Notas iniciais
Olá amados Leitores !
Sentiram nossas faltas ?
Eu senti a de vocês !
Enfim , Ta aqui mais um lindo cap , feito pela Rynui , ela não colocou sexo explícito pq alguns de vces não gostam então...
Eu amei esse cap !
E para minha Querida , Vick_Curia18 sua recomendação não chegou anjo , pode mandar de novo ? O nyah anda meio doido ultimamente !HSUAHSA'
Vamos todos cruzar os dedos , para que Rynui consiga sua preciosa Bolsa de Estudos ! Você merece amiga !!!
E vamos torcer para que eu tire pelo menos uma nota razoável na prova de amanhã HSAUHSUAHSUAHSA'
Até lá em baixo !

Draco abriu os olhos cor de tempestade no segundo em que os primeiros raios solares se infiltraram no quarto. Ele esquecera a cortina aberta...

Tentou se levantar, mas seus músculos abdominais protestaram, deixou-se cair no colchão novamente, mas sentiu as costas latejarem.

-Merda... – ele rosnou sobre a respiração.

Seu corpo todo estava dolorido, e já fazia dois dias que havia encontrado o tão grandioso Lord. A imagem da sua castanha lhe veio a mente.

No fim do encontro com o Lord das Trevas, ele voltara para o acampamento e Hermione quase tivera um ataque ao vê-lo. Apesar do medo nos olhos dela, a garota não retrucara, ela simplesmente aceitara a desculpa, que caíra entre as grossas raízes, aterrissando em pedrinhas pontiagudas.

O sonserino sabia que a sua grifinória não acreditara em uma única palavra daquilo que dissera quanto ao seu sumiço, mas mesmo assim, nenhum dos dois tentava esclarecer, nem ele de dizer a verdade, nem ela para pressioná-lo.

No fim, ficou alguns minutos deixando seu corpo se acostumar com a dor que o consumia. Por incrível que pareça, Hagrid não fez perguntas no dia anterior, quando chegou lá para levá-los para a escola, o grande homem simplesmente os guiou até seus dormitórios.

Respirou profundamente, suas costelas protestaram, mas ele espalmou as mãos no colchão e ergueu seu tronco. A dor passou cortante por seus músculos, parecia que ele havia se jogado de um precipício, mas ao invés de se deixar vencer, Draco forçou os músculos para se levantar, com um grande esforço e ignorando a dor, o loiro sentou-se na cama.

Seria um longo dia...

...oOo...

Os olhos escuros faiscavam ciúmes.

Cho Chang não queria admitir, mas a cada segundo que ela percebia que a maldita Brown se aproximava do seu ruivo, os ciúmes rugia dentro de si, parecia que aquilo a corroia de dentro para fora.

Foi apenas um relance, mas ela sentiu o sangue subir quando a loira passeou a mão pelos fios de cabelos de Rony. Uma idéia cheia de uma malícia cruel lhe veio a mente, fitou as amigas e sorriu travessa:

-Sabem, eu não gosto da Brown, ela se acha “Oh! Tão boa”. – debochou.

-Verdade. – uma das garotas sorriu com malícia.

Marieta franziu os lábios, mas nada disse. Sabia que a melhor amiga estava morrendo de ciúmes, mas não queria contrariá-la na frente de todos, não quando ela simplesmente poderia ficar tão irritada a ponto de fazer um escândalo no meio do salão principal.

A garota remexeu nos cabelos loiros arruivados, ela tinha uma séria impressão que aquilo não daria certo.

Enquanto as garotas, falavam mal da grifinória loira, Marieta permanecia em silêncio, naquele momento era melhor não falar, não era algo que ela pudesse controlar, só sabia que teriam conseqüências caso as garotas tentassem algo.

-Alguma de vocês sabe o que é vermelho, dourado e melado? – Cho disse com a voz brilhante.

-Não! – as meninas responderam gargalhando.

-Isto. – a corvinal se levantou com o seu prato, semi-acabado, e tropeçou no ar.

A queda não foi feia, uma vez que um dos pés da garota oriental caiu por baixo do corpo, dando-lhe equilíbrio, mas com a queda, para o corpo se restabelecer, as mãos, e o prato melado com mel e restos de morango foram jogados para frente, onde por acaso, uma grifinória de cabelos loiros passava.

-Ai Merlin! – Cho guinchou. – Desculpe-me! Por favor! Perdão!

Lilá acabou levando um prato de mel no colo, onde caíam algumas madeixas, e estas agora estavam grudentas e com um cheiro extremamente doce, a cor da camisa, antes branca, agora estava rosada, o rosto da Brown estava melecado e com pontinhos vermelhos.

A garota de olhos puxados tentava, em vão, limpar a “melequeira” com um guardanapo, que veio sabe-se lá de onde. Lilá estava em choque, fitava o vazio, como se não a ouvisse, então, balançou a cabeça e disse:

-Não se preocupe. – forçou um sorriso. – Tenho certeza de que não foi de propósito.

-Oh! É claro que não. – a morena se apressou em dizer.

Lilá trincou os dentes por debaixo do sorriso e disse:

-Vou me trocar antes da aula. – e se retirou do salão principal, enquanto Cho, voltava para a sua mesa com um semblante “culpado”.

“Vitória!” — ela pensou quando ouviu os murmúrios de deboche em relação à loira correrem as mesas.

..oOo...

-O que está acontecendo? – perguntou Hermione quando chegou até seus amigos.

-A Chang jogou um prato de mel na Lilá. – disse Parvati com raiva.

-Como? – a castanha pensou que não tivesse escutado certo.

-Cho Chang, ela foi andar com um prato não acabado, e sei lá eu como, ela o derrubou na Lilá. – Gina esclareceu.

-Nossa. – disse meio cética, ali tinha coisa.

-Então Mi, como foram os dias junto do magnífico sonserino? – a ruiva perguntou casualmente.

Hermione sabia que a amiga esperava o mais puro deboche, o brilho dos olhos azuis já delatava, além da impossibilidade daquelas palavras. Mas ao invés de responder a castanha arregalou os olhos e ficou sem fala.

Imediatamente os amigos ficaram tensos, como se houvesse ocorrido algo muito ruim. E Harry começou a pensar no pior, com os ciúmes o corroendo por dentro.

Gina esperava uma resposta debochada ou raivosa, mas notou um minúsculo rubor que a amiga reprimiu. Então a grifinória de cabelos castanhos chacoalhou a cabeça e disse rapidamente:

-Desculpe, pode repetir?

-Como foi o tempinho com o adorado Draco Malfoy? – Gina sorriu para aliviar o clima entre o trio.

-Aah, maravilhoso. – deixou o sarcasmo fluir livre por sua voz, só aqueles extremamente atentos ouviram o tremor e os pequenos sinais de mentira que ela deixava escapar.

O grupo riu da cara estranha que a menina fez ao relatar a “perfeição” que fora ficar na floresta com o loiro. Mas os amigos nem suspeitavam que o deboche tinha as suas verdades.

...oOo...

-Ai Draquinho! – a voz melosa e aguda de Pansy soou em seus ouvidos no instante em que dois braços femininos enlaçavam seu pescoço.

-Vaza Pansy, não estou com saco pra você hoje. – grunhiu retirando os braços dela com brusquidão.

-Mas amor...

Draco lhe lançou um olhar gelado. Seu humor estava terrível, e Pansy, felizmente, percebeu e parou de enchê-lo. Após alguns instantes estudando o rosto do loiro, ela virou as costas e saiu do salão principal.

O sonserino fitou o café da manhã e sentiu seu estômago embrulhar, a bile queimou no fundo de sua garganta. Engolindo a ânsia, o Malfoy empurrou seu prato e levantou-se, a vontade de comer se esvaíra de si.

Andou rapidamente até a sua sala, onde teria uma aula com a Corvinal. Transfigurações com a McGonagall.

Draco sentia os olhos pousarem sobre si, então ouviu alguém murmurando hematomas e cicatrizes sobre a respiração. Provavelmente agora falariam que ele tinha sido espancado por alguém, ou se metera numa briga.

Mais olhos sobre ele.

Agora sim ele tinha certeza que o dia seria terrível.

...oOo...

“Ah infernos.” – era a única coisa que Rony pensava.

O ruivo, apesar de sempre ser desajeitado, era muito mais inteligente do que parecia. Percebeu na hora que Cho aprontaria alguma coisa, e não deu outra, Lilá, a pobre garota que se jogava pra ele, ganhou um prato de mel com morangos na blusa.

Até onde a garota de cabelos negros podia ir? Seria muito mal?

Ele queria simplesmente esquecê-la, mesmo mal a conhecendo, havia uma vontade louca de ficar perto de Cho, uma crescente ânsia de ficar perto dela. Era tão estranha aquela sensação! A cada instante que ele ficava perto de Lilá, toda aquela euforia se misturava com uma angustia, aquela não era a pessoa que ele queria ao seu lado.

O ruivo sequer sabia do que a professora Sprout falava, seus pensamentos estavam longe, junto com a garota da Corvinal. Sua vontade era de vê-la, beijá-la, dizer que ela era dele, mas isso era impossível.

Ele era descartável.

Um mero brinquedo para ela chamar a atenção do Harry.

Um suspiro cansado escapou. Por que ele tinha que gostar justo dela?

...oOo...

“Por que o tempo não podia passar mais depressa?” – Hermione pensou.

As horas pareciam não andar e as aulas estavam se arrastando. Infelizmente, ou felizmente, seja lá como for, não tinha nenhuma aula com a Sonserina, não teria aulas com o Draco. Isso era bom, achava.

No último dia, a castanha quase tinha tido um ataque cardíaco quando o sonserino chegou ao acampamento cheio de hematomas e cortes sangrentos. Aquela desculpa fora ridícula, francamente, mas o loiro estava tão ferido e com o semblante tão... Destruído, que ela não quis pressioná-lo.

Suspirou cansada, era tão raro ela não ter as aulas junto com os amigos, mas fazer o que se ela tinha aulas de Runas Antigas?

Infernos, ela nunca desejara tanto não ser uma bruxa, parecia tudo tão confuso! Como infernos ela podia estar apaixonada pelo Malfoy? Era insano!

Os pensamentos da castanha estavam nublados, ela tentava com muito esforço expulsar o loiro de sua mente, mas nada surtia efeito, a noite que passaram juntos vinha com força total em sua memória, era tão real que ela podia sentir tudo acontecendo.

A única coisa que ouviu foi o som da voz da professora os dispensando de sua aula. Sem pronunciar uma única sílaba, Hermione se levantou com sua bolsa e caminhou até seu dormitório, ela ansiava por ver Draco. A atitude dele nos últimos dias fora estranha, distante, mas presente, como se algo o preocupasse, mas mesmo assim ele tentasse dar atenção à ela.

Suspirou assim que chegou na frente de Medusa, isso seria difícil.

-Medusa?

-Sim querida? – a mulher com cabelos de cobra ronronou.

-Abre a porta. – não era uma pergunta, mas soou como se fosse.

-Ai de mim! Eu não estava muito afim! – recitou.

-Medusa. – rosnou.

-Está bem, está bem, mas você e seu amante estão muito mal-humorados hoje!

-Dra... Malfoy já chegou?

-Não sei. – a mulher sorriu perversamente, com os olhos brilhando.

Hermione trincou os dentes, aquela mulher era insuportável. Olhou para o ser “mitológico” esperando. Quando aquela maldita abriria a porta?

-Ok, ok, vocês são muito pirralhos pra saberem das coisas, aqui. – e abriu a porta.

Sem mais esperar, a castanha avançou e adentrou no salão comunal, este estava silencioso, mas segundo a postura de Draco nos últimos dias, não era tão estranho, sem se importar com a quietude do lugar, Hermione rapidamente subiu as escadas para preparar um banho quente para si.

...oOo...

O sonserino estava quieto em seu quarto, havia tomado um banho e estava a espera da sua grifinória de cabelos cor de chocolate. Ele a ouviu entrar, ouviu as passadas apressadas de um lado para o outro, mas só saiu de seu quarto quando a porta do banheiro fechou e o registro do banheiro rangeu ao ser aberto.

Sem perder tempo, o loiro abriu a porta de seu quarto e pôs-se a trabalhar. Ele queria que tudo fosse perfeito, aquela seria provavelmente a última vez que ela o olharia sem ódio ou desprezo. Suspirou cansado.

Com floreios de varinha, coisas iam surgindo, as luzes se apagaram, e várias velas surgiram por todos os lados, deixando um clima suave e sensual. Uma cesta de comidas, com as coisas mais finas e delicadas surgiram – cerejas, lanches naturais, duas taças de cristal, champagne – aquilo com certeza agradaria a garota.

Onde antes tinha uma mesinha de centro, apareceram várias almofadas macias, estas cercavam a comida de uma maneira casual e confortável.

esperar Quando acabou o que fazia, sentou-se no chão perto da comida, agora só faltava a garota.

..oOo...

Acabou de se vestir rapidamente, a água quente do chuveiro parecia tê-la revigorado. Apesar de ainda estar com uma sensação estranha, seus músculos estavam relaxados e sua mente parecia mais fresca.

Abriu a porta do banheiro e saiu. A última coisa que ela esperava ver era Draco junto ao chão, o salão principal estava cercado com uma aura romântica, e seja lá o perfume que ele passar no dia, tinha se impregnado em todo o recinto.

-Mas...? – a fala não saía.

-É pra você, meu anjo. — a possessão e o carinho pontuavam a voz masculina que sedutoramente a convidava para se juntar a ele.

Hermione relutou por alguns instantes, mas caminhou com passos vacilantes, sem nunca desviar o olhar dos orbes tempestuosos de Draco. Sentou-se ao lado dele e engoliu seco para perguntar:

-Por que tudo isso?

-Porque eu queria fazer algo especial só para você.

A castanha ergueu as sobrancelhas, cética, mas não conseguia comentar nada, estava deslumbrada, só o olhar que o loiro lhe lançava era suficiente para borboletas se agitarem em seu estômago.

-Vamos comer. – Malfoy disse com uma voz impecavelmente sedutora.

Comeram num clima agradável, com uma proximidade cuidadosa. Ao fim do jantar se encararam, o desejo estava presente nos olhos de cara um. O ar parecia esquentar, e a eletricidade passou a conectá-los.

Não foi algo planejado, quando eles se deram conta, estavam enroscados num beijo desesperado, como se o oxigênio não fosse tão importante quanto o contato entre eles.

O entrelaçar de línguas, os toques, a saudades, era incrível! Parecia que haviam se passado anos! Não apenas dois dias. A ansiedade pelo contato crescia, e não havia indícios que aquilo acabaria por ali...

...oOo...

-Eu te amo. – ele sussurrou para a garota semi-consciente entre seus braços.

-Mentiroso... – ela murmurou de volta.

Algo se mexeu dentro dele. Com delicadeza levantou o rosto da menina para encará-lo, tempestade e mogno polido se encontraram.

-Nunca. Mais. Diga. Isso. – a sinceridade transpareceu nas palavras dele, junto com uma dor apaixonada.

Hermione fechou os olhos e encostou a cabeça no peito dele, passou os braços femininos pelo tronco do loiro e o prendeu contra si.

-Eu te amo mais. – sussurrou quase que de modo inaudível.

-Mentirosa. – a castanha riu baixinho quando ouviu a voz do garoto. – Mi?

-Sim? – ela o olhou novamente, mas a inconsciência a estava reclamando.

-De verdade, saiba que tudo o que eu dizer é por você. – essa última coisa que Draco disse ficou nublada em sua mente, esta “coisa” que mais tardar pareceria um sonho para a dona dos cabelos castanhos.

Antes de dormir, o sonserinos deu uma última olhada no rosto delicado da sua garota, ah infernos, quem diria que uma mera aposta o machucaria tanto?

Notas finais
Cap lindo né ?
Ele merece uma recomendação de vocês ?
Se ganharmos recomendações ,Rynui e eu iremos explorar a casa dos gritos u-u Apesar da mesma só ser mal-assombrada por causa do Lupin HSAUHSUAHSA'

Beeijos de Salada de Frutas [ homenagem a Rynui !HSUAH']