A Baixinha E O Metaleiro

30 Capítulo 27 –– Nossa união faz o amor +18


Notas iniciais
GEEEEEEEEEEENT, como vocês leram no título, já sabem o que é, não é? HAEUAHEUAHEUA Por isso, bebês de plantão, saiam da sala! e.é Nosso primeiro hentai de A Baixinha E O Metaleiro, OMG, fiquei emocionada escrevendo. Podem saber que eu só postei rápido assim por causa dos reviews. QUASE 30, GENTE, COMO ASSIM? ♥ OBRIGADÍSSIMO, e quem sabe a gente não chegue aos 500 reviews só com esse capítulo, hein? *-* Vamos tentar? Avisinho básico: o capítulo tá muito hot. Pra quem não gosta de ler sexo explícito, aconselho a esperar o próximo. AHEUAHEUAHE Não se preocupem, esse capítulo é todo de hentai, não haverá história (e isso não quer dizer que vocês não podem comentar AHEUAHEU) ♥ Boa leitura! ~tem música em uma frase em itálico~

Capítulo 27 –– Nossa união faz o amor +18

–– Faz amor comigo Gajeel, eu te amo. –– praticamente supliquei a ele naquele momento. Eu o queria tanto que doía em meu peito.

Gajeel me levava com cuidado até o quarto. Suas mãos tocavam minhas costas com plena maestria. Seus beijos iam de minha boca até toda a extensão da garganta. O meu medo havia ido embora, não pensei que pudesse estar tão tranquila com ele me beijando daquela maneira tão sensual e apaixonante.

Quando chegamos até a porta, ele ainda me beijava. Segurei seu rosto com minhas duas mãos e separei nossos lábios para que ele pudesse abrir a porta do seu quarto.

Seus olhos eram um vermelho forte de puro desejo carnal, suas pupilas estavam dilatadas e sua respiração quente, assim como a minha. O olhei por um tempo, respirando e inspirando sem parar, lambi seu gosto em meus lábios.

–– Abre a porta. –– sussurrei, enterrando meu rosto em seu pescoço.

–– Tem certeza que quer isso? –– ele ofegou e beijou a curva de meu pescoço, dando um leve chupão. Gemi. –– Podemos fazer isso mais tarde, ainda é cedo.

–– Não –– neguei com a cabeça e o olhei novamente. Era excitante ver sua expressão. –– Você me disse que não iria se controlar. Quero senti-lo.

Ele gemeu e abriu a porta com força. Me levou para dentro e, quando a fechou com violência, me prensou contra ela. Minhas pernas ainda estavam em sua pélvis, elas tremiam um pouco, temendo o que ia acontecer.

Senti sua língua quente e inebriante brincar com meu pescoço, ora beijando, ora lambendo. Gemi um pouco mais alto, mas o reprimi, mordendo os lábios. Ele parou e me olhou.

–– Quero ouvi-la –– sussurrou. –– Gema, grite, fale o que quiser.

Meu rosto entrou em combustão e eu acenei com a cabeça, ele sorriu e voltou a me tocar pela cintura e pernas. Meu vestido era de zíper e ele ficava nas costas, eu tinha certeza que ele já sabia.

Gajeel segurou minhas duas coxas e se aproximou mais, colando seu corpo enorme e bem torneado ao meu. Eu não conseguia sentir muito bem o sul de suas calças, pois elas eram de tecido grosso, mas lá estava muito quente.

Quase tive uma convulsão quando o senti beijar meus seios por cima do vestido. Nunca imaginei que aquilo me deixasse tão atordoada. Os meus pelos estavam de pé. Gemi suspirando, eu não pretendia mais segurá-los.

A posição já estava cansativa, então a parte mais tensa aconteceu. Gajeel me desgrudou da porta e me levou até a cama, beijando meu peitoral, acima de meus seios. Quando chegamos, ele me deitou lá, deixando suas duas pernas envoltas de minhas coxas, pelo menos por enquanto eu não me abriria para ele.

–– Nervosa? –– perguntou, sorrindo. Suas mãos estavam na altura de meus ombros.

–– Um pouco. –– quando estávamos na cama, o nervosismo havia voltado.

Ele, ainda sorrindo, voltou a me beijar e a introduzir sua língua em minha boca. Segurei seus ombros e pescoço para que ele não saísse do lugar. Os beijos saíam como chupões constantes e era muito sensual.

Quando nos separamos, Gajeel estava com seus lábios úmidos e ofegava bastante. De repente, ele retirou a blusa de botão sensualmente e a jogou no chão. Corei e virei a cabeça para o lado, olhando-o de recanto.

Seus músculos eram bem trabalhados, eu conseguia ver seu peito subir e descer por causa da respiração pesada. Levei meus dedos até ele e toquei seu peitoral, senti seus músculos se enrijecerem ao toque e eu me senti mais excitada.

–– Levy. –– ele sussurrou sofregamente e passou seus dois braços por minhas costas, como um abraço.

Segurei seus ombros, achando que ele me beijaria, mas não. Ouvi um barulho de zíper abrindo, era meu vestido, tremi com o ato e fechei os olhos com prazer, mas não o parei. Ergui minhas costas para cima para dar mais facilidade a ele, que desceu o zíper do vestido completamente. Um puxão para baixo e eu ficaria seminua. Deus.

Ele retirou as mãos das minhas costas e voltou à posição normal. Colocou suas duas mãos em cada alça de meu vestido e o desceu lentamente. Era tão constrangedor que eu fechei os olhos. Meu vestido chegou até a base de meu sutiã branco de renda. Senti-o ficar na metade de meu corpo, apenas a parte de cima aparecia. Continuei de olhos fechados, esperando seu toque.

Sua grande mão apertou meu seio e eu gemi, me contorcendo na cama. Era a segunda vez que ele pusera a mão lá, era bom, muito bom. Ela não ficou parada, começou a apertar e soltar de vez em quando, fazendo movimentos lentos e circulares. Gemi um pouco mais alto e coloquei a minha mão em seu pulso.

–– Ah –– gemi. –– Gajeel.

–– Calma, Levy, ainda não chegamos na melhor parte. –– sorriu malicioso, se aproximando mais.

O timbre da sua voz me enlouquecia. Retirei a mão de seu pulso e pus na altura de minha cabeça, em rendição. Sua mão escorregou até o resto do vestido que ainda faltava tirar e o fez. Tremi com o ato e mexi os quadris para ajudar, pois ele era um pouco mais avantajado que o resto do corpo. Ele jogou o vestido longe, seria difícil encontrá-lo depois, mas na hora eu não queria saber daquilo.

–– Tão linda. –– sussurrou, abrindo minhas pernas lentamente e entrando por elas, corei.

Começou a tocar minha cintura com veemência, eu gemia a quase todos, pois estava bem sensível a sua mão. Às vezes me beijava com sua língua hábil e macia.

Ao me beijar, suas mãos foram para o feixe de meu sutiã. Eu já estava nas nuvens, e, quando ouvi abri-lo, eu não sabia mais meu próprio nome. Gajeel não tirou meu sutiã, e sim, tirou suas mãos. Estranhei sua reação, mas logo vi o que era.

Ele foi até os botões de sua calça para abri-los. De minha boca não saía nada, apenas gemidos, suspiros e sussurros. Gajeel me olhou de recanto e sorriu quando abaixava sua calça jeans.

Era grande.

A circunferência que tinha através de sua cueca Box cinza era grande, ele jogou a calça no chão e ficou na posição anterior. Nossos íntimos se esfregaram por um momento e nós dois gememos juntos. A única coisa que nos separava era minha calcinha e sua cueca.

Sua mão voltou para meu sutiã aberto e o tirou lentamente, me torturando. Fechei os olhos quando vi que estava praticamente nua na sua frente. Meus seios eram pequenos, mas sem o sutiã, eles estavam um pouco inchados por causa de meus mamilos já duros.

–– Você me deixa louco, sabia? –– perguntou, passando o rosto lentamente pelos meus seios, gemi em resposta.

–– Isso é constrangedor. –– sussurrei.

–– Será difícil para lidar depois, então vamos continuar. –– sorriu, abrindo sua boca.

Senti sua boca fechar inteira em meu mamilo esquerdo. Foi como levar um choque elétrico. Minhas pernas tremeram e eu as coloquei em sua cintura novamente. Meus dedos emaranhavam seus enormes cabelos e eu gemi alto. Uma de suas mãos ficou em minha cintura enquanto a outra contornava o mamilo que estava sem tratamento.

–– Gajeel, meu Deus... –– gemi alto, começando a arranhar suas costas.

Ele gemeu, ainda sugando e lambendo meu outro mamilo.

O que ele faria depois? Fiquei pensando se ele já partiria para a hora H, mas não, ele ainda preparava outras coisas para mim.

Quando parou de mexer em meus seios, ele desceu suas mãos para minha calcinha, tremi com as expectativas. Gajeel olhou nos meus olhos e desceu seu rosto até lá, deixando um beijo com uma pressão deliciosa em meu púbis ainda por cima do tecido, gemi baixo.

–– Molhada e só minha. –– disse, inalando o local. Meu rosto estava quente demais.

Senti Gajeel segurar minhas duas pernas, fazendo um pouco força para que eu as abrisse, e, com delicadeza, ele passou sua língua em toda a extensão de minha abertura úmida, mas ainda pela calcinha. Gemi alto, e revirando os olhos, segurei seus cabelos, dando um puxão forte, com isso ele soltou um grunhido rouco e olhou para mim com os olhos cheio de luxúria.

–– Selvagem. –– ele disse. Estava sério e mordia os lábios com força. Mordi os meus também, excitada.

A sensação era muito boa, nunca imaginei que fosse daquele jeito. E como eu esperava, ele foi tirando minha calcinha, passando o tecido fino de renda pelas minhas pernas lisas. Dobrei os joelhos, ajudando-o a tirar. Reparei novamente em sua cueca, queria olhar mais, muito mais, mas ele ainda estava coberto.

E eu estava nua, completamente nua em sua frente, pela primeira vez na minha vida eu estava à mercê de um homem. Meu namorado. Gajeel abriu minhas pernas mais uma vez, mas eu não queria, era vergonhoso demais, mas como ele era muito mais forte, abriu-as com facilidade e lambeu os lábios, respirei forte.

Ele levou minhas mãos até o cós de sua cueca, eu não entendi no começo, mas vi o que ele queria bem rápido, corei e o olhei.

–– É só puxar. –– sorriu malicioso.

Então eu puxei, lentamente. O volume que lá estava, me constrangia um pouco, mas eu queria vê-lo nu. Quando passei sua cueca para baixo, seu pênis pulou para fora, era grande, grosso e quente. Ele balançava um pouco para cima e para baixo, estava pulsando com excitação, assim como eu.

Suas pernas eram grossas e duras, mesmo sem tocá-las, eu sabia disso.

–– Relaxe. –– sussurrou, levantando a parte sul de meu corpo para cima, e com as mãos em meu quadril, me fez desencostar um pouco da cama.

Ele começou distribuindo beijos em minha coxa, perto de minha entrada. Me contorci, aquilo era muito bom. Deu um chupão no mesmo lugar e eu me arrepiei. Eu estava ciente do que ele iria fazer e estava com vontade de senti-lo fazer isso.

Eu era inexperiente, mas sabia que Gajeel iria me ensinar tudo. Senti sua língua se introduzir dentro de mim, gritei e me movi desavergonhada em sua boca. Ela era quente e se movia experientemente. Eu estava tão excitada que não pensei que aquilo poderia ser constrangedor ou não, eu apenas gemia e tocava seus cabelos em uma massagem.

–– Amo o seu gosto, Levy. –– ele disse, ao mesmo tempo, sugando minha pele sensível e meu clitóris.

Involuntariamente comecei a mover meus quadris para frente e para trás, senti um líquido descer em minha pele, era erótico demais. Gajeel colocou meu traseiro na cama e tentou pôr um dedo dentro de mim, gemi de dor e segurei seu pulso.

–– I-Isso dói. –– sussurrei, ainda segurando-o.

–– Desculpe –– ele parecia assustado e arrependido. ––, deixe-me consertar isso.

Voltou a chupar e a lamber meus lábios e a mordiscar meu clitóris. Eu estava quase tendo um orgasmo, mas eu não tinha ideia do que era. Abri mais minhas pernas e me movi com mais rapidez, saboreando um delicioso espasmo de gozo. Dei um último grito quando Gajeel bebeu o líquido e ficou na altura de meu rosto. Sorrimos um para o outro e ele me beijou, fazendo com que eu sentisse o meu próprio sabor.

Levei minha mão até o comprimento de seu pênis com certo receio que ele fosse gostar. Fechei toda minha mão nele e movi para cima e para baixo. O ouvi soltar um grunhido prazeroso, para logo depois me beijar com fervor.

–– Não toque agora ou eu não vou aguentar nem cinco segundos.

Seria ótimo do mesmo jeito. Eu pensei. Ele foi com a mão até a pequena gaveta e pegou um pacote dourado, eu sabia que era uma camisinha. O vi abri-la e colocar em seu pênis longo e úmido do pré-gozo.

Ele se deitou e segurou minha cintura, meus olhos lagrimejavam depois do que Gajeel havia feito.

–– Eu te amo tanto. –– ele disse.

–– Eu também te amo, pra sempre. –– murmurei.

Gajeel sorriu e se endireitou entre minhas pernas, a cabeça de seu pênis tocava minha entrada macia. Tremi enquanto ele esfregava sensualmente seu órgão em meu íntimo, para cima e para baixo. Gemi.

E ele me penetrou. Uma onda imensa de dor correu pelo meu corpo e acabou com o erotismo por um segundo. Soltei um barulho grave entre meus dentes e segurei suas costas com força.

Lágrimas saíram de meus olhos, a dor havia cessado um pouco quando Gajeel parou dentro de mim.

–– Não chore, meu amor, eu sei que dói. –– beijou minha testa.

Eu não conseguia falar, apenas continuei chorando baixinho. Ele beijou todo meu rosto, meu pescoço, meus seios, até eu me acostumar. Ele era grande, eu devia ter certeza que iria doer muito.

–– Se mova... –– sussurrei.

–– Tem certeza? –– ele estava incerto. O beijei apaixonadamente como resposta.

Ele se moveu um pouco, eu gemi, mas não apenas de dor. Ainda doía, mas bem menos. Senti, na primeira estocada, ele romper meu hímen. Seus impulsos estavam controlados e ele se movia lentamente, com amor.

Alguns segundos já foram possíveis para que os nossos movimentos se tornassem rápidos e precisos. Gajeel gemia baixo a cada penetração, mas eu não, eu não conseguia controlar os gemidos.

Ele se sentou na cama e eu fui junto. Em seu colo, me movi inexperientemente, mas Gajeel segurou minha cintura, tomando posse do momento. O barulho das estocadas eram altas e excitantes.

Senti a sensação do orgasmo novamente, então, fechei os olhos, esperando vir. Foi totalmente diferente, as paredes de meu íntimo prenderam seu pênis, e, como em um ímpeto, ele gemeu alto e gozou junto comigo. Desabamos na cama e ficamos debaixo do lençol para dormirmos.

A sensação havia sido ótima, eu amava Gajeel e ele me amava, não poderia ser diferente. Ele beijou o topo de minha cabeça e sussurrou em meu ouvido antes que eu dormisse:

–– Sou para sempre seu, minha baixinha.

Notas finais
Reviews? ♥