A Big Choice
11 Capítulo 11 - Memórias De Uma Madrugada Num Motel
Notas iniciais
Do Contra e Cebola estavam o mais afastados que podiam um do outra, mas o tamanho da cama não ajudava muito.
Mônica não parava de rir e se contorcer naquela poutrona vagabunda.
~ Alguns Momentos Antes ~
- Ah, não, Mônica! Você tá de brincadeira.
Os meninos rosnavam.
- Sinto, se vocês não tem um pingo de sorte nos jogos.
~ Momentos Antes dos Momentos Antes ~
- Dois ou um. Mônica cantarolava de um jeito infantil que estava começando a irritar.
- Okay... Bufou Cebola.
Mônica : 1
Cebola : 2
Do Contra : 3
- Do Contra?! Cebola e Mônica reclamaram.
- Foi mal galerê, força do hábito.
Mônica : 2
Cebola : 1
Do Contra : 1
Eles se olharam. Estáticos.
~ Agora ~
- Há! Eu não acredito. Mônica rolava.
Eles a fuzilaram com os olhos.
- Gente, ainda são seis horas da tarde, vocês realmente precisam dormir? Cebola reclamou — Tem coisas muito mais interessantes que poderiamos fazer agora.
Mônica ignorou totalmente o comentário malicioso de Cebola e se voltou para o mesmo :
- Não sei se você se lembra, mas amanhã é segunda, temos aulas. Meus pais acham que eu estou agora na casa da Magali, para começo. E Magali acha que estou com algum de vocês.
Ela parou e continuou.
- Os pais de vocês acham que estão no acampamento e depois teremos muito o que esplicar. Além do fato de Do Contra estar ferido e ele nem se dá ao trabalho de trocar seus curativos.
Ela passa seu olhar para Do Contra e depois desliga o abajur e se deita.
Cebola e Do Contra de entreolham e depois se lembram o fato de terem de dormir na mesma cama.
- 1 : 45 a.m -
Cebola não está conseguindo dormir e se levanta para beber água.
Ele para e fica observando Mônica dormir. Seus olhinhos tremidor e seu corpinho tão chamativo e acolhedor. Uma vontade de ficar observando aquele corpo a noite inteira o chama a atenção.
Ele fica observando e acariciando o corpo até ás 2 : 05 da manhã e depois percebe o quanto idiota está sendo e vai dormir.
- 2 : 30 a.m -
Do Contra acorda com uma vontade maldosa de ir ao banheiro. Reluta. Mas no fim a vontade é maior e ele vai.
O sonho se foi. '' Que maravilha ''
Agora ela estava de frente para ele, mas estranhamente Do Contra não se viu acompanhando a trajetoria do corpo perfeito de Mônica, nem seus seios que agora estavam á mostra. Viu-se olhando cheio de desejo seus lábios meio separados. Era... Quase impossível resistir a eles. Mesmo no sono, eles eram da cor de pétalas de rosas, um tanto úmidos e separados daquele jeito.
Eu podia fazer isso muito de leve. Ela jamais saberia. Eu podia, sei que podia, essa noite me sinto. Está noite eu me sinto invencível.
Enquanto ele se curvava para ela ele saltou e voltou ao encontro da sua amada cama macia. Mas a cama nunca ficaria tão macia quanto estava aquela hora. Merda!
- 2 : 50 a.m -
Chegando em um ponto da noite que nenhum deles conseguia mais dormir. Os três se levantaram e perceberam que não eram apenas eles que não conseguiam mais dormir.
- Não conseguem mais dormir? Ela perguntou
Eles confirmaram o que já estava obvio.
- Vamos dar uma voltinha? Mônica propos.
- Por mim.. Cebola falou e Do Contra também confirmou.
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