A Beautiful Lie

42 Cap. 40 - Remorso


Notas iniciais
HOLAAAAAAAAAAAAAA, suas lindas. Saudade de escrever notas iniciais uhsuahsuashaushaushauhsuahsuahs Eu voltei meus amores #Se vcs estivessem ao meu lado se assustariam com o tamanho do meu sorriso u.u
Querem saber sobre o cap.?
Well, honestamente? Não foi um cap. que eu gostei de escrever e muito menos que eu acho que tenha ficado realmente bom, mas eu ainda estou tentando voltar a escrever de acordo com o mundo das fics. Voltando com as coisas das personalidades. Acho que treinei tanto redação nas últimas semanas, que perdi o jeito quando o assunto é fanfic agora :/
Mas okay, devagar td se ajeita #espero.
Sobre meu 'sumiço', desculpem-me novamente, mesmo que eu tenha colocado o aviso. Quero agradecer a todas as lindas que me entenderam e que me desejaram boa sorte, seja por aqui ou pelo face. #Me saí muito bem no PAAES, se querem saber :p
Cap. POV do Draco. A partir de agora, a maioria dos capítulos serão dele... Flashbacks serão melhores assim e.e

POV Draco Malfoy

Rebecca anotava tudo tão rapidamente em uma desorganizada lista que eu sabia que assim que ela saísse da minha sala, pronta para realizar minhas ordens, já as teria esquecido. Não costumava precisar de um motivo claro para demitir meus funcionários, mas não negaria o fato de que se tudo o que eu disse não fosse feito, eu não hesitaria em mandá-la embora. Contudo, ela era uma boa secretária — não chegando à excelente pelo péssimo ato de fazer comentários com os outros funcionários sobre meu "ótimo humor esta manhã". Não me admirava que o boato que corresse em todo o prédio fosse sobre algo ter dado errado em minha lua de mel. E isso, além de me deixar pronto para descontar minha frustração no primeiro que fizesse algo de errado, também me fazia lembrar um compromisso para amanhã. Era mais do que óbvio que Pansy não demoraria muito para aparecer. O boato da minha volta para casa já se instalara. Parkinson estava certa do sucesso de sua empreitada.

- Tudo bem, mais alguma coisa, senhor Malfoy? – Rebecca perguntou, já começando a se levantar, provavelmente com minhas últimas frases frescas em sua memória.

- Não, já pode ir – falei balançando uma mão em direção a porta, a dispensando. Só quando ela já tocava a maçaneta me lembrei – Mais uma coisa. Ligue para casa e avise que almoço lá. Não se esqueça de entregar as flores para minha esposa também. O cartão você sabe qual é, então depois traga apenas para que eu assine – ela balançou a cabeça rapidamente, voltando a anotar em seu bloquinho – Não, cartão o bilhete. Ele vai para a minha sogra, então, você sabe o que fazer.

Afinal, não era Hermione quem eu deveria conquistar agora. Ela estava irritada, muito. E ainda relutava em falar cordialmente comigo, não importando quais fossem meus esforços. Mais cedo eu havia recebido uma ligação de casa. Era Hermione avisando que a mãe havia acabado de chegar. A ligação havia me surpreendido. Principalmente pelo assunto e o tom brando que ela usou — diferente de como havia sido nas últimas duas semanas, desde que voltamos para casa. Claro, não havia nenhuma clara demonstração de que as coisas eram como antes, mas um trecho em especial acabou por soar como uma parte de uma peça teatral fora do contexto.

- Tudo bem – eu disse quando ela falou sobre a reação da mãe ao saber do nosso casamento – Ela vai se acostumar rápido.

A conversa já durava mais um minuto, mais do que havíamos conversado desde o episódio no escritório e eu já esperava pelo momento em que ouvira Hermione desligar o telefone sem se despedir. Mas, ao contrário disso, eu escutava sua respiração leve e um leve farfalhar ao fundo.

- Hm, Alicia está bem – ela falou em um tom baixo, como se hesitasse ao dizer aquilo – Ela voltou a se mexer essa manhã, achei que gostaria de saber.

Eu esperei que ela continuasse a falar, mas ela continuou em silêncio, esperando pelo que eu diria.

- Isso é realmente bom – foi nesse momento em que Rebecca entrou e eu lhe fiz um sinal para esperar – Podemos marcar uma consulta para a próxima semana, sua mãe gostaria disso – falei, mesmo sabendo que não queria a mãe dela muito envolvida em nossas vidas, mas, no momento, eu tinha de jogar conforme as peças do jogo. Eu sabia que o envolvimento de sua mãe no meio disso tudo seria algo difícil de contornar, mas não impossível.

Novamente o silêncio, mas quando ela voltou a falar, sua voz estava mais firme, livre de qualquer hesitação, como se ela estivesse certa sobre algo.

- Tudo bem, eu tenho que desligar, ainda tenho que arrumar algumas coisas por aqui – ela parou de falar abruptamente, não parecendo ser um final de conversa. Era mais como se tivesse se arrependido do que tinha dito. Eu suspirei, contendo-me para não dar mais um sermão nela, certo de que com "arrumar algumas coisas por aqui" ela queria dizer que estava ajudando Susann ou algum outro empregado em alguma coisa.

- Certo, vá arrumar suas coisas agora – eu murmurei de má vontade, já pronto para desligar, quando a sua voz soou novamente, me chamando – Sim?

- Nada, eu só... Queria que soubesse que ela vai ficar bem.

O barulho da linha de telefone foi o que eu ouvi a seguir, enquanto ainda tentava entender o sentido de suas palavras. Eu sabia que por ela Hermione se referira a Alicia, mas era obvio que ela ficaria bem. Ela estava bem.

Eu balancei a cabeça, tentando focar minha atenção no que estava fazendo. Arrastei meus olhos de volta para a tela do computador. Trabalhar nunca havia sido tão difícil. O trabalho era o mesmo, com as dificuldades normais, mas tudo parecia ter triplicado enquanto eu não conseguia me concentrar.

O telefone tocou e eu prontamente atendi, pensando que era Hermione novamente.

- Senhora O'donel na linha dois, posso repassar? – a voz cansada de Rebecca soou.

Eu me virei na cadeira, trocando o telefone de lado.

- Não conheço nenhuma senhora O'donel.

- Ela disse ser empregada do senhor.

Eu apertei minhas têmporas, quando me lembrei do nome. Quantas vezes eu teria de deixar claro para que Susann não me ligasse a menos que fosse uma emergência?

- Não repasse. Diga que estou ocupado e para que espere quando chegar à mansão – eu disse, desligando.

Pela décima vez no dia eu encarei minha aliança. A tirei, rodando o círculo grosso e dourado entre meus dedos, vendo que diferente do velho clichê não havia nenhuma promessa dentro dela. Não havia frases sentimentalistas e nem declarações e juras de amor eterno. No entanto, não era apenas um símbolo de que eu estava casado. Era mais do que isso. Coloquei-a de volta em seu lugar, no exato momento em que as palavras de Hermione voltaram a ecoar em minha mente.

"- Eu não quero isso, Draco. Nunca quis e também nunca esperei que você fosse capaz de fazer isso. E ao contrário do que você pensa, pedir desculpas não seria humilhante, apenas mostraria que está arrependido, mas esse não é um sentimento que você está sentindo, certo?"

Ela nunca me entenderia completamente. Nunca soube o que realmente se passava comigo quando me lembrava daquele fatídico dia ou de como eu me senti. Era ela a vítima. Eu quem a havia machucado, mas eu também havia sofrido danos. Não era como se eu tivesse esquecido o que havia acontecido e o motivo.

Eu nunca havia agido daquela forma com ninguém. Minha relação com ela nunca havia ido além da profissional. Nem mesmo quando éramos crianças eu me aproximei muito... Também não era como se eu passasse todo o tempo olhando para ela. Seria mentira dizer que sempre prestei atenção no que Hermione fazia antes de tudo isso chegar onde está. Ela era bonita, inteligente e sempre parecia estar irritada quando me via, como se já antes me odiasse. Isso era o máximo que eu sabia sobre ela. Eu também conhecia seu gosto literário e senso critico — já que havia passado por ele durante a adolescência. Ela não poupava olhares indignados quando me via fazendo algo que me foi dito para não fazer. Mas, eu não a conhecia mais do que isso. Nunca procurei ter muito contato e nunca o quis. Até que tudo mudou. Então, agora eu me pergunto: desde quando eu passei a realmente me preocupar com ela e querer que tudo ficasse bem? Protegê-la de qualquer um que falasse mal dela na minha presença? Desde quando a admiração que eu senti por ela, quando aceitou se casar comigo pela mãe, se tornou algo mais?

Culpa me consumia toda vez que eu a olhava. Culpa por ter feito o que fiz e arrependimento por saber que mesmo que ela me perdoasse nunca seria esquecido. Eu não esqueceria. Alicia estaria ali para me lembrar sempre daquilo. Ela não era fruto de uma relação consensual e muito menos correta. No final das contas, os danos seriam nos dois. Ambos jamais esqueceríamos isso. E tudo o que eu havia feito significou a piora da situação. Eu não devia ter a enganado por tanto tempo...

O tempo passou com uma lentidão torturante, mas quando eu olhei em meu relógio preso ao meu pulso, não demorei muito para sair. Precisava ver Hermione o mais rapidamente possível.

Durante todo o percurso de carro até chegar à mansão eu ainda tentava entender o que Hermione quis dizer mais cedo ao telefone, quando me disse que ela ficaria bem. Talvez ela tivesse passado mal, ou algo assim. Talvez, tenha sido por isso que ela tomou a iniciativa de me ligar, depois de tanto silêncio e olhares velados. E se tivesse algo errado seria minha culpa. Novamente minha culpa.

Estacionei o carro no jardim, ainda que mantendo certa distancia de algumas flores, lembrando-me de como minha mãe gostava delas e sempre tinha uma extensa lista com os cuidados delas para os paisagistas e jardineiros.

Dobrei meu paletó sobre o meu antebraço e deixei as outras coisas no carro, já que mais tarde voltaria ao trabalho.

- Senhor Malfoy! – Susann gritou da entrada. Eu a olhei erguendo uma sobrancelha, esperando que ela entendesse o recado e não gritasse novamente. Ela suspendeu a ponta de seu avental branco e o passou no rosto. Apenas depois de alguns passos, quando me aproximei mais ainda, percebi que ela secava suas lágrimas.

- Pare de chorar por qualquer estupidez, Susann! – falei lhe dando um olhar severo.

Afrouxei minha gravata enquanto passava pelas portas abertas, com Susann ainda soluçando. Parei no meio do hall assim que notei cerca de dez empregados reunidos ali. Falavam entre si rapidamente e todos ao mesmo tempo, tomando incompreensível para que eu entendesse. Senti-me como se estivesse no meio de um leilão e os lances estivessem altíssimos, devido ao volume em que eles falavam.

- O que está havendo? – questionei em um tom acima do deles. Um homem levantou as mãos. Ele era um dos motoristas e agora pareciam terrivelmente vermelho.

- Eu juro senhor Malfoy, juro que não tive nada a ver com isso. Pensei que as malas eram para a doação! – ele começou a gesticular rapidamente e falar mais ainda.

Eu estava pronto para colocarem todos para fora dali, mas eu parei, ficando em silêncio enquanto a confusão aumentava. Não porque eu me sentia bem com aquilo acontecendo bem a minha frente, mas porque eu observei algo ao meu redor.

Não importava a situação, Hermione estava cumprindo seu dever como esposa e eu sabia disso. A organização da casa, mudança de qualquer coisa, organização do cardápio, tudo era mantido por ela. Nas últimas duas semanas, mesmo com nossa relação desestruturada, ela havia se mantido firme ao meu lado.

- Onde ela está? – eu perguntei, esperando que algum deles me respondesse. Mas obtive total silencio da parte deles. Andei em passos largos até onde o motorista estava. Suor brotava de seu rosto quando eu o segurei pelo terno preto e bati seu corpo na parede atrás dele – Me diga onde ela está!

- Eu não sei. Não sei. – respondeu com dificuldade – Ela me pediu ajuda com algumas malas, disse que daria para a doação e eu apenas ajudei a colocar em um carro. Achei que fosse somente isso. Mas ela entrou em um taxi e disse que não voltaria mais. Isso já faz algumas horas. – ele ergueu uma mão em frente ao seu rosto, com quatro dedos levantados – Quatro horas. Mas eu não tive nada a ver com isso.

- Ela foi embora – Susann chorou, ainda parada a porta – Simplesmente pegou suas coisas e saiu, sem dizer para onde iria.

Eu soltei o homem que segurava e ele se afastou rapidamente de mim, como se temesse o que eu poderia fazer. Ele realmente deveria. Sentia meu sangue ferver.

- Não seja estúpida, já disse – eu disse apontando o dedo em direção a ela – Hermione não foi embora. A mãe dela chegou hoje. Devem ter saído – eu disse e então passei a língua entre os lábios que pareciam subitamente secos demais. Até mesmo minha camiseta social branca parecia estar me apertando.

Susann balançou a cabeça em negação.

- Não, Jane foi com ela. Eu tentei fazê-la para ficar e resolver tudo com o senhor. Mas ela me disse que estava fazendo aquilo pela Alicia. E então se foi.

Foi a minha vez de negar. Encarei a todos na sala e era como se eles esperassem pela minha reação negativa. Eu apenas subi as escadas calmamente, resmungando que todos naquela casa estavam exagerando. Mas nem eu mesmo estava acreditando em minhas palavras. Ela não iria embora! Estávamos em uma situação ruim, mas ela não iria embora. Estávamos até mesmo voltando a conversar, aos poucos. Lembrei-me de seu telefonema aquela manhã: " Queria que soubesse que ela vai ficar bem." Eu entrei em nosso quarto. Mesmo em crise dormimos no mesmo quarto. Mas eu sabia que Hermione não dormia realmente, ela apenas fechava os olhos e ficava brincando com seus dedos em sua barriga. Eu não chegava muito perto nesses dias, dando a ela seu próprio espaço.

Encaminhei-me diretamente ao closet. Em sua parte havia algumas roupas, mas nenhuma realmente dela. Todas que eu havia lhe dado de presente.

Sobre a cama perfeitamente arrumada dispunham algumas jóias e fotos do nosso casamento, coisas que ela certamente não quis levar consigo.

Um sorriso amargo escapou da minha boca. Ela havia se separado de mim, de um jeito ou de outro, exatamente como disse que faria naquele dia, quando conversamos na biblioteca. Não havia se separado pela lei, mas deixando para trás tudo o que me lembrava. Sobre o travesseiro do lado em que ela costumava dormir, um pequeno objeto chamou minha atenção. Era o seu anel de casamento e ele estava em cima de um papel em um tom de azul claro.

O peguei hesitante quanto ao que poderia estar escrito ali. Quando se tratava de palavras, Hermione chegava praticamente a se igualar a mim. Principalmente porque assim como eu, ela sabia me atingir como ninguém.

Em uma caligrafia ligeiramente deitada, meu nome estava escrito do lado de fora do papel que estava dobrado ao meio. Eu o abri, ciente do que poderia encontrar. Não havia nenhuma saudação no início.

Nunca gostei verdadeiramente de deixar coisas inacabadas para trás, mas não sinto isso agora. Acho que nem ao menos começamos algo.

Sei que deve estar odiando-me agora e querendo me dizer todas as ofensas que conhece — sei que não são poucas. Mas você não é nenhum ignorante e sabe o motivo de ter ido embora. Não podia continuar ao seu lado, Draco, quando sei de tudo o que é capaz de fazer para conseguir algo. Também não posso mentir e dizer que não o amo mais e que tudo foi esquecido e deixado para trás no momento em que saímos de Paris. Ainda o amo, muito. Tanto que estou me odiando por não conseguir esquecê-lo e lutando contra a vontade que sinto em esquecer todo o mal que causou as pessoas ao meu lado. Mas não vou deixar as coisas se repetirem novamente.

Tracejei com os dedos um ponto enrugado no papel. Ela havia chorando enquanto escrevia.

Minha mãe ainda está confusa com tudo o que houve. Não se preocupe, não disse nada demais a ela. Contei sobre o casamento e disse a ela que estávamos dando um tempo. Falei que nossa união havia sido uma coisa de momento e nenhum pouco planejada. Mas, ainda sim, saiba que ela não me apoiou em minha decisão de ir embora. Mas ela já foi tomada.

Alicia vai ficar bem. Vou me alimentar bem, fazer exames e cuidar de nossa saúde. Assim que ela nascer e eu me sentir bem, mando que te chamem para registrá-la e assim possa tomar posse do resto de sua herança. Realmente espero que seja feliz com ela. Depois disso poderá seguir com a sua vida. Não cobrarei nada de você, tenha certeza disso.

Espero, de todo o meu coração, que fique bem, Draco.

- Hermione G. Malfoy

O sobrenome Malfoy havia sido riscado ao meio, mas ainda estava lá, claramente legível.

O sol metálico de algo caindo no chão me despertou de meu estupor. O anel havia caído e rodopiava por alguns segundos sobre o piso de madeira polida antes de parar. Eu encarei novamente as letras. O ódio estava em cada célula do meu corpo. Não dela, mas de mim, por ser o verdadeiro culpado daquilo. Sentia-me fraco como nunca me senti. A folha também escapou de meus dedos, mas antes que ela chegasse ao chão eu a peguei novamente, rasgando nos menores pedaços que consegui e então os jogando pela janela.

Eu prendi um grito de fúria dentro de mim, e senti um gosto salgado e de ferrugem tocar minha língua quando percebi que meus dentes haviam furado meu lábio inferior. Um vaso de cristal que estava sobre uma mesinha ao lado da cama se espatifou no chão, gerando um som alto no quarto.

Saí do quarto, chegando ao hall em uma velocidade absurda. Eles ainda estavam parados ali. Eu engoli em seco, arrumando minha postura e passando uma mão no cabelo antes de levantar a voz para que todos ali pudessem me ouvir. Ela soou tremida, nenhum pouco parecida com o que eu queria.

- Todos aqui têm dez segundos para voltarem a suas respectivas funções, se isso não acontecer, sugiro que comprem um jornal de classificados para procurar outro empregado.

Eles demoraram cerca de cinco segundos para reagirem, mas em oito já estavam voltando ao trabalho. Susann foi a única que ficou. Ela me encarava com os olhos vermelhos.

- Senhor Malfoy-

- Isso serve pra você também! Não importa há quanto tempo está nessa casa, ou se me viu nascer; eu ainda mando aqui!

- Hermione está grávida, não pode deixá-la sozinha e desamparada nessas condições.- ela falou, como se eu nem ao menos tivesse lhe dado uma ordem.

- Ela está com a mãe e fez a escolha dela. Vai ficar bem.

Era isso que ela havia me dito, não era? Que tudo ficaria bem...

Traído. Era assim que eu me sentia. Enganado. Ela me ligou e agora tudo estava mais claro. Era como uma despedida, um alerta para o que ela estava fazendo. Dizendo que estava tirando algo de mim e que cuidaria dela quando eu não estivesse mais por perto. Eu disse que amava ela e em troca ela foi embora. Ela também disse que me amava, mas certamente, não da mesma forma que eu. Caso contrário, ela teria ficado. Teria me deixado ficar perto dela e me redimir pelo meu erro. Hermione nem ao menos disse a mim mesmo que iria embora. Fez tudo as escondidas para que eu não tentasse impedi-la. Porque eu realmente a impediria.

Notas finais
Torcendo para que leitores não me assassinem *----*
E parem de fazer ameaças a minha pessoa. Eu fico com medo de alguém saber onde eu moro e vir me caçar O.o #Tah, relevem, eu estou em um happy day '-'
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Bem, sobre o aviso que eu dei, antes de entrar em hiatus, eu quero que saibam: Eu não entrei em hiatus porque quis. Eu entrei em hiatus porque foi preciso! Não pensem que eu daria uma de "sintam pena de mim" porque eu acho isso totalmente ridículo. Mais ridícula ainda é a insinuação desse fato. Eu poderia ter continuado com as postagens sem que entrasse em hiatus? Claro, depois das onze da noite, que era o horário em que chegava na casa da minha avó, que era onde eu estava ficando até semana passada. Mas os capítulos seriam de péssima qualidade e eu nunca quis isso. Vcs tbm não iriam querer. Eu disse isso a algumas pessoas. Não deixei em hiatus para dar 'show', como alguém insinuou. Eu NUNCA faria isso com mais de 300 leitores que, comentando ou não me ajudaram. Seja aqui ou em tantas outras fics que eu escrevo e escrevi. Se eu realmente quisesse dar show com os meus problemas. Não sei como eram as coisas em comunidades de orkut, mas tem uma coisa que eu costumo não fazer: Comparações. Por isso, peço que tbm não faça isso comigo. Se tem algo para me dizer, diga, mas não com insinuações grosseiras.
Aos meus outros leitores lindos e fofos, meu mais do que obrigada por tudo. Vcs realmente não fazem ideia do quanto são importantes. E, em breve, eu dou um jeito de recompensá-los, oks? Eu só tenho que adiantar mais os capítulos de todas as fics ;)
Somente, nos vemos na próxima. E antes que me perguntem: Não, eu não demoro.
Bjões suas lindas :)