A Big Choice
6 Capítulo 6 - Klaus Também Ama e Longa Noite
Notas iniciais
— Salvando a vida de vocês!
- Mas o qu... — Mônica começou mas depois olhou para Do Contra desacordado no chão e sentiu uma pontada no peito e resolver manter-se em silêncio e decide ir para perto de Klaus tentar o ajudar -
Quando Mônica ia ajudar Klaus e sente os dois braços de Cebola passarem para frente a prendendo junto ao seu corpo a impedindo de ir.
Mônica bufou. Sabia que Cebola fazia isso porque a amava e temia por ela mas ela já estava ficando brava, mas resolveu não fazer nada.
Klaus termina de desamarrar Dc e pega o corpo desacordado em seus braços.
Cebola se solta de Mônica, vai até Klaus que o mesmo o entrega o corpo de Do Contra.
- Venham — Klaus falou sombrio e andou em direção até um determinado ponto do local e depois parou. Ninguém decidiu quebrar o silêncio, talvez por medo.
Klaus de abaixou e tateo o chão achando uma pequena alavanquinha oculta que ninguém antes percebera e então a abriu fazendo sinal para descerem.
Mônica não se aguentou e se virou para Klaus e então falou:
- Por que?! Por que resolveu nos ajudar agora?!
Klaus respirou fundou e depois colocou as duas mãos, uma de cada lado do rosto de Monica, a obrigando a olhar diretamente em seus olhos negros, realmente pretos e... Muito bonitos, Mônica ficou fascinada e concentrada nos olhos que ela quase conseguio enchergar estrelas entre eles... Céu... Eram como o céu a noite, por isso as estrelas, pensou ela. Eles estavam... Perto demais, ela podia sentir a respiração de Klaus, mas isso por algum motivo não a incomodava. Mas incomodava Cebola que não quis enterromper...
- Escuta, Mônica.. Tem coisas que você não sabe, talvez nem nunca vai saber, lá fora existem pessoas más... — Klaus falou e depois riu de leve- bom, aqui dentro também, mas, apenas quero que você saiba: pessoas fazem coisas ruins por alguns simples motivos... Mas tudo bem, vou tomar providencias para que algum dia talvez você saiba o que aconteceu hoje, mas agora, quero que você apenas fuja, por favor, ok? Fiz isso porque, bem... Eu gosto de você....
Mônica tremeu e foi possuida por uma felicidade repentina e passageira, lembrou de Do Contra e Cebola e deu uma leve olhada para ver como eles estavam.
A ipnose do momento acabou, Klaus e Mônica já não se olhavam mais e Klaus decidiu continuar:
- Descendo a escada encontraram um local realmente sujo — depois riu, provavelmente de uma coisa que os presentes naquela sala jamais saberiam — final do corredor uma porta encostada, abram e vua-lá, liberdade.
Klaus apontou pra encadinha.
- Obrigada. Sussurou Mônica enquanto via Cebola descer com dificuldade com Do Contra em seus braços e foi surpreendida com um braço de Klaus a puxando, o que acabou resultando nos dois colados um ao outro. Mônica olhou para cima e viu o rosto de Klaus, que o mesmo se afastou calsando um protesto repentino ao corpo de Mônica, mas a mesma permaneceu quieta.
- Espero ver você novamente... Mas eu sei que verei — Klaus falou-
Monica deu um leve sorriso e percebeu a inquietude de Cebola, já em baixo da escada.
- Então eu esperarei por você — Ela sussurou e então desceu-
...
O local era escuro e... Nossa tinha um cheiro horrivel, e ficava cada vez pior. Mônica podia sentir a raiva e angústia de Cebola a 4 metros que separavam o seu corpo do corpo de Cebola. Mônica tentou quebrar o cliemão... O que foi um erro.
- Ainda bem que hoje é sexta-feira, não é?!
Não existiu resposta, então Mônica resolvel se calar.
Eles continuavam andando em silêncio pelo corredor sujo e vazio onde só podia se olvir um leve gotejar que parecia estrondar na cabeça de Mônica.
Finalmente eles chegaram a porta e Cebola, quase tremendo abriu a porta e eles se depararam com... O nada.
Literalmente o nada. Parecia um campo vazio, e o céu escuro, Mônica repentinamente se lembrou dos olhos... Daqueles olhos.
- AHHHH!! Mas que droga, droga, droga!! Ah... Pra onde é que eles nos levaram, aqui não tem NADA.
-Calma, Cebola... Bem vamos tentar procurar alguma coisa.. — Mônica tentou acalmar Cebola-
- Ok, Mas você fica, Mônica. Ali ó, uma caverna, cuide de D.C enquanto eu vou procurar alguma alma viva neste fim de mundo — Falou Cebola apontando para uma caverna e entregando D.C aos braços de Mônica, sim, ela era muito forte, quase mais forte do que ele, e ele não sentia remosço em deixa-lá segurar D.C, todos nós sabemos a força que Mônica tem. Cebola deu meia volta e partiu, deixando um garoto desacordado e uma Mônica abatida.
Mônica foi em direção a caverna, sentou e deitou a cabeça de Do Contra sob o seu colo e sussurou :
- É vai ser uma longa noite...
...
Mônica cantava umas cantigas que sua mãe cantava para ela quando ela era menor e acariciava os cabelos escuros e sedosos de Do Contra, já frustrada pela demora de Cebola.
Então aconteceu... Repentinamente Do Contra foi abrindo seus olhos e encontrou os de Mônica banhado em lágrimas.
-Ah... Mônica?!
- Sim sou eu, Do Contra, sou eu! — Mônica tentava conter os soluços, o que era uma tarefa quase impossivel.
Ele não falou nada, depois soltou as palavras num tom de deboxe :
-Ah, cara... A Dra. Cebola que me carregou?! Diga-me que foi você, ah... Estou cheirando a Cebola velha! — Ele fez uma careta -
Mônica riu, mesmo sabendo que não devia, mas teve graça.
Depois de um tempo Mônica parou, deitou a cabeça de DC e se aconchegou em um abraço com ele, deitados
-Eu te amo. Sussurou em seu ouvido
-Eu sei, e você não sabe como eu queria que isso fosse o suficiente pra mim. Do contra disse frio, e Monica sem querer derramou uma lágrima. '' Eu sinto muito pelo que aconteceu, mas as coisas ainda podem mudar, elas sempre mudam,não é?'' Pensou Monica.
— E sabe o que me machuca mais? Ele continuou. — É saber o que teria sido, o que era pra ser. Quer dizer, eu sou perfeito pra você, teria sido simples e fácil.Era o rumo normal que a vida iria tomar. se o mundo fosse do jeito que deveria ser.
Eu sabia que ele tinha razão. Se o mundo fosse o lugar normal, simples e sádio que deveria ser, Do Contra e eu teriamos ficado juntos, e teriamos sido felizes, ele era a minha alma gêmea...
Notas finais
Bella
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