Notas iniciais
Espero que gostem , esse cap , foi feito pela minha [lindaaaaaaaaaaaaaaaaa] amiga Rynui Uchiha !Espero que curtam , e que deixem reviews pois é o que nos estimula a postar mais e mais !

Hermione não estava acreditando em sua sorte, como ela poderia ser monitora chefe e ter que conviver com o Malfoy? Como ela poderia suportar tamanha humilhação? A garota tinha em mente que ele a humilharia de todas as formas possíveis, uma forma mais cruel que a outra em especial a chamaria de seu apelido carinho “sangue-ruim”.

-Vai dar tudo certo – sussurrou Harry a mesa ao ver a reação da castanha.

Depois do delicioso jantar, todos se dirigiram aos seus dormitórios, os alunos do primeiro ano seguiram os monitores , Rony fez o favor , de cumprir essa tarefa para Hermione, pois a mesma estava realmente abalada.

-Srta. Granger, quero você na minha sala o mais breve possível, sim? – pronuncia a prof.ª Minerva para a castanha.

- Sim professora, irei o mais breve possível- disse obediente.

- Não acredito nisso Hermione, ter que conviver com o Malfoy será uma tortura, e olha que o cargo realmente é irrecusável! – disse Harry irado enquanto ambos seguiam em direção ao salão comunal da grifinória- O que será que a MCgonagall quer ?

- Mostrar o novo dormitório. — disse revirando os olhos- Meu e do Malfoy. – disse com repugnância- estou indo para a sala da Minerva, Harry. Vejo você amanhã!- disse correndo.

Perto da sala da professora comecei a andar vagarosamente pelo castelo, olhando as reluzentes armaduras e os quadros, que se movimentavam, sua mente vagava... Porque ela estava se sentindo assim? Porque era tão difícil pensar em conviver com o Malfoy?

De repente, Hermione sente a sua mão ser puxada com violência, e um corpo quente e masculino a prensa contra a parede, quase derrubando uma armadura presente e logo ao fitar aqueles azuis acinzentados, a mesma entrou em pânico ao reconhecer quem era. Só não gritou por causa da mão forte de Draco em seus lábios para silenciá-la.

Seu hálito doce, era sentido pela castanha, seu corpo quente fazia a tremer involuntariamente, seus fios louros, deslizavam pela face da castanha provocando cócegas. Ele roçou delicadamente o nariz no dela com um olhar assustador e sussurrou:

- Você, sua sangue-ruim, fique longe do meu quarto, não quero nem ao menos respirar o mesmo ar que você respira. – disse enojado.

-Não parece, se está nesta curta distancia de mim... Se não quer se contaminar fique longe!- sussurrou a castanha em resposta, e a mesma percebeu constrangimento nas feições de Draco — Até parece que você quer me beijar! – atiçou.

- Nunca. – sussurrou mais para ele mesmo.

- Então me solta. — disse debatendo-se para ser libertada.

Draco a pressionou mais.

-Tenha cuidado comigo sangue-ruim... — disse deixando a frase no ar e seguindo em direção a sala da Minerva.

Minerva esperou pacientemente que Draco e Hermione a seguissem de sua sala, a tensão estava presente a quilômetros, e assim os levou para o quarto de monitores-chefes.

Minerva parou de fronte a um quadro. Por dentro da bela e elegante moldura havia uma bela mulher, com um elegante vestido em preto, pele pálida e olhos castanhos normais, porém seus fios de cabelos negros, se movimentavam, em espirais continuas e perfeitas com inúmeras cabeças de cobras no final.

- Medusa – disse a Minerva – Esses são os novos monitores-chefes de hogwarts, quero que os trate com respeito e nada de gracinhas – disse mal-humorada.

Medusa soltou uma risada alta e gutural.

- Sem problemas – disse maliciosamente.

-Bom mesmo. — grunhiu Minerva – A senha de vocês é suco de abóbora. – disse virando-se para Draco e Hermione- Boa noite. – disse soltando um suspiro e retirando-se.

Draco e Hermione passaram pelo buraco do retrato rapidamente ambos com sua mente naufragada em pensamentos.

O salão comunal de ambos era mágico, grande e retangular, em todos os lados da parede havia inúmeras fotos e confortáveis sofás, com exceção de uma parte na qual abrigava uma estante com grossos livros. No centro havia uma grande mesa com somente duas cadeiras. E no lado direito, havia ilustre e belíssima chaminé. Mais atrás haviam duas escadas, uma com as cores do degrau em vermelha outra com as cores em verde e ambos seguiram para seus respectivos quartos.

...oOo...

- Quer dizer que você e aquela coisinha nojenta são os novos monitores-chefe? – perguntou Pansy.

-Hm. — o resmungo deu a entender que era uma confirmação.

-Ai Draquinho, não fica triste, apesar de ter que ficar perto daquela sangue-ruim, você não vai se contaminar... – ela falou manhosa e o olhou insinuante para o garoto. – Draco... – ela gemeu baixinho, deixando a língua pesar no “r" fazendo a voz da menina se tornar um ronronar.

-Agora não Pansy. – falou seco.

O humor de Draco estava cada vez pior, além de lidar com a marca que pesava em seu braço, tinha de lidar com a carente da Pansy. Não que ele não gostasse dela, mas só gostava quando ela estava totalmente a sua mercê. A garota vendo que o loiro não lhe daria atenção saiu andando enfezada.

Assim que a menina se foi Draco pensou que teria um pouco de paz, mas se enganou, já que aí vinha Blaise com seu típico sorriso cafajeste.

-E aí Draquinho, — ele imitou o “brinquedo” do loiro. – como estão as coisas?

-Vai à merda. – falou.

O moreno revirou os olhos e notou algumas garotas secando o amigo de olhos de tempestade, sem perder a chance comentou:

- Nossa Draco, pelo visto todas as garotas da Sonserina, caem aos seus pés – Pronuncia Blaise divertido

- Não só da Sonserina meu amigo... São TODAS! – o loiro retrucou convencido, aí teria coisa e seria interessante.

- Ahh, nem todas! E a Granger, heim? Ela te odeia.

-Ela também é só mais uma a conquistar. Quer Apostar?

O sorriso aumentou ainda mais e ele espremeu a mão do amigo num aperto.

-Feito, mas se você perder vai ter que fazer todas as garotas da Sonserina virem pro papai aqui. – deu um sorriso feroz.

-Não faço coisas impossíveis Blaise. – retrucou sorrindo sarcástico.

-Então desista da Granger. – o sorriso do loiro sumiu, enquanto o amigo saía dando risada da cara do loiro.

“Ela vai ser minha.” – pensou Malfoy indo pra aula de poções.

...oOo...

-Eu quero matar o Malfoy. – declarou irritada.

-Calma Mi. – disse o ruivo tentando acalmá-la.

-Calma o inferno! Aquela doninha aguada está me dando nos nervos!- exclamou irada.

-Mi... – o ruivo tentou.

-Ela está certa! Assim que a guerra começar eu vou com muito prazer estuporá-lo. – disse o moreno com raiva.

-Você também não! – Rony gemeu.

A castanha se limitou ao silêncio, já o moreno fitou o horizonte.

Os três amigos que andavam em direção à aula de poções finalmente chegaram ao seu destino. Sem sequer olhar para as mesas da Sonserina, sentaram-se em algumas cadeiras vagas de seu lado da sala.

-Você está bem Mione? – perguntou Neville.

-Sim, não se preocupe. – a garota sorriu levemente.

-Hoje nós estudaremos as poções de amor. – a voz sombria de Severo Snape interrompe o burburinho entre os alunos. – Façam duplas.

Mione virou para o lado e viu que seu parceiro normal (Rony) ia com Simas e Harry (por azar da garota), iria com o Neville.

Snape olhou para a turma com seus olhos agudos e percebeu que sobraram dois alunos. Os orbes negros e frios pousaram sobre a face da castanha e rapidamente se voltaram para um loiro platinado do outro lado da sala.

-Malfoy! Granger! Sentem-se juntos!

A garota arregalou tanto os olhos que estes pareceram que sairiam rolando. Já Draco olhou tranqüilo para o professor, a sorte parecia estar ao seu lado.

-Sim senhor. – disse e foi até a mesa da garota.

-Ma-mas...

-Nada de “mas”. É uma ordem. –falou ríspido.

Hermione bufou contrariada; aquele seboso nunca a deixaria em paz, não é mesmo? O olhar do professor cortava os dois alunos que contrariados se sentaram juntos.

Severo deu um sorriso estranho, se é que podia chamar aquilo de sorriso, e continuou dando a aula. A explicação foi rápida e simples, basicamente teriam que fazer uma poção do amor que funcionasse por 1 hora.

-Os ingredientes selecionados não lhes farão mal, só não garantem o resultado desejado. — fez uma pausa. Antes que comecem, quero que se lembrem de dar a poção para seu parceiro.

Aí sim Hermione não agüentou. Ela tinha que ver Harry apaixonado por Neville e Rony por Simas, isso sim seria hilário.

-Você é louca? – Draco perguntou, mas logo se arrependeu, não seria desse jeito que ele a conquistaria, porém não dava para evitar.

Foi aí que a castanha se tocou. Olhou para o lado como se só assim se lembrasse que sua dupla era o Malfoy. De olhos arregalados ela o olhou.

-Não vou me apaixonar por você. – disse decisiva.

-Nem eu, só que por uma hora vamos estar em efeito da poção. – ele falou seco, cada vez ele via o quão sortudo era.

-Vai à merda. – disse entre dentes.

O loiro se limitou a sorrir ironicamente. Ele vira que a melhor tática para conquistá-la, sem a mesma perceber.

A castanha selecionava os ingredientes cuidadosamente. Qual outra poção, se não amortentia, poderia ela usar?

“Hmm... Posso usar coisas como essas?” – a garota olhou para as flores em contraste com os nojentos e gosmentos líquidos na mesa, pegou um frasco de azul perolado. – “Sangue de Ninfa.” – ela leu mentalmente. – “Ok. Posso usar isso, as rosas vermelhas e brancas, acônito e...” – ela olhou para o frasquinho que continha algo mais normal que o restante dos conteúdos. – “suco de romã.” – ela leu.

-Granger eu já acabei. – a voz da doninha oxigenada interrompeu seus pensamentos.

De má vontade Hermione olhou para Draco que tinha nas mãos um copo contendo um líquido branco leitoso, parecia um milkshake.

-Um segundo. – disse.

Rapidamente derramou o sangue num frasco e o pôs para ferver, em outro pote tirou as pétalas das flores e as amassou. Tirou 20 sementes de romã e jogou no recipiente no qual se encontrava as pétalas amassadas. Sem hesitar misturou os destroços de pétalas as sementes de romãs e entornou a mistura sobre o sangue que fervia, este agora azul marinho. Quando as duas misturas se encontraram uma fumaça branca espiralou, mesmo assim a garota, sabendo o que fazia, mexeu a poção.

Satisfeita com o que tinha criado desligou o fogo e entornou o líquido, agora vermelho escarlate, no copo. Definitivamente não sabia o que aquilo faria, mas a garota torcia pra que desse certo e depois acabasse com o estômago do sonserino.

-Muito bom Granger e Malfoy. – a voz séria e fria veio por trás deles.

Os dois garotos pularam. Draco somente se virou e sorriu para o professor, já Hermione olhou assombrada para o professor, sem qualquer reação diante dos alunos ele fez um movimento que dizia para os dois se levantarem e pegarem as poções.

-Muito bem classe. – todos olharam para frente. – Granger e Malfoy terminaram suas poções, pois bem, bebam.

Com uma careta de desgosto trocaram os copos e de uma vez só os viraram.

-Como se sentem?

-Nada. – responderam em uníssono.

-Pois bem, agora quero que se vão, os que terminarem a partir de agora vão ser liberados, amanhã quero um relatório completo de todas as sensações que tiverem.

Mal ouviu isso e a garota saiu andando apressada até sua carteira, pegou seu material e saiu correndo.

O loiro, que mais calmamente fazia este trajeto, deu um sorriso minúsculo, seja como for, a ratinha de livros iria para a biblioteca...

...oOo...

-VOU TE MATAR SIMAS!

-PODE TENTAR!

-E esse é um dos efeitos classe. Dois amigos podem se odiar. – disse Severo. – Com exceção dos dois todos estão liberados.

Cada aluno da Grifinória saiu praticamente sem deixar rastros, afinal, quem, exceto os sonserinos, gostava das aulas do seboso?

Notas finais
Gostaram ? Merecemos reviews ?Beeijinhos e muito grata por ler e comentar ;**