Notas iniciais
Olá meus leitores amados !
ATENÇÃO NESSE CAP HAVERÁ HENTAI ! SE NÃO GOSTAR DE LER ISSO , MUDE A PAG E ESPERE O PROX CAP!
Cap feito pela Rynui Uchiha !
Ahh quero tbm agradecer as minhas flores LightAngel e a Gabrielaa, pelas lindíssimas recomendações *-* Obrigada de veerdade !

E como o prometido Rynui e eu fomos , voar junto com os Dragões do torneio tri-bruxo !

" Ao longe ouvia-se o animal , chaqualhar-se incomodado diante das fortes correntes que o prendiam , as pessoas ao redor, choravam, umas por ter sido queimadas pelo fogo crepitante que saia da boca , do animal, outros choravam de pavor , não demorando para correr em seguida.
Olhei medrosa para a minha amiga imóvel , ao meu lado , e estimulei-a pegando sua mão.
Pulamos o cercadinho para mais perto da fera enquanto outras pessoas , corriam ao contrário para fugir.O animal feroz mirava seu fogo , em algumas direções deixando o cheiro de fumaça no ar.Ele chaqualhava as grandiosas asas incomodado , por estar preso.
-Solte a corrente - Minha amiga falou
Acenei com a cabeça , e soltei as fortes correntes que o prendiam ao chão desenroscando-as com dificuldade.Era agora ou nunca, tínhamos que partir com ele antes que ele voasse alto e pegando impulso chegamos até as costas do animal cansadas , pegando em algumas elevações de seu corpo como se estivéssemos montando em um cavalo.E quando percebeu que estava solto , o esverdeado dragão não se importou mais com nossa presença , correu alguns passos com suas patas enormes, e ergueu voo. E nós duas automaticamente sorrimos quando o vento frio da noite golpeou de forma deliciosa nossas faces."

…oOo…

-Não acredito nisso!- Hermione disse pela terceira vez.

-É tudo verdade. – o moreno admitiu encabulado. – Fui até lá te procurar e encontro o Malfoy tomando banho!

A castanha gargalhou gostosamente, era incrível como conseguia fingir com Harry, afinal, ele era seu melhor amigo, mesmo que saber do ponto de vista do grifinório era bem diferente de ver o que havia acontecido.

-Ah, essa foi pra você aprender que não é pra entrar no salão comunal dos monitores! – disse divertida.

-Puff, agora eu aprendi. – de repente Harry teve um lampejo. – Pelo seu tom até parece que essa ceninha é comum! – era uma brincadeira, mas um timbre de ciúmes assombrava a voz masculina.

Granger ficou pálida, depois vermelha e exclamou:

-Por Merlin! Não! Acho que antes disso eu pularia na boca de um dragão!

O moreno gargalhou sem vontade e fitou o fogo crepitante do salão comunal da Grifinória. O cheiro da cerveja amanteigada ainda impregnava nas suas roupas.

-Como a Gina conseguiu colocar essas cervejas aqui é um mistério. – disse.

-Ah, ela, Parvati e Lilá são mestras nessas coisas! – riu.

-Verdade. – concordou.

Hermione jogou os braços no encosto do sofá e tombou a cabeça para trás fitando o teto. Fechou os olhos por alguns instantes, aquele clima tão suave se instalara tão de repente que ela sequer sabia como agia tão tranquilamente perto de Harry.

As esmeraldas brilhavam com um brilho pensativo e cansado, mas havia algo ali, como se ele tivesse longe, mas ao mesmo tempo feliz. O silêncio se interrompeu quando Hermione falou:

-Fico feliz que tudo ficou claro entre nós.

O Potter comprimiu os lábios, queria discordar, mas a amizade da garota lhe era tão cara! Ficou em conflito por alguns segundos, mas percebendo que a garota queria uma resposta, ele sacudiu a cabeça e simulou:

-Desculpe, eu estava distraído.

-Disse que fico feliz que estamos bem.

-Sim, realmente. – sorriu de leve.

A garota pareceu que ia falar, mas de repente Lilá Brown entra no salão pisando duro. As faces tão belas da menina estavam em chamas, o brilho dos olhos era indignado, estava com os cabelos desalinhados de raiva.

-COMO VOCÊ PODE DEIXAR AQUELA MERDA DE CORVINAL DESTRUIR AGENTE?! – a loira berrou assim que viu Harry.

-Do que você está falando? – perguntou surpreso e levantando-se.

-AQUELA DROGA DE CHANG! COMO VOCÊ PODE DEIXÁ-LA, DEPOIS DE DESTRUIR O SEU NAMORO, ROUBAR O SEU MELHOR AMIGO?

-Calma. – Hermione pediu, espalmando as mãos para frente, a castanha se aproximou da outra garota que estava cuspindo fogo, colocou um braço protetor nos ombros da loira e disse num tom maternal: — O que aconteceu?

A voz calma e suave de Hermione teve um efeito sobre lilá, a grifinória desatou a chorar e encostou a cabeça no ombro da castanha.

-Shhhh...

-E-ele de-via ter f-icado com-migo... – dizia a outra entre soluços.

A Granger sentia que logo, logo a loira desabaria no chão, para evitar que isso acontecesse, guiou-a até o sofá onde Harry se encontrava. Hermione trocou um olhar significativo com o moreno, o expulsando.

Enfim a sós, Hermione se sentou ao lado da outra garota e deixou-a deitar a cabeça no seu ombro, escondendo o rosto entre seus cachos castanhos. Lilá chorava desesperadamente, enquanto a castanha afagava suas costas.

-Por que ele a escolheu?! – guinchou entre lágrimas.

-Por que ele é um idiota. – respondeu.

-Todos os homens são.

-Sim. – a Granger concordou. – Com certeza nenhum deles presta, tirando os nossos pais! – acrescentou divertida.

A Brown riu da brincadeira, mas o som parecia que ela estava se afogando. Limpou um pouco as lágrimas que ainda caíam insistentes por seu rosto, pingando no uniforme. Passou as mãos no rosto, limpando os vestígios das lágrimas, e fungando.

-Agora, — Hermione começou. – a senhorita vai para o quarto, tomar um bom e relaxante banho, e ir pra cama, entendida?

-Sim, senhora. – sorriu triste, mas foi assim mesmo.

A monitora acompanhou as passadas da loira até onde o som se propagava, quando o silêncio se instalou, ela entrelaçou os próprios dedos e ergueu-os, para se alongar. Ouviu alguns “clacks” conforme ‘empurrava’ o teto, mas a sensação seguinte foi tão reconfortante, tal como sempre fora.

Fitou o fogo alaranjado por mais alguns minutos, era tão tentador! As chamas subiam, entrelaçavam-se, lambendo o ar com voracidade, como se aquela pequena faísca fosse um grande incêndio, como se pudesse destruir algo.

Hermione Granger se sentiu em paz durante alguns instante, como se nada entre ela, Malfoy ou Harry tivesse acontecido, como se ela estivesse em paz consigo e nada pudesse acontecer. Ali, sentada no sofá do salão comunal da Grifinória a castanha adormeceu.

...oOo...

“Cadê ela?”- o loiro pensou e remexeu-se na cama.

Já fazia duas horas que havia dado o toque de recolher, sendo que hoje era “folga” deles, onde estaria aquela maldita Granger? Ele havia esperado-a durante uma hora, mas nada dela chegar, e até nesse instante ele sequer pregara o olho, o clique da porta, ou a voz sarcástica de Medusa nem davam sinal, ou seja, nada de Hermione.

O loiro sentia o cansaço tomando conta de si, depois de toda aquela briga a garota mal olhara na sua cara, e no dia seguinte ela sequer voltava para o dormitório. A possibilidade de ela estar com o Potter fez Draco fechar as mãos e punhos, com a ponta dos dedos cravando nas palmas.

O ciúmes brilhou nas orbes cor de tempestade, a janela estava só com os vidros fechados, deixando com que a luz da lua se infiltrasse no quarto, permitindo uma visão parcial de tudo que lá ocorria.

O sonserino forçou uma das palmas contra a cama, levantando-se, debruçou-se para frente, dobrou os joelhos e apoiou os cotovelos neles, escondendo o rosto entre as madeixas loiras e os dedos fortes. Cerrou os olhos com força, sentia-se tonto, como se algo que comeu não lhe caísse bem.

Uma fisgada em seu antebraço esquerdo o deixou sobressaltado, com a mesma rapidez que sentira a dor aguda invadir-lhe, puxou o braço contra o peito e abraçou-se, aninhando o local dormente.

Era a marca, ela queimava, queimava como se tivessem posto fogo ali, algo acontecia, era impossível que algo ardesse tanto, algo como embebedar algo em alcool para em seguida tacar fogo.

Soltou um grito estrangulado, apertava os lábios com força, não queria ceder a aquela dor, essa o sensação o faria fraco, como diriam seus pais, ele era muitas coisas, mas não fraco. Cada milímetro de pele parecia estar mergulhado no mais profundo e exótico ácido, como se cada parte de si estivesse sendo corroída.

Draco estava sentindo Voldemort ler suas memórias, saber o que acontecia, sabendo disto se concentrou nos momentos sonserinos, nada de Granger, nada de Potter, nada.

Não sabia por que, mas o Lord parecia insatisfeito, procurava cada memória cruel de suas brigas com o pai, ou as torturas sofridas, tudo. O Malfoy não sabia se foram horas, minutos ou segundos de dor, apenas sentia um grande desespero crescer dentro de si.

A dor agora em seu ápice já não permitia resistências, o urro de dor passou cortando-lhe a garganta e destrancando os lábios brancos de tanta pressão feita.

O grito parecia um rugido, o fôlego estava acabando, mas a vontade de gritar para liberar aquela dor parecia que iria explodi-lo em minúsculos pedacinhos. No fundo de sua mente ele sentia o olhar de Pendragon sobre si, mas nem o olhar penetrante de sua guardiã o tranqüilizava.

Aos poucos ele sentia a dor ir passando, começando na ponta dos dedos do pé, logo se estendendo pelas pernas, tronco, cabeça, e foi diminuindo até chegar ao local do início do ardor.

Assim que a ardência passou, Draco perdeu totalmente suas forças, como se estas fossem drenadas dele, o loiro permitiu que seu corpo caísse para trás com tanta força que a cama balançou e houve um ranger contra o assoalho do quarto.

Estava cansado, como se tivesse sido pisoteado por centauros, lutados com trasgos e jogado no fogo, era uma sensação fatal...

...oOo...

-Mi? – a voz soava distante.

-Mii! – outra voz, mais fina, insistiu.

Hermione abriu e fechou os olhos rápido, tentou se espreguiçar, todos os seus membros estralaram, o protesto foi audível. Soltou um bocejo involuntário e perguntou:

-Que horas são?

-Você tem dês minutos para ir se trocar e comer.

Como um balde de água na cara da menina, a Granger abriu os olhos rapidamente e saiu correndo, não se importava que Ronny e Gina estavam olhando-a como se ela fosse louca, abriu a porta/quadro e correu até seu dormitório, tinha que tomar um banho e se trocar para as aulas, não se importava de ficar sem comer até lá, desde que não tivesse problemas com o atraso.

...oOo...

“Onde está aquela infeliz?” – Draco grunhiu mentalmente, primeiro a garota não voltara ao dormitório e agora ela simplesmente não aparecia no salão principal. Trincou os dentes, mas forçou-se a relaxar quando sentiu os olhares sobre si.

-O que foi? – perguntou rudemente aos garotos que o olhavam com troça.

-Nada, Draquiinho. – Zabine fez com uma voz melosa, imitando Pansy.

O Malfoy estalou a língua e sorriu arrogantemente, olhando para Crabbe, Goyle e o próprio Blaise disse:

-Quando vocês...? – deixando a frase no ar.

A tensão se instalou nos rostos dos amigos, que apesar de tão arrogantes quanto o próprio Draco, não tinham coragem de fazer a marca negra, não tinham coragem de jurar lealdade ao grande Lord, por mais que o apoiassem, eles tinham medo, um medo que o loiro fora obrigada a reprimir.

-Nós quatro sabemos que só quando ele nos pedir. – falou Goyle com certa incerteza.

-Ah sim, claro. – Malfoy disse num tom inexpressivo, exatamente para confundir os amigos, o único que sabia do humor negro do loiro era Zabine.

Draco olhou de relance para a mesa da Grifinória, deixou seu olhar vagar por todo o enorme salão e disse:

-Vou indo, tenho que ver algumas coisas para a matéria do Snape. — Os três sonserinos inclinaram a cabeça e continuaram seu café da manhã, enquanto o loiro se retirava.

Ele não sabia o porquê, mas a vontade de ver a castanha era muito grande, ele queria se desculpar, mas isso era algo que nunca faria. Era estranha essa sensação que sentia, ah maldita aposta, aquela merda de acordo com Zabine estava lhe fritando os neurônios.

Draco andou até chegar à sala de poções, onde Severo Snape estava fazendo anotações num livro grosso e antigo, a velhice do objeto era visível, com páginas amareladas e capa gasta, o professor manejava o objeto com cuidado, mas o toque era saudoso, como se o antigo livro fosse um velho conhecido.

-Professor? – chamou.

O homem mais velho levantou os olhos do livro, fitou o loiro e voltou a olhar as páginas amareladas, mas não sem deixar de acrescentar:

-Sim?

-Você sentiu?

Imediatamente Severo deixou de lado o livro empoeirado e fitou o afilhado, não era preciso palavras, somente aquilo o deixava saber do que se tratava.

-Ele já está te checando?

-Sim.

Snape fechou os olhos com força e apertou a ponte do nariz, tentava-se acalmar, era difícil sabendo que o afilhado corria sérios riscos de vida.

-Ele descobriu algo importante?

-Não.

Um suspiro de alívio escapou pelos lábios do professor que meramente sussurrou um ótimo, já que muitos alunos começavam a chegar na sala.

...oOo...

-Estou te dizendo Rony, existem cobras mágicas. – Hermione tentou enquanto iam para a aula de poções.

-Esquece Mi, não vou cair nessa.

-Faça como quiser.

-Claro.

-Que história é essa de cobras mágicas?- perguntou Harry que estava logo atrás.

-São cobras muito grandes, com cerca de cinco metros, elas podem se transportar e fazer feitiços como nós, mas a mágica é diferente, como a dos elfos. – Hermione recitou.

-Ela quer que eu acredite que esses bichos podem estar por aqui. – Rony bufou.

-Eu acredito. – Harry respondeu.

-Oi? – o ruivo perguntou como se não acreditasse no amigo.

-Se a Mi disse, provavelmente é verdade, quantas vezes ela já errou? – ele desafiou o Weasley.

-Hmm... – o ruivo fingiu para pra pensar, o que resultou em um tapa da castanha. – Ai! Tá bem, tá bem, eu admito, nunca vi a Mi estar errada.

-Bom menino. – a garota zombou e os três caíram na gargalhada.

-Mi? – Harry perguntou tomando fôlego.

-Sim? – respondeu relaxada, o clima estava tão leve!

-Essas cobras que você falou, elas têm consciência própria, como os elfos?

Hermione mordeu o lábio com aquela pergunta, já que ela não sabia daquilo por livros, e sim pela Pendragon, a cobra da doninha loira. Rapidamente formulou o que falaria se o assunto se prolongasse e disse:

-Acho que sim, mas não tem nada comprovado, há relatos delas falando como bruxos sem a ofidiologia, mas nada muito certo.

-Hmm...

-Bem, eu não sei vocês, mas acho melhor corrermos. – Rony apontou para a porta que ia se fechar.

O trio explodiu em gargalhadas enquanto corriam para a sala de poções.

...oOo...

-Agora quero que formem duplas, mas não pode ser com a sua própria casa. – houve um protesto coletivo. – Silêncio, ordens são ordens, então venham até aqui e tirem um nome da caixa e esta será sua dupla, quero sonserinos aqui, na caixa há nomes de grifinórios. – vendo que os alunos não se mexiam, ameaçou: — Só porque são da minha casa não significa que não vão para uma detenção se não me obedecerem.

Pansy foi a primeira a se aproximar da enorme caixa preta e pegar um papelzinho. A garota leu o papel, mas parecia não crer no que lia, seus olhos estavam arregalados, mas grunhiu:

-Neville.

O pobre garoto olhou para os amigos como se dissesse “me desejem sorte”, e foi correspondido com um olhar de “boa sorte, você vai precisar”. Assim foi até a sonserina que impacientemente esperava Neville.

Logo, um a um, os alunos da Sonserina foram falando seus pares. Ainda tinham quatro alunos de cada casa, quando Draco se aproximou da caixinha e pegou um pequeno papel dobrado, rapidamente o abriu e os orbes cinza-azulados brilharam, com gosto olhou nos olhos de Harry e disse:

-Hermione Granger.

A raiva cruzou as faces de Harry, mas o grifinório se segurou, não daria este gostinho ao maldito loiro ensebado. A garota saiu do lado do amigo e andou calmamente até a carteira onde estava Draco.

Aguardando até o fim do sorteio, Hermione não olhou para o loiro sequer uma vez, mas sentia o calor que o corpo masculino emanava. Parecia que havia uma corrente elétrica ligando-os, um arrepio lhe correu a espinha.

-Potter. – a voz de Zabine se fez presente.

“Oh ou...” – pensou Hermione, com certeza daria problemas, por que infernos Dumbledore resolveu juntar sonserinos com grifinórios? A castanha apostava que o problema era especificamente com as duas casas.

-Muito bem classe, todos aos seus lugares, eu quero que façam uma poção Felix Felicis.

-O que?! – alguns garotos resmungaram, e Hermione rapidamente estendeu o braço para questionar o professor.

-Quietos. – grunhiu e voltou-se para a grifinória: — O que quer Granger?

-Mas Felix Felicis é muito difícil de ser preparada, normalmente nós não temos que preparar algo de um nível tão alto!

Snape sorriu com escárnio e perguntou:

-Não se considera a altura?

Hermione trincou os dentes e começou a separar os ingredientes que precisariam para fazer a receita. Ela os cortava com eficiência, retirando-lhes o suco, misturando alguns líquidos coloridos em tubos de ensaio.

Após alguns minutos em silêncio, Draco interrompe sua linha de pensamento:

-Granger, nós temos que fazer isso, juntos.

-Sim, sim, eu sei. – disse rapidamente sem de fato ter escutado o que ele dizia.

-Hermione. – sussurrou com a voz baixinha.

Foi como se ela tomasse um choque, virou-se rapidamente tombando um recipiente com sangue de sereiano e flores de lótus.

-Oh Merlin! – ela gritou quando o líquido se derramou sobre Draco. – Desculpe!

-INFERNO! VOCÊ FES DE PROPÓSITO, NÃO É MESMO VADIA?! – o sonserino gritou, o líquido queimava sua pele.

Sem qualquer dó ou piedade, Malfoy pegou outro tubo que continho pétalas de rosa negra e um líquido transparente e espesso, derramou na cabeça da castanha, sujando os fios armados que colaram no couro cabeludo e escorreram pela face de Hermione.

-SEU BASTARDO! – Hermione gritou jogando a fruta que cortava contra o loiro.

Assim, ingredientes começaram a voar por todos os lados, os demais alunos resolveram seguir o exemplo dos dois monitores e começaram a jogar ingredientes por todos os lados, Snape estava ficando louco com tantos dos mais preciosos ingredientes sendo jogados contra alunos, ele sinceramente esperava que ninguém resolvesse atirar facas.

Antes que qualquer tragédia acontecesse, o moreno sacou a varinha e gritou:

-IMMOBILOUS! Pela varinha de Merlin! – ele exclamou ao ver que muitos tubos de ensaio estavam espatifados pelo chão. – Granger e Malfoy, eu quero que os dois vão agora para a sala do diretor. O resto vai limpar a sala de aula. Mas antes que me esqueça, menos setenta pontos para Grifinória e menos 65 para a Sonserina.

Hermione trincou os dentes e Draco apertou os punhos. “Tudo por causa dessa maldição!” – eles pensaram.

Sem qualquer palavra, seguiram Filch até a sala de Dumbledore, onde receberiam o veredicto.

...oOo...

-Muito obrigado Granger, agora, por sua culpa, nós teremos que passar a noite nessa merda de floresta.

-Olhe essa boca Malfoy. – a castanha retrucou.

Uma discussão ameaçava começar, mas Hagrid os cortou dizendo:

-Parem com isto, se não vão se meter em mais problemas que o necessário.

Cada um virou o rosto para lados opostos num sinal de teimosia infantil, algo que eles não deveriam se dar o luxo de fazer, não naquela floresta.

-Muito bem crianças, agora eu vou ficar por aqui, mas continuem andando reto, mais para frente há uma clareira onde podem acampar, aqui está a barraca de vocês e comida. Até daqui a dois dias.

Hermione e Draco pegaram as mochilas que lhes eram estendidas, viraram as costas e andaram por entre as grossas raízes das árvores seculares que ali estavam.

Mais para frente havia luz, andaram pouco a pouco até encontrar o lugar onde havia um espaço entre as árvores, na clareira havia um rochedo, e no mesmo uma cachoeira que batia contra a água acumulada fazendo um barulho doce e delicado.

A espuma dá água, névoa do lugar e o cheiro de flores silvestres davam um ar mágico à clareira que delicadamente recebia fracos raios de sol.

-Que lindo... – Hermione murmurou.

-Belíssimo. – Draco concordou sem perceber.

Eles se olharam, mas lá não havia raiva, era algo parecido como rendição, por mais decepcionada que a castanha estivesse com o loiro, ela não queria ficar irritada, ela queria abraçá-lo, beijá-lo, deixar que ele continuasse o que estavam fazendo naquela noite.

Ela queria ficar com aquela sensação de liberdade para sempre, a liberdade estava a um metro, ela podia meramente beijá-lo, deixar com que ele a acariciasse, por que era tão complicado? Por que eles tinham que se odiar?

Soltou um suspiro cansado e desviou o olhar, não conseguia sustentar aqueles orbes tempestuosos que pareciam sugá-la para o infinito. Chacoalhou a cabeça para se livrar daqueles pensamentos e disse:

-Vamos armar o acampamento.

-Sim.

Depois de meia hora eles tinham o acampamento armado, suados e ofegantes, eles jamais esperavam que a barraca que lhes fora concedida estava amarrada com cordas tão grossas e nós tão complicados de serem desfeitos.

-Hermione. – a voz rouca e ofegante a chamou.

-Sim?

-Vou tomar um banho. – a castanha ergueu as sobrancelhas, fazendo Draco rir da cara confusa dela. – Aqui tem uma cachoeira com água corrente, vou me banhar.

A garota corou fortemente ao se lembrar do físico delicioso do loiro, estava errado, não eram apenas sete pecados, o oitavo estava bem à sua frente.

-Ok... Vou para dentro da cabana.

O Malfoy sorriu com a vergonha da garota que estava escarlate. Seria no mínimo interessante, entrou dentro da cabana, recebendo um olhar indagador da garota que estava sentada numa das poltronas da sala improvisada.

-Esqueci uma coisa. — pegou a sua mochila e a abriu, ali dentro havia uma muda de roupas, separou-as. – Agora sim posso tomar um banho. – disse ele se virando para a garota e facilmente levantando-a no ar.

-O que você pensa que está fazendo?

-Pegando o que eu esqueci. – sorriu canalha.

-ME LARGA DRACO! – a menina exigiu.

-Mas assim não vai ter graça, cara mia. – sussurrou docemente, descalço, ele agradeceu mentalmente pela menina também estar sem seus sapatos. – Ainda está me devendo uma. – a voz sedutora pinicou o ouvido de Hermione.

-E-eu n-não vou transar com você. – gaguejou no começo.

-Não vamos fazer amor, só vou te dar um banho. – disse maliciosamente. – Mas realmente não me importo se você quiser.

-Vai se ferrar. – Hermione rosnou.

Draco solto uma risada só para irritar Hermione, mas se ela realmente não o quisesse, o que ele poderia ele fazer? Seu orgulho estava ferido, tinha muito medo de ela recusá-lo...

Chegou bem pertinho da borda do lago, colocou um dos pés dentro da água, flexionou a outra perna e gentilmente entrou na água que estava quente, por mais incrível que pareça. A castanha se encolhia nos braços fortes do loiro.

-Eu não quero isso Draco.

-Se acalma e relaxa baby.

Trincou os dentes quando a água quente atingiu sua pele, quando deu por si já estava praticamente engolindo água, espalmou as mãos no peito rígido do garoto que a carregava, forçando as palmas e impulsionou-se para longe dele.

-Não fuja. – disse ele com malícia.

-Vai. Se. Ferrar. – rosnou para ele, por mais que quisesse ceder aos toques masculinos, seu orgulho não deixava.

Draco sorriu, e voltou a se aproximar da garota, prendendo-a contra si, seus braços musculosos fizeram uma jaula entorno dela, e sussurrou contra o ouvido dela:

-Perdão pelo Zabine, ele não chegou a ver nada, só queria o baralho de poker... – a voz parecia uma carícia, tanto que arrepios subiram pela coluna garota, antes que a mesma percebesse estava voltada para o loiro capturando os lábios masculinos com os seus.

O beijo era quente e sedento, a saudade dos últimos dias estava sendo libertada naquele instante, onde os dois praticamente estavam fundidos, um nos braços do outro, o contato era de chamas, parecia queimar, mas não de um modo desagradável.

O desejo crescia conforme os dois pares de mãos passeavam pelos corpos em busca de mais contato e maior proximidade. Em algum momento, Hermione abriu os olhos e Draco pode enxergar que as pupilas da menina estavam tão dilatadas quanto as dele, o desejo estava palpável, a conexão entre eles era visível.

Em algum momento durante o trajeto até a cabana, Hermione e Draco perderam parcialmente as roupas, ficando apenas com o traje intimo, mas nunca sem perder o contato físico, beijando-se com ardor e paixão.

Entraram na barraca e Draco colocou-a sentada no sofá, onde gentilmente fez-la se inclinar para trás, descendo a boca até o pescoço da garota deixando marcas de chupões. Teve um estalo no estopim da insanidade e começou a acariciar o sexo da menina, esta gemia de prazer enquanto o garoto deixava chupões no seu pescoço e com a mão livre fazia carinhos na pele exposta da garota.

Hermione estava sentindo seu sangue correr mais rápido, o desejo crescia se espalhando por todo o seu corpo e permitindo que ela gemesse de prazer, como é que ela nunca sentira um prazer tão intenso? Certamente por ser virgem, mas a partir daquele momento não mais.

Começou a acariciar Draco, a pele macia cobria músculos definidos e desejosos, ela usou uma das mãos para tentar prensá-lo contra si ainda mais, para que o garoto estivesse o mais perto possível.

-Draco eu quero ser sua... – ela gemeu.

E como num passe de mágica as roupas desapareceram, eles estavam nus numa carícia ousada. Hermione abriu as pernas para acomodar o membro rígido e pulsante do loiro que continuava acariciando o hímen da menina.

-Draco... – ela disse numa súplica.

O loiro sorriu cruelmente e penetrou um dedo dentro da menina, apesar de estar totalmente duro tinha que fazê-la sentir como era uma primeira vez. Mexia o dedo freneticamente, enquanto o resto da mão apertava a carne ao redor da entrada.

-Não queria ser minha? – ele sussurrou rouco de prazer. — Agora sim vai ver como é ser minha.

Draco pegou-a no colo, colocando o membro logo abaixo da entrada da menina e encostou-a num pilar dentro da barraca, e ali mesmo, sem qualquer tipo de pudor, ele deixou com que ela deslizasse um pouco mais para baixo, roçando seu membro pulsante e ereto na vagina de Hermione, mas continuou sustentando-a com os braços.

-Aaaaah...! – ela reclamou quando sentiu o dedo longo e firme sair de dentro de si.

Tomado pelo desejo penetrou-a de uma só vez e ficou parado até que a garota se acostumasse com sua presença ali dentro. Sentiu o estremecimento da menina, ela com certeza estava com dor, mas enlaçou a cintura masculina com suas pernas, feito isto Draco começou a se meer dentro dela, com rapidez, não gostava da lentidão.

Hermione estava gemendo, o pau de Draco estava bombeando dentro de si, ela sentia uma dor terrível e um prazer mágico, a mistura era tão doce e poderosa, ela queria que ele continuasse ali para sempre.

O desejo a consumia, ela gozou uma vez, e procurou os lábios de Draco, este protamente respondeu o beijo que parecia pegar fogo. As mãos que antes apoiavam a garota na parede desceram pelas costas e firmaram-se nas nádegas da grifinória, apertou-as com vontade enquanto bombeava dentro dela.

O prazer era tão grande, sentiu-a gozar mais uma vez, as pernas de ambos estavam melecadas, enquanto ele acariciava a menina. Até que finalmente chegou ao ápice, num beijo delicioso ele subiu as mãos e apertou a menina contra si, via-se o cansaço no semblante feminino. Draco a carregou até um dos quartos, saiu de dentro dela e deitou-a gentilmente na cama, onde a menina o puxou para perto se aconchegou no peito masculino.

O loiro observou Hermione até a mesma dormir, aos poucos foi fechando os olhos também e acabou por dormir com ela nos braços...

Notas finais
Gostaram ?
Não sei escrever hentai por isso foi Rynui quem fez !
Se derem indicações , Rynui e eu iremos , nadar junto com os sereianos e a lula gigante !

Beeijinhos e deixem reviews ;**