A Bela e a Fera
18 XVI - Dia Vinte e Quatro
Notas iniciais
POV's Bela
Notei com o passar do tempo,os guardas ficavam mais tempo na ronda do que o normal.O tempo passou tão rápido que amanhã já é natal.O castelo estava mais limpo e arrumado,tinha árvores de natal,decorações e etc.
–A senhorita ainda esta com febre? — Perguntou Sophia.
Sim,nesse exato momento estou deitada na cama caindo em febre.Já fazia uma semana que estou sem fome,febre alta e dor no estômago.
–Acho que estou...só um pouquinho... — Falei.
–É uma pena que a senhorita esta assim logo que amanha já é natal,a senhorita percebeu que o tempo ta passando rápido...infelizmente. — Falou Sophia.
–Por que infelizmente? — Perguntei.
–Érr... por nada...
~o~
POV's Fera
Nathaniel e Lysandre estão encarando a rosa,e eu também.O tempo esta passando mais rápido do que o normal,sera que Debrah esta envolvida nisso?
–Bela melhorou? — Perguntei.
–Parece que não. — Respondeu Nathaniel.
–Mas já faz quase uma semana que ela esta assim,sera que é normal? — Perguntou Lysandre.
–Acho que não...Lysandre,chame o Jade,vamos fazer um remédio com as tais rosas amarelas. — Me levantei.
Abri a porta e segui Lysandre,deixando Nathaniel no meu quarto.
...
–Essa tempestade nunca vai parar?! — Gritei.
Estamos no lado de fora procurando Jade.Aquele cavalo não para quieto! ah! achei ele!
–Jade! — Eu e Lysandre gritamos.
Jade levantou a cabeça e foi até agente,mas primeiro fez uma reverencia.
–O que deseja meu senhor? — Perguntou Jade.
–Precisamos de rosas amarelas para... — Comecei.
–Meu senhor,já enviamos as rosas para o pai da garota! — Falou Jade.
–Eu sei,mas não é para ele e sim para ela... — Falei.
–Ela quer rosas amarelas? ela pensa que é fácil cuidar de rosas?! ela pensa que coloca a semente e depois é só esperar minutos que voalá! uma rosa amarela?! — Falou Jade.
–Jade! olha esse tom de voz! — Protestou Lysandre.
Eu apenas ri.
–Calma senho Jade,precisamos da rosa por que a Bela esta doente. — Falei.
–Ha..então ok. — Falou Jade.
Assenti com a cabeça e então Jade pegou duas rosas amarelas e eu e Lysandre entramos no castelo.Fui até a cozinha.
–Iris! — Chamei.
–Sim meu senho... — Reverenciou Iris.
–Poderias fazer o tal remédio com essas rosas? — Perguntei.
–Claro senhor,só espere um pouco. — Iris reverenciou novamente e foi até o fogão.
Sai da cozinha e me sentei na cadeira da sala de jantar e fiquei encarando a chuva,e...me lembrei no dia que conheci Debrah...
"Depois que eu acabara de brigar com meus pais,sai do castelo e fui até a vila.Todos da vila estavam dentro de suas casas por causa da tempestade.
Continuei andando pela rua até que uma silhueta no fim a rua.Era uma garota.Por algum motivo,me senti atraído por ela e fui até seu encontro.Quando cheguei mais perto,vi que ela era a garota mais linda que eu já vi.
–Você esta sozinho? — Ela perguntou.
–Sim,e você? — Eu perguntei.
–Sim...meu nome é Debrah e o seu?
–Castiel,príncipe Castiel. — Respondi.
Eu estava tão no passado que não ouvi quando Iris me chamava.
–Senhor? — Iris chamou novamente.
–Fale.
–Eu terminei. — Iris me entregou — com muito dificuldade — uma caneca branco com um líquido amarelo transparente.
Agradeci e subi até o quarto de Bela.Bati na porta três vezes e abri.Bela estava sentada na cama e parecia bem melhor.
–Você esta melhor? — Pergunto.
–Parece que sim! — Bela falou animada.
Fui até seu encontro e me sentei no seu lado.
–Beba. — Ordenei.
Ela cheirou o líquido e sorriu.
–O remédio do papai... — Falou Bela.
Ela tomou um gole e me deu o resto.
–Você não tomar tudo? — Pergunto.
–Acredito que você também precise tomar,isso além de ser uma remédio,também pode ser uma chá.Beba,é muito bom! — Falou Bela.
Assenti com a cabeça e bebi o líquido.É muito bom,tinha um gosto doce,e me acalmou muito.
–É verdade... — Falei fechando os olhos.
–...quer que eu conte uma história?
–Oi?
–Uma história,quando eu estou animada eu gosto de contar histórias! — Falou Bela bem animada.
Levantei os ombros e sorri.
–Por favor,me conte uma história bem legal. — Falei.
–Pode ser romance? — Ela perguntou.
–Pode.
–Você conhece a história da Bela Adormecida? — Perguntou.
–Conheço. — Respondi.
–Mas na minha versão,com mais romance e mais ação,conhece? — Perguntou.
–Não,me conte essa mesmo.
–Ok,era uma vez...
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