A Baixinha E O Metaleiro
6 Capítulo 5 –– Corredor
Notas iniciais
É que eu ganhei finalmente meu tablet, não largo dele, mas não se preocupem, eu brigo comigo mesma para fazer a fic, ok? ♥
Mais uma coisa, fiz um instagram, alguém aqui tem? Não tenho fotos, mas quem quiser me seguir, aqui está: http://instagram.com/heloisa_chan/
Capítulo 5 –– Corredor
Acordei às 5h da manhã, justamente para não ter que me cruzar com Gajeel de cueca pela casa. Certo, eu nem sequer sabia se ele andava de cueca pelas manhãs, mas o tempo estava meio quente, então acho que ele não andaria de pijama, e como ele era “um pouco” exagerado, vai saber...
Entrei no banheiro rapidamente ainda com as roupas dele e as troquei, eu usaria as que eu fui ao cinema por enquanto, aproveitei e tomei um banho, não mataria ninguém, até porque eu não teria tempo de tomar em casa, saí do banheiro depois de mais ao menos 15 minutos e peguei minha bolsa abrindo a porta do quarto. Saí, peguei a chave da porta de seu apartamento que estava em uma pequena mesa na sala e destranquei-a para sair, logo, tranquei-a de volta e joguei a chave por baixo da porta para que Gajeel a abrisse.
Fui muito rápido até a recepcionista para perguntar se minha chave estava pronta, e por sorte, ela estava sim, a peguei e corri para meu quarto me trocar e arrumar minhas coisas para ir a escola. Quando terminei de me trocar, arrumei meus cabelos e deixei-os soltos, coloquei um lacinho roxo de um lado. Logo, olhei para o relógio que marcavam 6h, o tempo passava muito rápido quando eu tinha pressa em algo, ou era eu que me aprontei demais no quarto. Fui em direção ao ponto de ônibus e esperei o meu pacientemente, quando chegou finalmente, entrei.
Como a escola não era tão perto, eu cheguei por lá às 6h20 juntando o tempo de espera, me apressei para ver se Lucy havia chegado, tinham algumas perguntinhas que eu queria fazer a ela. Ao entrar na sala, vi Lucy conversando com Natsu, ela estava sentada em sua cadeira, e ele encostado-se à mesa da mesma, eu entrei devagar para me sentar a sua frente, Lucy me percebeu rápido e disse algo no ouvido de Natsu que saiu depois de dar-lhe um selinho rápido, passou por mim com um sorriso de menino e eu revidei. Quando percebi que ele já tinha saído, corri até Lucy que saltava como um canguru, e sentei-me.
–– Levy-chan! –– sorriu.
–– Lu-chan me conta, agora! –– ordenei rindo, e muito curiosa.
–– Ai amiga, finalmente nós estamos namorando sério. –– sorriu timidamente.
–– Namorando sério? Quer dizer que...
–– A gente já ficava às vezes... –– corou.
–– E quando eu te liguei, ele já tinha te pedido em namoro? –– corei um pouco, eu mesma sabia onde queria chegar.
–– Sim –– ruborizou e olhou para a mesa ––, logo depois pintou um clima e...
–– Quer dizer que vocês já...? –– abri a boca em “o”.
–– Pois é... –– e me encarou mordendo o lábio sem expressão.
–– ME CONTA MAIS! –– gritei, Lucy tampou minha boca.
–– Calada, sua safadinha, quer algumas experiências extras? –– sorriu maliciosa, corei.
–– N-Não! E safadinha, eu? Quem é que fez essas coisas? Experiências extras? Quem disse que eu... –– parei de falar, eu não tinha quase nada mesmo, não por experiências próprias.
Ele fez carícias por todo meu corpo e lentamente foi me colocando na cama, tirou minha blusa devagar e beijou toda a extensão da minha barriga e busto, tirou minha saia, e logo depois sua camisa e colocou sua mão em min... –– ela sussurrava perto de meu ouvido, mas não, eu tinha que interromper, era certeza que eu já estava da cor de um tomate.
–– Chega! –– falei alto.
–– Ele foi muito gentil, até porque eu não sabia o que fazer... –– sorriu.
–– Não sab... Espera aí, Lucy, você nunca tinha...
–– Nunca, achou que eu já tinha feito? –– e arregalou os olhos como em brincadeira, apenas.
–– B-Bem, você é popular.
–– E daí? É óbvio que alguns caras como o Sting já quiseram fazer isso comigo, mas eu os dispensei, e isso faz bastante tempo.
–– Do... eu? –– perguntei lentamente, encarando-a com muita vergonha.
–– Sim, doeu tanto que eu poderia morrer.
–– S-Sério? –– estremeci.
–– Brincadeira. –– riu alto.
–– Idiota, mas você não sentiu nada de ruim? –– droga, eu não conseguia cessar minhas perguntas ridículas.
–– Só uma dorzinha de nada, seus carinhos me fazia esquecer-se dela. –– sorriu olhando as unhas.
–– Ah... Ah! E sobre tal festa que vai ter na escola?
–– Aaaah –– gritou esboçando um sorriso ––, Natsu me convidou, eu vou vir, e você?
–– Não vou, não curto muito essas festas...
–– Por que não? –– fez um biquinho –– Fica comigo, a gente fica conversando.
–– Conversando? Você vai estar com o seu namorado, e eu segurando velas, isso sim. –– ri nervosa.
–– Idiota, acha que eu vou fazer isso?
–– Sim. –– respondi na lata, ela me deu uma breve tapa em meu ombro e riu.
–– Bocó!
–– Besta!
–– Gostosa. –– e me olhou maliciosamente, sim, ela gostava de fazer essas brincadeiras chatas só para me deixar sem graça.
–– Nem sou. –– respondi fingindo não ligar.
–– É, sua linda, vem cá, vem. –– disse lambendo os lábios e alisando meu braço se segurando para não cair na gargalhada.
–– Sai daqui, eu hein. –– falei rindo e correndo para a porta da sala.
Aproveitei para ir ao bebedouro que era bem próximo a nossa sala, na volta, me deparei com Gajeel Redfox na porta, para minha felicidade, quer dizer, infelicidade, nada de sarcasmos nessas horas...
–– Ora, ora, nem se despediu quando saiu do meu apart...
–– BOM dia, Gajeel. –– respondi antes que ele terminasse.
–– Bom dia, você dormiu bem na cama de hóspedes?
–– Claro, a casa da minha avó é bem confortável.
–– Avó? –– sorriu sensualmente.
–– Cale a boca, e pare de me barrar, quero entrar na classe. –– disse tentando empurrá-lo, mas ele me puxou até sei lá onde, bem longe do pessoal.
–– Me solta!
–– Calma. –– parou em algum corredor e colocou seus dois braços entre minha cabeça para que eu não pudesse fugir, aquele lugar não passava ninguém, tive um pouco de medo.
–– O que quer? Agora é sequestrador? –– brinquei.
–– Você vai para a festa de sábado?
–– Sei que não veio me perguntar isso... –– virei o rosto, mas ele segurou meu queixo me fazendo olhar em seus olhos ônix.
–– Vai?
–– Tá, tá, eu vou, satisfeito? Agora me deixa sai...
Gajeel posicionou suas duas mãos em seu rosto roçando seus lábios aos meus, corei instantaneamente, e sem muitas delongas, como eu havia previsto, ele infiltrou sua língua ávida em minha boca, não sei como, mas deixei-o passar, tentei empurrá-lo resmungando algumas palavras, mas depois de alguns segundos deixei rolar e o ajudei no beijo, Gajeel soltou meu rosto e foi parar em minha cintura, não percebi e continuei a beijá-lo segurando seus dois braços levemente na altura de onde se localizava sua tatuagem estranha, mas bem bonita. Aos poucos Gajeel se aproximava mais e me imprensava na parede me fazendo soltar um pequeno gemido. Depois de um longo tempo, nos separamos pela falta de ar, ele me encarou e segurou meu rosto, eu ainda estava ofegante e corada.
–– Levy, eu não consigo mais ficar longe da sua boca...
Notas finais
Comentem e recomendem, ou matarei vocês! '-' Brincadeira, não mato nem uma mosca. =/
Kissus e até a próxima ♥
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