Notas iniciais
Olá Meus amores :)
Não demorei muito dessa vez né ?? Espero TANTO que gostem desse capítulo !
Obrigada a cada um que comenta ,vocês me deixam encantada. Leio e respondo os reviews saboreando-os loucamente. Obrigada mesmo !
Bem..Até lá em baixo !

– Eu espero que seja um assunto sério –A voz saiu feroz como um rosnado – Aposto que essa deve ser outra de suas brincadeiras,Draco.Você sabe que eu não tenho tempo para isso.

E ele estava lá diante dele. Eles sempre foram fisicamente iguais. Mas com almas paralelamente distantes. Em algum lugar naquela noite sem vida encontravam-se um pai e um filho frente a frente.

A alma de Draco sangrava.Seus olhos cinzentos como aquela noite horrorosa tinham um determinado significado. Havia um motivo em especial para que Draco tivesse escolhido chamar seu pai para eles conversarem sozinhos longe o bastante da mansão para que Voldemort não pudesse ouvir.

–Fale logo – Rosnou Lúcio ranzinza – Não posso demorar.

–Acha que Voldemort vai reparar que você saiu?

– Ele já percebeu. Terei de arrumar uma bela desculpa. – Inesperadamente os olhos cinzentos iguais aos do filho o fitaram ferozmente – Agora me diga, qual era o assunto sério que você queria falar comigo? Eu não tenho muito tempo.

O tempo se arrastava,o vento soprava gelado em sua face e parecia cortar seu rosto já dilacerado. Ele estava colocando tudo a perder. Seu pai jamais o perdoaria, tudo estaria acabado, e a guerra seria o seguinte passo...

O ar chegou frio em suas narinas. Seu coração batia feito louco. Ali diante dele estava Lúcio Malfoy, com as rotineiras vestes negras,o cabelo platinado que lhe caia nos ombros e os olhos azuis acinzentados que cortavam como facas.

A olheira ao redor dos olhos estava intensa,o cabelo platinado não era mais tão impecável como costumava ser. Mas ali estava ele.

Draco tomou ar.

– Eu sou um agente infiltrado, e provavelmente serei sua maior decepção.

As sobrancelhas de Lúcio de uniram sem entender.Ele deu um meio sorriso sarcástico.

–Como é? – Ele disse nervoso – Se me chamou aqui para falar merda eu devo dizer que já estou indo embora.

Antes que Lúcio virasse seu corpo completamente para ir embora,Draco falou mais uma vez em alto e bom som.

– Sou um agente duplo! – Anunciou morto –Fiz e faço tudo que posso contra Voldemort. Quero destruí-lo! Nunca fui a favor dele...E toda vez que eu me ajoelhava diante dele, tudo que eu mais queria, era pegar a varinha do meu bolso e destruí-lo com tudo que eu tenho.

Ele permaneceu lá,estático, com a pancada que a notícia havia lhe dado.

Mas Draco não teve piedade. Jogou todas as informações que tinha tudo de uma vez.

–Macnair? Eu o matei! Rabicho também está morto! É muito mais fácil agir contra o inimigo quando você se torna amigo dele! – A risada sarcástica de Draco infestou o ar – Não vai dizer nada, Papai?

O ódio o possuiu mesclado ao pavor. Lúcio sabia. Ninguém perdia para o poderoso Lorde das Trevas.

Lúcio sorriu. Exibiu seus dentes que já foram perfeitos.

– Está do lado de Harry Potter? Do lado do bem? Hahaha –A risada soou falsa e cheia de sarcasmo- Eu não deveria estar tão surpreso.

O momento era insano, o fogo ardendo em seu corpo, a raiva tomando conta de si e apesar da dor, o sarcasmo ainda deslizava por sua língua de maneira cruel.Lúcio não queria acreditar.

Ele era seu pequeno garoto. Era mentira? Draco estava brincando com ele? Por quê? A que custo? Por que ele admitiria algo como aquilo?

O garoto pequenino de cabelos loiros mudara. Não era mais quem costumava ser.

Lúcio podia se lembrar. A imagem estava grudada, queimando em seu cérebro.Era Draco.

–Vai ficar calado com essa cara de idiota? – Rosnou Draco ao ver Lúcio imóvel

–O que quer que eu diga, seu tolo? – Rosnou ele com os dentes trincados –Eu sempre soube que você era fraco.

Lúcio continuava imóvel. Algo que Draco dizia não fazia sentido. A atitude era suspeita e irracional.E Draco sabia que quando Lúcio não expressava sua raiva através dos berros,aquilo não significava boa coisa.

Inesperadamente Lúcio sorriu novamente. E não precisava ser um gênio para olhar pra ele e encontrar traços de sarcasmo.

–Agora eu entendo tudo e mais um pouco. Isso tem haver com Hermione Granger, certo? E com a proposta indecente que Voldemort fez a ela eu presumo?

Draco permaneceu calado,completamente destruído. Aquele era seu pai decifrando todos os seus segredos apenas olhando-o nos olhos? Como Lúcio sabia que a proposta que Voldemort fez a Hermione teria desencadeado tudo aquilo?

Inabalável.

Não era essa a exata sensação.

Sua língua sentiu o gosto amargo da derrota. Seu pai era mais inteligente do que ele pensava.

– Você estava certo – Disse Lúcio com o olhar letal – Você é minha maior decepção. Ainda sente algo por aquela sangue-ruim? Por Merlin,Draco! Você não merece ter o sangue dos Malfoy correndo em suas veias...

A frase maldosa foi interrompida por um rosnado.Draco e Lúcio estavam em linhas paralelas. Mas Lúcio avançou o bastante para atiçar a fera no que lhe mais doía na vida. Seu único e não mais secreto ponto fraco.

–Agora eu entendo porque você está confessando ser um agente duplo! Ninguém em sã consciência faria isso.Mas você está furioso demais pra pensar não é mesmo? –Lúcio continuou sem dó nem piedade –Você quer se vingar de Voldemort por fazer aquilo com Hermione. Você está expondo a mim todos os seus segredos, porque você quer que eu conte a Voldemort e que ele vá pessoalmente te procurar em um duelo por sua deslealdade, não é mesmo? Você quer matá-lo por ter feito aquela proposta a Hermione.Você está me contando isso para que ele inicie a guerra,a qual, você quer tanto lutar.

Lúcio se aproximou do filho,enquanto Draco dessa vez estava imóvel completamente desmascarado. Com os olhos cheios de pavor,o rosto completamente incrédulo, Lúcio passou seus dedos na cabeça do filho como se ele fosse novamente um garoto.

–Pobre criança. Eu devia ter perdido mais tempo te educando a ser mais forte,não é mesmo? Se sacrificar dessa forma por amor? Apenas para se vingar de Voldemort por aquela proposta?

O ar não entrava mais saudável em seu corpo. O plano realmente era perfeito. Mas Lúcio era analítico demais nos detalhes.

–O que te faz pensar que eu te entregaria para Voldemort? Por que acha que eu faria isso? – A curiosidade de Lúcio era notável.

Draco se afastou do pai,tirando a mão dele de seu cabelo platinado. Virou-se para olhá-lo nos olhos. Frente a frente,de homem pra homem.

Tomou todo o fôlego que pôde enquanto o chão sob seus pés parecia se mover.

–Você é forte. Não perderia a oportunidade de impressionar o Poderoso Lorde das Trevas com uma informação preciosa como essa. Agente Duplo?Francamente! Ele vai amar ver que mesmo que seja contra sua família você continuaria leal a ele contando qualquer informação que ele quisesse saber. — Disse Draco.

–Eu me sinto usado. Mas talvez, decepcionado, seja a melhor palavra.

–Te decepciono pelo o que exatamente? Por estar do lado oposto ao seu?Por amar a mulher que faz eu me sentir um homem melhor? Um homem que você nunca vai ser?

–Me decepciono por você ser burro! – Gritou Lúcio apavorante – Voldemort não é páreo pra você e nem para sangue-ruim! O que merda, vocês estão fazendo se expondo dessa forma?Acredite em mim, uma guerra é a ultima coisa que você pode desejar agora!

–Eu não me importo.

O ódio corroeu Lúcio com essa frase. Velozmente,ele agarrou o menino pelas vestes o segurando firme.

–O que merda pensa que está fazendo?Eu não te eduquei para ser tão egoísta. E quanto a mim, que permaneci ao lado de Voldemort para que ele não matasse nem você e a sua mãe? – A voz apesar de ser um sussurro era feroz e cortante.

O hálito de Lúcio golpeava Draco,com seus rostos tão perto um do outro. Só assim mesmo, para eles ficarem próximos.

–Você também não me educou para ser um covarde.- Rosnou Draco com os dentes trincados.

Ele estava ali,com os braços soltos prontos para atacar e fazer seu pai soltá-lo. Mas ele era tão fraco! Ele era incapaz de agredir seu pai enquanto ele estava ali,engolindo todo o seu orgulho para fazer Draco desistir dessa loucura.Onde estava a coerência em tudo que ele acabara de dizer? Simplesmente não existia!

–Você vai desistir dessa loucura agora mesmo! –Berrou ele como um pai que dá uma ordem ao filho – Vai voltar para Hogwarts como se nada tivesse acontecido e tudo continuará como antes e você servirá ao Lorde das Trevas lealmente,para que ele não possa desconfiar!

Lúcio podia sentir o desespero. Ele sentia a vida de seu filho lhe escapando pelos dedos.

–Nunca. –Sussurrou o loiro mais jovem dando tudo de si para continuar em pé – Não volto atrás com a minha palavra.

–No instante em que Voldemort descobrir que você é um agente duplo,tudo o que você será é um homem condenado! – Rosnou ele gritando com tudo que tinha e largando as veste de Draco com um empurrão.

–ANTES SER UM HOMEM CONDENADO,DO QUE SER UM COVARDE QUE SERVE O INIMIGO PARA SOBREVIVER! NUNCA MAIS ME AJOELHAREI NA FRENTE DE VOLDEMORT NOVAMENTE!

Isso não era apenas sobre Hermione e o Herdeiro de Voldemort. Era sobre tudo.

Draco não seria mais um fantoche nas mãos do Lorde das Trevas.

Lúcio respirou. Uma,duas,até três vezes. O ar também não parecia mais tão saudável para seu corpo. Ele tinha que raciocinar. A inteligência dos Malfoy era grandiosa. Lúcio sabia argumentar melhor do que ninguém. Ele conhecia os pontos fracos de seu filho agora.

– E quanto a Hermione? Ela não é a mulher da sua vida? Vai fazê-la passar por uma guerra a qual ela pode perder você? Voldemort pode querer matá-la também...

–Eu sei que ela prefere morrer a ter um filho com aquele monstro. Ele passou dos limites pedindo um Herdeiro a ela.

Draco virou as costas, completamente exausto e acrescentou:

–Divirta-se servindo mais uma refeição para Voldemort. Aposto que ele manda você colocar o garfo com comida na boca dele. Você não é nada além de um escravo.

–NÃO VIRE SUAS COSTAS PARA MIM!!!

– Salve sua reputação preciosa Papai, por favor,eu lhe peço – Existia sarcasmo mesclado à pequena dose de honestidade – Conte a verdade a Voldemort. Diga a ele tudo que sabe sobre mim. Eu quero a guerra, e estou preparado para ela agora.

Oh,como a verdade era cruel.

Seu pequeno menino estava ali,pronto para se expor ao perigo por questões de orgulho. Talvez ele não seja mais tão pequeno assim.E talvez,ele tenha se tornado um homem melhor do Lúcio jamais seria.

Observá-lo por trás trazia certa dor. Quando foi que ele cresceu? As costas do menino já eram largas e musculosas e ele era tão alto quanto o pai.

Aquela atitude,aquelas palavras, aquele olhar...

–O que espera que eu faça? Você é meu filho...- Disse com os dentes trincados – E se eu te denunciar,você irá morrer.

Draco esticou o pescoço para poder olhá-lo por determinados segundos.Os olhos azuis acinzentados mais decididos do que nunca.

–Me deixe morrer com dignidade meu pai. Ninguém merece viver uma vida dupla como a minha.

As mãos de Lúcio de fecharam ferozmente em punhos. O calor lhe infestou o corpo desesperadamente tão forte quanto antes. O destino de Draco poderia estar traçado com aquilo.O ódio lhe domando o corpo de maneira selvagem. Ele queria morrer? Depois de Lúcio mover montanhas para fazer com que ele conseguisse viver, ele fazia aquilo?

–Não seja ridículo! – Esbravejou Lúcio – O mundo irá desabar bem nas suas costas ! Você será caçado, perseguido e certamente morto. Viva seu romance tosco e impossível com a sangue-ruim, mas faça isso às escuras. Se Voldemort souber sobre sua deslealdade você jamais viverá para envelhecer ao lado dela.

Draco fechou os olhos tentando ignorar todas as palavras cheias de sentido.

–Você não vai poder beijá-la nunca mais – Atiçou Lúcio um tanto enojado – Seu corpo pertencerá aos abutres.

Ainda de olhos fechados,Draco imaginou a atmosfera que se instalaria. As perseguições a possível e provável guerra.

Ele já fugira.Correu mais do que suas pernas podiam suportar. Agora seus músculos estavam pedindo um descanso.

–Então vamos rezar para que eles tenham uma boa digestão – Ele já encarava o pai de volta.–Você sabe que eu não sou fácil de digerir.

–Draco...

Ele tentou. As palavras lhe fugiram da língua. Os argumentos se foram. Não existia mais nada a dizer.

–Eu não farei nada. – Disse Lúcio decidido – Se quer que Voldemort descubra sua deslealdade conte a ele você mesmo. Você não irá me usar para conseguir uma guerra para se vingar de Voldemort por ter o orgulho ferido...

–Pai – Interrompeu Draco a mão sendo colocada suavemente no ombro do pai como há muito tempo não fazia – Eu cresci. Você precisa me deixar ir.

As palavras honestas demais,a verdade estava ali,estampada em sua cara. Então por que era difícil enxergar?

–Eu não quero que você morra! – Admitiu Lúcio com os dentes trincados.

–O que é isso no seu olho? Uma lágrima? – Provocou Draco.

Draco nunca na vida vira seu pai chorar. Era na realidade uma grande surpresa.

–É um cisco. – Cortou ele coçando os olhos.

–Me deixe partir Pai.É o quero fazer.

–Tem certeza? – Ele sussurrou com as poucas forças que lhe restavam para continuar falando.

–Absoluta. –Disse ele com um sorriso de criança – Agora eu preciso ir antes que caia um cisco no meu olho também.

Draco bateu suavemente no ombro de seu pai como uma despedida e começou a andar.

– Não deveria se despedir direito, Moleque? Eu não te eduquei para ser mal educado.

Draco revirou os olhos.

–Só me educou a ser frio como agora. Acho que aprendi a lição.

Não havia tempo para nenhuma lição de moral ou palavras sóbrias cheias de atitude. Loucamente Lúcio se aproximou de Draco e o envolveu em seus braços com força.Seu orgulho foi engolido pela dor imensa.

–Essa será ultima vez que irei te ver? – Sussurrou Lúcio.

–Não sei. – Aquela era a resposta perfeita.

E eles sempre estiveram em um campo de guerra. E agora estavam ali completamente rendidos. O corpo de Draco estava ali sobre seus braços envoltos,e Lúcio não gostava de pensar na possibilidade daquele menino não respirar nunca mais.

–Cuide da Mamãe. –Sussurrou Draco enquanto eles se separaram.

Lúcio não respondeu. Aquilo não era algo que ele precisasse pedir.

–Seja feliz Draco.

O menino se afastou do pai a passadas lentas.Ele não queria fazer aquilo.Mas precisava.

–Vejo que entrou um cisco no seu olho também – Disse Lúcio dessa vez.

Ele sorriu para não chorar.

–Obrigado por tudo Pai.

E assim ele partiu de volta ao castelo. E no meio daquela noite horrorosa, Lúcio teve uma única certeza.

Draco se tornou o homem decente que ele jamais seria.O qual ele tinha orgulho.

–-----------------------------------------------

Hermione lia as páginas do livro desesperadamente.

Era algo tosco a se fazer levando em consideração todos os acontecimentos recentes,mas através daqueles livros cheios de informação e beleza, Hermione conseguia fugir da realidade de um jeito único e mágico. Penetrar em um mundo novo que a fizesse se esconder todos os seus problemas.

Mas sua paz durou muito pouco.O buraco do retrato foi aberto. A imagem dele iluminou os seus olhos opacos demais.

Draco apareceu no salão comunal.Os olhos dele encontraram os dela.

Hermione podia ver o quanto ele sofria ao fazer aquilo. Ao ter que entregar sua alma a seu pai para que ele o entregue a Voldemort...

Tudo era tão sujo e cruel. A realidade dos livros era menos dolorosa e muito mais atraente de se sentir. Mas Hermione não seria covarde para ignorar seus problemas reais...

Ele precisava dela. E ela seria o que ele precisasse.

–Está feito. –Sussurrou Draco com a voz quebrada enquanto caminhava trotando até o sofá- Podemos avisar a armada sobre as novidades amanhã à noite.A guerra virá em breve.

Hermione saiu da cadeira abandonando seu livro e correu para sentar-se ao lado dele.

–Eu sinto muito que tenha que passar por isso – Disse Hermione sincera.

–Não sinta. – Ele fitava um ponto fixo pensativo – Eu quero que ele venha atrás de mim para me matar. Quero que ele deseje sentir o sabor do meu sangue...

–Por que está falando assim? – Ela disse suavemente assustada.

–Porque quando ele vier a mim...Ele será todo meu.

Os punhos estavam fechados em determinação. A dor estava estampada nos olhos do pobre Sonserino.

Estar ali naquele salão comunal fazia com que ele se sentisse um pouco melhor. O perfume dela era tudo que ele precisava.

Os dedos dele tocaram na bochecha dela.Eram gentis apesar de frios.Os dedos ali, frios e dançantes em seu rosto também a fazia se sentir bem.

Um precisava do outro.Era inexplicável.O mundo poderia estar em guerra,tudo poderia desabar, mas a companhia um do outro deixava tudo mais suportável.

–Ele não vai tocar em você. – Prometeu Draco com um sussurro.

–Todos nós estamos em perigo.- Disse ela incerta.

Ele agiu depressa.Aquilo foi contra seu orgulho e a todos os seus princípios. Ele pegou o rosto dela com as duas mãos. Os dedos seguraram firmemente nela.

–Quando você passará a confiar em mim? – A voz do menino era séria – Você é o melhor de tudo que já provei. Ele não vai encostar em um fio de cabelo seu. Eu prometo.

Ela sorriu totalmente sem ar.

–Sem promessas – Pediu ela aos sussurros – Só me beije.

E ele fez o que ela mandou.

Notas finais
E aí o que acharam do capítulo ??? Podem observar pequenos pontos como:
-Draco cresceu e pediu para seu pai o deixar ir. Lúcio não queria entregá-los e nem iria. Mas Draco insistiu pois ele realmente quer e precisa da guerra para sua vingança.
-Hermione será tudo o que Draco precisar que ela seja. O amor está mais intenso do que nunca.
-Hoje é dia dos pais e esse capítulo não poderia vir em um momento mais oportuno ! Feliz dia dos pais a todos os pais do universo ! :)
Próximo capítulo tem mais surpresas. A Armada vai entrar em ação !
Quero a opinião de todos vocês nos reviews, hein ?? :)
Beijos de Chocolate
sasu_hina