-te. Até te dou um jeito ao cabelo. — disse Aruka, toda contente. Rin não teve oportunidade de fugir e seguiu-a até ao balneário.
Passado um quarto de hora, Rin ainda não tinha aparecido e Sesshoumaru estava preocupado.
O que teria acontecido? Será que estava lá alguém a magoá-la? Ele nem pensou duas vezes, e entrou no bloco de Educação Física, correu até ao fundo e depois entrou no balneário das raparigas.
Lá estava Rin, a acabar de vestir um vestido vermelho. Só lhe faltava tapar o tronco, mas Sesshoumaru arrombou a porta e viu-a de soutien.
- Aiiii. SESSHOUMARU!!!
- Descul...Desculpa. Eu pensei que esta... que estavam em perigo e vim ajudar-vos... Ó.Ò
- Saia daqui. Saia, Sesshoumaru!!!!!
Sesshoumaru não estava muito arrependido. Rin ficava muito linda com o vestido vermelho e, olhando para o seu corpo, dava para ver que Rin era já uma bonita e elegante mulher. Quando o bloco estava em silêncio, Sesshoumaru estava a ouvir uns batuques esquisitos. Apurou os ouvidos e andou à procura da fonte do barulho.
\" De onde é que vem o barulho? Oiço-o em todo o lado. Acho que até o sinto!\" — dito isto, Sesshoumaru pôs uma mão no coração e disse:
- Não! Não pode ser... Seria o meu coração a fonte desse tão estranho barulho? Estarei eu apaixonado?
Sim. Sesshoumaru estava apaixonado pela sua melhor amiga.
Já não se importava com a fúria que ela teria para lhe dar, só queria que os minutos passassem mais rápidos para ele poder estar com ela. Já passava meia-hora.
- Oh, boa... Uma hora e meia perdida! Aff.. E queixava-se ela de mim... — pensou ele, em voz alta.
- Sesshoumaru — disse Akura. — Rin-chan está mesmo brava contigo. Acho que é melhor ires falar com ela.
- Okay... Eu vou. — O que é que ele lhe ia dizer? Ele ia confessar o seu amor por ela... Mas e se ela não gostasse dele? Logo veria.
- Rin... Desculpa. Eu pensava que estavas mal, demoraste tanto no balneário! — disse ele, mal a viu.
- As raparigas demoram sempre imenso tempo no balneário. — salientou ela, zangada. Quem não ficaria, sabendo que um rapaz (e ainda por cima melhor amigo) a veria de soutien?
- Eu não sabia. Sempre que te venho buscar já estás pronta.
- Agora ficas a saber. — disse ela.
- O vestido fica-te mesmo bem — disse ele, olhando para ela. O vestido era vermelho e chegava-lhe aos joelhos, tinham uma facha num dos lados e o decote era em V. Rin estava muito bonita e sensual, e os seus olhos, pintados com maquilhagem, expressavam o quanto orgulhosa estava da sua aparência. — Estás mais adulta, mais bonita...
- Oh, isso quer dizer que antes eu era feia? Ô.Ô — disse ela, para o arreliar. A frase dele tinha sido a palavra mágica para a acalmar.
- Claro que não. Tu sempre foste linda. É por isso que eu gosto tanto de ti. — Rin estava muito corada, há muito tempo que não ouvia elogios desses. Os rapazes da sua antiga turma passavam a vida a mandar-lhe piropos mas ela não ligava porque o seu coração já tinha dono e agora estava a ouvi-los dos bonitos lábios de Sesshoumaru. O que é que ela quereria mais?
- O... Obrigada pelo elogio, Sesshoumaru. Eu também gosto muito de ti. — disse ela, quando já estavam a meio do caminho para sua casa.
- Mas eu estou a falar a sério, Rin. — disse ele, e deu-lhe a mão. — Gosto de ti não só por amigo.
- Não só por amigo? — repetiu ela, nervosa. O que é que ele ia dizer a seguir? Ela estava a imaginar, mas não queria criar falsas esperanças. Iria ele dizer \"por amor\"?
- Não. Gosto de ti como se fosses minha irmã.
- >.<
- O que é que foi? Não respondes?
- Estava a pensar noutra coisa — disse ela, olhando para o chão. Porquê? Porque é que ele não conseguia gostar dela?
As suas lágrimas teimavam em aparecer. Temendo que corressem livremente e que Sesshoumaru as visse, Rin largou-lhe a mão e correu para casa.
Sesshoumaru não percebia o porquê de ela ter ficado assim e vendo que já nao iria conseguir alcançá-la, foi para casa porque amanhã já tinha duas candidatas para ouvir. Seria um dia muito complicado, e a seguir ele teria de ir falar com ela.
Por agora, teria de enfrentar o seu irmão Inuyasha e a sua cunhada, por se ter atrasado para o jantar, coisa que ninguém deveria fazer. ~.~
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