Notas iniciais
Eu tenho uma noticia fresquinha para vocês! Nós NÃO MORREMOS! YAAAAAY! Mas provavelmente vocês querem nos matar agora, por isso desculpas, mesmo, nós lamentamos. Mas para recompensar, vamos postar o próximo logo, talvez ainda hoje, depende dos comentários. E falando nisso, obrigada a todas que comentaram o capitulo anterior, vocês são demais, te amamos. Porque vocês acharam que a Ally estava ''sentindo muito''? Alguém acertou?

– Pelo seu video game.

– Pelo meu video game?

– Seu cão fez xixi nele, você não viu?

– Meu cão fez xixi nele?

– Para de repetir tudo o que eu digo!

Austin saiu correndo e ao entrar em seu quarto viu o video game perto da cômoda de 10 anos atras , todo ensopado por urina de cachorro.

– Ah não!!! Tenho que secar isso.

Ele saiu e logo voltou com um pano velho, começou a secar o aparelho e tentou liga-lo várias vezes, na vigésima sétima vez ele se levantou e começou a choramingar.

– Diz que em algum lugar por aqui tem uma loja de concertos de eletrônicos. — Disse ele me olhando.

Aqueles olhos...

– Ãn.. na cidade. Cerca de 20 minutos daqui. Se formos de carro.

– Hm certo vamos até lá.

– A pé???

– Vou pedir o carro do meu pai emprestado.

– Acho que não será necessário.

****

POV AUSTIN

Ally me levou até o sítio onde ela morava e havia um plástico preto gigante totalmente empoeirado cobrindo alguma coisa.

– O que é isso?

Perguntei me referindo ao plástico.

– Isso nos levará à cidade.

Ally puxou o plástico revelando uma caminhonete à lá ferro velho do século 19.

– Você só pode estar brincando né?

– Ué o que tem de errado?

– Você acha mesmo que vamos chegar na cidade em 20 minutos com isso? — Disse apontando para aquele veículo caindo aos pedaços. — No mínimo chegaremos em 2 horas!!!!

– Quer arrumar esta coisa ou não? — Ela disse se referindo ao video game em minhas mãos.

–Ta legal.

–Você dirige — Disse jogando as chaves para mim.

– Por que você não dirige?

– Por que não.

Coloquei a chave na ignição e depois de um barulho muito esquisito demos a partida.

– Tudo bem. Lá vamos nós.

****

Depois de sairmos do sítio e pegarmos a estrada de terra, um silêncio ensurdecedor se ergueu entre nós e resolvi me pronunciar:

– Então.. você gosta de veículos antigos?

– Era do meu avô. Ele me deu de presente no meu aniversário de 16 anos.

– E ele nunca ensinou você a dirigir?

– Meu avô teve um infarto e nunca mais foi o mesmo. — Disse com um olhar doce. Imaginei que aquele assunto era pessoal demais e achei melhor mudar de assunto.

– Puxa que calor é este? Aqui é sempre assim?

– É, é sim. Vai se acostumando.

– O que acha de tomarmos um Milk-Shake?

– Milk o que?

– Shake. Você nunca tomou Milk-Shake???

– Eu moro no interior esqueceu?

– Ta mas é impossível alguém não conhecer essa maravilha. Eu faço questão de te mostrar.

– Vai ser um prazer conhecê-lo.

****

A cidade não era bem como eu imaginava, tinha bares, algumas lojas de roupas, mercado, feiras, uma praça na qual havia um chafariz e uma igreja. Foi tudo o que consigui ver. Entramos numa rua onde se encontrava a loja de concertos tecnológicos. Estacionei em frente à loja e entramos.

POV ALLY

Assim que entramos fiquei admirada com a quantidade de coisas que estavam ali: video games, celulares, computadores.. uma infinidade de tecnologia bem diante dos meus olhos. Austin estava analisando uma espécie de video game antigo, então fui até o balcão. Lá estava um garoto que aparentava ter minha idade, olhos castanhos, cabelos pretos bagunçados. Olhei o crachá, Josh estava escrito nele. Ao me aproximar, o garoto deu um largo sorriso que mostrava todos os seu dentes brancos.

– Boa tarde senhorita. O que deseja?

– Olá. Bem, na verdade quem precisa de ajuda é ele ali. Austin! — Gritei e se aproximou.

– No que posso ajudar senhor? — Josh não parecia mais tão amistoso.

– Oi. Eu vim concertar isto. Tive um probleminha com o xixi do meu cachorro.

Austin colocou o aparelho em cima do balcão. Estava fedendo a urina. Pude notar que o garoto conteve uma risada.

– Entendo. Vou ver o que posso fazer.

O balconista levou o video game para os fundos da loja e logo voltou.

– O estrago foi feio amigo. Vou levar 2 semanas para concertar e ficará em torno de 400 dólares.

– QUATROCENTOS DÓLARES???? QUE ROUBO ALLY VAMOS EMBORA!! — Austin disse me levando em direção à saída.

– Esperem — Josh gritou, o que nos fez olhar para ele.

– Faço um preço especial para você e sua amiga linda — Disse pegando minha mão e a beijando, dando uma piscada.

– Ta, ta, ta! — Austin puxou minha mão e a segurou com força.

– Quanto vai ficar?

– Trezentos e oitenta dólares.

– Trezentos e sessenta!

– Trezentos e setenta.

– Feito!

Austin entregou o video game para o garoto e me tirou de lá às pressas.

– O que deu em você?

– Te salvei de um cleptomaniaco.

– Ele não parecia um cleptomaniaco para mim.

– Ally você é muito inocente não percebeu o que ele estava fazendo?

– Sim. Sendo gentil.

– Ah!!! Esqueça!! Vamos tomar o Milk-Shake. Qual vai ser o sabor que você vai querer?

– Hmm.. Chocolate.

– Sábia escolha.

*****

POV AUSTIN

– Aqui está o seu pedido senhor — Disse a garçonete me entregando dois Milk-Shakes de chocolate.

– Pronta para experimentar a melhor maravilha de todas?

– Sim.

Demos um "brinde" e tomamos.

– Ai meu Deus! Isto é fantástico! Não mais que fantástico, é, é...

– Maravilhoso??

– Isso!!! Um verdadeiro Milk-Maravilha-Shake.

Sorri e voltamos para casa.

*****

Estacionei a caminhonete e me atrevi a olhar para Ally, que também me observava. Estava escuro, pois já estava anoitecendo, mas ainda dava para ver o brilho dos olhos dela. Cara ela era linda.

– Então você aprovou o Milk-Maravilha-Shake?

– Ah sim. Obrigado por me mostrar.

Ela abaixou a cabeça, provavelmente envergonhada, quando voltou a me olhar me aproximei o bastante para sentir sua respiração. Estávamos tão próximos que poderia beijá-la (e eu iria). Então...

Notas finais
Quer saber oque acontece agora? Comente por favor. ;) *May & Caah.