A Aposta

56 Você será Rainha


Notas iniciais
Oláaaaaaaaa meus amores :)
Até que postei esse capítulo , relativamente rápido não acham ?
ESSE é o capítulo chocante que eu falei a vocês que postaria. Não sei se ficou bom ,mas ...
Enfim , espero que curtam essa cena pois ela tem grande peso sobre o que está para acontecer na fic !
Até lá em baixo !

Ela acordou. Sua cabeça latejava.Uma enorme dor fazia sua cabeça quase explodir. O suor escorreu por sua testa.

Ela esticou o braço desesperada, tateando o colchão. Sua mente ficou aliviada quando seus dedos tocaram em algo solido a cima do colchão. Ele ainda estava lá do seu lado.

A dor de cabeça ainda a incomodava, mas foi impossível não sorrir. A lembrança deliciosa do modo como Draco a tocou noite passada invadia sua mente em flashes. Sua boca ainda estava inchada com as mordidas do Sonserino, mas ela gostava daquela dor. Ela esperara por aqueles lábios há muito tempo e aquilo funcionava para fazê-la lembrar.

De repente o incomodo novamente. Mas sua cabeça não ardia mais. Dessa vez era seu braço.

Seu antebraço ardia. Sentindo sua pele sangrar desesperada ela abriu os olhos. Suas pupilas arderam. O quarto ainda estava escuro e ainda nem havia amanhecido, mas ainda sim seus olhos sentiram o impacto. Depois de piscar compulsivamente ela recuperou sua visão perfeita e analisou seu antebraço problemático.

Era exatamente o que ela temia.Sua boca se abriu de puro pavor.

Era o chamado do Mestre.

Voldemort tinha a opção de entrar em contato com seus comensais usando a oclumencia. Porém, ele só fazia isso quando não tinha total confiança e sentia a necessidade de checar os pensamentos da pessoa para ter certeza sobre sua lealdade. Porém ele tinha outro método de comunicação quando queria ser apenas sádico. Aquele método.

Tudo que Voldemort queria que seus comensais soubessem, aparecia em palavras no antebraço da pessoa em forma de cortes. E era isso que ele estava fazendo agora.Escrevendo em um papel pardo, tudo que ele queria que Hermione lesse em sua própria pele. Aquilo a fazia sangrar, mas ele não se importava.

Também não se importava com o fato da pessoa ter que se automutilar, caso o chamado dele precisasse de uma resposta. Não se importava com ardência da pele, com a dor...

Mas tudo isso era físico. A dor do corpo Hermione conseguia engolir. O que mais a deixava apavorada, era saber que ele estava entrando em contato com ela naquele exato instante enquanto Draco dormia profundamente.

O que será que ele irá exigir dessa vez? Mais alguma morte a ser efetuada? O que o poderoso Lorde das Trevas daria a ela como missão?

Tomando cuidado com o sangue que escorria a menina pegou a ponta de seu lençol e limpou seu antebraço para conseguir entender o que o Lorde escrevera para ela.

Venha me ver.Sozinha.Agora.

O cheiro enferrujado de sangue estava impregnado no ambiente. O ar gelado atingia a carne exposta de seu novo ferimento.Sua cabeça voltou a latejar e a girar.

Voldemort até que fora bondoso. Deu uma ordem a ele explícita a qual ela não precisaria de automutilar para responder. Mas ainda assim...

Ela olhou no pequeno relógio de pendulo pregado em sua parede. Eram três e meia da manhã. Ela estava exausta. Sua feminilidade ainda ardia suavemente e ainda vazava sangue pela ferida aberta de seu antebraço.

-Cobra Nojenta – Resmungou Hermione saindo da cama quentinha a contra gosto e correndo para o banheiro.

Ela tomou uma chuveirada de dois minutos, higienizou o braço e fez um curativo improvisado com gaze e esparadrapo caso voltasse a sangrar. Retornou ao quarto ainda pingando de água e abriu o guarda roupa desengonçada procurando pelas vestes negras que era obrigada a usar. Secou o corpo com uma toalha felpuda e colocou a roupa negra com uma calça da mesma cor e prendeu o cabelo.

E lá estava ele. Ainda dormindo. Engraçado como o cheiro de sangue forte não o fizera acordar. Aquilo era bom, afinal ele precisava dormir. Parte do corpo do Sonserino ainda estava descoberto pelo edredom. Ela podia vê-lo.Apreciá-lo durante aqueles poucos segundos. A pele dele branca e macia, as pernas fortes, o cabelo bagunçado que ainda brilhava com a pouca luz e a boca...Inchada como a dela estava.

Ela não iria acordá-lo. Isso o deixaria preocupado. Draco sem dúvida iria querer ir ao encontro junto a Voldemort com ela e isso não era bom. As palavras de Voldemort foram bem claras.

Sozinha.

Ele queria que ela fosse sozinha e ela tinha que fazer as vontades dele. Pelo menos por agora.

Sem perder mais tempo ela pegou um pequeno pedaço de pergaminho e molhou sua pena no tinteiro, riscando com palavras objetivas tudo que ela queria dizer sem o fazer ficar preocupado.

“Draco,

Voldemort me chamou e eu precisei ir. Vou tentar chegar antes de você acordar. Caso eu não consiga não se desespere e não faça nada.

H.G.”

E assim, ela partiu, atendendo o chamado de seu mestre.

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A Mansão era sem dúvida bonita. Luxuosa. Talvez essa palavra a descrevesse com melhor eficácia. Parecia um castelo, cheia de colunas decorativas, janelas compridas e estreitas rodeadas de um metal reluzente também decorativo...Quem diria que por dentro desse lugar tão bonito jazia o mal em forma de gente.

Ah quem diz que o mal é invisível e que só é possível senti-lo. Seria como o vento. Mas isso é mentira. Voldemort era maldade pura, e Hermione conseguia vê-lo.

Ela deu duas batidas na porta de madeira. E enquanto ninguém vinha atendê-la ela novamente colocava sua máscara de indiferença no rosto. Atuar. Ela tinha que atuar. Ser uma mulher e não mais uma garota. Ela não podia sorrir, chorar, tremer...

Isso sucumbia uma grande parte de seu esforço espiritual,mas Hermione possuía um belo autocontrole. Se fosse necessário ela ser fria, ela seria.

Alguém abriu a porta para ela. O susto a deixou, ligeiramente, tonta.

Lucio Malfoy.

Ele e Draco sempre foram parecidos. Mas agora a comparação entre os dois chegava a ser desleal. Ele estava pior.

Desde a última vez que Hermione vira Lucio ele já estava com a imagem debilitada. Aos pedaços. Mas ali ele estava pior. O rosto cansado, o cabelo loiro e platino que caia em seus ombros estava opaco e sem vida e os olhos...

Eles se encararam. Ela teve que se controlar muito para não se encolher diante daqueles olhos. Ter Voldemort todos os dias como companhia sem dúvida devia trazer esses efeitos colaterais.

- Que bom que chegou, Garota – A voz dele era fria como sempre apesar do tom estar diferente – Voldemort a esperava.

Ele abriu mais a porta dando espaço para ela passar. O que de fato era aquilo nos olhos dele? Compaixão? Pena? Dor?

Por que havia algo estranho sobre modo ao qual Lucio a olhava? Por fora ela estava impecável e com suas feições de pedra, mas Hermione tinha receio que alguém tivesse a capacidade de ver o quanto seu coração batia loucamente dentro dela.

O que Voldemort queria com ela?

A cada passo que ela dava, soava como uma valsa fúnebre. A mansão estava a mesma. Porém os Comensais não. Enquanto ela andava até o salão,o qual Voldemort estava a esperando, ela encontrava com alguns Comensais no meio do caminho. Exatamente todos a fitavam com os mesmo olhos. Os mesmo olhos de pena que Lucio a olhara minutos atrás.

Não, ela não tinha sido descoberta por sua deslealdade. Caso contrário ela seria encarada por olhos ardentes e não daquela forma. O que a aguardava? Seu fôlego saia para longe a cada passada, suas pernas envoltas pela calça negra larga tremiam suavemente. Ela tinha que se controlar, tinha que atuar...

-Olá minha Querida – A voz de Voldemort ressoou no salão enorme

Ela tomou fôlego. Tudo que ela mais queria era sair correndo. Ela sabia que algo ruim a aguardava. Algo sombrio, algo macabro...

Contorcendo-se internamente ela sucumbiu esse desejo. Isolou-o no fundo de sua alma. Ela não podia correr, não podia chorar...

O sorriso dele a atormentava. Os dentes podres e amarelos...

Ele levantou-se de sua poltrona de Rei para recepcioná-la enquanto a menina se aproximava.

-Que bom que veio – Ele disse assim que a menina lhe cumprimentou com uma reverencia respeitosa

Doce ironia.

Ele falava como se ela tivesse opções e escolhas para recusar sua ordem.

-O que o Senhor deseja de mim, Mestre?

Ele se assustou suavemente com ela. A urgência na voz, a velocidade na hora de pronunciar as palavras...

-Calminha – Ele soltou uma suave risada – Se eu não te conhecesse diria que quer ir embora.

Ela silenciou-se de imediato. Não era justo. Ele era analítico. Sua atuação de merda tinha que ser melhor do que aquilo. Ela melhorou sua postura,seu olhar, sua expressão, ergueu o queixo...

-De jeito nenhum. – A voz da menina era fria e irreconhecível.

-Ótimo.

Ele voltou a andar, contornando a menina como uma cobra como ele sempre fazia. Obviamente aquilo a deixava nervosa, mas ela não demonstrava. Apenas ignorava o fato, de que o homem mais inescrupuloso e terrível da face da terra, estava andando ao seu redor avaliando sua expressão e todo resto. Seria ele capaz de notar o quanto seus batimentos cardíacos estavam desregulados? Ela era uma boa atriz, mas não a tal ponto.

-Você provavelmente não notou, mas estão faltando dois comensais na minha coleção.

- Se refere a Rabicho? Pedro Pettigrew? – Ela falou com sua voz de gelo.

- Mas é claro que não. Rabicho deve ter tentado fugir, e como não tinha minha proteção provavelmente foi morto por algum Bruxo do Ministério. Refiro-me a dois Comensais úteis que realmente fazem falta em minha coleção intocada.

-Quem são eles, Meu Lorde? – Ela perguntou para continuar a conversa.

Hermione não deixou de notar. Sempre que ela era chamada por Voldemort os Comensais se depositavam ao redor do Salão junto a Voldemort. Mas dessa vez, não existia ninguém, eram apenas eles dois ali.Os Comensais estavam espalhados pela Mansão, mas não existia nenhum deles ali.A presença dos Comensais a deixava nervosa, mas ela sentia falta deles ali no salão. Voldemort se tornava muito mais assustador quando era visto sozinho.

- Em uma de nossas invasões nós encontramos uns Bruxos do Ministério da Magia. – Voldemort dizia enquanto voltava a andar rodeando Hermione – Nós os torturamos e eles nos falaram sobre Varinha das Varinhas, uma Relíquia da Morte que eu gostaria de possuir. Mandei dois comensais para Missão:Walden Macnair e Fenrir Greyback. Eles foram até um cemitério, onde A Varinha das Varinhas poderia estar.

-E o que aconteceu com eles Meu Lorde? – A Menina foi boa atriz, ouvia a história com os olhos surpresos como se não soubesse de nada.

- Eles estavam demorando demais. Quis ver com meus próprios olhos o que havia acontecido com eles. Fui acompanhado por Lúcio até o cemitério e encontrei Greyback lá.- A face de Voldemort se tornou raivosa ao se lembrar da cena

Fenrir Greyback. Esse era o nome do Comensal que fingiu ser um Guarda de Cemitério para proteger o lugar enquanto Macnair invadia o cemitério atrás da Varinha das Varinhas. Esse era o nome do Homem o qual Draco queria matar para eliminar as provas, mas Hermione não deixou. Hermione fez um feitiço da Memória nele, evitando mais uma morte. Será que deixá-lo vivo foi uma boa idéia? Nem sempre a bondade parece ser uma virtude...

-Greyback sempre foi um servo fiel a mim. – Era nítida a raiva nas palavras dele – E vê-lo naquela situação me deixou maluco. Ele não falava coerentemente. Não sabia nem seu próprio nome. Alguém lançou um feitiço da memória nele.

-E quanto a Macnair?

-Procuramos, mas não encontramos. Ele deve ter sido morto.

E inesperadamente ele tinha parado de andar. Estava na frente dela, encarando-a com aqueles olhos vermelhos de dar medo. Era como se pudessem enxergar dentro de sua alma culpada e desleal. Será que ele já sabia? Aquilo tudo fora um truque? Ele iria matá-la e esquartejá-la até não restar nada dela?

-Nunca em dez anos eu senti medo. Mas agora eu sinto. – Voldemort falou enquanto a Menina ficava tonta com as palavras.

Informação demais, incoerência demais,loucura demais....

-O que o Senhor teme, meu Lorde? – Será que ele foi capaz de ver o quanto ela estava assustada?

-Existe alguém lutando contra mim. Deve ser grupo poderoso. Eles querem me destronar, acabar comigo. Esse grupo deve estar sendo liderado por um Líder forte e inteligente. Existe uma organização que está um passo a frente de mim. Eu nunca me senti tão ameaçado como me sinto hoje. Alguém matou dois dos meus comensais e eu simplesmente não tenho idéia de quem seja! – Ele começou a rir.

Sua risada maléfica infestou o salão e os ouvidos de Hermione. Sua risada sarcástica e cheia de ironia. A menina permaneceu séria e sem saber o que fazer.

-E se essa organização também tiver matado o Rabicho? Será que foi mesmo alguns Bruxos do Ministério que fizeram isso? Esse Grupo foi até o cemitério atrás da mesma coisa que nós: A Varinha das Varinhas.E se eu perdi dois dos meus comensais significa que agora eles venceram e conseguiram capturar essa varinha. Sabe o que isso significa?

-Não – A menina sussurrou.

-Significa que essa organização tem o item mais poderoso do mundo em mãos. Eles podem me matar, me destruir...

-Isso não vai acontecer! – Disse Hermione ao notar que Voldemort estava descontrolado – Eles irão falhar. Ninguém é poderoso o bastante para destronar você ou até mesmo te matar.

Foi bom escutar aquilo. Ouvir que ele era invencível. Mas Voldemort simplesmente sentia o poder lhe escapando pelos dedos...

Ele sabia que existia alguém lutando contra ele e fazendo progresso, mas quem poderia ser? Ele não fazia idéia que a Armada de Dumbledore era simplesmente todos os seus atuais problemas.

-Sinto os movimentos astutos dos meus inimigos, mas eu simplesmente não consigo vê-los...- Disse Voldemort debilmente para ele mesmo – Sinto como se eles fossem me atacar a qualquer instante e eu fosse falhar...

Chegava a ser estranho vê-lo assim. Ele sempre fora destemido. Nunca teve receios de nada e nem de ninguém. Nunca teve medo de matar, de ver toda uma multidão sangrar até morrer. E agora ali estava ele, o grande Lorde das Trevas com medo da desconhecida organização que estava tentando destruí-lo.

-Poderia ser qualquer um.Todos querem me matar não é mesmo? – Disse Voldemort –Potter poderia estar envolvido nisso. Mas Harry Potter é simplesmente muito burro para conseguir liderar uma organização como essa.

-Será que não é nenhum Bruxo do Ministério?

- O Ministério da Magia nunca conseguiu ser discreto. – Ele grasnou inquieto – Se fossem eles, eu saberia.

Ele voltou a encará-la. Os olhos vermelhos queimando a deixando medrosa. Aquela alma em chamas, aquele coração intocado. Hermione estivera certa. Tudo que ela podia ver nele eram sombras.

Ele sabia que existe alguém armando algo grande contra ele. A Armada conseguira seu lugar no topo. Mas a pergunta seguinte seria: Até quando?

-Eu preciso de uma garantia. – Disse ele com a voz ardente – Preciso ter a plena certeza de que serei eu quem governará esse mundo.

- O Senhor já governa. – Argumentou Hermione

-É muito pouco. Eu preciso de mais. Eu preciso de uma pessoa que esteja lá por mim, no meu lugar, ocupando o meu trono caso eu não esteja mais aqui para governar.

Os olhos dele. Ardiam mais do que nunca. A cabeça de Hermione voltava latejar de dor. A boca branca e fina de Voldemort se esticou em um sorriso o qual ele exibiu os dentes podres e amarelados. O bafo de Voldemort atingiu a Garota assim que o homem abriu a boca para falar.O cheiro de podridão não a deixava pensar coerentemente....

-Eu preciso de um Herdeiro.

Ele a contornou suavemente. Sua mente girando, sua visão ficando turva...

Seus dedos com as unhas pontiagudas acariciaram o cabelo preso da menina.

Desesperada e sem ar ela entendeu completamente o que ele queria dizer. A vontade de chorar a invadiu. Agora ela entendia o porquê do olhar cheio de pena de Lucio e dos outros comensais quando ela passou por eles.

Ele arrancou o elástico do cabelo dela deixando-os soltos. Passou suas unhas enormes nos fios armados e cheios de frizz.O bafo do demônio fazia a menina se encolher.

-Você foi a escolhida – Ele sussurrou em seu ouvido enquanto a menina fechava os olhos.

Ela queria morrer.

Não existia humilhação pior do que aquela. Sua vontade era desafiá-lo o bastante para que sua ousadia fizesse ele mesmo querer matá-la.Ela não merecia viver com aquilo. Voldemort não faria isso com ela...

-Eu poderia escolher Bellatrix para isso,mas ela morreu.Só me resta você.

Ele contornou ela, voltando a encarar o rosto da menina.

-Não chore – Ele ordenou com a voz rígida– Esse menino governará o mundo. Você será Rainha.

Ela estava sem ar. As lágrimas saiam sem ela conseguir atuar. O pavor tomou conta dela.Algo nasceu dentro de seu peito , seu estomago começou a se revirar loucamente.

Ela preferia morrer.

Voldemort jamais tocaria nela. A morte seria bem vinda, ela já estava pronta para aceitá-la de braços abertos.

Pois pensar na possibilidade de sentir a língua podre de Voldemort dentro de sua boca, seria dor demais para suportar. A Morte viria a calhar como uma solução para seu problema.

-Você pode ir embora agora. Parece estar em choque com notícia. Recomponha-se e volte outro dia quando eu ordenar.

E enquanto ela ia embora correndo descoordenada, ela pensava no diria a Draco quando chegasse ao Castelo.Mas ali no fundo de sua mente uma mesma frase de Voldemort ecoava a deixando tonta.

“Você será Rainha”

Notas finais
Ola novamente * Desviando na imensidão de avadas vindo em minha direção*
Eu sei , talvez a decisão de Voldemort tenha chocado. Mas acho que foi até coerente ele pensar nisso.
Como foi dito no capítulo em mais de 10 anos Voldemort nunca sentiu medo. Mas agora a Armada está avançando em um nível alto demais e ele teme isso. Ele quer ter a certeza de que alguém com o seu sangue não vai deixar desaguar tudo que ele construiu até agora e ele precisava de um Herdeiro para isso.
Vou falar alguns pequenos spoilers para o próximo capítulo
- A partir disso Draco tomará uma decisão letal que magoará ele mesmo.
-Lúcio fará escolhas
-Harry Potter é Harry Potter. Mas ele não estará mais sozinho ( não me refiro ao sentido romântico em questão)
Quero saber a opinião de vocês e suas respectivas teorias sobre esses spoilers !
Isso vai causar impacto. É isso que eu quero pra fic agora.

Beijos de Chocolate
sasu_hina