A Baixinha E O Metaleiro

21 Capítulo 19 –– O parque de diversões / Parte final


Notas iniciais
OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOI, MEUS LEITORES, QUE SAUDADES ♥ Será que ainda tem alguém aí? O.o Puxa, acho que demorei demais... =/ Só sei que agora estou de féeeeeeeeeeeeeerias. Espero poder postar muitos capítulos pra vocês. *3* Sério, eu passo tempos sem postar, e quando chego aqui, vejo mais duas recomendações, verdade, produção? *UUUUUUUUUU* N4Lu, eu estou muito agradecida, nem sabe o quando eu amei sua recomendação, cada palavrinha. ♥ Pois é, eu sou do mau e sempre deixo vocês curiosas com o final. AEUAHEUAHE Serena-chan, sua fooooooooofa, que recomendação fofíssima! ♥ *----* GALE É VIDA, PORRAAAAA. AHEUAHEA Enfim, vou parar de falar, eu demoro e ainda trago um cap. pequeno. =/ É que só tive tempo de começar ontem, daí eu quis postar o mais rápido possível. ♥ Não se preocupem, tentarei aumentá-los um pouquinho mais. Boa leitura! --*

Capítulo 19 –– O parque de diversões / Parte final

–– MAS O QUE É ISSO, GAJEEL-KUN?

Ótimo, Rogue tinha nos visto. E agora? O que eu poderia fazer para não desconfiá-lo? Empurrei Gajeel no mesmo momento e o encarei muito assustada, Gajeel também parecia não saber o que falar. Talvez fosse melhor contar a verdade. Quando abri minha boca, Rogue segurou meu braço com força.

–– Desculpa, Levy-chan, o Gajeel-kun é muito assanhado como mamãe diz, eu não sabia o que queria dizer, mas acho que percebi o que é –– disse com determinação, arregalei os olhos em sua direção. –– Não se preocupe, eu vou te proteger dele! Vem comigo!

Fui sendo levada por Rogue até algum lugar do parque, nem me toquei para aonde íamos, pois minha cabeça já girava horrores. Olhei para Gajeel de lado com um rosto inexplicável. Eu até pensei que ele fosse me culpar ou algo do tipo, mas não, me senti até um pouco importante no momento, pelo menos ele não havia desconfiado de nada. Gajeel nos seguiu.

–– Rogue-kun, não precisa se preocupar comigo...

–– Claro que preciso! O Gajeel está meio estranho hoje, talvez ele quisesse fazer isso enquanto eu estivesse no carrossel! –– segurou mais forte minha mão, ele era fofo demais, imaginei como ele ficaria quando crescesse, talvez se tornasse um Gajeel, ou não, depois dessa, talvez não.

–– Tudo bem, então pode me proteger, só não o deixei tão excluído, ele não merece uma chance?

–– Ainda não –– franziu o cenho, ele realmente estava determinado, ri. –– Vamos deixá-lo pensando no que fez.

–– Ok... –– sorri e o acompanhei.

Olhei para trás novamente e vi Gajeel com uma cara mais emburrada que o normal, sorri mentalmente e o lancei um olhar de: “Viu o que você fez, idiota?”, e voltei meu olhar para Rogue. Talvez fosse bom ele ficar distante, se não fosse por Rogue, algum policial mandasse a gente sair do parque por conta daquela saliência toda.

Quando vi, estávamos de frente para uma montanha-russa, esperei Gajeel se aproximar, até porque ele que havia levado o dinheiro. E quando finalmente ele chegou, Rogue ficou na minha frente.

–– Quero ir! –– disse Rogue à Gajeel.

–– Eu sei, pirralho –– respondeu brutamente e foi comprar um ticket, mas antes se virou e olhou para mim. –– Você vai com e-

–– Sim, ela vai comigo, sim! –– respondeu antes de mim, apenas concordei com um sorriso amarelo, Gajeel bufou, ele não estaria com ciúmes de uma criança, não é?

–– Pois eu também vou! –– resmungou Gajeel, arregalei os olhos em sua direção, ele jurava que Rogue iria deixá-lo ir comigo?

–– Pois vá sozinho! –– disse Rogue.

–– É isso mesmo que eu vou fazer, pirralho. –– suspirou Gajeel indo comprar os tickets, ambos pareciam mais irmãos do que qualquer outra coisa.

[...]

–– Tomem. –– disse Gajeel nos dando os tickets.

–– Obrigada, Gajeel. –– cochichei perto de seu ouvido enquanto Rogue não via e ainda até a fila, ele tentou falhamente me beijar, mas afastei rapidamente e logo em seguida ouvindo um grunhido de raiva, sorri vitoriosa e saí.

Depois de esperar na fila, entrei em uma daquelas cadeirinhas junta de Rogue, vi Gajeel entrar em outra logo atrás de nós. E quando a montanha-russa se moveu, Rogue começou a falar sobre seus amigos e animes que gostava de ver, eu já nem prestava atenção do que ele dizia, era como se tudo estivesse mudo, meu ouvido doía de tanta conversa.

Depois de tempos girando, finalmente nós saímos, Rogue havia parado de falar. Gajeel veio até nós e nos chamou para comer, pois estava morrendo de fome, eu não estava muito diferente. Por algum motivo eu via Gajeel distante, como se estivesse triste. Talvez ele não estivesse gostando de ser excluído, e se soubesse como eu sofri tanto com isso no passado até conhecer Lucy...

Quando chegamos à lanchonete, Gajeel pediu um sanduíche completo para nós três, Rogue tentou sentar no meio para que eu não ficasse perto de Gajeel, mas como as cadeiras eram quadradas, Gajeel ficou de um lado e Rogue do outro.

Enquanto comíamos, Rogue continuava conversando, eu apenas sorria e concordava com a cabeça, Gajeel nem se importava conosco. De repente comecei a sentir a perna dele roçando na minha, tremi com aquele simples toque, mas continuei comendo, fingindo não me importar, Rogue percebeu minha inquietude.

–– O que houve, Levy-chan?

–– É-É... nada, não, estou bem... –– respondi, tentando reagir mais normalmente e dei mais uma mordida no sanduíche.

Gajeel parecia estar fazendo aquilo de propósito, ele comia normalmente enquanto roçava sua perna direita na minha perna esquerda, eu tentava me afastar, mas ele se aproximava. Depois de um tempo, eu me acostumei com a sensação, era boa também, sorri mentalmente.

Quando terminamos de comer, Rogue foi comprar algumas balas na mesma lanchonete, parecia nem se lembrar do beijo que havia visto de nós dois. Até agradeci mentalmente, a sua memória não parecia muito boa. Novamente Gajeel se aproximou, mas segurou minha mão por baixo da mesa e a acariciou, sem olhar para mim, claro, estremeci com a sensação e fiz carinho também, retribuindo-o, logo vi um sorriso fraco vindo de seu rosto, corei.

Rogue voltou rapidamente, lotado de bombons, nem sequer consegui contar, ele me ofereceu muitos, mas peguei apenas três, Gajeel pegou um também, mas insistiu muito até que Rogue o desse, ri com a cena.

Depois, Rogue brincou em vários outros brinquedos, eu já estava cansada, aquele menino tinha muito energia. Puxou seu tio...

Olhei no relógio de meu celular, e vi que já eram 18hs, minha barriga já roncava de novo. Chamei Gajeel para podermos ir para casa, ele também parecia exausto. Chamamos Rogue e finalmente fomos para o apartamento de taxi, e diferente da ida, Gajeel sentou-se na frente enquanto eu e Rogue ficamos atrás.

Ao chegarmos, avisei que iria tomar um banho, Gajeel ficou ouvindo música enquanto Rogue brincava com lego no quarto. Saí do banho depois de uns 15 minutos e pedi para Rogue tomar um também. Enquanto ele estava no banheiro, aproveitei e me aproximei de Gajeel.

–– Oe, Gajeel...

–– O que foi? –– perguntou, retirando os fones de ouvido.

–– Eu queria te perguntar uma coisa –– suspirei pesado e Gajeel assentiu. –– Como você vai cuidar do Rogue-kun se segunda a sexta temos aula?

–– Hum... –– pensou um pouco, mas sem muita expressão, logo olhou para mim. –– Não sei.

–– Como é que é?! –– aumentei o tom de voz, como assim “não sei”?

–– Ele já é bem grandinho, pode ficar só.

–– Mas Gajeel, ele é só uma criança, nós só voltamos pra casa às 13h.

–– Então o que sugere?

–– Como vou saber? –– franzi o cenho.

–– Então vou faltar às aulas –– sorriu. –– Melhor pra mim.

–– Ah, claro, e perder a matéria?

–– Quando chegar, me ensina. –– sorriu malicioso. –– Em compensação, eu te ensino sexologia, sei que não sabe nada sobre isso, ainda, claro...

Não tive noção de qual tamanho foi minha vergonha, arregalei os olhos em tremendo tamanho, minha cara deve ter sido ridículo, pois vi apenas Gajeel soltando uma gargalhada e segurando minha mão com ternura.

–– Estou brincando, mas se você quiser...

–– Chega! –– o cortei, morrendo de vergonha daquelas palavras, e por sorte, Rogue saía do banheiro.

–– Pronto, Gajeel-kun, pode entrar.

[...]

Notas finais
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