A Beautiful Lie

15 Cap. 13 - Inesperado


Notas iniciais
Okay, primeiro de tudo, sei q devia postar ontem, mas eu tive imprevistos, quando digo imprevistos, quero dizer q tive q montar um relatório do cão =/
Segundo, não iria postar hj e nem sei mais quando por causa de uma coisa q ocorreu com outra fic minha e me deixou super pra baixo, mas, após conselhos da Miwa e da Helo, eu tive q continuar, até pke, meus leitores lindos e seduzentes merecem ;)
Terceiro, e mais importante q meu drama ali em cima, é.... Que o cap. é dedicado a duas lindas, fofas, prefeitas que fizeram eu chorar a pouco no msn: MichelleMalfoy (vamos dividir ele, okay?) e AnneBlack ( Prazer flôr ;)) que me encheram de elogios e fizeram meus olhos arderem, eu fiquei extremamente feliz com isso :D
Obrigada pelas recomendações ^^
Bem, espero q gostem, e não me matem, principalmente isso uasuahsauhuas
#Já vi q hj morro u_u

Ele não pareceu tão abalado quanto eu, mas, também não deu um daqueles sorrisos cínicos e de deboche dele e isso não fez minha surpresa diminuir e muito menos a raiva que eu senti por vê-lo ali. Eu apenas o encarei, sem saber o que dizer ou fazer. No entanto, assim que ele puxou a cadeira ao meu lado e se sentou calmamente eu me levantei.

– O que ele faz aqui? – perguntei com raiva.

Draco me olhou como se eu fosse burra.

–Bem, se sou eu quem paga a permanência de sua mãe aqui, Granger, é óbvio que eu também tenho de estar ciente disso.

–Não, você não tem! – gritei – Saia daqui, Draco! Será que não entende que eu nunca mais quero lhe ver em minha frente?!

Porque ele estava me forçando a isso? Acabando comigo dessa forma?

–Senhorita Granger, creio que com o senhor Malfoy sendo o principal financiador aqui e considerando que ele pode muito ajudar você, talvez seja uma boa ideia ele ficar. – o médico falou, em um tom calmo e me olhando parecendo confuso com a cena. Eu não me importei com isso.

– E o quê? Tentar me ameaçar novamente em troca disso? – eu me virei para Draco, que me analisava calmamente — O que fará desta vez, uh? Sim, pois se quer saber, não há mais nada que você possa fazer contra mim, Malfoy. – falei com desprezo.

Draco soltou um suspiro e então me olhou parecendo cansado.

– Porque eu iria querer algo em troca? Eu não posso querer pagar a cirurgia da sua mãe apenas para ajudar?

Eu teria rido e até mesmo o chamado de louco, se ele falando da minha mãe não me abalasse tanto.

–Não... – eu falei, tentando me manter focada e colocá-lo longe de mim – Não você, Draco! Você não faz nada se não estiver ganhando algo por cima disso. – falei algo que sabia muito bem que era verdade, o que me levava a uma outra questão: porque ele insistia tanto em ficar perto de mim?

Eu senti as coisas rodarem um pouco ao meu redor e minhas vistas escurecerem. Os moveis brancos dançaram na minha frente e no mesmo instante senti braços ao meu redor. Eu fechei os olhos, colocando uma mão na testa e respirando fundo, tentando me acalmar.

Eu realmente não aguentava mais essas tonturas e enjôos, mas parecia que a simples presença de Draco era o suficiente para que todos os sintomas da gravidez, que haviam passado há um mês, voltassem.

Eu só notei quem havia me aparado quando abri os olhos, vendo tudo de volta em seu devido lugar e Draco me olhando aparentemente curioso.

–Melhor? –Ele perguntou ainda me segurando.

–Vou ficar assim que você se afastar. –Falei empurrando-o para que me soltasse.

O que havia dado nele para tocar em mim daquela forma? O que havia acontecido com todas as ofensas que ele usava para me atingir sempre que estava com raiva?

–Talvez seja melhor sentar-se senhorita Granger. –O doutor falou preocupado.

–Eu acho melhor não. –Falei pegando minha bolsa que estava em cima da cadeira em que eu estivera sentada. –Eu preciso dar uma volta. –Falei não conseguindo mais ver Draco me olhando daquela forma e sai dali.

Não me importei com o fato de que agora o doutor podia pensar que eu era uma maluca que adorava brigar com os outros. Ele nem ao menos fazia ideia do motivo que me levava a odiar Draco tão intensamente. Fui até o banheiro e joguei um pouco de água em meu rosto. Porque eu simplesmente não agia como ele e o ignorava? Meu reflexo medíocre no espelho não era nada comparado a como eu realmente me sentia. Eu peguei um papel toalha e me sequei. Joguei-o no cesto de lixo e sai do banheiro.

Eu ainda estava confusa com o que o médico havia me dito. Minha mãe precisava de uma cirurgia que segundo ele esse hospital não estava apto a oferecer. Eu nem ao menos havia conseguido colocá-la em um hospital como esse que dirá um ainda mais caro! Eu mal havia saído de perto do banheiro quando senti meu braço ser puxado e então alguém me levar para dentro de algo que parecia um consultório vazio.

–Ficou louco? -Perguntei quando percebi quem havia me segurado.

Eu tentei me afastar, mas suas mãos permaneceram firmes em minha cintura.

–Porque você me odeia tanto, Hermione?

–Não se faça de cínico, Malfoy! Você sabe exatamente o que fez e eu tenho motivos o suficiente para te querer bem longe de mim! –Falei ainda tentando fazer com que ele me soltasse o que ele não parecia querer fazer.

–Não isso! Eu sei muito bem o que fiz. –Falou seco. –O que eu perguntei é porque você sempre me odiou?

–Por você ser justamente quem você é. Agora faça o favor de me soltar! –Falei não sentido a necessidade de ser educada com ele e sem conseguir tratá-lo de outra forma. Ele me soltou, mas seu corpo ainda estava muito perto do meu.

–O quão grave é a situação da Jean? -Ele perguntou quando eu me afastei indo até a porta que estava fechada.

Eu me virei brevemente e fitei-o.

–Muito grave. Eles precisam transferi-la para outro hospital, um melhor do que esse. – Falei, embora eu tivesse a plena certeza de que ele sabia tão ou mais do que eu.

Ele colocou as mãos nos bolsos do casaco preto e suspirou.

–Eu poderia pagar isso por ela.

Minha mão que estava na maçaneta da porta, pronta para girá-la se deteve. Eu o olhei por cima do ombro e fuzilei-o com o olhar.

–Não me faça rir Malfoy! Agora você vai querer me convencer que virou um santo?

–Porque eu simplesmente não posso querer te ajudar? –Ele perguntou parecendo indignado.

–Por que esse não é você! Porque não abre logo o jogo e me diz o que está escondendo? Não pode ser nada tão ruim que eu não possa esperar vindo de você.

Ele me olhou e deu um sorriso cínico.

–Esse é seu problema Granger, você é curiosa demais e sempre quer saber mais do que deve. –Afirmou rindo um pouco. –Realmente quer saber o motivo de meu súbito interesse por você e porque quero tanto que fique bem?

Eu assenti embora ainda não estivesse certeza sobre isso, mas realmente, o que deveria se esperar de um Malfoy afinal? Em passadas rápidas, Draco estava novamente a minha frente. Ele segurou meu queixo com sua mão e eu me arrependi por não ter ido embora quando tive a chance.

–Casa comigo? -Ele perguntou.

Eu olhei-o em estado de choque. Ele não havia realmente dito aquilo, havia?

Eu comecei a duvidar da minha capacidade mental quando ele refez a pergunta, parecendo ainda mais decidido. Eu tirei sua mão do meu rosto com um tapa e olhei-o perplexa.

– Não diga besteiras, Malfoy!

Antes que eu pudesse me afastar novamente ele me segurou pela cintura e levou sua outra mão ao meu queixo.

–Eu nunca tive tanta certeza em algo na minha vida como eu tenho em querer me casar com você Granger. Casa comigo?

Eu teria rido e logo depois batido nele não me importando em saber que muito provavelmente seria eu quem se machucaria mais. Eu também poderia ter começado a gritar desesperadamente, mas essa não seria eu. O que me deixou quieta foi a forma como ele me olhava não parecendo estar brincando com aquela pergunta estúpida. Meu coração estava descompassado e eu senti que a qualquer momento entraria em pânico. Odiava o medo que sentia sempre que ele me tocava.

Não o tema, Hermione, não o tema, pensei. Não podia viver com medo para sempre. Enfrente seus medos, minha mãe diria. No entanto, não foi exatamente medo o que eu senti enquanto Draco olhava em meus olhos. Claro que aquele alerta vermelho ainda estava ligado em minha mente, mas por breves segundos, eu me permiti esquecê-lo. Eu não sei ao certo o que vi ali, enquanto o fitava, mas ele segurava meu queixo com uma gentileza que me assustou. Eu nunca havia reparado que Draco, além de ter todos os olhares repulsivos e odiados do mundo, ele também tinha um que não me fez sentir raiva dele. Independentemente do que significava aquele olhar, eu não tive tempo para descobrir o que era aquilo já que instantes depois em senti seus lábios pousarem sobre os meus.


Notas finais
#Fujam Para As Colinas ;)
# Antes de fecharem a página com raiva comentem, recomendem e me digam se querem um cap. enorme ( um dos maiores) na segunda, ou, no domingo, dependendo da minha agenda
Bjs e Obrigada ^^
Ahh, e continuem comentando :)