A Bússola Da Morte
12 12 - Nos encontramos com mulheres dragão
_O que você quer dizer com isso? — perguntei.
_Vocês ja ja veram. — as mulheres soltaram uma gargalha que parecia mais um chiado de cobra.
_Ah pessoa , vamos embora daqui. — pediu Grover. — esse cheiro é familiar.
_Cheiro de que Grover? — perguntou Percy.
_Esse cheiro de dragão.
No exato momento em que Grover disse dragão, as mulheres começaram a se transformar. Elas começaram a se misturar ficando com a forma de uma enorme criatura. O corpo de largato tinha exatos seis metro de altura. Suas cabeças ficaram compridas e escamosas ,como as de um réptil. Suas presas e garras eram afiadas como navalha. Ela inclinou a cabeça para cima e cuspiu um enorme monte de chamas.
_Dragão! — gritou Annabeth — se espalhem. — em poucos segundos todos nós nos separamos. A fera não tinha asas mas era veloz.
_Voltem aqui , minha mestra vai gostar muito de saber que eu peguei esse grupo de semideuses. — dizia as cabeças.
_De quem você está falando? Quem é essa sua mestra? — perguntei.
_Vocês logo veram, filho do Deus do sol. — o dragão de duas cabeças cuspiu fogo em minha direção. Disviei para o lado ,mas minha pele ardia. Suas chamas eram poderosas.
Atirei uma flecha de som na criatura , a mesma gritou de dor balançando suas cabeças de um lado para o outro. Ele parou por um momento e começou a fungar o ar.
_Espere — disse a segunda cabeça — não há só semideuses aqui. Consegue sentir o cheiro irmã? — perguntou a segunda cabeça para a primeira.
_Claro que sim. Esse é um cheiro de pode. Eles estão com um sátiro.
Grover gemeu como um bode. Colocou sua flauta em mãos após escutar aquilo.
_É aquele de toca vermelha, vamos comelo. — disse a irmã numero um.
_Como vocês vão ficar sem seu bode!? — disse a irmã numero dois.
_Grover — gritou Annabeth — corre.
_Bééééé. — Grover saiu correndo em meio as arvores. O dragão pisava nas arvores como se elas fossem galhos. Grover tocava sua flauta para fazer plantas crescerem e atrasassem o dragão. Percy e Nico corriam grintando com o dragão tentando chamar sua atenção. Eu atirava flechas atrás de flechas para ajudar Percy e Nico a distrai-lo. Annabeth e Riley vaziam de tudo para acertarem o dragão , mas suas escamas eram fortes. A cada golpe ecoava um estrando terrivel. O dragão não tirava os olhos de sua presa. A cada passo ele cuspia fogo tentando acertar Grover. Grover se sentia mal por causar tantos danas a dezenas de arvores. Eu olhava para frente para ver onde ele estava, mas não conseguia ve-lo. A unica coisa que via era arvores atras de arvores. Um lago estava bem a nossa frente , e isso me deu uma idéia.
_Percy — disse — olhe , um lago.
_O qué que tem? — perguntou ele. Quando Annabeth disse que ele não pensava muito rápido eu achei que ela estava brincando.
_O lago...você...Poseidon.
Ele entendeu e fez que sim com a cabeça. Ele fechou os olhos e começou a se concentrar em algo.
_Eu e Grover temos uma ligação telepática. Pedi para ele ir em direção ao lago. Ele disse que já está indo para lá.
_Você já sabe o que fazer?
_Deixa comigo.
Algo me dizia que o dragão avistou Grover ,pois ele começou a andar mais depressa. A poucos metros de nós estava Grover em frente ao lago como esperado. Ele estava nervoso. Esperava que o plano desse certo . E eu também.
_Ainda bem que você resolveu cooperar conosco sátiro. Estavamos ficando cançadas. — dizia as cabeças em sincronia. Percy estava esperando o momento certo. A criatura começou a correr mais rápido , era difícil acompanhar.
_Percy? — perguntei , o monstro estava no lugar certo. O dragão estava pronto para apanhar Grover.
_PERCY!? — gritei. Percy deu um grito e então algo começou a se formar no lago. Era uma onda gigante que ia crescendo rápidamente. O monstro parou aos tropeços , Grover saiu correndo de lá e Percy despejou a onda diretamente no monstro.
Literlmente o lago engoliu o dragão. Percy fez com que a água levasse o dragão direto para o fundo do lago. Eu não sei qual era a profundidade daquele lago e não queria descobrir. A batalha acabou , todos nós estavamos cançados , principalmente Percy. Depois que o dragão se foi ele se sentou respirando bem forte.
_Percy — perguntei — cara , aquilo foi demais. Você está bem?
_S-sim...só um pouco...cançado.
_Estão todos bem? — Annabeth e Riley chegaram correndo. — Aquilo que você fez foi imprecionante.
_Foi idéia dele — respondeu Percy apontando para mim.
_O esforço foi seu cara. — disse.
_Pessoal, obrigado.Vocês me salvaram.
_Tudo pelo nosso amigo — disse Nico. Na verdade eu nem o vi chegar ali.
_É mellhor nós irmos, já está de tarde.
_Mas estamos tentando achar o que? — perguntou Riley.
_Quem levou essa bussola para o acampamento e por que. Além disso agora temos que descobrir quem é essa "mestra" que os monstros tanto falam. Esse dragão já é o segundo monstro que nos diz isso.
Assenti com a cabeça.
_Mas como Grover disse — falou Percy — temos que ir. Essa noite já devemos chegar a São Francisco.
_Eu nem quero ver o que vamos encontrar lá. — disse Nico.
_Então vamos. — disse.
Chegando lá os pégasos estavam com o focinho cheios de grama. Eles praticamente estavam alimentados e prontos para partir. Quando estavamos no ar nenhum de nós olhou para trás. Aquela foi uma das piores experiências que já tivem. Estavamos cançados e com fome. Grover tentou divir um pouco de carne seca com agente mas não deu certo.
Estavamos a procura de um lugar para se limpar. Depois daquela luta estavamos todos sujos. Grover tentava animar as coisas contando piadas. Estava indo tudo bem . Todos recuperando suas energias aos poucos emcima de seus pégasos. Eu estava olhando para o Horizonte distraído. Estava pensando no meu passado antes de ir para o Acampamento Meio-Sangue.
Eu estava na cozinha vendo minha mãe fazer o jantar enquanto escutavamos musícas . Era uma terça-feira de verão, no dia seguinte iriamos viajar em um cruzeiro da empresa onde minha mãe trabalhava.Naquela época eu tinha oito anos e viviamos em Malibu. Seu nome era Jacqueline Campanha. Tinha cabelos longos e avermelhados. Ela costumava me contar histórias sobre meu pai,mas nunca dizia seu nome ou de onde ele era ou onde estava. Eu começava a odiar o meu pai por nunca estar lá conosco , deixando minha mãe cuidar de tudo. Geralmente antes de dormir eu tentava conversar com minha mãe , tentando faze-la falar sobre meu pai.
_Não pense assim de seu pai. — dizia minha mãe. — É graças a ele que você está vivo.
_Como não posso odia-lo? Ele nunca está aqui. Nunca nos ajuda. — dizia eu. Eu realmente odiava ele.
_Olhe,com o tempo você vai entender. Não posso te dizer quem é seu pai agora , mas você tem que aprender que nem tudo é o que parece. Quando você nasceu , não deu nenhum sinal de vida. Seu pai, ele...te...salvou da morte.
_Você fala como se fosse um mundo de fantásia. Não diz coisa com coisa. Como meu pai poderia me salvar da morte?
_Na hora certa você irá entender. Mas antes — ela foi em seu quarto e trousse um pequeno anel prata. — isso é o que te mantém vivo. Quando você nasceu , seu pai me entregou isso. Ele disse que se mantece isso seguro , você ficaria bem. Seu destino está quase traçado. Eu te amo tanto. — Ela dizia aquilo como se fosse uma despedida. — Mas agora é melhor começar a arrumar sua mala, vamos viajar amanha de manhã. — Ela sorriu , me deu boa noite e foi dormir.
Ainda me lembrava do meu pesadelo daquela noite. Eu sonhei que estava em um corredor completamente alagado, a água chegava a me tirar di chão. Estava sozinho , sem minha mãe. Estava todo encharcado e podia sentir o frio da água mesmo sendo apenas um sonho. Fiações passavam acima de minha cabeça, penduradas e soltando pequenas faiscas de choque. Eu tentava gritar por ajuda mas não conseguia. De um lado do corredor havia escombros e destroços que me evitavam de passar, do outro lado o corredor estava livre. Eu fiquei encarando aquele corredor até que ouvi um estrondo de água vindo ferosmente daquele lado. Mais água vinha daquela direção, em uma incrível velocidade. Eu tentava sair dali mas era imposível. Os destroços não deixavam passar. Olhei para trás e a água atingiu meu rosto com tamanha força. Eu acordei soando e chorando. Já era de manhã e minha mãe estava ocupada em seu quarto. Eu não me atrevi a chama-la pis não queria preocupa-la. Enchuguei as lagrimas e me forcei a levantar.
Quando chegamos no cruzeiro , ele era maior do que eu imaginava. Meus olhos brilhavam , eu podia sentir a brisa do mar batendo em meu rosto. Muitas pessoas ricas com roupas formais embarcavam. Eu não acreditava que iriamos embarcar naquele luxuoso cruzeiro. Na poupa do navio se lia: Cruzeiro Pérolas dos Sonhos. Realmente , parecia um sonho.
Depois de embarcarmos , seguimos para nossa cabine. Não era muito grande , mas tinha espaço suficiente para mim e minha mãe. Colocamos trages de festa ,minha mãe estava usando um vestido longo azul, um colar de perolas estava enrolado em seu percoço. Eu usva um simples smoking azul claro.Depois de nos vestir seguimos para o salão principal. O lugar era incrivelmente grande. Lustres de cristal pendiam sobre o teto, mesas em perfeitas posições e armonia estavam glamurosas, com pessoas ainda mais formais se reunindo entre elas. O chão era revestido por um carpete vermelho. As paredes eram de marmore branco , decorado com imagens de anjos voando. Garçons iam e vinham trazendo bebida e comida. Se aquilo era grande para um adulto , imagine para um criança de oito anos. Por fim já estava tarde e eu e minha mãe seguimos para nossa cabine. Minha mãe me deitou em minha cama e começou a me contar uma história.
_Era uma vez — começou ela. — um homem muito bonito e carinhoso. Todas as mulheres se apaixonavam com sua beleza. Um dia ele se apaixonou por uma moça humilde , com muitos sonhos. Ela sonhava em se casar e ter muitos filhos. — seus olhos brilhavam sonhadora. — muitos o chamavam de sol.
_De sol? — perguntei — que coisa estranha.
Ele deu uma pequena risada.
_É sim querido. Essa moça viveu muito feliz ao lado dele, eles se amavam muito. Eles tiveram um filho juntos , o que deixou a moça muito feliz,mas infelizmente, o bebê não se mexeu ou chorou. — minha mãe agora estava com um olhar triste.
_Que horrível — disse eu. — e o que aconteceu?
_Esse homem, chamado sol, levou seu filho até as mulheres que sustentavam a vida e a morte, e as pediu para salvar o bebê. — ela parou de contar. Seu olhar era distante , como se estivesse se lembrando de algo no passado.
_E?
_E essas mulheres disseram que dariam vida ao bebê, mas o homem teria que pagar um preço muito alto. Ele não poderia mais ver o bebê, nunca mais. Ele também deveria oferecer algo para guardar a vida do bebê. Ele lhes entregou o objeto e elas colocaram a vida da criança nele. Homem voltou para a mulher e lhe disse as novidades. A mulher ficou feliz pelo bebê ter aberto aqueles lindo olhos castanhos,mas também ficou triste peloo homem ter que ir embora já que não poderia ver mais seu filho. Ele abraçou sua família e foi embora para sempre.
_E depois?
_Ah querido — disse ela com olhos lamentáveis. — esse é o fim
_Fim?- disse eu protestando. — Mas não deveria ter um final feliz?
_Infelizmente essa história não tem um final feliz. Bem agora é melhor nós irmos dormir. Temos muito o que fazer amanhã. — ela me deu um beijo na testa e foi se deitar. Antes de conseguir dormir, podia jurar que escutei minha mãe chorar. Tentei pensar no por que dela chorar mas acabei dormindo.
Acabei sendo acordado por uma sirene. Uma luz vermelha piscava pela cabine. Ainda deveria ser noite , já que não se via nada através daquela janela redonda esquisita, apenas a noite estrelada. Minha mãe levantara depreça de sua cama. Ela vinha com uma roupa casual de dormir,com um moletom de frio por cima. Ela trazia mais um em suas mãos e me pediu para vesti-lo. Dava para escutar gritos pelo corredor. Quando saimos para fora , o corredor das cabines estava alagado, exatamente como em meu sonho. Paralizei e comecei a chorar. Minha mãe me perguntara o que houve, mas as palavras simplesmente não saiam.
_Vai ficar tudo bem — disse ela. Eu queria que ela estivesse com razão, mas sabia como aquilo terminaria.
As pessoas estavam de colete andando como loucas para todos os lados. A medida que andavamos em direção á saída, o nível da água ia aumentando. O návio tombou de lado. As fiaçoes acima de nós estavam soltando faiscas de choque. Todos desapareceram no corredor, sobrando apenas eu e minha mãe. Ela estava atrás de mim com dificuldades de me manter submergido , já que o nível da água passava sentimetros de minha cabeça , e estava no queixo dela. A água estava fria, dava para ver fumaça saindo de nossas bocas quando respiravamos. Estavamos quase se aproximando dos outros quando aconteceu. O teto tremeu e começou a despencar em cima de mim. Minha mãe fez a única coisa que me salvara. Ela me empurrou para frente , na direção dos outros pasageiros e nós fomos separados pelos escombros. A pilha de destroços era muito grande e pesada. Tentei empurrar mas era difícil para um garoto de oito anos levantar uma rocha se quer.
_Mamãe? — disse eu , assustado procurando uma abertura para avistar minha mãe.
_Estou aqui querido — disse ela, a voz tremendo e soando assustada. Eu consegui achar uma pequena abertura , pela qual só consegui ver seu rosto. — vai ficar tudo bem, não saia dai, não vai conseguir nadar até os outros. Tente gritar por ajuda. — eu assenti e comecei a gritar para os outros, mas pareceu não adiantar. Eles ficavam mais e mais distantes.
_Ele não me escutam — disse eu chorando. — Mamãe.
Ela começou a chorar. Não poderia empurrar aqueles escombros sozinha. Pela abertura pela qual conversavamos , ela enfiou o braço. E apertei sua mão. Estavamos chorando juntos. Eu perderia minha mãe logo ali.
_Filho — disse ela — Eu quero que você perdoe seu pai. Ele não tem culpa de ter nos deixado.
Eu assenti chorando.
_Hector eu te amo. — disse ela. — Adeus me filho.
Derrepente um barulho abafado vinha do lado que minha mãe estava presa. Ela começou a apertar minha mão com mais força. Como um jato gigante de água o barulh atingiu os escombros. Por um momento eu fiquei esperançoso, imaginando que aquilo movesse a destroços e libertasse minha mãe. Mas nada aconteceu. Eunão conseguia mais escutar a voz de minha mãe, no lugar eu escutava um barulho de algo se agitando embaixo da água. Ela começou a apertar minha mão com mais força , até os nós de sua mão ficarem brancos. Eu comecei a gritar por ela , mas ela não respondia. Então sua mão estava apertando com menos força, chegando a soltar minha mão. Eu chamei por ela , mas nada aconteceu. Minha mãe havia morrido afogada tentando salvar o filho. Eu comecei a chorar mais e mais até que me vi na cena de meu sono. Logo e seguida eu também iria me afogar. Comecei a ficar desesperado. Estava escuro , aparentemente todos já estavam fora do navio. Senti o navio afundar ,a pressão aumentar. Derrepente o suposto barulho de água corrente vinha do fim do corredor. Avistei a rajada de água vindo em minha direção em grande velocidade. Não podia fazer mais nada. A água acertou meu rosto como vários socos, mas dessa vez eu não acordei. Aquilo não era um sonho.
Minha visão ficou escura , não via nada além de bolhas debaixo d´gua. Meu pulmões começaram a queimar , parecia que iam explodir. Então derrepente , uma figura apareceu em minha frente. Tinha a pele esverdiada, os olhos caídos como de um sabio dizendo Fique quieto ou vai morrer. Ele tinha os cabelos e a baba desgrenhada. Ele pegou um tipo de punhal e o apontou para mim e foi ai que eu desmaiei. Quando acordei estava em uma praia de areia beje. Pessoas andavam por lá, me evitando. Uma mulher parou ao meu lado. Ela usava uma saia amarela até os pés , com uma blusa meio hippie e me perguntou o que houve. Eu lhe contei toda a hstória. Ela me olhou com pena e assustada ao mesmo tempo. Ela telefonou para algum lugar e ficou ao meu lado até homens de roupa branca me levarem a força para um tipo de escola para crianças problematicas de Malibu. Fiquei lá por muitos anos , até um sátiro ir la e me buscar.
Quando cheguei no acampamento eu não fui reclamado por meu pai de imediato. Passei um tempo no chelé de Hermes. Todas as noites observava o anel com atenção. Quando descobri que o anel se transformava em um arco de batalha grego, fiquei espantado quando derrepente em cima de minha cabeça uma pequena lira começou a brilhar com um tom dourado. Foi assim que descobri que era filho de Apolo. Quando entrei para meu respectivo chalé, todos me receberam de braços abertos. Eu novamente tinha uma família. Minha vida dependia de um anel. Sempre que pensava naquilo sentia um frio na espinha. Se eu perdesse aquele anel eu poderia morrer nas mãos de qualquer um.
Qualquer um.
Lembrei também que Apolo nunca apareceu pra mim , e que já fui chamado de filho indesejado de Apolo. Era o que minha mãe falou uma vez em seu quarto. Eu estava escutando atrás da porta. Ela estava brigando com um homem. Um filho indesejado de Apolo, que fui amaldiçoado por causa disso. Que ela odiava mulheres chamadas "As parcas".
Quandos meu primeiro verão no acampamento acabou, pedi para dizerem que eu havia morrido. Tia Angélica não ligaria para isso. E eu não queria voltar para aquele lar horrível. Me lembrei de uma das histórias de minha mãe, sobre uma homem. Um amigo de seus pais chamado Sr. Li. Foi assim que cheguei a encontrar o Sr.Li. Também me lembrei como conheci Percye os outros. Tudo aconteceu tão rápido , e agora estavamos prestes a morrer.
Aquelas palavras não me alegravam. Estava de volta ao presente. Minha visão estava embassada, pontos amarelos dançavam na frente de meus olhos , e em minutos me vi caindo do pégasos em queda-livre direto a morte.
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