A Aposta
36 Renovation
Notas iniciais
Aqui está mais um capítulo , e eu espero
que vocês gostem !
LEIAM AS NOTAS FINAIS !
Seus ouvidos zumbiam e cada visão nada mais parecia do que um sonho embaçado. Draco se sentia insensível aos toques da realidade sobre si, seu corpo simplesmente ignorava qualquer tipo de estrondo. Seu tempo se esgotava, aos poucos ele sentia sua visão escurecer, mas ele não podia se entregar assim, ele não tinha tempo para descansar, tinha que procurar por Hermione, custe o que custasse. Forçou-se a se levantar, cambaleou um pouco, e apoiou contra algo duro e gelado.
“Parede.” Sua mente sussurrou.
Espalmou as mãos grandes e calejadas contra a textura irregular e fria da parede. Ele tinha que continuar, sabe-se lá o que podia ter acontecido com Hermione no meio dessa brincadeira de mau gosto.
Fechou os olhos com força, sentia que ia vomitar com todo aquele cheiro de sangue se infiltrando por suas narinas. A seu corpo doía a cada passo, mas ele tinha que achá-la, isso não podia continuar assim...
-Draco? – aquela voz... Aquela voz estava errada, não era como a de sua Hermione, não lembrava um filhote irritado.
-Achou alguém? – uma segunda voz, mas esta não era feminina como a outra, mas profunda.
-É o Draco! – a primeira gritou de novo.
O loiro não podia dizer quem era, só sabia que os reconhecia, as duas figuras negras e disformes se aproximaram dele, circundando seu tronco, cada um de um lado, levantaram-no da parede.
-Draco, pode me ouvir? – a voz feminina tinha um “quê” de irritação, mas que não era nada fofa, era mais como uma cobra prestes a atacar.
“Cobra... Ah, Pansy!” ele pensou meio inconscientemente.
-P... Pan... sy. – ele murmurou.
-Hey colega, eu também estou aqui. – A voz de Zabine o confortou, afinal, a amizade deles era tão longa, que ele nem podia se lembrar de como se conheceram.
-E..u pre...ciso...
-Sim, sim. – Pansy o cortou com impaciência. – Precisa achar Hermione e bláblábla. Céus, se Zabine não tivesse me dito que você tinha fugido, provavelmente eu ficaria louca. Puf, por que vocês dois nunca podem agir de acordo com nossas expectativas? – ela perguntou para ninguém em particular. – Quase temos que amarrar vocês dois. – ela rosna.
O príncipe da sonserina não percebeu que o amigo tinha desaparecido, mas em um instante, ela distinguia o vulto de Zabine voltando.
-Aqui cara, — disse gentilmente dando um copo de água para o amigo. – Você vai se sentir melhor depois de tomar alguns goles.
O loiro não imaginava o quanto estava sedento até perceber que tinha sorvido todo o líquido do copo e sua sede ainda não tinha passado. Quando abriu a boca para pedir mais água, ele sentiu sua cabeça rodar por alguns instantes e logo, inclinou-se para frente e cuspiu algo preto que caiu no chão com um tilintar metálico.
-E prontinho. – A voz do outro garoto soou animada. – Tente abrir os olhos e se mover.
Teve medo por um momento, mas confiava sua vida no moreno. Assim, fez como ele disse.
-Com cuidado. – alertou a garota do grupo.
-Isso, agora tente falar. – Blás instruiu de novo.
-Mas o que infernos...? – ele perguntou.
Sua visão tinha clareado, a ânsia e a tontura tinham sumido, o que infernos aquele cara lhe dera?
-Isso é um pequeno presente que Snape deixou com a Pansy antes da batalha começar, ele disse que ia poder ser necessário. – voltado para a loira ele perguntou: — E o outro?
A garota sorriu maliciosa, lembrava um pequeno gatinho cruel e satisfeito. Respondeu docemente:
-Isso meus amigos, é algo que verão só mais tarde. Agora temos que encontrar a grifinória, antes do Romeu aqui dar um ataque.
Fechou o semblante para a garota, mas no fundo sabia que ela fazia aquilo do fundo de seu coração.
-Bem, deixo isso com vocês, eu vou ajudar a acalmar as coisas pra lá. – Blás colocou a mão nos bolsos da calça e começou a andar assoviando calmamente, nem parecia que o mundo ao seu redor desabava.
Os dois loiros só ficaram observando o amigo se afastar. Entreolharam-se quando ele virou a primeira esquina.
-Onde estamos? – perguntou Draco.
-Perto do salão principal, mas atrás das cozinhas.
-Hmm, vamos?
-Sim... – Pansy pareceu desconfortável por um minuto.
O garoto ia andando na frente, não sabia bem para onde, mas andava, quando percebeu que não quer seguido olhou para atrás.
-Venha cá? – a loira pediu.
-Por quê?
-Só venha, eu quero ter certeza de uma coisa.
Franziu o cenho, mas mesmo assim foi até a garota. Parado de frente para ela, eles se entreolharam com certa intimidade.
-O quê?
-Isso. – a loira ficou na ponta dos pés, espalmou as mãos no peito largo do garoto e o beijou.
Draco arregalou os olhos, não sabia o que estava acontecendo, ou o porque a loira fazia aquilo, mas não a afastou, apenas não correspondeu o beijo com a paixão na dose certa.
Então ela se separou dele e com um sorriso de gatinho cruel, ela disse:
-Eu realmente não te amo.
-Só percebeu isso agora? – respondeu sarcástico.
-Não, mas tinha que ter certeza, obrigada.
-De nada. – ele sorriu de canto.
-Agora sim, vamos?
-Vamos. – ele rapidamente a seguiu por caminhos malucos entorno do castelo, mas em nenhum instante hesitou, ele sabia que sua amiga não o trairia.
..oOo...
Fechou ainda mais os olhos. Sentia sua língua áspera e um gosto estranho na boca. Sua cabeça latejava e estava pesada. Tentou se levantar devagar, mas uma mão a impediu.
-Não, você vai piorar se fizer isso.
-Ron?
-Sim, sim. – a voz dele parecia cansada.
-Onde estamos? O que aconteceu?
-Shhh, calma. Nós estamos seguros.
A ruiva de repente arregalou os olhos e tentou se levantar de novo, mas foi impedida pela mão do irmão mais uma vez.
-Harry...
-Ele também está seguro.
-Mas...
-Não importa, você o conhece, sabe o quanto ele é forte.
Gina ia retrucar, mas o olhar do outro ruivo a fez ficar quieta.
-Fique aí, não podemos sair, o Lorde das Trevas está brincando de matar pessoas. – o tom negro de sua voz a fez se arrepiar.
Fechou a boca e ficou pensativa, não seria nada útil em seu estado, além de não conseguir se defender direito, ela provavelmente faria alguém morrer em seu lugar.
Torceu a boca com o pensamento irritante. Fitou o irmão com o rabo dos olhos e assentiu. Ela tinha falhado, por isso sentia lágrimas pinicar seus olhos, mas juntou forças e disse:
-Ficarei aqui.
-Ótimo.
-Mas onde estamos?
-Numa sala qualquer, mas é trancada com magia, por isso não há problema de andar por aqui.
Ele se levantou do braço do sofá, andou um pouco, aproveitando para esticar todas as suas articulações.
-Vou dar uma pequena geral, não quero que saia daqui de qualquer forma. – olhou-a com seriedade, sabia exatamente como lidar com a garota. – Sem truques nem aprontar, eu te conheço. E não se esqueça, caso chegue a notícia que você saiu, eu posso acabar me desconcentrando e sendo morto, você não quer isso certo?
Ela engoliu seco e negou com a cabeça, o pensamento de Rony morrer atravessava seu peito como uma faca. Ele era seu irmãozinho, quem sempre cuidara dela quando eles aprontavam e de quem ela sempre cuidava quando ele adoecia.
-Não... – murmurou num fio de voz, gotas de choro começavam a correr pelas faces sardentas da garota.
-Ótimo. – ele se inclinou para a irmã e plantou um beijinho carinhoso na testa dela. – Cuide-se. – murmurou antes de se afastar e rapidamente florear a varinha para ir ao saguão de entrada.
A ruiva olhou para onde esteve seu irmão e disse em um murmúrio de voz:
-Você também, irmão...
...oOo...
Seu corpo estava sendo tocado por dedos frios, além de algo macio e molhado, ela não conseguia dizer o quê.
Também havia vozes, ou algo parecido com isso, pareciam-se mais com um ou dois uivos de lamento.
Tentou se forçar a abrir os olhos, mas doía como se estivesse sendo rasgada por dentro.
-Querida, não se esforce muito. – a voz da enfermeira soou como uma carícia em seus ouvidos.
-O...onde...eu...?
-Shh, nós te tiramos de perto daquele defunto com cara de serpente horrível. – a mulher disse em tom maternal. — Você está escondida, mas seria melhor que fosse para a sala precisa.
Como um choque, tudo veio com a sensação de adrenalina na mente de Hermione, ela se levantou com tudo, quase derrubando a pobre enfermeira que queria contê-la.
-Eu tenho que ir atrás do Harry, tenho que salvá-lo!
-Acalme-se querida. – disse a outra se recompondo depois do susto.
-Obrigada por cuidar de mim! – ela agradeceu rapidamente e disparou porta a fora, sem se importar com os gritos da mulher mais velha.
A castanha corria a plenos pulmões, tinha que achar o Harry antes de Voldemort, mas não sabia exatamente como fazer isso. Parou abruptamente de correr e apoiou contra uma pedra fria das paredes infinitas de Hogwarts.
Tentou forçar o ar a entrar mais rápido em seus pulmões, sentia-se cansada, disparara porta a fora, não sabia mais se corria para achar Harry ou se só corria por osmose, que já tinha um bom tempo que nada mais lhe parecia real.
Ia recomeçar a correr, mas o som de passos a deteve, ela se voltou para a direção de onde eles vinham, seus olhos se arregalaram quando reconheceu a figura altiva de Draco.
O loiro não estava impecável como sempre, mas tinha fios louros grudados na testa e caídos em desalinho emoldurando a face dele, a pele pálida e macia contrastava com as roupas negras que ele usava.
Piscou algumas vezes, abriu e fechou a boca algumas vezes, não conseguia falar. Em seu íntimo, um pequeno segredo de que seu príncipe apareceria para salvá-la agitou-se e apesar da situação, borboletas formigaram em seu estômago.
-Hermione. – a voz dele era dura, isso a tirou do transe.
Chacoalhou a cabeça algumas vezes, enquanto o sonserino se aproximava dela. A expressão tensa e olhos afiados, parecia que ele a estraçalharia com aqueles olhos tempestuosos.
-Dra...co. – ela formou junto com lágrimas que lhe vieram aos olhos, seu Draco estava acordado bem próximo a ela, como ela não pensou em ir vê-lo?
-Por que, Hermione? Por quê? Como você pôde simplesmente me deixar lá desacordado, enquanto vinha aqui lutar? – ele rosnou. A castanha só conseguiu fitar aqueles olhos e chorar, estava feliz em vê-lo tão bem. – ME RESPONDA! – ele a pegou pelos ombros e chacoalhou-a para que acordasse.
A garota o olhou como se ele fosse um estranho, mas piscou duas vezes e se atirou nos braços dele, contornando-lhe o tronco e enterrando o rosto em seu peito. Toda a preocupação que ela direcionara a Harry era porque o loiro estava seguro, mas todo aquele tempo ele estivera correndo um perigo tão grande...
-Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo. – ela murmurou com a voz abafada pelo contato e lágrimas.
Draco ficou estático por alguns milésimos de segundo, mas logo contornou-a com seus próprios braços e aninhou-a contra si.
-Eu também te amo... – disse baixinho.
Pansy pigarreou.
-Com licença pombinhos, mas ainda temos que salvar um garoto com cicatriz, lembrados?
Hermione corou loucamente e tentou se separar de Draco, mas o loiro manteve um dos braços sobre os ombros da garota.
-Onde ele está, Pan?
A castanha torceu um pouco o nariz ao ouvir o apelido, mas não comentou nada.
-Depois, — a loira o dispensou. – agora ele está seguro, temos só que ter certeza onde está Voldemort, ele matou todos os alunos que não são da Sonserina ou de famílias influentes depois de torturar a nossa amiga aqui. – apontou a grifinória com o queixo. – Fiquei sabendo que ele foi para Hogsmead, então só vamos ter certeza disso antes de eu...
A loira parou abruptamente, colocou um dedo sob os próprios lábios e fez um sinal para que o casal se encostasse à parede. Na ponta dos pés, ela andou até a dobra do corredor onde ouvira algo.
Levava a varinha com uma ponta fluorescente nada acolhedora, um eco irritante da mente de Hermione a deixou um pouco chateada que a rival conhecesse um feitiço que ela própria nunca tivesse visto.
A loira era a única que enxergava alguma coisa, por isso a castanha começou a relembrar todos os feitiços sem varinha que conhecia, não era muito úteis ou poderosos, mas podiam dar uma boa vantagem aos outros dois.
Quando Pansy ameaçou desferir o golpe luminoso, Hermione se preparou e Draco floreou a varinha e algo estranho acontecia perto da mesma, mas não dava para perceber o que era, apenas se sabia que havia algo de errado ali.
-Infernos Chang, você me assustou. – A sonserina rosnou logo depois começou a praguejar. – Tem uma noção de que se isso simplesmente relar em você, teremos pó de uma corvinal?
-Ah lógico que sei, Parkinson, porque sou uma das maiores fãs de magias das trevas. – a garota oriental respondeu com ironia.
-Cho? – Hermione disse.
Os olhos da garota oriental se voltaram para ela.
-E muito obrigada por você e o Rony simplesmente me largarem lá. – ela fez uma careta.
-Desculpe.
-Puf, essa garota de doce só tem a cara, que o gênio dela é horrível. – o loiro se pronunciou pela primeira vez.
-Quieto Malfoy. – os olhos orientais se estreitaram ameaçadoramente.
Os loiros bufaram ao mesmo tempo ,Hermione sorriu sem graça para a garota de olhos orientais.
-Vamos logo seus lerdos. – a sonserina rosnou. – Não vamos ficar que nem idiotas agora, está tarde demais para brincar disso.
-Touché. – a castanha deixou escapar, mas contrariando expectativas, Pansy deu-lhe um meio sorriso.
Com passos apressados, eles seguiram a loira. Afinal, ela era a única que parecia ter uma sequencia do que devia ser feito em mente.
-Err... Pansy? – Draco chamou a amiga.
-Hm? – ela respondeu sem olhar para trás.
-Como exatamente vamos saber se o Lorde das Trevas está por aqui?
-Ah isso... – ela murmurou. – Simples, vamos até o escritório do diretor, tem algo muito bacana lá.
Os demais se entreolharam confusos, aí tinha algo, mas nenhum deles poderia dizer o que exatamente, então se dignaram a seguir a garota, afinal, era ela quem mais parecia saber das coisas naquela noite...
...oOo...
-Mas que merda... – o ruivo rosnou.
Já estava andando há horas e nem sinal do seu amigo, onde ele poderia estar? Ouviu passadas no corredor, mas como a pessoa estava sozinha, Rony não tentou recuar. Sacou a varinha e esperou silenciosamente quem quer que fosse aparecer.
-Weasel? – imediatamente a voz fez com o grifinório descobrisse quem era aquela pessoa.
-O que quer filhote de cobra? – resmungou baixando a varinha.
O olhar de Zabine encontrou o do outro, o sonserino sorriu maliciosamente e abraçou o ruivo como uma criança ao ver os pais.
-Estou toda feliz em te ver Sardas! – ele declarou. – Agora tenho alguém pra me ajudar a encontrar Luna e depois ir comigo até o escritório do diretor.
-Hey, quem disse que eu faria isso? Seu maluco! – o ruivo tentava a todo custo se livrar do sonserino grudado em si.
Blás não desistiria assim, ele iria arrastar o ruivo até lá, provavelmente Luna não o perdoaria se ele deixasse algo ruim acontecer com um dos preciosos amigos dela. Fechou os olhos com força e abraçou Rony com mais força.
-Sim, você vai fazer. Não vou deixar nada acontecer com um dos amigos da Luna, provavelmente ela teria um pequeno ataque antes disso.
O grifinório bufou com força e olhou o outro garoto de relance, aquele cara era pior do que uma menina de TPM, mas era melhore segui-lo, faria qualquer coisa que fosse ajudar, até mesmo colaborar com um sonserino... Mesmo porque, depois de tanto tempo com o Malfoy, a ideia já não parecia mais tão absurda.
-Eu realmente não tenho escolha, não é?
-Não.
-Então vamos... Mas antes, você tem que me fazer um favor. – tom era de aço.
-O quê?
-Pare de me abraçar agora.
Blás o soltou e riu com gosto, seria divertido, apesar do perigo.
...oOo...
-O que de tão bacana tem lá no escritório? – Draco perguntou.
-Hmm, algo que ele me disse que vocês achariam interessante... – ela deixou no ar.
Hermione arregalou os olhos e apertou de leve a mão do loiro, queria saber se ele também pensava que era aquilo.
-Hm, que droga você está fazendo? – Cho perguntou.
Pansy dava chutezinhos na parede e espalmava as mãos nas superfícies irregulares das pedras.
-É só um pequeno atalho que eu estou procurando...
As duas outras garotas deram de ombros e foram ajudá-la, Draco voltou-se para os outros lados e ficou vigiando.
-Ah! Achei! – Cho gritou.
-Ótimo, — a loira elogiou- agora não gritem muito.
-O quê? – todos olharam para a outra.
-Vai ser divertido. – a loira sorriu, e um buraco se abriu no chão, e os quatro adolescentes foram tragados pela escuridão.
Naquele momento, eles só podiam ver uma pequena luz tão distante, mas era o bastante para fazer com que os quatro ficassem parcialmente visíveis.
-Mas que droga é essa Pansy? – o loiro rosnou para a amiga.
-Um atalho! – a garota respondeu rindo.
“E ela se diverte com tudo isso...” A castanha pensou, mas não conseguia falar nada, o ar gelado a cercava de modo que entrava dentro de si e preenchia seus pulmões com gelo.
-Estamos chegando. – a sonserina cantarolou.
Foi de repente, mas a luz que era tão distante e pequena, agora estava perto e era gigantesca.
-Prendam a respiração.
Mal deu tempo da loira avisá-los e eles caíram na luz gelatinosa e gelada que os envolvia. Mesmo com a textura da luz, eles continuavam caindo. Quando deu por si, Hermione tinha caído no tapete do gabinete do diretor.
Um a um, os outros também caíram, parecia que todos pingavam do teto, como goteiras.
-Que bom, — uma voz sonhadora flutuou até eles. – vocês chegaram a tempo! – podia-se ouvir o sorriso na voz.
Cho Chang arregalou os olhos com força e permitiu que lágrimas caíssem, sem se conter, ela se jogou nos braços do estranho, abraçando-o com força.
-Sentimos tanto a sua falta, diretor! – ela choramingou.
A castanha sentiu o peito se aquecer e também o abraçou, Draco, sorriu com orgulho e Pansy deu-lhes um sorriso de canto, agora tudo ficaria bem. Pena que por enquanto, não havia cinco minutos para eles se esquecerem dos problemas, ela pigarreou e disse:
-Trouxe-os aqui, Dumbledore. – o sorriso dela havia sumido. – Agora temos uma guerra em mãos e uma pessoa para rastrearmos.
Notas finais
Nossa querida Rynui , está com problemas para escrever e está pensando em "deixar" a fic e me arrumar uma nova parceira.
Eu estou tentando convencê-la a não fazer isso , mais isso é muito pessoal para eu me entrometer demais.
Só queria pedir a colaboração de todos vocês.Nos incentivem MUITO ! Não coloquem pressão se ela ou eu demorarmos para postar.Se os leitores fantasmas dessem as caras e deixarem um reviewsinho ou até mesmo uma indicação seria uma felicidade e tanto !
Queria reviews e indicações incentivadoras de vocês !
Talvez isso seja pedir demais ! Mais eu gosto muito dessa fic e não quero vê-la pela metade !
E eu quero agradecer a todos por terem lido isso até aqui!
Beijos de Chocolate e aguardo o retorno de vocês :*
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