A Beautiful Lie
16 Cap. 14 - Descendência
Notas iniciais
Olhem só, como estou passando rapidinho porque senão só daria pra postar amanhã =/
Espero q gostem, embora eu ache q ele ficou muito... Terceira pessoa :/
Ahh, e o nome do cap. tem muityo a ver com ele, quem ai queria q a relação da Mione com o Filho melhorasse, uh? Bem, esse cap. é um começo ;)
P.S.: Eu estava fazendo um trabalho de química quando revisei, então, se acharem algo estranho e errado, podem me avisar q eu arrumo ;)
Eu não sei dizer ao certo o que senti quando ele me beijou. A repulsa estava ali, assim como o ódio que se apossou de cada fibra do meu corpo enquanto tentava me livrar dele. Mas, de alguma forma, alguma coisa pareceu ter se acendido em mim e eu definitivamente não gostei daquela sensação. Mas isso não importa. O importante era que enquanto eu lutava para afastá-lo de mim, Draco nem ao menos pareceu perceber que essa minha intenção. Eu não devolvi o beijo ou fiz qualquer movimento para ajudá-lo nisso, mas quando ele me beijou de surpresa ele soube exatamente como fazer para que eu ficasse inicialmente sem reação. Sem saber ao certo o que fazer para afastá-lo de mim, eu levei minhas mãos até seu abdômen, por baixo de sua blusa. Ele se afastou no mesmo instante em que minhas unhas se afundaram em sua pele, que parecia ser muito frágil por baixo de meus dedos.
Ele me olhou parecendo irritado e então ergueu a blusa, analisando o estrago que eu havia feito. Quatro trilhas foram deixadas ali por minhas unhas, algumas já estavam sangrando. Nada que o levasse a ter uma hemorragia, mas ainda sim, foi o suficiente para lhe causa certa dor. Eu ainda estava ofegante, talvez pelo que ele havia feito ou talvez por ele simplesmente ter chegado perto de mim.
–Olhe o que você fez, Hermione! – exclamou, parecendo incrédulo com minha atitude.
– O que queria? – eu perguntei com ódio — Que eu lhe beijasse de volta? Qual o seu problema, Draco? Porque não me deixa em paz e continua vivendo como se eu não existisse?
Ele novamente se moveu em minha direção, mas o tapa em seu rosto o fez parar no mesmo instante. Ele me olhou em choque, parecendo surpreso com minha atitude enquanto colocava a mão na face que agora estava vermelha pelo tapa. Minha mão ainda ardia um pouco pela força que coloquei, mas não me importei. Há tempos que eu gostaria de fazê-lo sentir dor, mas aquilo estava longe de causar tanta dor nele quanto ele me causara.
Uma parte de mim, uma que estava insana nesse momento, se lembrou da forma como seus lábios macios estavam sobre os meus. E então eu percebi algo idiota, como se fosse um 'click' em minha cabeça confusa nesse momento. Diferente das outras vezes em que eu o via e ele me tocava ou até mesmo somente quando eu ouvi sua voz, eu não o temi, não exatamente. O medo e as lembranças ainda estavam ali, fixos em minha mente, mas não naquele momento.
– Qual a parte em "casa comigo?" você não entendeu? – perguntou, ainda com a mão no rosto.
– A parte em que você é quem diz isso, Malfoy! Eu não sou idiota e seja lá o que há por trás dessa sua mudança súbita eu quero que pare! — assim que disse isso sua expressão irritada vacilou por alguns instantes. Eu me desencostei da porta e a abri, mas antes me virei para ele – E nunca mais toque em mim, não importa a forma.
Eu fechei a porta e comecei a andar de volta para a sala do doutor Derrick calmamente, enquanto tentava esquecer o que havia acontecido. Minhas tentativas foram por água a baixo quando novamente em senti segurarem meu braço. Draco se postou a minha frente, bloqueando meu caminho.
– Quando você vai me deixar em paz? – perguntei me sentindo exausta. Aquilo sobre me casar com ele ainda estava me confundido e eu realmente esperava que ele não viesse com esse pedido maluco outra vez.
Ele me encarou por um momento, toda aquela suavidade ou até mesmo algo parecido com gentileza havia desaparecido. Não havia restado um só vestígio daquilo nele todo.
– Eu acho melhor você me ouvir, Granger! – ele segurou em meu braço. Seus olhos me encaravam profundamente,
– Não deixe sua máscara cair aqui, Malfoy. Desta vez eu garanto que você não poderá calar todas as testemunhas. – disse confiante.
Ele olhou ao seu redor, poderíamos estar em um lugar mais afastado, mas ainda sim tinha certo movimento. Eu gostaria de poder dizer que estava livre de qualquer medo ali, mas isso não seria totalmente certeza. Embora, eu já não me sentisse tão afetada com Draco a minha frente.
– Eu estava apenas tentando te ajudar, mas você adora complicar as coisas, certo Granger?
Finalmente eu estava conseguindo ver o que ele passara tanto tempo escondendo, fingindo querer meu bem. O verdadeiro Draco estava de volta.
– Eu nunca compliquei nada, você é quem parece adorar me perturbar. Será que não vê que eu estava bem longe de você? Bem como eu nunca me senti enquanto estava convivendo com você e sua família cheia de preconceitos?
Mal havia fechado minha boca quando senti o baque das minhas costas batendo contra a parede sólida. Draco abaixou sua cabeça, ficando em minha altura. Seus olhos cinza queimavam em ódio.
E tão logo quanto eu vi aquilo se foi. Uma expressão preocupada tomou seu rosto enquanto eu ainda sentia um pouco da dor.
–Desculpe-me, eu esqueci que você está... – ele engasgou, como se a palavra estivesse presa em sua garganta.
–Grávida. – eu terminei sua frase quando suas mãos me soltaram e eu me afastei da parede, a qual instantes antes ele havia me empurrado contra. Não importa quanto esforço ele tenha feito, ele nunca iria mudar. Todos os preconceitos e seu jeito se sempre se achar superior nunca mudariam. E honestamente, ele não seria Draco Malfoy se mudasse.
–Como ele está? – perguntou, me trazendo de volta dos meus devaneios.
– Bem, acho que ele está bem. – respondi confusa pela sua pergunta inesperada. Desta vez eu não demorei a entender que ele perguntava pelo meu filho, que eu nem ao menos havia pensado muito a respeito.
–Desculpe – ele disse outra vez – Eu não queria machucá-lo ou...
–Você nunca quer fazer nada, Draco, e sempre, de alguma forma, acaba fazendo algo de errado. – eu disse, arrumando a bolsa em meu ombro e sentindo a necessidade de ficar longe dele antes que seu humor se alterasse novamente. – Agora, se me der licença, eu tenho que ir.
Eu sai apressadamente dali, voltando para onde o doutor me esperava. Olhei para trás somente uma vez, respirando aliviada quando vi que não estava sendo seguida.
Quando voltei para o consultório, o médico já me esperava. Ele me entregou alguns documentos e falou exatamente sobre os hospitais que poderiam oferecer o tratamento e a cirurgia que minha mãe precisava. Ele também falou dos riscos e que a situação agravante de saúde da minha mãe deixava tudo ainda mais complicado.
Eu não vi Draco em momento algum após isso e me senti aliviada, embora soubesse que não me livraria tão cedo dele, mas esse não era meu único problema ultimamente. Não queria voltar a discutir com ele outra vez, seria tudo tão melhor se ele apenas me deixasse viver, sem aparecer em meu caminho para acabar com a minha vida...
Lentamente, eu relembrei do que ele havia dito, mas exatamente de seu pedido de casamento. Ainda tentava entender o que foi aquilo e o porquê. Draco não podia estar falando sério, não tinha motivos para ele me tratar daquela forma... Ao menos, motivo que eu soubesse da existência....
Antes de ir embora, eu pedi para ver minha mãe e fiquei um pouco surpresa quando me negaram isso. A explicação que eu ouvi foi que ela estava dormindo, mas, mesmo assim, quando eu ouvi aquilo tive um péssimo pressentimento. Talvez eu estivesse ficando paranóica, achando que todos escondiam algo de mim...
Quando encontrei Rony no estacionamento ele não me perguntou nada e eu me senti aliviada. Não estava pronta para falar sobre aquilo com alguém, tinha que começar a resolver meus problemas sozinha, sem todos querendo ser gentis e ajudar.
Eu agradeci novamente a carona quando Rony parou na porta de casa e o convidei para comer um pedaço de bolo e chá, o que eu esperei que ele negasse, mas também, de certa forma, fiquei feliz quando ele aceitou. Ficar conversando com ele me daria algo para ocupar minha mente...
Embora ele estivesse ali e conversando comigo, eu estava aérea, não conseguindo me concentrar no que ele falava. Ele pareceu perceber isso já que instantes depois de terminar seu chá, disse:
–Hermione, eu acho melhor ir embora, você parece cansada e-
–Não, desculpe-me Ron, — falei me sentindo mal por não lhe dar a atenção que ele merecia — é só que é muita coisa para se pensar, mas eu realmente agradeço por você estar sendo tão gentil comigo.
Ele sorriu e tocou minha mão com a sua por cima da mesa.
–Sempre que precisar conte comigo, Mione.
Eu dei um sorriso pequeno, mais uma vez me sentindo incapaz de devolver a ele o que ele sentia por mim.
Após isso ele foi embora e eu tomei um banho, esperando que a água quente fosse me fazer bem, mas até mesmo lá, enquanto a água corria pelo meu corpo e ia embora pelo ralo, eu não deixei de pensar em meus problemas, me perguntando se algum dia eu voltaria a ter paz...
Eu voltei ao trabalho no dia seguinte. Obviamente Gina exigiu por noticias, e no final, quando eu contei a ela o que houve, tive que passar algum tempo dizendo que daria um jeito e arranjaria o dinheiro necessário. Pedi a ela que não comentasse com ninguém sobre o assunto quando a mesma se ofereceu para falar com o Harry. Eu não sabia ao certo o quão amigos eles eram, mas estava realmente começando a pensar que a relação deles estava ficando tão sério quanto Gina desejava.
No final das contas, foi bom voltar a trabalhar e negar alguns dias em casa quando Harry me ofereceu. Eu ocupava minha mente com trabalho e nas horas vagas tentava arranjar uma solução para os meus problemas. Arrumar um emprego extra estava fora de questão já que praticamente todo o meu tempo era dedicado a editora. Falar com Harry, como Gina havia me sugerido também.
Estava no escritório de Harry arrumando os detalhes para uma reunião quando Gina entrou com o mesmo. Eles sorriam um para o outro. Harry parou no instante em que me viu e Gina segurou em sua mão.
–Eu já estou indo almoçar, Mione. Vem comigo? – ela perguntou e eu assenti.
Terminei de colocar os últimos manuscritos em ordem e segui Gina para fora da editora, enquanto a mesma tagarelava sobre o quanto os olhos de Harry eram lindos. Eu fazia um ou outro comentário ocasionalmente, enquanto minha mente vagava longe. Não estava pensando em nada especificamente, mas ainda sim não estava conseguindo pensar em muita coisa que acontecia a minha volta.
Atravessamos a rua, indo em direção a um restaurante que ficava próximo a editora. A comida era boa, embora eu já estivesse acostumada a comer sempre ali. Enquanto caminhávamos pela calçada de pedra, eu vi Gina parar e olhar maravilhada para uma loja. Eu segui seu olhar, procurando o que havia lhe chamado tanto a atenção.
– O que foi? – perguntei olhando a vitrine da loja, tentando ver o que a fizera parar. Era uma loja infantil, e na vitrine havia algumas roupas expostas, nada que pudesse me atrair.
–Não é a coisa mais fofa que já viu? – ela disse, erguendo a mão e tocando o vidro, onde exatamente tinha um manequim de um bebê vestido com um macacãozinho azul listrado.
Antes que eu pudesse dizer algo Gina segurou em minha mão, me puxando para dentro da loja sem me dar chance de relutar. Assim que entramos uma vendedora veio ao nosso encontro.
–Olá, posso ajudá-las em alguma coisa? – ela perguntou e Gina foi rápida em responder.
–Sim, estamos procurando por roupas de bebês. Não sabemos ainda se é menino ou menina então queremos algo em cores neutras. Ah! Também seria ótimo se você trouxesse aquelas luvinhas e também...
–Gina. – eu falei, a interrompendo. Ela me olhou por um momento.
– O que houve?
–Eu sou quem lhe pergunto isso. Desde quando você faz esse tipo de compra? – e eu realmente estava confusa com o quão Gina parecia animada ali.
Ela me olhou, jogando seu cabelo ruivo por cima do ombro.
–Bem, devemos começar agora, Mione. Você está de quantos meses? Quase quatro? Logo será a sua vez de trocar suas roupas, então, antes disso, vamos comprar para o seu filho.
–Gina eu não acho essa uma boa ideia. – admiti o que eu realmente pensava. Mordi o lábio inferior, pensando que estava muito cedo para começarmos com aquilo. Mas, eu sabia a verdade, o que eu não queria realmente admitir para mim mesma. Eu não sabia se estava pronta para aquilo. Pronta para pensar em ser mãe sem que para isso eu também sentisse raiva.
–Será um presente. – ela disse se voltando para a vendedora. – Tem aquele macacão da vitrine, mas na cor branca?
Mesmo com todos os meus protestos, Gina não me deu ouvidos e eu acabei sucumbindo a sua vontade e seguindo ela e a vendedora, que nos mostrava cada roupinha que ela achava, como ela mesma disse, uma graça.
–O que acha desta? – Gina perguntou com uma pequena blusa lilás em suas mãos. Ela a colocou sobre minha barriga antes que eu dissesse algo. – Linda, não acha?
Eu segurei a pequena blusa em minhas mãos, observando o desenho de um urso estampado nela.
–Não é muito pequena? – eu perguntei, fazendo Gina e a vendedora, que nos disse se chamar Courtney, rirem.
–Na verdade está no tamanho certo. — Courtney disse ainda rindo — Também tenho eu outras cores, já que ainda não sabem se será menino ou menina...
Eu imaginei uma criança ali, em meus braços. Não foi tão difícil quanto eu pensei que seria. Um sorriso brotou em meus lábios, enquanto eu pensava que dentro de alguns meses teria um filho.
–Não, lilás está bom. – eu falei passando a mão por cima do desenho.
–Mione, não acha melhor pegarmos em branco ou até mesmo verde ou... – Gina me disse. Sua voz pareceu soar longe para mim.
–Lilás está ótimo. – repeti – É uma cor linda, Gina.
Ninguém discordou de mim, embora Gina tenha dito algo como 'minha mãe nunca errou antes...', mas eu não dei ouvidos. Depois disse demos mais algumas voltas pela loja e eu podia praticamente já ver meu filho, ou filha, em alguma daquelas roupas.
Quando terminamos e saímos dali, após eu ter de brigar um pouco com Gina que insistiu em pagar as roupas afirmando ser um presente, já havia acabado nosso horário de almoço e estávamos um pouco atrasadas para voltar ao trabalho.
Gina, mesmo sendo uma estagiária, não se importou, creio eu que Harry ser seu chefe influenciou nisso. Já eu, voltei rápido para o trabalho, tentando recuperar o tempo perdido. No entanto, sempre me distraia quando minha cabeça se voltava sem querer para o canto de minha mesa, onde as sacolas estavam.
Eu toquei minha barriga, sentindo meu ventre firme e sorri. Sentia-me bem, pela primeira vez, quando só o meu filho veio a minha mente. Lembrei-me do que Molly me disse, sobre ser um menino e perguntei-me se ela poderia estar certa.
Talvez, estivesse na hora de procurar um médico...
Assim que terminei o trabalho na editora voltei para casa com Gina. Ela me convidou para novamente jantar em sua casa, alegando que eu passava muito tempo sozinha, mas eu neguei, realmente gostaria de passar um tempo sozinha.
A primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi deixar as sacolas com as roupas em cima do sofá e tomar um banho e assim que o terminei, liguei para o hospital, pedindo por noticias. A distancia me impedia de ir ver minha mãe com frequencia, no entanto, não acho que ficar indo lá adiantaria muito, já que alguém sempre me dizia que seria melhor se ela não recebesse visitas por enquanto. Eu coloquei o telefone de volta em seu lugar e caminhei para a cozinha quando algo chamou minha atenção e eu parei em frente ao sofá. Peguei um dos embrulhos e o abri, era um vestido para três meses, segundo a vendedora, mas eu ainda tinha minhas dúvidas se aquele era o tamanho certo. Mesmo Gina me dizendo que se fosse um garoto eu não poderia colocar um vestido nele, ainda sim que quis trazê-lo comigo.
Ouvi a campainha tocar e gritei que já estava indo. Deixei o vestido em cima do sofá e fui abrir a porta, dando de cara com Rony parado lá fora.
– Gina me disse que você iria ficar sozinha hoje. – ele disse entrando quando eu lhe dei espaço. Assim que ele entrou, seus olhos pararam no pequeno vestido que eu havia deixado sobre o sofá. – Já sabe se é menina? –perguntou.
Fui até o sofá e peguei todas as sacolas, as juntando em meus braços.
–Ainda não. – disse lhe lançando um olhar por sobre o ombro e dando um sorriso – Mas você sabe que há cinquenta por cento de chance de ser uma menina.
–E cinquenta por cento de chance para ser um menino. – ele pontuou enquanto me seguia pelo corredor em direção ao quarto, onde eu guardei as sacolas.
–Eu não sei por que toda a sua família pensa que será um menino.
– Está brincando? – ele perguntou em um tom incrédulo — Raramente uma menina nasce em nossa família.
– Eu não sou da sua família, Rony. – informei quando percebi que ele havia me incluído.
Eu só percebi que havia sido ríspida demais quando ele não fez mais nenhuma brincadeira. Eu vi seu rosto se contorcer em uma careta. Abri a boca para me desculpar pelo que havia dito, mas o som da campainha me impediu.
–Eu abro pra você. – ele disse, saindo do quarto enquanto ainda parecia surpreso com o que eu havia dito. Mas eu sabia muito bem que aquilo não era uma mentira. Eu gostava de estar com os Weasleys, mas eles não eram minha família, e mesmo com todos os esforços e eu me sentindo bem com eles, sempre parecia faltar algo.
Dei um suspiro e terminei de guardas as roupas, me encaminhando para a sala assim que terminei. Já estava no corredor quando escutei os sons de uma conversa. Bem, eu sabia que Gina não demoraria a vir, provavelmente para me checar e ver se eu estava bem.
–Gina, eu estava exatamente...
Minha voz foi se perdendo aos poucos.
–Hermione. – meu nome foi pronunciado e eu senti minhas pernas bambas.
Ninguém havia me chamado, ou perguntando por meu nome. Simplesmente o tinham dito normalmente. No entanto, a voz e a forma como ele foi pronunciado me fez odiar a forma como Draco me sorria.
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Spoiler do próximo cap. aqui. (http://lylacmiller-fanfics.blogspot.com/2012/08/spoiler-capitulo-15-beautiful-lie.html)
Notas finais
Desculpem-me, mesmo, mas assim, se eu fosse adiante, o próximo seria minúsculo, e ai não teria o POV do Draco. Okay, faz sentido na minha mente doentia hasuahsuahs
Bjs e até a próxima ^^
Ahh, e uma coisa para autores aqui: http://lylacmiller-fanfics.blogspot.com.br/2012/08/3-dicas-para-autores-concursos-e.html
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