A Big Choice
9 Capítulo 9 - Amar, sentimentos e Hotéis
Notas iniciais
Então estavamos todos lá, lindos e belos no taxi, o caminho do rio até o ponto de taxi foi silencioso, creio que eles ainda estavam se recuperando do choque....
Estão estavamos todos á caminho do tal hotel que só os meninos sabiam qual era... Não sabia de nada e nem queria saber... Eu só queria relaxar e esperar aquele tal ônibus que o Cebola falou que ia dar uma paradinha no limoeiro, então pelo visto teriamos que dormir lá e voltar segunda a noite...
Cada um no seu canto... Ninguém queria romper a barreira do silêncio. Então chegamos.
'' In Love Motel ''
Mas o que é isso? Esperei Do Contra pagar o 'moço' ( modo de falar porque a criança devia ter uns 50 anos ) E então soltei :
- Mas o que...
- Era o único que tinha, ou você preferia dormir na mata de novo? Cebola falou
- E também se a gente falasse você não viria, e nós não estavamos a fim de dormir na mata de novo, não sei você, mas me deu uma dor nas costas — Do Contra continuou enquanto ' estalava' os dedos e outras partes do corpo .
- E o que eles vão pensar quando eu chegar lá com dois garotos e falar '' Um quarto por favor para nós três, e ah, por favor, privacidade que temos assuntos para tratar... ''
- E cade a Mônica que não se importava com nada que os outros pensassem dela ? — Do Contra falou terminando de estralar seu corpo .
-Ah, e é preciso ser maior de idade para entrar num motel, eu acho... Por que eu nunca entrei em nenhum....
- Sabe, eu já sou maior de idade, vocês ainda são crianças de 17 aninhos... Mas, sabe o lado bom de Moteis no nada... É que eles geralmente não cumprem as regras... Ainda mais esse que é bem caido, só um de nós vai precisar mostrar sua identidade, eu, é claro... Então, vamos crianças... — Cebola falou entrando no motel enquanto Do Contra bufava e Mônica resmungava -
- Um quarto... O afastado por favor... É que o nosso caso é... singular! — Cebola falou para o atentende, o mesmo não pareceu surpreso, até espiar para trás e ver uma menina/ mulher entre dois homens.
Depois riu
- Documentos, por favor!
Cebola ignorou os risos, depois de tudo ok ele pagou. Mônica se sentiu desconfortavel vendo que eles pagavam tudo para ela, mas ela estava sem dinheiro.
Eles estavam indo para o quarto em que o atendente falou até que eles escutam um :
- Boa Noite, insáciavel — Falou o atendente -
Mônica carou e o atendendo recebeu um olhar fuzilante de Do Contra.
Era bem a cara de Cebola mesmo... Pedir o quarto mais afastado, só para me envergonhar... Mas Mônica estava convercida de que nada de mais aconteceria naquela noite...
O clima estava insuportável. Eles sentiam o cheiro da pele recem banhada dela... E aquele cheiro doce dela estava quase os deixando embreagados.
- Há, não sei vocês, mas eu vou tomar um banho na banheira... Aquele banho no rio não me satisfez — Mônica deixou entrar um pingo de sarcasmo em sua voz -
Do Contra e Cebola se entreolharam e depois se retiraram.
Mônica ficou satisfeita em ter a sua privacidade respeitada, mas imaginou para onde é que eles iriam, mas depois afastou esses pensamentos.
Ela entrou no banheiro e encontrou uma grande banheira... Não como a dos moteis chiques, mas esta dava para o gasto. Ela também encontrou sais de banho ao lado. E ficou satisfeita em ver que esses sais de banhos não tinham cheiro de remédio. Mas sim se baunilha.
Mônica nunca nunca ficou tão feliz com um banho na vida.
Ela pensou no Cascão, e depois riu.
Lentamente Mônica foi adormecendo e quando se viu, estava dormindo.
Ela teve um sonho meio louco. Gostei! pensou ela. Numa parte do sonho ela se perguntou se Klaus estaria bem neste momento depois de ter os ajudados. O que será que Batata fez com ele?! Será que ele inventou uma desculpa qualquer? Mas antes que ela inconscientemente começasse a chorar ela se lembrou que ele prometera que eles se encontrariam de novo.
Mônica acordou num pulo. Eles já devem estar chegando.
Ah, mas que maravilha, eu não tenho roupas limpas.
...
Mônica começou a vagar pelo quarto , olhou dentro dos armarios e então encontrou algumas rolpas que, menos sensurado eram um tantinho ' não discretas ' Mônica então encontrou um vestuarios um pouquinho menos chamativo :
Mas eram apenas alguns panos para se entrolar. Mônica não queria usar aquelas roupas sujas de lama então resolvel arriscar e deitou na cama.
Mas então Do Contra chega. Sem Cebola.
Ele olhou para Mônica um tanto assustado e sentou-se na cama de casal e começou a massagear os ombros dela.
Mônica se assustou, mas deixou.
- Use aquele óleo de massagear alí — Falou Mônica enquanto apontava para um frasquinho vermelhor com o queixo.
Morango.
Era melhor que os óleos exoticos e sensuais que Do Contra pretendia usar em Mônica.
Ele massageou as costas á mostra sela enquanto tirava suspiros dela.
A massagem estava cada vez melhor, e ela sentiu os lábios macios dele em sua pele.
Mônica se virou. Aquilo poderia acabar mal, e ele sabia disso. Mônica não queria. E Do Contra não queria imaginar o corpo perfeitamente quente e aconchegante que se encontrava em baixo daqueles finos pedaços de pano. Mas parece que a sua mente era mais forte que ele mesmo.
Mônica o encarou.
O cabelo liso de Do Contra estava desgrenhado fazendo-o parecer tão libertino e aventureiro. Seu rosto sempre pálido e contido agora estava corado.
Era tão injusto... Os lábios de Do Contra eram parte de sua armadilha sedutora básica. Ele tinha a boca mais bonita que Mônica já vira em alguem, homem ou mulher. A boca, o cabelo, as pálpebras meio caidas, os cílios pesados, a delicadeza do queixo... Era injusto, até para alguém como Mônica que tinha uma beleza encantadora
Mônica cedeu... Aquilo poderia acabar mal, ela saiu e apenas sussurou um '' obrigado ''
Mas não era um dia de sorte para Mônica
Cebola,
Ele finalmente voltara, para a tristeza de Mônica eles acabaram batendo um de frente para o outro.
E agora estavam numa proximidade que não incomodou Mônica. Nenhum pouco. Mais no fundo ela queria gritar. Ele era irresistivel para Mônica e ela achou que agora ela não iria conseguir escapar.
Como vocês fazem isso?!
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